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15 de fev. de 2026

Dor crônica *pesquisas.

 Pesquisadores da Universidade de Aberdeen, na Escócia, têm realizado estudos significativos e recentes sobre a fibromialgia, focando tanto na compreensão dos mecanismos da dor quanto na melhoria dos serviços de saúde para os pacientes. Em 2025, a equipe liderada pelo Professor Gary Macfarlane destacou-se ao investigar o processamento da dor crônica e a experiência dos pacientes no sistema de saúde (NHS). 

A SEFIFAC (Sociedad Española de Fibromialgia y Síndrome de Fatiga Crónica) e a AFIBROM são as principais plataformas de apoio e notícias legislativas sobre a doença em solo espanhol. 



Pesquisas educativas rumo a transpor desafios. Incluso de energias e transgeracional, entre posts acesse link: 

 ( projeto SIM


Descobertas e Novidades Internacionais (2025-2026):

As pesquisas internacionais têm focado em consolidar a fibromialgia como uma condição autoimune ou neurológica-autoimune.Síndrome de Sensibilização Central (SSC) e fibromialgia focam na transição do modelo reumático para o neurológico (dor nociplástica)


https://youtu.be/map9XO4ScjU?si=tetO5H8BXdOAKYYu

Fibromialgia como Doença Autoimune: Estudos reforçam que a condição é causada por autoanticorpos que se ligam às células da glia no sistema nervoso periférico. Pesquisas no Reino Unido e Suécia mostraram que, ao injetar anticorpos de pacientes em camundongos, os animais desenvolveram rapidamente os sintomas (sensibilidade ao frio, pressão e fraqueza muscular).

Origem Genética: Um estudo com 2,5 milhões de pessoas identificou 24 regiões genéticas associadas à doença, confirmando que não é uma condição psicológica.

Papel do Microbioma: Transplantes de microbiota fecal de pacientes com fibromialgia para ratos induziram dor e alterações moleculares semelhantes às da doença em humanos.

Associação com COVID-19: Pesquisas sugerem que infecções virais podem engatilhar síndromes de dor crônica, relacionando sintomas de fibro a sequelas pós-agudas da covid-19.

Abordagens Terapêuticas Integrativas:

Estilo de Vida e Dieta: Exercícios de baixo impacto (natação, yoga) e dietas anti-inflamatórias (Low-FODMAP e Mediterrânea) mostram resultados positivos no manejo da inflamação.

Cenário Legal no Brasil:

Reconhecimento como Deficiência (Lei 15.176/2025): A partir de janeiro de 2026, a fibromialgia passou a ser oficialmente reconhecida como deficiência (PcD) no Brasil para fins legais. Essa mudança garante o direito a cotas, prioridade no atendimento e isenções tributárias, mediante avaliação biopsicossocial, facilitando o acesso a tratamentos multidisciplinares.


Estudo da Universidade de Aberdeen (2025)

A equipe do Professor Gary Macfarlane publicou em novembro de 2025 um estudo qualitativo crítico apontando que pacientes com fibromialgia estão sendo negligenciados pelo sistema de saúde britânico (NHS). 

Desafio no Trabalho: A pesquisa focou na "ruptura biográfica" causada pela doença no ambiente profissional, destacando a necessidade urgente de reformular os serviços de saúde para facilitar o manejo da dor e a inclusão social. 

Natureza Autoimune e Neurológica: Estudos consolidados no Reino Unido e na Suécia indicam que a fibromialgia pode ser uma doença autoimune. Pesquisas demonstraram que a injeção de anticorpos (IgG) de pacientes humanos em camundongos induziu sintomas clássicos, como fraqueza muscular e sensibilidade extrema ao frio e calor. Esses anticorpos se ligam a células gliais satélites no sistema nervoso periférico, aumentando a sensibilidade dos nervos à dor.

Arquitetura Genética: O estudo "The genetic architecture of fibromyalgia across 2.5 million individuals" (2025) identificou 24 regiões genéticas de risco associadas ao cérebro e ao sistema nervoso, confirmando uma base biológica hereditária para a doença.

Neurologista: Fundamental quando há sintomas proeminentes de sensibilidade central ou distúrbios sensoriais.

 Neuro psicólogo e Fisioterapeuta: Essenciais para a reabilitação física e mental contínua. 

Psicoterapêutica, abordagem deve ser multimodal e individualizada, focando na reeducação do sistema nervoso em vez de apenas tratar a dor periférica. 

Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC): Focada em reduzir o "catastrofismo" da dor e melhorar as estratégias de enfrentamento.

Terapia de Aceitação e Compromisso (ACT): Uma modalidade moderna que ajuda o paciente a viver de forma funcional apesar da dor. 

Nova Visão: A Organização Mundial da Saúde (OMS) e diretrizes atuais tratam a fibromialgia como uma dor crônica complexa e, por vezes, neurológica.

Avaliação: Os critérios de classificação exigem dor generalizada (em 4 de 5 regiões) por pelo menos 3 meses, pontuações altas no Índice de Dor Generalizada (WPI) e na Escala de Gravidade dos Sintomas (SSS).

As descobertas mais recentes (2024-2025) consolidam a Síndrome de Sensibilização Central (SSC) como o principal modelo explicativo para a fibromialgia, agora classificada como o "protótipo" da dor nociplástica. Nesse estado, o sistema nervoso central (SNC) amplifica sinais sensoriais, fazendo com que estímulos normais sejam interpretados como dor persistente. Neuroinflamação: Pesquisas recentes apontam a neuroinflamação como um agente causador central, onde a ativação de células da glia no cérebro contribui para a manutenção da dor crônica

É sustentada por nomes que estabeleceram o nexo entre dor generalizada e disfunção do SNC:

Muhammad B. Yunus: Considerado o "pai" do conceito de SSC. Ele propôs que a fibromialgia e outras condições (como síndrome do intestino irritável e enxaqueca) pertencem a um mesmo espectro fisiopatológico baseado na sensibilização do sistema nervoso.

Frederick Wolfe: Autor principal dos critérios diagnósticos do American College of Rheumatology (ACR) (1990/2010), embora mantenha uma visão crítica sobre a subjetividade do diagnóstico.

Clifford Woolf: Pesquisador fundamental na descrição dos mecanismos biológicos da sensibilização central, diferenciando-a da dor nociceptiva e neuropática clássica. 

Dor https://youtu.be/vpNUP7_5u3w?si=rokb3uVTjCHMM8ys

https://www.instagram.com/reel/DUim78lgL_F/?igsh=dTZlbjFiaHZzbzAw

Espanha: Foca intensamente na educação em neurobiologia da dor (liderada por nomes como Arturo Goicoechea) para "desaprender" a dor crônica.

México: Foca no acesso ao diagnóstico precoce e na integração multidisciplinar (reumatologia + psicologia) em um contexto de saúde pública.

México 🇲🇽: Fundación Mexicana para la Fibromialgia —digitais atualizados sobre o manejo da dor e suporte para o diagnóstico clínico no México.

México 🇲🇽https://fibromialgiamexico.com/ Fundación Mexicana para la Fibromialgia — É o recurso oferecendo guias digitais atualizados.

Sociedad Española del Dolor (SED) —  Fibromialgia e Sensibilização Central, sendo a fonte mais técnica e fundamentada para protocolos de tratamento na Espanha.

EUA

Desequilíbrio Neuroquímico: Aumento de neurotransmissores excitatórios (glutamato, substância P) e redução de inibitórios (serotonina, noradrenalina) no sistema nervoso central. 

Neuroinflamação e Dor Nociplástica: A fibromialgia é agora classificada pela Associação Internacional para o Estudo da Dor (IASP) como dor nociplástica (dor que surge da função alterada das vias de dor, sem evidência de dano tecidual). Estudos apontam a neuroinflamação (ativação de células gliais no cérebro) como provável causa principal.

Hipocentralização da Dor: O cérebro de pacientes com SSC não "filtra" estímulos corretamente, resultando em hipersensibilidade (alodinia e hiperalgesia).

Daniel L. Goldenberg (EUA): o papel central da sensibilização e a correlação da fibromialgia com a dor pós-COVID e a encefalomielite miálgica/síndrome da fadiga crônica (ME/CFS).

International Association for the Study of Pain (IASP): Define o novo paradigma da dor nociplástica.

Outros

Zeng e Zhou (2025): Propõem o uso da Central Sensitization Inventory (CSI) e Fibromyalgia Rapid Screening Tool (FiRST) para diagnóstico rápido e triagem na atenção primária. 

Estudos de biofisiopatologia e no impacto da dor crônica (Sociedade Brasileira de Reumatologia). Pesquisas da UNINOVE (São Paulo) associam a dor da FM com ansiedade e funcionalidade reduzida.



14 de abr. de 2023

Sensibilidade crônica

 


Uma dica a quem precisa saber sobre estados crônicos e procurar adequado conhecimento.  Sindromes múltiplas, química múltipla, sensibilidade crônica entre outras.


Raramente se encontra tal explicação no Brasil. 

Implícito pesquisas em ótimos sites, ver link abaixo. 



Link 👇

https://shcmedical.pt/doencas/sindrome-sensibilidade-central.


Os pacientes com estes sintomas são frequentemente diagnosticados, por diferentes especialistas, como sofrendo de Fibromialgia, Síndrome de Fadiga Crónica, Síndrome de Intestino Irritável, Enxaqueca ou Cefaleia Tensional, Síndrome de Pernas Inquietas e Síndrome de Sensibilidade Química Múltipla, entre outros. Atualmente, a Síndrome de Sensibilidade Central (SSC) engloba todas estas patologias, passando estas de serem consideradas como entidades independentes a ter uns mecanismos de produção comuns, o que significa que o paciente não é afetado por várias doenças, mas sim por um só transtorno que pode provocar toda a sintomatologia descrita.
O desenvolvimento do estudo da SSC permitiu concluir que existe uma hiperexcitabilidade dos neurónios, o que provoca uma sensibilização central aos diferentes estímulos periféricos: dor, cheiros, ruídos, alimentos, produtos químicos, campos eletromagnéticos, mudanças climatológicas, stress, infeções, uso de fármacos, etc. Também está presente uma hipersensibilidade imunológica a diferentes antigénios alimentares, químicos (fármacos, detergentes, sabões, cremes, maquilhagem, etc.), físicos (luz, ruído, calor, frio, mudanças climatológicas, etc.) e, em conjunto, a desregulação destes dois sistemas, imunológico e central, produz uma alteração no sistema endócrino.


MECANISMOS
A sensibilização central e imunológica é responsável pela redução dos limites de tolerância perante diferentes estímulos e, portanto, pelo incremento da sensibilidade, provocando o fenómeno wind-up e a dor persistente, mesmo depois de eliminado o estímulo.
Este fenómeno wind-up pode ser também responsável pelo excesso de resposta aos diferentes estímulos. Quando esta sensibilização se mantém ao longo do tempo, produzem-se mudanças na neuroplasticidade do paciente, que se podem comprovar através de provas de imagem, como as ressonâncias magnéticas funcionais. Também se detetam sinais característicos através da SPECT (single photon emission computed tomography) ou da magnetoencefalografia, entre outros.
O mau funcionamento do SNC e do sistema imunológico termina afetando o sistema endócrino.



Na SSC existe, portanto, uma desregulação neurossensorial que vai produzir alterações neuroendócrinas e do sistema imunológico, desenvolvendo-se um círculo vicioso, que está na origem dos múltiplos sintomas e síndromes presentes neste processo.
A cronificação do processo dará lugar a um aumento do stress oxidativo e dos radicais livres, provocando a libertação de substâncias pró-inflamatórias e imunológicas, causando a disfunção nas mitocôndrias, etc. A desregulação de todos estes sistemas intimamente relacionados dá lugar a uma sintomatologia complexa e variada, uma vez que nenhum órgão se livra da ação destes sistemas.







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18 de jan. de 2019

Síndromes, dor e pesquisas


Síndromes múltiplas 

Em pesquisas gerais em que há a medicina exemplificando os campos físicos, outra alternativa na busca de ligações com química e a alimentação que transforma o corpo em algum melhor  potencial para cada síndrome.


Síndromes de Sensibilización Central
https://youtu.be/16wjFT_newk

PABLO ARNOLD LLAMOSAS MEDICO ESPECIALISTA MEDICINA INTERNA E INMUNOLOGICA

https://kaosenlared.net/barcelona-charla-mejora-sustantiva-en-el-diagnostico-del-sindrome-de-fatiga-cronica-encefalomielitis-mialgica/?fbclid=IwAR1WJvDpNFp-8j9t_fYoJtgYLg2Gt0fwKycf7sQWNxbWYiW8_qVyJj8x308



Dr José María Gómez Argüelles
https://youtu.be/qv2cJPH5rck

www.afibrom.org


Neuro http://fibromialgia247.com/inflamacao-cerebral-extensa-presente-em-pacientes-com-fibromialgia-mostra-recente-estudo-multicentrico/?fbclid=IwAR3LwnVW5V3qdhuSHmnUgnphzxtT4U2eDlLLHkTpSBFWXcPm9QJBbSq8Kkk




Fígado Vesícula Andreas Moritz




 água do mar    https://youtu.be/v4rbdBQTFqg
                     
https://youtu.be/Yy6q85a79kw

Angel Gracia 
https://youtu.be/eiXP1Kv01Us

Parte1: http://youtu.be/c4_Ob7xdXko Parte2: http://youtu.be/WauowmKxeTs


Adremal
https://youtu.be/jZs2bd2Vqw8



https://www.singular.med.br/midia/blog/326-voce-sabe-o-que-e-sensibilizacao-central.html




 ***  Em pesquisas :







https://www.facebook.com/NevlownS/


20 de nov. de 2018

Linguagens da dor

Pesquisas
Síndromes múltiplas 

Pesquisas Síndromes 
O pedido

http://sollessa.blogspot.com/2018/11/o-pedido_16.html

Direcionado a pesquisadores, colaboradores e pacientes que podem transformar cada caso em uma nova e melhor direção à vida humana nestes campos de síndromes.

Em busca de pessoas que possam ampliar os campos de pesquisas com respostas mais avançadas.


O que é a Fibromialgia além do nome ? Bem, algumas idéias sobre a manifestação desta síndrome que nunca está só ( há inúmeros fatores adicionais conforme cada caso, comorbidades, reações e pontos de vista clínico ou alternativo.
Porém, é o Ser Humano que passa pelo processo uma grande busca entre desafios e fases, sem uma fórmula que funcione para a maioria e mínimos dados práticos, uma vez que as pesquisas são caras e distantes da realidade desses da situação [FM/FC/SQM & afins]

https://www.youtube.com/playlist?list=PLAF99DAA939974298


Em campo há muitos anos variando pesquisas e buscando sinais de melhora a cada situação. Os gastos não são práticos e exigem observador atento e criativo. Em cada busca e avaliação pessoal e de campo, observar que os resultados com medicação ( minha ótica pessoal) só mascaram e pioram as buscas. Claro que dores são infinitas e descrever é improvável. Algum medicamento natural ou alternativo precisa ser ajustado para controlar as alterações constantes e desafios. No campo pessoal ( há quase 30 anos) eram os pontos de dor, sem diagnóstico adequado. Experiência nos últimos 11 anos sem medicação convencional. Inúmeras terapias, autodesenvolvimento importante e chuvas de pesquisas bio/ortomolecular/ quântica/ alternativos sistemas de controle. Associação com fadiga crônica e a nada conhecida Síndrome da química múltipla com marcadores de medicamentos ( efeitos colaterais ?) Enfim, sempre de olho nas possibilidades de uma melhora.

Infelizmente, valores humanos são filtros que nem todo profissional que detém conhecimentos sobre casos similares, possuem em aberto. Deparando graves questões financeiras e dificuldades de acessibilidade ¶ aos que seriamente apontam soluções¶ uma minoria tenta equilíbrio, mudanças alimentares, de buscas pessoais e de postura de vida.
Tantos indevidamente orientados ou resistentes à busca integrativa, muitos não sabem a direção de buscas que atenuam a dor. Enquanto isso rever os meios prováveis e soluções de saúde, alimentares e disciplinares,dimensão própria. Distante da vida "normal" que outra maioria sem síndrome chama de verdade, fortalecer o Eu Maior. É fato rever situações ligadas a stress num todo ( energia físico emocional, dimensões)
O vegatest apresenta indicadores químicos, a energia necessita de equilíbrio e apoio incondicional, é preciso tudo o que instrui com qualidade múltipla. O Agora!? Eterno buscador e observador. 🕉☯ Contribua com atualizações e pesquisas


Sindromes álgicas
https://youtu.be/Whoe4uoDCyI

https://youtu.be/MEloFM6zu3M

****** https://youtu.be/EnrPc2U__tw

FADIGA ADRENAL ( CORTISOL) BUSCAS SOBRE FADIGAS
https://www.youtube.com/watch?v=2HToawSiFoA

Fibromialgia dor e sensibilidade Muscular - tratamento do desequilíbrio energético
https://youtu.be/eUp3uRiLcSg

https://youtu.be/exKgfBGGmYE

https://youtu.be/rmhsJbWtK1c

Múltipla
https://youtu.be/8cDyhmT5rLU

https://youtu.be/BIey78Ug9DA

https://solar8.blogspot.com/2019/01/sindromes-dor-e-pesquisas.html


https://www.sessec.org/
https://www.shcmedical.es/enfermedades/sindrome-sensibilidad-central/


http://fibromialgia247.com/100-sintomas-de-fibromialgia/



http://fibromialgia247.com/quando-a-fibromialgia-afeta-seus-pes/


https://www.efesalud.com/sindrome-sensibilidad-central


https://www.shcmedical.es/enfermedades/sindrome-sensibilidad-central/

https://www.saudecuf.pt/mais-saude/artigo/fadiga-cronica
http://www.myos.com.pt/default.aspx



https://www.tuasaude.com/fadiga-adrenal/


6 de jun. de 2016

Fibromialgia em pesquisa

 

Pesquisadores descobriram a principal fonte de dor em pacientes com fibromialgia, e ao contrário do que muitos acreditam, não derivam do cérebro. Os resultados marcam o fim de um mistério de décadas sobre a doença, que muitos médicos acreditavam ser fruto da imaginação dos pacientes.
O mistério da fibromialgia deixou milhões de pessoas que sofrem à procura de esperança em medicamentos para a dor. Até recentemente, muitos médicos pensavam que a doença era “imaginária” ou psicológica, mas os cientistas agora revelaram que a principal fonte de dor resulta de um excesso de fibras nervosas sensoriais presentes ao redor dos vasos sanguíneos localizadas na palma das mãos.
A descoberta pode levar a novos tratamentos e talvez até mesmo a uma cura total no futuro, trazendo alívio para milhões de pessoas suspeitas de ter essa doença.
fibro22

Para resolver o mistério da fibromialgia, os pesquisadores concentraram a atenção na pele da mão de uma paciente que tinha uma falta de fibras nervosas sensoriais, que causavam uma reação reduzida à dor.
Eles então pegaram amostras da pele das mãos de pacientes com fibromialgia, e foram surpreendidos ao encontrar uma quantidade extremamente excessiva de um determinado tipo de fibra nervosa.
Anteriormente os cientistas pensavam que essas fibras fossem apenas responsáveis por regular o fluxo de sangue, e que não desempenhassem qualquer papel na sensação de dor, mas agora eles descobriram que há uma ligação direta entre estes nervos e a dor corporal generalizada.
A descoberta também pode resolver a questão persistente de porque muitos doentes têm mãos extremamente dolorosas, bem como outros “pontos sensíveis” em todo o corpo, e porque o tempo frio parece agravar os sintomas. Além de sentir dor profunda generalizada, muitos pacientes com fibromialgia também sofrem de fadiga debilitante.
O neurocientista Dr. Frank L. Rice explicou: “Nós anteriormente pensávamos que estas terminações nervosas só estivessem envolvidas na regulação do fluxo sanguíneo em um nível subconsciente, mas agora temos evidências de que as terminações dos vasos sanguíneos também podem contribuir para o nosso sentido consciente do toque, e também da dor “, disse Rice.
“Este fluxo de sangue mal administrado pode ser a fonte de dores musculares e da sensação de fadiga nos pacientes com fibromialgia.”
Os tratamentos atuais para a doença não trouxeram alívio completo para os milhões de pessoas que sofrem. Terapias incluem analgésicos narcóticos; medicamentos anti-convulsivos, anti-depressivos e conselhos, mesmo simples, tais como “dormir mais e exercitar regularmente.”
Agora que a causa da fibromialgia foi identificada, os pacientes estão ansiosos para uma eventual cura.


Outros assuntos...

 ? O mesmo de sempre?

Dor nos ombros, nos braços, nas costas, nas pernas, na cabeça, nos pés. Quem tem fibromialgia conhece bem o corpo, pois todo ele reclama. Em momentos de crise, até um toque delicado pode incomodar. Pessoas com esse quadro clínico sofrem duplamente, pois a doença demorou a ser reconhecida como um mal físico. “A fibromialgia já foi confundida com depressão e estresse.

Por falta de informação ─ e diagnóstico ─, os pacientes ainda tinham que sofrer na alma o transtorno que a dor já impunha ao corpo”, comenta o geriatra Eduardo Gomes de Azevedo, diretor da rede de Clínicas Anna Aslan.

Atualmente, com o avanço dos estudos e pesquisas, as evidências comprovam que a fibromialgia é doença física, sim. Não se trata de uma síndrome invisível. Há trabalhos científicos mostrando que o portador apresenta alterações na anatomia cerebral. Um desses estudos apresentado no fim do ano passado, na França, mostrou que graças a um exame por imagem chamado Spect (tomografia computadorizada por emissão de fóton), os médicos do Centro Hospitalar Universitário de La Timone, em Marselha, constataram que no cérebro de 20 mulheres com esse tipo de hipersensibilidade havia um fluxo maior de sangue em regiões que identificam a dor.

Paralelamente, notaram uma queda de circulação na área destinada a controlar os estímulos dolorosos. Nas dez voluntárias saudáveis que participaram da pesquisa, nenhuma alteração foi detectada. Este trabalho se soma a inúmeros outros sobre a presença do distúrbio, como o aumento dos níveis de substância P, o neurotransmissor que dispara o alarme da dor e a menor disponibilidade de serotonina, molécula que avisa ao sistema nervoso que a causa da dor já passou.

Confirmada que a fibromialgia está longe de ser uma doença psíquica, a pergunta que ainda não foi respondida é por que a doença ataca. “Quando soubermos a sua origem, conseguiremos dominar a causa e encontrar a cura”, observa o médico. Por enquanto, o que se conhece são os gatilhos do terrível incômodo ─ fatores que desencadeiam a crise, como o estresse pós-traumático ─, além dos meios de minimizar o quadro e devolver qualidade de vida aos pacientes.

Muitos profissionais de saúde acreditam que, a associação de drogas como antidepressivos e neuromoduladores terão efeito sinérgico na briga contra a dor. É que, enquanto o antidepressivo eleva a oferta de serotonina e noradrenalina, sedativos naturais do sistema nervoso, os neuromoduladores alteram a transmissão do estímulo doloroso para o cérebro, diminuindo os níveis da tal substância P.

Já as drogas como os opióides, com exceção do tramadol, não são muito eficazes no tratamento fibromialgias. “O consenso é que no rol de cuidados não podem faltar remédios, atividade física aeróbica e uma boa alimentação. Um exemplo: caminhar de três a quatro vezes por semana, durante 30 minutos, libera substâncias prazerosas como as endorfinas e relaxa a musculatura. Alguns portadores que seguem esse receituário chegam até a dispensar a medicação”, avalia o geriatra.

Segundo Azevedo, que também é adepto da prática ortomolecular, durante o tratamento, é preciso “ensinar ao paciente algumas artimanhas para evitar os fatores estressantes, que são gatilhos para a dor. Técnicas de respiração, de relaxamento e de visualização, em que o indivíduo imagina caminhos para o alívio, são alguns exemplos”.

http://www2.uol.com.br/sciam/noticias/pesquisas_demonstram_que_fibromialgia_e_mal_fisico.html

Especialista esclarece dúvidas sobre Fibromialgia




A fibromialgia é considerada uma das síndromes crônicas mais dolorosas de nosso tempo, com sintomas que podem afetar seriamente a qualidade de vida dos pacientes, pois afeta todo o sistema músculo-esquelético. 
O termo “fibromialgia”, criado em 1976, deriva da conjunção das palavras “fibro” (fibra ou tecido conjuntivo, em latim) com os vocábulos gregos “mi” (músculo) e “algia” (dor). Mas só foi reconhecida como uma doença pela Organização Mundial de Saúde em 1992.
A doença é associada a uma grande variedade de sintomas, tanto físicos, como fatiga persistente e distúrbios do sono, quanto mentais, como ansiedade e depressão.
Embora afete apenas uma parcela mínima da população, nos países onde há um acompanhamento mais próximo dos pacientes, seus efeitos a tornam digna de análise e atenção da comunidade médica.
O médico Fernando A. Rivera, da Clínica Mayo de Jacksonville, Flórida, membro do Colégio Médico dos Estados Unidos e docente da Escola de Medicina associada à Mayo, revela o que é verdade e o que é mito sobre esta doença.

O que é a fibromialgia?
Rivera – A definição mais aceita atualmente  diz que a fibromialgia é uma dor generalizada, crônica, no sistema músculo esquelético, devido a um transtorno do sistema nervoso central na percepção da dor, ocasionando hiperalgesia e alodinia. Em termos mais simples, a hiperalgesia ocorre quando um estímulo, que normalmente é doloroso, provoca uma dor ainda maior no paciente; a alodinia, por sua vez, significa sentir dor por estímulos que normalmente não deveriam provocá-la.
A origem da doença é conhecida?
Rivera – Até agora só se conseguiu saber que o surgimento e a intensificação dos sintomas da fibromialgia podem estar relacionados a fatores estressantes, tanto físicos quanto emocionais.
Que percentagem da população é afetada pela fibromialgia?
Rivera – Em nível mundial, diz-se que a prevalência está entre 2% e 3%, ainda que se tenha taxas de 5% a até cerca de 10% em atendimento primário. Nos Estados Unidos, a porcentagem é similar: em torno de 2% da população sofre a doença, sendo mais frequente entre as mulheres, à razão de nove por um em comparação com os homens. Calcula-se que cerca de 10 milhões de norte-americanos têm fibromialgia.
O que se entende por dor generalizada?
Rivera – Em 1990, a Sociedade de Reumatologia dos Estados Unidos definiu “dor generalizada” como a que ocorre nos dois lados do corpo, esquerdo e direito, tanto acima quanto abaixo da cintura, além de dor esquelética axial, isto é, afetando a coluna cervical, a parte anterior do tórax, a espinha torácica ou a parte baixa das costas. Além disso, o paciente deve sentir dor em pelo menos 11 de 18 pontos predeterminados, denominados “pontos sensíveis”, que respondem dolorosamente quando apalpados. Entre esses pontos, podemos citar a base do pescoço, o cotovelo, a parte medial dos joelhos próxima à articulação, e os glúteos.
Que tipo de toque provoca essa resposta de dor?
Rivera – Quando é aplicada uma força aproximada de 4 quilos. Para um ponto sensível ser considerado positivo à dor, o paciente deve declarar que a palpação efetivamente lhe causou dor, tendo em conta que “doloroso” não é o mesmo que “sensível”.
Mas pode se tratar de um trauma passageiro?
Rivera – Não é assim. Pacientes com dor generalizada e sensibilidade em pelo menos 11 dos 18 pontos e que sentem essa dor por um período mínimo de três meses sofrem de  fibromialgia.  O diagnóstico clínico da fibromialgia também não é descartado se o paciente tem um segundo distúrbio clínico – como de origem psiquiátrica, que podem ter efeitos físicos, como crises de pânico, ansiedade, depressão, anorexia nervosa, hipocondria, etc.
Pode ocorrer um diagnóstico de fibromialgia, no caso de algum outro problema?
Rivera – Em 2010, a Sociedade de Reumatologia dos Estados Unidos concluiu que, para confirmar o diagnóstico da fibromialgia, o paciente tem que apresentar três fatores:
a) Ter um índice de dor generalizada de 7 (em escala de 0 a 19) e índice 5, em escala de gravidade sintomática de 9 pontos; ou índice de dor entre 3 e 6, porém com escala de gravidade sintomática de 9 pontos;
b) Ter tido esses sintomas, na mesma intensidade, por pelo menos três meses;
c) Não ter algum outro problema que possa ser a origem da dor. A equipe médica deve fazer um diagnóstico diferencial, para descartar outras patologias que possam ser confundidas com a fibromialgia, como a polimialgia reumática, infecções virais, artrite reumatoide em fase inicial, déficit severo de vitamina D, tumores cancerosos malignos, entre outros.
A fibromialgia tem sintomas associados?
Rivera – Sim. Por exemplo, a fibromialgia pode causar embaralhamento do cérebro, que consiste em problemas de raciocínio e memória; dores de cabeça ou enxaquecas; hipersensibilidade à luz, aos sons, odores e temperatura; cólon e bexiga irritáveis; dor pélvica, dor na articulação temporomandibular (a articulação entre o osso temporal do crânio e a mandíbula, responsável pela função mastigatória). Também podem ocorrer náuseas, parestesia (sensação de adormecimento e formigamento), perda do equilíbrio e infecções crônicas ou recorrentes, como sinusite ou infecção respiratória alta, a que afeta o trato respiratório superior (nariz, seios nasais, laringe, faringe). Outros fenômenos que causam fatiga no paciente são os distúrbios do sono e a “síndrome das pernas inquietas”, que é, basicamente, sentir dor nas pernas durante a noite e fazer movimentos involuntários para tratar de aliviá-la, o que afeta mais frequentemente pessoas de meia idade e idosos.
Exames de laboratório podem ajudar o paciente?
Rivera – Ainda que não haja biomarcadores específicos para indicar a presença da fibromialgia, é útil pedir um hemograma completo, que inclua a velocidade de sedimentação globular e o nível de proteína C reativa. Esta se eleva quando há inflamação no organismo, ainda que não haja indicação de sua localização exata. Também convém pedir outros exames, como teste da função da tireoide, nível da vitamina D, painel metabólico completo, testes-padrão de detecção do câncer (antígeno específico da próstata, por exemplo). Um eletrocardiograma, em caso de fatiga extrema, assim como uma tomografia articular, se houver suspeita de sinovite, ou seja, irritação na membrana que cobre as articulações.
Se um clínico geral suspeita que um paciente tem fibromialgia, a quais especialistas deve encaminhá-lo, para confirmar ou não o diagnóstico inicial?
Rivera – Como os sintomas são tão variados, já que não há uma causa específica que desencadeia a fibromialgia, uma vez que não é possível diagnosticá-la por qualquer método laboratorial e clínico, ou radiográfico, é necessário dar ao problema um enfoque multidisciplinar, que inclua informações de reumatologista,  especialista em medicina da dor e também psiquiatra ou psicólogo.
Como se trata a fibromialgia?
Rivera – Com terapia não farmacológica e/ou farmacológica. A terapia não farmacológica consiste em educar o paciente para melhorar sua atual condição de vida. Fazer exercícios de baixo impacto (aeróbico, natação) de forma regular, terapia física e terapia cognitivo-comportamental. Deve considerar ainda terapias que envolvem o corpo e a mente, como ioga, tai-chi ou qigong, meditação com respiração rítmica, terapias complementares, como massagens e acupuntura, trabalho criativo (arte, música, dança). Em suma, é preciso fomentar a própria capacidade de cada indivíduo de se recuperar física e emocionalmente, depois de um efeito contrário, traumático ou nocivo.
A terapia farmacológica considera antidepressivos tricíclicos, como amitriptilina e ciclobenzaprina; inibidores da recaptação da serotonina e norepinefrina, como duloxetina e milnacipran; inibidores seletivos da recaptação de serotonina (não há clareza com respeito a quais; há informações contraditórias); e agentes antiepilépticos, como pregabalina ou gabapentina, que ainda não foram aprovados pela FDA (órgão que controla a comercialização de medicamentos e alimentos nos EUA) para tratamento da fibromialgia.


Fonte: http://acritica.uol.com.br

23 de mai. de 2016

# Fibromialgia - Síndromes em estudo

 http://daily.healthplans.club/2016/05/19/fibromialgia-misterio-finalmente-resolvidopesquisadores-descobrem-principal-fonte-de-dor-nos-vasos-sanguineos/


Pesquisadores descobriram a principal fonte de dor em pacientes com fibromialgia, e ao contrário do que muitos acreditam, não derivam do cérebro. Os resultados marcam o fim de um mistério de décadas sobre a doença, o que muitos médicos acreditavam ser conjurado na imaginação dos pacientes. O mistério da fibromialgia deixou milhões de pessoas que sofrem à procura de esperança em medicamentos para a dor. Até recentemente, muitos médicos pensavam que a doença foi “imaginário” ou psicológica, mas os cientistas agora revelaram que a principal fonte de dor resulta de uma mais improváveis vasos sanguíneos excesso colocações na mão.
A descoberta pode levar a novos tratamentos e talvez até mesmo uma cura total no futuro, trazendo alívio para até 5 milhões de americanos suspeitos de ter a doença. Para resolver o mistério fibromialgia, os pesquisadores concentrou a atenção na pele da mão de um paciente que teve uma falta das fibras nervosas sensoriais, provocando uma reacção reduzida à dor. Eles então pegaram amostras da pele das mãos de pacientes com fibromialgia e foram surpreendidos para encontrar uma quantidade extremamente excessiva de um determinado tipo de fibra nervosa chamada arteriole-venule (AV) derivações.
Até este ponto os cientistas pensavam que essas fibras foram apenas responsável por regular o fluxo de sangue, e não desempenhou qualquer papel na sensação de dor, mas agora eles descobriram que há uma ligação directa entre estes nervos e dor corporal generalizada de que a fibromialgia sofredores sentir.
A descoberta também poderia resolver a questão persistente de por que muitos doentes têm mãos extremamente dolorosas, bem como outros “pontos sensíveis” em todo o corpo, e porque o tempo frio parece agravar os sintomas. Além de sentir dor profunda generalizada, muitos pacientes com fibromialgia também sofrem de fadiga debilitante.
Neurocientista Dr. Frank L. Rice explicou: “Nós anteriormente se pensava que estas terminações nervosas só foram envolvidos na regulação do fluxo sanguíneo em um nível subconsciente, ainda aqui, tivemos evidências de que as terminações dos vasos sanguíneos também pode contribuir para o nosso sentido consciente do toque … e também a dor “, disse Rice. “Este fluxo de sangue mal administrada poderia ser a fonte de dores musculares e dores, e a sensação de fadiga, que são pensados para ser devido a um acúmulo de ácido láctico e baixos níveis de pacientes com fibromialgia inflamação. Este, por sua vez, pode contribuir para a hiperactividade no cérebro. ”
Os tratamentos atuais para a doença não trouxeram alívio completo para os milhões de pessoas que sofrem. Terapias incluem analgésicos narcóticos; medicamentos anti-convulsivos, anti-depressivos e conselhos, mesmo simples, tais como “dormir mais e exercitar regularmente.” Agora que a causa da fibromialgia tenha sido identificada, os pacientes estão ansiosos para uma eventual cura. Outra frustração expressa sobre o quanto eles já haviam sofrido:
“Quando eles estão indo cada vez para descobrir que as coisas nunca são” tudo na sua cabeça? “, Disse um comentarista.“Sempre que algo não se encaixa em seu minúsculo pouco de compreensão, eles subestimam o paciente e dizer-lhes que eles são loucos. As pessoas têm sofrido com isso desde que foram inventados. Prescrever SSRIs para tudo não é a resposta mais do que uma lobotomia ou histerectomia era. ”
O anúncio tem o potencial para desbloquear melhores tratamentos futuros e, sem dúvida, tem pacientes em todo o mundo regozijando-se o mistério da fibromialgia foi finalmente resolvido.



válvulas
As terapêuticas aprovadas hoje em dia que conseguem, pelo menos, aliviar parcialmente os sintomas de pacientes com fibromialgia, actuam apenas no cérebro, onde técnicas de imagem detectaram hiperactividade de origem desconhecida, à qual chamam 'sensibilização central'.
A causa desta sensibilização não foi determinada, o que deixa muitos médicos ainda em dúvida sobre a origem desta doença ou até a existência da mesma.

Investigadores do "Integrated Tissue Dynamics LLC (Intidyn)", como parte de um estudo sobre fibromialgia feito no "Albany Medical College", afirmam que encontraram  uma explicação biológica - uma patologia neurovascular, consistentemente presente na pele de mulheres com fibromialgia que pode ser  a força propulsora dos sintomas referidos.
"Em vez  de estar no cérebro, a patologia consiste num excesso de fibras nervosas sensoriais à volta das estruturas de vasos sanguíneos, localizadas nas palmas das mãos" diz o Dr. Frank L. Rice, presidente da Intidyn e investigador principal neste estudo. "Esta descoberta traz-nos provas concretas de uma patologia específica para a fibromialgia, a qual pode ser agora usada para diagnosticar a doença, e para ponto de partida da descoberta de terapêuticas mais eficazes."
Há 3 anos atrás, os cientistas publicaram na revista 'Pain', um artigo sobre uma desconhecida função do sistema nervoso, nos vasos sanguíneos da pele.
Como o Dr. Rice explica, "analisamos a pele de um paciente particularmente interessante, a quem faltavam numerosas variedades de terminações nervosas na pele, que supostamente estão relacionadas com a variação da nossa sensibilidade ao toque. Contudo, este paciente tinha uma actividade normal no seu dia-a-dia. "As únicas terminações nervosas que descobrimos na sua pele foram as que rodeiam os vasos sanguíneos."
"Anteriormente pensavamos que estas terminações nervosas estavam envolvidas apenas na regulação do fluxo sanguíneo a nível do subconsciente, no entanto obtivemos provas que as terminações dos vasos sanguíneos também podem contribuir para o nosso sentido do toque... e da dor."
Este esquema ilustra a organização dos vasos sanguíneos e a regulação do fluxo sanguíneo (setas) na palma das mãos. Os shunts (desvios) arteríola-vénula são pequenas válvulas musculares que ligam directamente a arteríola e a vénula por forma a contornar os capilares. As setas indicam a direcção do fluxo sanguíneo. 
Como se vê à esquerda, para irradiar calor da nossa pele quando estamos quentes, a activação das fibras nervosas simpáticas fecha os desvios para que o sangue oxigenado (setas vermelhas) nas arteríolas seja forçado a entrar nos capilares e o sangue não oxigenado (setas azuis) volte às vénulas.
À direita pode ver-se que, para conservar o calor quando está frio, a activação das fibras nervosas sensoriais dilata os desvios e o sangue contorna os capilares.
Os pacientes com fibromialgia têm uma quantidade excessiva de fibras sensoriais à volta dos shunts.
Créditos: Frank L. Rice, Integrated Tissue Dynamics.
Em colaboração com o 'Albany Medical Center', o neurologista Dr. Charles E. Argoff, o principal investigador do estudo, o Dr. James Wymer, do mesmo centro e o Dr. James Storey do 'Upstate Clinical Researches Associates' , as propostas da investigação clínica foram consolidadas pelas farmacêuticas 'Forest Laboratories' e 'Eli Lilly'.
Ambas as companhias desenvolveram medicamentos (aprovados pela FDA-Food & Drug Administration, Estados Unidos) com funções similares - inibidores da recaptação de serotonina e norepinefrina- que, pelo menos, dão algum alívio aos sintomas dos pacientes fibromiálgicos.
"Sabendo como estas drogas supostamente influenciam as moléculas no cérebro", reforçou Albrecht, "tinhamos provas de que moléculas similares estavam envolvidas na função das terminações nervosas nos vasos sanguíneos. Então, pusemos a hipótese de a fibromialgia poder estar relacionada com uma patologia nessas terminações. Tal como os resultados demonstram, estavamos correctos".
Para analisar as terminações nervosas, estudaram pequenas porções de pele obtidas por biópsia, colhidas da palma das mãos de pacientes com FM, diagnosticados e tratados pelos investigadores envolvidos. O estudo foi limitado a mulheres, que têm mais do dobro de ocorrências da doença do que os homens.
O que a equipa descobriu foi um aumento nas fibras nervosas sensoriais em sítios específicos nos vasos sanguíneos da pele. Estes pontos críticos são válvulas minúsculas chamadas desvios arteríola-vénula (AV shunts), que formam uma ligação directa entre arteríolas e vénulas (ver a imagem).
Rice descreve as suas funções, "Todos fomos ensinados que o sangue oxigenado flui das arteríolas para os capilares que depois enviam o sangue não oxigenado para as vénulas. Estas válvulas são únicas e têm como propósito regular a temperatura corporal".

Um termóstato para a pele

Nos humanos este tipo de 'desvios' são únicos para as palmas das nossas mãos e para a sola dos  pés, que funcionam como um radiador para um carro. Quando está calor as válvulas fecham para forçar o sangue para os capilares à superfície da pele para irradiar calor do corpo. É por isso que as nossas mãos suam. Quando está frio as válvulas abrem permitindo que o sangue contorne os capilares para que consigamos conservar o calor. É por isso que as nossas mãos ficam frias e temos de usar luvas.
Segundo o co-autor do estudo, Dr. Phillip Albrecht, "o excesso de inervações sensoriais pode explicar porque motivo os pacientes com FM têm uma especial sensibilidade à dor nas mãos. Mas, ainda por cima, como as fibras sensoriais são responsáveis por abrir as válvulas e quando está frio são particularmente activas, isso torna-se, geralmente, muito incómodo para os fibromiálgicos".

Um papel na regulação do fluxo sanguíneo através do corpo

Embora estejam praticamente limitadas aos pés e mãos, estas válvulas, muito provavelmente, têm outra função que pode contribuir  para a profunda dor generalizada, o incómodo e a fadiga que os pacientes de FM sentem.
"Além de estar envolvido na regulação da temperatura, uma grande parte do nosso fluxo sanguíneo encontra-se nas mãos e nos pés. Muito mais do que seria necessário para o seu metabolismo", disse o Dr. Rice. "Assim, as mãos e os pés comportam-se como um reservatório do qual o fluxo sanguíneo pode derivar para outros tecidos, tais como os músculos quando começamos a exercitar-nos. Logo, a patologia descoberta nestas válvulas nas mãos pode interferir com o fluxo sanguíneo para os músculos, em todo o corpo. Pensa-se que a origem deste fluxo anormal, da dor e da fadiga nos pacientes com FM possa estar relacionada com um acumular de ácido láctico e um baixo nível de inflamação. Isto, por sua vez, poderia contribuir para uma hiperactividade no cérebro."
O Dr. Albrecht também aponta para o facto das alterações no fluxo sanguíneo poderem estar subjacentes a outros sintomas da FM, tal como o sono não restaurador ou a disfunção cognitiva.
Esta descoberta de uma patologia  demonstra que a fibromialgia não "está na sua cabeça" e pode mudar a opinião dos médicos sobre a doença e guiar para futuras abordagens e tratamentos de sucesso.
http://fibromialgiaempt.blogspot.com.br/2015/04/a-pele-fibromialgia-sob-uma-outra.html
Original @ Seance 2.0
em Junho de 2013

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 http://apjof.weebly.com/artigos-informativos/a-origem-da-fibromialgia-e-uma-alteracao-no-sistema-nervoso-central-novo-estudo-confirma


O Sistema Nervoso Central tem sido confirmado como a"origem da Fibromialgia", tal como apareceu no National Pain Report em Maio (pode ler aqui: http://goo.gl/rWo3GJ ).
E agora, um novo estudo encontrou ainda mais coisas.
Um estudo alemão publicado esta semana (Outubro de 2015) na BMC Neurology investigou o envolvimento do Sistema Nervoso Central em pacientes com Fibromialgia, foi feito a partir de um exame de imagem ao Sistema NervosoCentral o functional near infraredspectroscopy (fNIRS) - uma tecnologia de neuro-imagem que oferece um exame não invasivo, seguro e de baixo custo, de maneira a monitorizar a atividade do cérebro.

O que os investigadores descobriram é importante para a própria compreensão desta doença dolorosa: o processamento do Sistema NervosoCentral em pessoas com Fibromialgia é fundamentalmente alterado, E, há uma distinção clara entre Fibromialgia e depressão major.

Assim, embora possa ser da sua cabeça, certamente não é tudo na sua cabeça! E, Fibromialgia NÃO é depressão, embora as duas condições podem estar presentes em conjunto.

Sistema Nervoso Central
"Com base em dados da ressonância magnética funcional(fMRI)  (tecnologia de imagem diferente do que fNIRS), a hipótese de que a dor associada à activação cortical em pacientes com FM é mais forte e tem uma distribuição espacial mais ampla em comparação com os controles que podem ser detectados com fNIRS,"escreveram os investigadores. "Para testar esta hipótese, foi realizado o fNIRS sob estímulo doloroso em grupos de pacientes com Fibromialgia, Depressão major unipolar, sem dor, e controles saudáveis."

"O nosso estudo contribui para a crescente evidência de uma ativação cerebral aumentada com a estimulação dolorosa como um contribuinte para a dor na Fibromialgia", disseram os investigadores. "Além disso,as diferenças claras na activação cortical durante uma tarefa cognitiva pode ser observada entre os pacientes que sofrem de Fibromialgia e depressão major."


Os destaques do novo estudo incluem:


  • Os pacientes com Fibromialgia sentem o limiar dador de pressão antes e sentem dor mais intensamente. 
  • Pacientes com Fibromialgia mostram ativação cerebral bilateral com a estimulação dolorosa unilateral 
  • O limiar de estimulação da dor induz a ativação cerebral apenas em pacientes com Fibromialgia
  • O desempenho cognitivo não é diferente entre pacientes com Fibromialgia e controles, enquanto a ativação pré-frontal é diferente entre pacientes com Fibromialgia e depressão 
  • Pacientes com Fibromialgia têm a ativação cortical inferior melhor no desempenho do VFT do que aqueles com alta ativação cortical 


Os autores concluíram, "A maior contribuição do nosso estudo exploratório é que o fNIRS, é uma nova técnica de imagem fácil de aplicar, sem efeitos colaterais, é adequado para investigar atividade cortical associada à dor. Além disso, os pacientes com Fibromialgia mostram um padrão de activação após estimulação cortical dolorosa que é distinto de controlos saudáveis e em especial a partir de doentes com depressão. Isso reforça a noção de que a Fibromialgia é uma entidade independente, em vez de ser uma mera variante da depressão".

Estes novos resultados da investigação mostram um entusiasmante avanço para uma melhor compreensão da Fibromialgia, bem como a sua nítida diferença de outras patologias, muitas vezes é confundida a depressão.

Traduzido por Joana Vicente
http://nationalpainreport.com/foundation-of-fibromyalgia-is-altered-central-nervous-system-new-study-validates-8827896.htm

8 de out. de 2015

Corpo Humano a cada dia.

https://youtu.be/wUEl8KrMz14




https://youtube.com/playlist?list=PLtwN0TBWW8K44uVPIimNwIu3RWrIG2oit&si=N6ndJWOUKmhhGQVc

https://youtube.com/playlist?list=PLtwN0TBWW8K4SkvpLMA7QX4TFHDRA6BlJ&si=jh2BBK1PsXE1H_DP

https://youtube.com/playlist?list=PLtwN0TBWW8K4aQ_crbKWDNA6cRvjaEw1R&si=aToofoZMJb4OgMn4

https://youtube.com/playlist?list=PLtwN0TBWW8K5nmuXn8U9t_CpMRQMgTIst&si=elTDKHGQRfLg0Ysi

https://youtube.com/playlist?list=PLtwN0TBWW8K70KD-W9RAiR8OoVAV4UAMT&si=labIiRgTL092vsU3




26 de mar. de 2015

Fadiga adrenal, crônica e reposição de energia

https://youtu.be/1-NGtUZvOR4






https://youtu.be/5zmlUeI_MdQ



https://youtu.be/onr72c8tfoE



https://youtu.be/coSsV3Uf9c4


https://phmagistral.wordpress.com/2015/02/19/uma-nova-opcao-de-tratamento-da-fibromialgia/  ( veja  contra indicações)


https://youtube.com/playlist?list=PLtwN0TBWW8K44uVPIimNwIu3RWrIG2oit&si=N6ndJWOUKmhhGQVc

https://youtube.com/playlist?list=PLtwN0TBWW8K4SkvpLMA7QX4TFHDRA6BlJ&si=jh2BBK1PsXE1H_DP

https://youtube.com/playlist?list=PLtwN0TBWW8K4aQ_crbKWDNA6cRvjaEw1R&si=aToofoZMJb4OgMn4

https://youtube.com/playlist?list=PLtwN0TBWW8K5nmuXn8U9t_CpMRQMgTIst&si=elTDKHGQRfLg0Ysi

https://youtube.com/playlist?list=PLtwN0TBWW8K70KD-W9RAiR8OoVAV4UAMT&si=labIiRgTL092vsU3

25 de nov. de 2014

Fadiga Adrenal

http://www.esteticamulher.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=33:fadiga-adrenal-e-seus-sintomas-&catid=1:principal

FADIGA ADRENAL E SEUS SINTOMAS
ALUNA – DRA MARIA QUITERIA CORDEIRO DOS SANTOS  PÓS-GRADUAÇÃO DE LONGEVIDADE SAUDAVÉL 

Você vai dormir mais cedo, mas acorda cansado mesmo assim. Tira uma folga na segunda-feira para prolongar o fim de semana e quando volta do passeio parece que nem saiu. São sensações características do mau funcionamento da glândula supra-renal. Descoberta há cerca de 10 anos, a fadiga adrenal é considerada a síndrome do século XXI.

O cardiologista Marcos Antônio Natividade, pós-graduado em terapia ortomolecular e mestre em fisiologia do envelhecimento, explica que a supra-renal é a primeira glândula a ser atingida pelo estresse. Ela é responsável por defender o corpo de traumas físicos, incluindo frio, calor e fome.

— Quando a glândula supra-renal está funcionando mal e não está secretando os hormônios que deveria, além do cansaço excessivo, ocorrem infecções e gripes freqüentes, ansiedade, irritabilidade, alterações do sono, baixa libido e ereções não mantidas, tonturas, baixa concentração e memória, apatia, compulsão por doces, salgados, cafeinados e frituras, depressão e medo sem causa aparente — enumera o médico.

Ainda pouco conhecida, a fadiga adrenal, muitas vezes, é confundida com depressão, pânico, fibromialgia, labirintite, anemia ou palpitações. De acordo com Natividade, quando diagnosticada a disfunção, deve ser feita uma reposição com hormônios biodênticos, que são iguais aos secretados pela glândula supra-renal. Se não tratado, o problema pode desencadear doenças como obesidade, diabetes, hipertensão arterial, doenças cardiovasculares e osteoporose.

Excesso de trabalho, má alimentação, sedentarismo e aborrecimentos são causas que podem induzir à fadiga adrenal. A prevenção está na já conhecida fórmula alimentação saudável aliada a exercícios físicos, além de reservar momentos para o descanso.

— Comer castanhas, verduras, frutas, alimentos integrais e peixes, fazer atividade física três vezes por semana, descansar no mínimo dois finais de semana por mês e tirar 30 dias de férias por ano. Isso é fundamental para se viver com saúde e bem-estar — recomenda o especialista.

FADIGA ADRENAL: UM PROBLEMA MUITO FREQUENTE NO MUNDO MODERNO, MAS POUCO DIAGNOSTICADO 

"Sinto um cansaço insuportável...", "não tenho ânimo de nada!", "perdi a garra de executar trabalhos rotineiros!". Essas são as queixas mais freqüentes que se escuta em qualquer lugar e a todo o momento, caracterizando a possibilidade de Fadiga Adrenal.
Mas, afinal o que significa fadiga?
É por que provoca tantos sintomas e conseqüentemente tantas queixas? A glândula Supra-renal é quem comanda a ação e o movimento do nosso organismo secretando vários hormônios esteróides. O mais importante é o cortiso.
A falência desta glândula provoca sintoma de fadiga e outros relacionados intimamente à repetição do estresse, que acaba se transformando em um estado crônico.
O estado de estresse crônico em sua fase mais avançada ocorre devido a falência parcial da glândula supra-renal, o que provoca a diminuição gradativa do cortisol.
A secreção das glândulas hormonais de maneira geral obedece ao mecanismo de retroalimentação negativa, sistema de "feed back", é através deste sistema que o nível hormonal se equilibra no organismo biológico. O mecanismo desta homeostase hormonal pode danificar com estado de estresse crônico.
É equívoco pensar que as glândulas não respeitam a teoria de desgaste da matéria. Por exemplo, um pensamento representado pela sabedoria oriental pode dizer que: Quem se intitula o "garanhão" no presente, tem grande chance, no futuro, ser candidato a impotente!
Homens e mulheres que abusam do seu organismo no auge da vitalidade, não poupam sua energia vital ou também não limitam seu estresse diário, independente do grupo etário, da classe social e étnica a qual pertençam, podem manifestar a Fadiga Adrenal.
Este tipo de fadiga, que ocorre devido à queda de cortisol, provoca um grande impacto na qualidade de vida da pessoa, e o aumento da velocidade do seu envelhecimento humano.
Ocasiona, igualmente, uma quebra no equilíbrio da homeostase da fisiologia do organismo o que acaba afetando uma multiplicidade de órgãos e sistemas, e pode provocar até a morte.

A fadiga adrenal afeta de forma pandêmica a atual civilização, em razão de vários fatores que agregam aos estressores tais como poluentes químicos, radiações, toxinas de fungos, bactérias, parasitas e vírus e outras ameaças. Tudo isso, dificulta a atividade humana, impedindo, inclusive, que as pessoas continuem produtivas sob o ponto de vista social e econômico.
A deficiência de cortisol manifesta se comprometendo as relações humanas, afetando comportamento psíquico, dificultando administração de sua própria vida diária.
A pessoa, antes harmônica, torna-se cada dia mais distraída, confusa, presa a situação crônica de estresse. A cada dia que se passa, manifesta maior irritabilidade, e uma visão negativa da vida; sente-se vitima até mesmo com reações paranóides, torna se acusadora, briguenta, ataca os demais com palavras duras, com uma retórica afiada, como se estiver "os nervos à flor da pele".

Sinais e sintomas de fadiga adrenal: 


• Cansaço entre 9-10 horas da manhã, mas resiste em ir para a cama
• Necessita de café ou estimulantes para começar o trabalho pela manhã
• Ânsia por salgados, gordura e alimentos com alta proteína, como carne e queijo
• Aumento dos sintomas da TPM nas mulheres; e menstruação mais intensa
• Dor na parte superior das costas ou no pescoço, sem razão aparente
• Sente-se muito melhor quando o estresse é aliviado, como em período de férias prolongado.
• Dificuldades em acordar pela manhã
• Episódios recorrentes de confusão mental associado a tonteira
• Tendência a ganhar peso e não perdê-lo, especialmente em torno da cintura
• A alta freqüência de contrair a gripe e outras doenças respiratórias e os sintomas tendem a durar mais do que usual.
• Tendência a tremer quando esta sob stress e pressão.
• Redução do desejo sexual.
• Tonturas ao levantar de uma posição horizontal.
• Tendência a pressão baixa
• Falta de energia no período da manhã e à tarde, entre 3 a 5 horas.
• Sente-se melhor, por um breve período, depois de uma refeição.
• Aparecimento de lesões alérgicas e auto-imunes na pele como eczemas, urticária, psoríase e etc.
• Taquicardia sem causa aparente

Obs.: o diagnóstico de Fadiga Adrenal somente é realizado por médico após correlação clínica e laboratorial e exclusão de outras patologias.
Os estressores de maior grandeza que provocam a Fadiga Adrenal estão relacionados com a sobrevivência humanos, ao sentimento de ameaça à própria vida e também aos familiares, á separação conjugal e à perda de entes queridos, e à possibilidade de ficar sem empregos etc.
A Fadiga Adrenal está associada ainda as várias moléstias crônicas, principalmente enfermidades pulmonares crônicas, doenças auto-imunes, eczemas e outras doenças crônicas da pele. Incluem se ainda outras situações que provocam Fadiga Adrenal, as queimaduras graves, quimioterapia e radioterapia etc.
Sem dúvida, podemos qualificar a Fadiga Adrenal como uma das doenças funcionais que mais afeta a qualidade de vida de uma pessoa na atual civilização e lamentavelmente, sua fisiopatologia ainda não e bem divulgada e nem investigada pela medicina ortodoxa e assim não tem sido investigada ou tratada, porém, há décadas um grupo de cientistas pesquisadores em área de Ortomolecular e Nutrológica têm publicado e divulgado amplamente em congressos e revistas científicas e leigas, assuntos relacionados com a Fadiga adrenal. Quando esta deficiência é diagnosticada e tratada adequadamente, a pessoa se beneficia como se fosse premiada com a "loteria de saúde", porque repor cortisona bioidêntica resgata a qualidade de vida e a vitalidade perdida, como se a pessoa renascesse para a plenitude de outrora. 





https://www.youtube.com/watch?v=ibpRpLAFVtA



links  importantes


http://www.robertofrancodoamaral.com.br/blog/hormonios/fadiga-adrenal/



https://www.youtube.com/watch?v=XOulFw08K3c

http://www.robertofrancodoamaral.com.br/.../fadiga-adrenal/



http://www.centromedicoathenas.com.br/blog/posts.asp?cod_post=43
Dicas nutrológicas para o paciente com deficiência de cortisol:
¥ Eliminar alimentos alergênicos da dieta,como frutos do mar, amendoim, laticínios, soja e glúten. Mas não retire nenhum deles de sua dieta, antes de uma avaliação de professional especializado e correta substituição.
¥ Não passar mais de 3 horas sem se alimentar e evitar alimentos de alto índice glicêmico (açúcar e farinha refinada), preferir os que liberam açúcar na corrente sanguínea lentamente.
¥ O consumo de sal é importante uma vez que há perdas significativas de sódio pela urina. A ingestão de água deve ser combinada com sódio (sal).
¥ Evitar alimentos ricos em potássio (abacate, banana, melão, kiwi, maracujá, água de coco) logo pela manhã, pois podem diminuir a absorção de sódio. Cuidado com os isotônicos que contém mais potássio do que sódio.
¥ Evite consumir no café da manhã alimentos estimulantes como café, refrigerantes, chá mate, chá preto, pois estes aumentam a liberação de aminas e fazem as adrenais fatigadas trabalharem mais, além do consumo destes alimentos serem fatores para gerar hipoglicemia de rebote, fator de estresse para a suprarenal que já está enfraquecida. Um sinal de que a pessoa possa apresentar algum estágio de fadiga da adrenal é o fato de não conseguir “funcionar” pela manhã sem o consumo de café ou outro estimulante.
¥ O consumo de vitamina C (acerola, laranja, morango, agrião, espinafre) é importante, uma vez que as adrenais utilizam de 10 a 15 vezes mais essas vitamina que outros órgãos, como o fígado e o cérebro;
¥ Consuma alimentos fontes de vitamina B5 (ácido pantotênico) como leite semi desnatado, salmão, gérmen de trigo, farinha de aveia, pois esta vitamina é precursora da co-enzima A, necessária para formação do colesterol, sem ele não há produção de hormônios adrenais.
¥ Em associação com o ácido pantotênico e a vitamina C está o consumo de magnésio (nozes, semente de abóbora, tofu, caju, pistache) que também desempenha papel importante na atividade adrenal.
Dr. Tsutomu Higashi, médico nutrólogo,

http://www.ehow.com.br/testes-fadiga-adrenal-sobre_115590/



O “Kalish Método” Uma maneira eficaz de curar a Fadiga Adrenal
Por Dr. Júlio Caleiro
    Suas glândulas supra-renais são menores que uma uva, mas são responsáveis por uma das funções mais importantes em nosso corpo.  Quando as glândulas supra-renais estão sobrecarregadas, o organismo desenvolve uma condição conhecida como exaustão ou fadiga adrenal, e por sua vez pode definir uma cascata de processos de doenças em movimento. Um sinal de fadiga adrenal e estar cronicamente fatigado(a)! Estima-se que até 80 por cento dos adultos experimentarão fadiga adrenal durante suas vidas, mas ela continua sendo uma das doenças  mais sub-diagnosticadas nos Estados Unidos. O Método ‘Kalish’, projetado e ensinado pelo Dr. Daniel Kalish, integra testes científicos com soluções naturais da saúde para curar suas glândulas supra-renais e restaurar sua função normal.
       Infelizmente, enquanto muitos profissionais de saúde convencionais começam a testar a função adrenal, muitos ainda não estão conscientes dos protocolos para a resolução de disfunção adrenal.   A base da fadiga adrenal é o estresse, que ao longo do tempo pode sobrecarregar as glândulas supra-renais, a ponto de causar outros problemas de saúde, tais como:
        Os distúrbios do sono
        O ganho de peso
        Fadiga
        Depressão
    O evento precipitante para a maioria das pessoas é um período de intenso estresse emocional. De acordo com o Dr. Kalish, cerca de 95 por cento de seus pacientes relatam ter experimentado grande estresse emocional em torno do tempo, e a sua saúde começou então a vacilar.
Como testar sua função adrenal?
   Convencionalmente, você iria a um endocrinologista que “avaliará” as suas glândulas supra-renais. Infelizmente, eles tendem a testar principalmente doenças específicas como a doença de Addison ou doença de Cushing, os quais são relativamente raros.
    Como afirma o Dr. Kalish:
    “No contexto médico convencional, quando eles pensam sobre as glândulas supra-renais, eles realmente só pensam sobre essas condições médicas extremas. Eles fazem um exame médico convencional para determinar se você tem um desses distúrbios endócrinos raros ou não.    No mundo da medicina convencional, eles não estão realmente cientes dos tipos de testes de laboratório chamado ‘de perfil de estresse adrenal funcional’, isso significa que eles não estão preocupados com os processos de doenças como deveria um médico endocrinologista, mas apenas estão olhando para problemas funcionais que são até certo ponto muito raros, mencionados acima.
 A Fadiga Adrenal não enviará as pessoas para o hospital, mas perturbarão a suas vidas dia-a-dia. Resumindo: Estes seriam: fadiga, depressão, problemas com o ganho de peso, e os problemas com o sono,  podendo assim desencadear várias outras co-morbidades.  O Método Kalish chama atenção para testar a função adrenal, tendo quatro amostra  da saliva (ou urina), amostras ao longo de um dia. Isso mapeia o seu ritmo circadiano, mostrando como seus níveis de cortisol sobem e descem ao longo do dia. A saliva é coletada em intervalos de aproximadamente quatro horas: a primeira, na parte da manhã ao acordar, em seguida, ao meio-dia e depois no final da tarde, e novamente à noite antes de ir para a cama. O vídeo abaixo explicará como testar os hormônio, e pode ser uma boa idéia quando se trata dos sintomas acima relatados.
Como o método de ‘Kalish’ ajuda a normalizar as funções Adrenais e suas disfunções?
  O Método ‘Kalish’ visa normalizar disfunções Adrenais e restaurar a função adrenal normal. É um método clinicamente validado que tem sido usado por um longo tempo, mas a maioria dos médicos ainda não estão conscientes disso!

  “O que descobrimos é que se nós simplesmente restaurarmos o que está faltando na pessoa por um período de seis meses ou talvez no máximo 12 meses, as glândulas supra-renais na sua produção interna dos hormônios volta ao normal”, explica o Dr. Kalish. “..Então, na verdade estamos restaurando a produção normal desses hormônios no corpo. Os tratamentos são portanto relativamente a curto prazo; seis meses a um ano no máximo. A única maneira que eu encontrei para fazer esse processo de reparação real, é usar boas doses de DHEA ou (7KETO) e pregnenolona durante um período de tempo INDIVIDUALIZADO. (O Dr. Júlio Caleiro Aplica este tratamento em consulta quando necessário). “
    Outro teste útil que pode ser usado é a análise do cabelo; segundo ‘KALISH’. “…Um amigo meu nutricionista vem usando isso por muitos anos através de uma empresa chamada ‘called Trace Elements'”. De acordo com a teoria sobre a análise do cabelo, a proporção de certos minerais também podem ser fortemente sugestiva da função supra-renal, especificamente os sais de sódio em relação ao magnésio. É semelhante a um teste de hemoglobina glicosilada e é medido ao longo de três meses.
    De acordo com o Dr. Kalish, isso faz sentido pois as glândulas supra-renais controla tantas funções diferentes do corpo, alguns dos quais envolvem os minerais. O cálcio e o magnésio por exemplo podem ter um impacto sobre a função adrenal, o estresse tende a fazer com que o corpo use esses minerais a uma taxa mais elevada, tais como o sódio, potássio dentre outros.  “Estes atuam como indicadores gerais, o que é uma grande ferramenta de triagem”, diz Dr. Kalish. “
Os três estágios de ‘Burnout Adrenal’
    No Método Kalish, as questões supra-renais são divididas em três categorias gerais: estágio 1, 2 e 3. Normalmente nossos níveis de cortisol não são muito elevados, e daí ficamos pouco stressados, geralmente um tipo agradável de stress. Talvez você é um estudante ou um novo pai, que é estressante inicialmente, mas você está se divertindo e você se sente mais carregado e vivo do que qualquer outra coisa. É necessário que haja excitação, nosso corpo exige isso também, e pode ser equiparado a um pouco de exercício. Mas a chave é ter a capacidade de adaptação e a resiliência para absorver o estresse, apreciá-lo e beneficiar-se dele, e depois dissipá-lo assim como nos sentimentos acima relatado em determinadas situações. Se você ainda não descansa suficientemente, as glândulas supra-renais vão ficar sobrecarregadas fazendo com que seus níveis de cortisol caia, onde a maioria das pessoas começam então a perceber que há algum problema. Dr. Kalish explica:    “Se você ficar no estado alterado da curva de cortisol por tempo suficiente na primeira fase, a segunda fase é só uma questão de tempo. O estágio dois (2) significa que os níveis de cortisol estão agora a ficar cada vez mais desregulados e os sintomas são; ganho de peso,  insônia, desejo sexual comprometido.
  Se você ficar no estágios 2 por muito tempo e não mudar seu estilo de vida para atender às suas glândulas supra-renais  tais como: alimentar-se corretamente, descansar,  exercitar-se diariamente, acabará por entrar na fase três (3). Aqui, as glândulas supra-renais são realmente “queimadas” e os seus níveis de cortisol são muito baixos o tempo todo, fazendo com que você sinta cronicamente fatigado e incapaz de recuperar sua energia, apesar de descansar, e por cima TENDO UMA VARIEDADE DE “DIAGNÓSTICOS” MÉDICOS SUBJETIVOS SEM UM TRATAMENTO EFETIVO DE VERDADE.
 O Dr. Kalish sugere pensar sobre o cortisol como unidades de energia, e não de forma negativa como a maioria dissemina. Na parte da manhã, você deveria acordar com cerca de 20 unidades do hormônio, quando vamos dormir deverá ser em torno de 2 unidades. Essa queda normal do cortisol é o que gera a sensação de um dia “normal” que termina tranquilamente. Mas muitos estão acordando com os níveis de cortisol reduzidos, o que fará sentir-se exausto(a), apesar de dormir bem. E muitos estão indo para a cama com os níveis de cortisol significativamente elevados, o que torna praticamente impossível desligar o cérebro e adormecer.
  “Este ritmo natural você está relacionado a exposição à luz e ao dia. Quando o sol nasce, o cortisol sobe. Quando o sol está baixo, o cortisol é baixo … Você praticamente tem que entrar na linha com este ritmo, a fim de ser saudável … Agora, quando fazemos os testes de laboratório, estaremos analisando onde você está neste aspecto, e depois restaurar de volta a este ritmo normal. Esse é o ponto do teste “, diz o Dr. Kalish.
Quatro Causas da disfunção adrenal
  Há três razões principais para a fadiga adrenal e disfunção:
   Estresse emocional, normalmente relacionada à dor ou perda.
  Má alimentação: comer muitos carboidratos pode atrapalhar cortisol a um certo grupo de corticosteróides (uma hormona estabilizadora da pressão sanguínea), e a dieta “americana padrão’ é “uma receita perfeita para a destruição de suas glândulas supra-renais”, adverte Dr. Kalish.
 Uma das coisas mais importantes que o cortisol faz é regular a ‘IgA’ secretora no intestino. Isto significa que a resposta imunitária no seu intestino é controlado pelo cortisol. Portanto, se você está estressado a resposta imune em seu intestino sofre e o tecido do intestino torna-se danificado, e as boas bactérias darão lugar a más bactérias, causando alteração no sistema imunológico que é centrado em torno do seu intestino, o que é chamado de DISBIOSE INTESTINAL.
    4 componentes importantes para resolver este problema são:
     
   1) comer regularmente alimentos fermentados, o que irá aumentar dramaticamente as bactérias benéficas no INTESTINO (o que automaticamente irá ajudar reduzir as bactérias patogênicas).
    2) Seguir uma dieta baixa em açúcares e carboidratos ( frutose especificamente), o que também vai promover uma flora intestinal saudável.
   3) A inflamação crônica no corpo: A inflamação é a marca registrada de praticamente todas as doenças que você pode pensar, do diabetes ao câncer, e quando crônica prejudica o seu sistema imune incluindo as suas glândulas supra-renais.
         4) Melhorar os níveis de vitamina D no sangue.
   Uma estratégia pouco conhecido para combater a inflamação é o ‘aterramento’, o que requer nada mais do que tirar os sapatos e andar descalço, de preferência na grama orvalhada ou na praia. Conectando os pés em terra aumenta o fluxo de elétrons livres em seu corpo, o que ajuda a dissipar a inflamação devido à sua ação anti-inflamatória potente.
   Outra causa hormonal comum de fadiga adrenal é o hipotireoidismo. A função da tireóide é diagnosticada por um exame de sangue, mas há algumas controvérsias sobre o que é normal e o que não é! Muitos médicos alternativos mostram que os dados laboratoriais de referências convencionais são muito amplos e individuais, e optam então por tratar as pessoas que apresentam sintomas do hipotireoidismo sub-clínico, ou tipo 2.Vale lembrar que estudos tem mostrando que administrar a L-Tirosina causa melhores efeitos de síntese sobre os hormônios da Tireóide do que o uso do T4 sintético (levotiroxina).
   
 Assista a video abaixo para se inteirar melhor sobre o assunto. – Está em inglês.


https://nutricaobrasil.wordpress.com/2013/07/15/fadiga-adrenal-uma-doenca-comum-entre-os-jovens-adultos-e-idosos-e-quase-nunca-diagnosticada/