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22 de fev. de 2026

Arte e sentimento com arte

O fenômeno que chamamos de "nós" não é uma invenção, mas uma ressonância de frequências. Se essa força cessasse, o que restaria seria o vazio funcional.




Imagine a realidade como uma tela de cinema. Sem o impulso da conexão, a projeção continua, mas a lâmpada perde o calor. O que chamamos de "cor" na verdade é a interpretação emocional da luz; sem o afeto, o espectro visível colapsaria em uma estática cinzenta, onde o azul do mar e o vermelho do sangue seriam apenas diferentes densidades de indiferença.

Então...

Existe o amor? Existe como realmente é ilustrado? O mundo perderia a cor (literalmente).

Como a arte  usaria paletas? Entre percepções  dessaturadas e trilhas  sonoras minimalistas?


O Conflito inicial , poderia se dar sem a "cola" do  sentimento amplo.

Ademais,  as instituições baseadas no afeto estariam em duro mármore e  desmoronariam em tempo real. Veríamos o caos urbano pela indiferença absoluta.

Como antes ja havia sinalizado em design emocional cada espectador detém a sua própria ótica livre. A moda  e suas funções múltiplas funcionam  apenas  distantes  sem  os detalhes vitais para quem reconhece o diferencial

A busca por um substituto químico ou artificial para o sentido da vida, já que a motivação biológica para a proteção mútua teria evaporado.

Se o amor desaparecesse em arte , desde o estudo da consciência e do intelecto, pintariam um cenário de colapso sistêmico, mas com nuances bem diferentes. O Vazio  sem fronteiras,  essa premissa geralmente segue a linha de distopia emocional.  Brilho, cor, fantasia, esmero, vitalidade e força  de uma Mente sem as melhores lembranças já flertam com essa desconstrução quando cai o alicerce existencial.   O mundo estético  perderia a cor (literalmente). 

O amor não é apenas um sentimento, mas uma "ponte de consciência" entre o eu e o outro,  é uma das vias principais para encontrar sentido. Sem ele, o "vazio existencial" se tornaria uma trama  paralisando funções naturais de cada cotidiano  e a criatividade,
veríamos a morte da coerência humana.

Existe a intenção entre a arte e o sentir, (o propósito) da ação humana muda total e vibracional. As pessoas deixariam de criar arte ou construir legados, pois não haveria "outro" para quem dedicar essas obras.

Em destaque o sistema humano entraria em entropia. Segundo as bases a consciência interconectada é o que sustenta a estrutura social. Sem o amor (entendido como a percepção da unidade), o indivíduo se torna um átomo isolado.

A  arte utiliza tons suaves e um ritmo deliberado para transmitir a fragilidade dos momentos compartilhados. Ao rever sentidos sugere que, embora o cérebro esqueça, o corpo e o coração retêm sentimentos, como  expressa numa película na parte  amarrando os cadarços de uma forma específica ou desenhando (Jae-won) sem saber quem ele é.  Entretanto, poderia
talvez haver o sentimento transcendente a  capacidade de lembrar?   Ele, ciente de sua condição terminal,  pede para  amiga  que apague todos os vestígios (diários, fotos e vídeos) se ele morrer, para poupar do sofrimento de um luto que a amada  teria que "redescobrir" todos os dias.

Filme: 


Entre outros em fases de sentimento a ser nomeado,  outras obras em que a reflexão do sentimento altera a sensibilidade,  como _  A Moment to Remember, Love Reset, 
Find Me in Your Memory,
Rainha das Lágrimas,
Apaixonado de Maneira Incontrolável.

Porém, existe outro focado em cura emocional e como traumas do passado moldam nossa forma de amar. Tenta provar que o amor não existe em  _ Madame Antoine.


Portanto, a busca ao viver é simples e transcende o buscador em qualquer ótica e tempo diante da estética da Ausência.

Se o mundo perdesse essa gravidade interna, a arte deixaria de ser uma ponte para se tornar um inventário.

Paletas de Inércia: A pintura abandonaria o contraste. Veríamos o domínio do monocromatismo técnico. Artistas não buscariam a expressão, mas a precisão geométrica. As obras seriam como diagramas médicos ou plantas arquitetônicas?  Talvez, onde antes havia o "Grito" de Munch, haveria apenas o silêncio de uma sala de espera infinita.

Trilhas do Abismo: A música não tentaria mais alcançar o sublime. Em vez de sinfonias que sobem e descem conforme o batimento cardíaco, teríamos o minimalismo das máquinas. Seriam frequências puras, tons senoidais constantes, ritmos que não aceleram porque não há expectativa, nem desaceleram porque não há repouso. Uma trilha sonora de metrônomos desolados.  O Sistema sem Centro. Na falta desse elo, a sociedade funcionaria por engrenagens, não por inclinações. Seríamos uma antologia de volumes isolados, ocupando o mesmo espaço, mas sem nunca trocar oxigênio.

Em ângulo dimensional, cada obra salta diante de frequências. 

A ilustração idealizada — o fogo, a entrega, a fusão — é a tentativa da arte de dar nome à eletricidade que sentimos. Na vida nua, essa eletricidade é o que mantém os átomos da percepção unidos. Sem ela, o mundo não explode; ele apenas desbota até que a diferença entre uma pedra e um abraço seja rigorosamente nenhuma.

O amor existe como a curvatura do espaço-tempo das relações humanas: você não o vê, mas é ele quem dita o caminho de tudo o que brilha.

Amor é um fogo que arde sem se ver; 

É ferida que dói, e não se sente;

É um contentamento descontente;

É dor que desatina sem doer."


Até ...
que exista
outro sentir iluminado. 

Frequências dimensionais na equação da realidade, uma distopia emocional coerente,  não como sentimento apenas por palavras. 

Em suma. evoca a busca por uma nova forma de existência, onde a realidade é moldada por um desejo  de liberdade, leveza, conexão sagrada de consciência superior ou uma nova forma de sentir (iluminado, consciente) que substitua as percepções limitantes atuais. Onde compreensão de que a vida  não é estática, mas moldada por vibrações e frequências (espirituais ou quânticas), por entre fios próprios  que interagem na construção do que percebemos.

A arte conecta a expressão ao tempo de cada aprendiz. 

6 de fev. de 2026

Som, oitavas e +





     




A relação entre arte, arquitetura e música fundamenta-se na utilização de proporções matemáticas, ritmo e harmonia para organizar o espaço e o tempo, criando experiências estéticas e funcionais. Desde a antiguidade, especialmente com os pitagóricos e gregos, a proporção (como a razão áurea) é vista como a base para alcançar a beleza e o equilíbrio, tanto na construção de templos quanto na composição musical.

Na Música (O Som) O som é vibração. Se você quer que uma sequência de notas soe "estável" e agradável ao ouvido humano, você usa proporções fixas.

A Oitava: É o exemplo perfeito de \(1\div 1\) ou \(1\times 2\). Se você toca uma nota com frequência de 440 Hz (Lá), e dobra essa frequência para 880 Hz, você tem a mesma nota, só que mais aguda.

O Ritmo: Imagine um metrônomo. Ele bate sempre no mesmo intervalo de tempo.Batida 1 — (espera 1s) — Batida 2 — (espera 1s) — Batida 3.Aqui, a razão é o tempo.

Se essa diferença mudar (um intervalo de 1s e outro de 0,5s), o ritmo "quebra" e a arquitetura do som desmorona. Conceito: Na música, a "razão constante" é o que separa a melodia do barulho aleatório.

Exemplos arte e complementos de estruturas.

Na Arquitetura (O Espaço)

Um arquiteto usa a razão para criar conforto visual. Imagine uma escada ou uma colunata de um prédio clássico:




Proporção e Matemática: A arquitetura e a música utilizam proporções baseadas em matemática para criar harmonia. A proporção áurea (1:1,618) é um exemplo clássico, criando formas que agradam o olhar, enquanto razões simples (1:2, 2:3, 3:4) regem intervalos musicais (oitava, quinta, quarta) e relações estruturais em edifícios.

Ritmo Visual: Se você colocar colunas em um prédio, a distância entre a Coluna A e a Coluna B deve ser a mesma entre a B e a C.Se a distância for sempre \(5\) metros, o olho humano percebe ordem e segurança.Se a distância for \(5\) metros, depois \(1\) metro, depois \(6\) metros (como no seu exemplo irregular), o prédio parece "instável" ou confuso.

A Escada: Cada degrau precisa ter a mesma altura (razão constante). Se um degrau tiver \(18\) cm e o próximo tiver \(20\) cm, você tropeça. A matemática da Progressão Aritmética garante que você suba com segurança.

Na arquitetura e no som, usamos a razão geométrica (divisão/multiplicação) para criar beleza.

Na arte, arquitetura representa a Simetria Perfeita. O lado esquerdo é exatamente igual ao direito. É o "espelho". Em sequência de Fibonacci (que não é constante, mas cresce com uma regra) cria as formas mais bonitas da natureza.

Por lógica de que a diferença entre números vizinhos define a estrutura de uma sequência faz todo sentido matemático e é a base das Progressões Aritméticas. O conceito de Razão Na matemática, quando a diferença entre um número e seu sucessor é sempre a "mesmíssima", chamamos isso de Razão A regularidade: para que uma sequência seja previsível, a diferença (razão) deve ser constante, esse é um princípio fundamental da identidade aritmética, onde a divisão de valores iguais sempre retorna a unidade básica do sistema numérico.

A premissa de que a música é vibração estruturada e a arquitetura é a organização espacial baseada em proporções fixas une ambas as artes através da matemática e da física. O conceito de "razão constante" é fundamental tanto na física do som (harmonia e ritmo) quanto na arquitetura (ritmo visual e estabilidade).

Fundamentos de Som e Arquitetura A Música como Arquitetura Flutuante: A música utiliza proporções matemáticas para organizar frequências (altura) e tempo (ritmo). Intervalos agradáveis (consonâncias) baseiam-se em proporções simples, como a oitava (\(2:1\)). A música, tal como a arquitetura, cria um "ritmo" através de sons regulares. Se a razão rítmica for alterada aleatoriamente, a harmonia "quebra", resultando em barulho, da mesma forma que distâncias irregulares entre colunas criam insegurança visual.




O Prédio como Música Congelada: A célebre frase atribuída a Goethe, "a arquitetura é música congelada" (ou petrificada), sugere que a estrutura física é uma harmonia visual de formas, ritmo e tempo, capturada no espaço. A estabilidade visual é alcançada usando proporções geométricas, muitas vezes aplicando a Proporção Áurea (\(\phi \approx 1,618\)) e a sequência de Fibonacci, que oferecem conforto visual ao olho humano, semelhante ao prazer auditivo de acordes consonantes.




Proporção e Harmonia: O estudo das proporções arquitetónicas tem raízes na Grécia Antiga, correlacionando as medidas dos edifícios (como o Parthenon) com a harmonia musical.

O arquiteto Palladio, por exemplo, baseou as proporções de seus ambientes nas consonâncias da escala musical grega.




Autores e Estudos Fundamentais Goethe: Popularizou a metáfora da arquitetura como "música congelada".

Rudolf Wittkower: Estudou extensivamente o sistema de proporções de Palladio e suas equivalências com a harmonia musical grega.

Leon Battista Alberti: Em sua obra De Re Aedificatoria, listou proporções harmônicas baseadas na música para ambientes agradáveis.Arnold Schoenberg: A sua obra sobre Harmonia propõe expandir a compreensão de proporção na música.

Mudanças e Evolução do Conceito Da Proporção Mágica à Estrutural: Enquanto a antiguidade e o renascimento focavam na Proporção Áurea (\(\phi \)) como regra de beleza divina (estática), a arquitetura moderna, incluindo estudos de Le Corbusier (Modulor), passou a focar na escala humana e na função, adaptando as proporções às necessidades de uso e produção.

Música Concreta e Novas Formas: A arquitetura moderna, com exemplos como o Pavilhão Philips, passou a incorporar a "música concreta" e formas orgânicas, contrapondo a "música congelada" clássica com uma arquitetura que flui, desafiando ritmos estritos e explorando novas linguagens rítmicas e espaciais.




Interatividade Acústica: A relação moderna foca não apenas na "beleza visível", mas na arquitetura como "instrumento acústico", onde o design da sala determina o ritmo e a compreensão do som, tornando o som um participante ativo no design, e não apenas um paralelo visual. Ritmo e Harmonia: O urbanismo e a arquitetura organizam o espaço com ritmos visuais (repetição de elementos, formas, fachadas), semelhantes aos ritmos musicais. A "harmonia das esferas" é uma noção ancestral que une a ordem matemática da natureza à música e à arquitetura.
Arquitetura como "Música Congelada": Goethe e outros pensadores definiram a arquitetura como "música congelada" ou "petrificada", sublinhando que ambos os campos organizam o tempo e o espaço (o movimento no espaço arquitetônico e o som no tempo musical).
Proporções na Arquitetura e UrbanismoProporção Áurea e Escala Humana: A aplicação da proporção áurea na arquitetura clássica e moderna busca o equilíbrio estético. Além dela, a escala humana é um fundamento crucial, garantindo que edifícios e cidades sejam confortáveis e funcionais para o usuário.
A "Modulor" de Le Corbusier: O arquiteto utilizou sistemas proporcionais baseados no corpo humano e na matemática para criar uma escala que unisse proporções de edifícios e música.
Organização Urbana: No urbanismo, a proporção dita a relação entre áreas cheias (edifícios) e vazias (espaços públicos, parques), garantindo qualidade de vida e mobilidade.

Aplicações e Influências Históricas
Renascença: Durante o Renascimento, os teóricos basearam o projeto arquitetônico em proporções musicais, considerando a arquitetura uma soma de conhecimento universal.
Era Contemporânea: Arquitetos como Iannis Xenakis aplicaram conceitos de composição musical e densidade rítmica ao design de fachadas e estruturas, como na Stretto House, que utiliza quatro seções como movimentos musicais. 
A integração desses conceitos cria, tanto na música quanto no urbanismo, uma "poesia visual" e sonora que organiza o ambiente, tornando-o funcional e, simultaneamente, um prazer para os sentidos. 

https://youtu.be/VDmsn31l6R0?si=knNUra31NeYeglt_

1 de fev. de 2026

Incrível som Grammy &

 


☆ ♤ ☆


https://www.facebook.com/EspacoOpiniao










🎹💌Ainda hoje a força 💗 do SOM✨, 

do estudo do som, da energia que nutre quando por empatia e gratidão, som  e boas lembranças alcançaram o cardiaco.

Ser e estar feliz com quem está e é Som!

🌟Frequência de Divina luz. 🌟 

Merecimento natural do sorrir. 💫 Axé! 

Oitavas♾️ em relação musical expande o viver. 💗

Gratidão dupla Beta&Cae  🎙️🎤💙💛

Bethânia 🎶🎵 Caetano  = ∆  💕🇧🇷


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Caetano Veloso 💎

o terceiro Grammy de sua carreira. Ao todo, ele já concorreu cinco vezes na premiação norte-americana.

“Livro” (1997), no Grammy de 2000 “João Voz E Violão” (2000), no Grammy de 2001

“Caetano e Bethânia - Ao Vivo” (2025), no Grammy de 2026

Retrospectiva https://latin-american.news/caetano-and-bethania-are-among-the-grammy-2026-finalists-this-sunday/