Mostrando postagens com marcador supraconsciência. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador supraconsciência. Mostrar todas as postagens

3 de jan. de 2026

E o que se vive em cada Eu

 Dizemos sobre nossa vida como expressão do que temos acesso até então, ou será que é uma terça parte do que sequer imaginamos presenciar e validar, uma vez que as fronteiras como tríades nos mostram o tempo dividido : presente, passado, futuro, ainda por desconectar da dimensional área colapsada como vida. ☀️

Somos donos do eu, de nós mesmos, mas nada sabemos como ir além das fronteiras da Alma, da Essência que está ativa no despertar de sua Origem, então somos humanos por enquanto. Somos energia em movimento transcendental, mas para qual campo retornamos sem tal energia?⌛️


E, o que dizemos como humanos neste planeta é muito relativo. Num exemplo do viajante, em média de 99 anos ou em um aprendizado inicial, já reconhecida a minha vida. Vida ecoa como próprio de si mesmo, relativo a compreensão de que é minha escolha cada instante. Entretanto, por mais avançada que seja a tecnologia no contexto da vida no planeta, nenhum humano tem total controle entre vida e o que é chamado de morte, por extinção da matéria, daquela personalidade representante do ser. O Eu que habita essa matéria, desde raça, cultura, crenças e valores ou até a inclusão sobre certezas e erros nos propósitos diários, apenas representante da expressão que escolhe, acolhe, decide ou permite viver. Entre mais adjetivos ou mais responsabilidades, contrai obrigações para se adaptar ao entorno como sendo intrínseca fórmula de sobreviver.


 
Curiosamente neste caminho entre diferentes gerações, das quais ainda nativas até as tecnológicas, as misteriosas criaturas com poderes de dizer o que cada ser tem que fazer, viver, permanecer e crer, estas que controlam tantos desde um sorriso puxado entre falsas verdades e atos que burlam todo mecanismo de vida, alterando a natureza e suas conquistas através do tempo. Questionando no presente o que é de fato o humano como raça e variações temporárias, valores e conceitos que não comunicam de forma clara a que vieram e para que estão  entre os caminhos percorridos em personalidades/personagens de histórias incontáveis, como poder dizer sobre a autoria da própria vida. Existir em real fato veio por meio de um campo único em sua essência, tal como partir exige a interferência dessa essência. 

Nada potencial  conhecemos antes ou depois no atual conceito sobre a vida, a qual mantemos ancorada em responsabilidade de melhor ser a cada instante. Ao crer que algo é bom lançamos um campo de efeitos sobre tudo e infinitamente multiplicado sobre consequências. Ao crer em algo distorcido, ainda mais efeitos colaterais surgem. Quando será o equilíbrio de cada experiência e por qual Eu a soma dos sentimentos e valores estão dando força?

 
Se apenas a formalidade ou como alguém diz e permite ser, cada atitude responde ao que foi criado como norma. Se é profissão, houve aprendizado, aceitação, ação reconhecida como íntegra ao meio, remunerado, perfilado entre o que é chamado entre regras.
Como seria sair dessa configuração para ser original, mesmo sem perfeição, mas com clareza de propósito desde o amor pela vida. Onde não há como corromper o trilho e o que permanece entre equilíbrio e verdade, serve ao bem maior tanto para si quanto ao caminho em Unidade.



Notas astrais 

Um trajeto pensante reflete profundamente sobre a natureza da existência humana, a ilusão do controle e a busca por um propósito autêntico. Pronto a explorar  a relatividade da experiência humana, a inevitabilidade da morte física e a ideia de que somos representantes temporários de uma essência maior, ou "Eu", que habita a matéria.
Eleva um tal  argumento que o que dizemos e vivemos como humanos é altamente relativo, pois cada instante é uma escolha pessoal, mas o controle total sobre a vida e a morte está além da tecnologia humana. (?)
A personalidade, com suas crenças e valores, pode ser  vista apenas como uma expressão da essência (o "Eu") que escolhe viver. A adaptação ao meio envolve a contração de linhas de tempo  para  aprender e sobreviver .

Dos que controlam  mapeando estradas infinitas,  leva a um questionamento sobre o que realmente significa ser humano e a autoria da própria vida . Seja por renovado equilíbrio, a  crença no "bem" ou em algo "distorcido" gera efeitos multiplicados, segue o que  indaga sobre o equilíbrio das experiências e a força que a soma dos sentimentos e valores confere ao Eu.  Potencialidades e autenticidades  a fim de sair da  configuração formal e normativa para ser Original.

Buscar a clareza de propósito e amor pela vida, servindo em Unidade, sem corromper o caminho, é um aspecto da natureza da Alma.  A vida em energia atual é vista talvez como apenas uma fração do que podemos imaginar.

Somos donos do eu, mas não compreendemos as fronteiras da Alma ou da Essência, somos energia em movimento, mas o destino final dessa energia permanece um mistério .
Cabe meditação filosófica em  profundidade da existência, a autenticidade do ser e a conexão com uma verdade interior além das construções sociais e das limitações materiais. Também ideias de natureza filosófica e espiritual, refletindo a perspectiva  sobre a vida e a consciência humana atualizada diante do campo e emergindo à luz maior.


10 de out. de 2025

Linhas exo

Em  margens do astral 



A abertura nova  "exo_consciencious" reunindo campos criativos esmerado ao cardíaco triádico no  agora destaca a fusão de dois mundos criativos: o universo interior luminoso e as experiências moldadas pela força e fragilidade de cada ação, ao viver numa jornada que convida à reflexão, ao diálogo com a Alma e à apreciação da beleza na criação e na impermanência. A busca por harmonia considerando em ativa energia  "exo_consciencious" capta  uma abordagem consciente e atenta que transcende os limites tradicionais, buscando uma compreensão mais profunda e ampla da realidade entre o triângulo com centro em um foco expansivo. A gratidão expressa é um toque pessoal e sincero, mostrando que a jornada arte  criativa monádica não é apenas sobre o resultado final, mas também sobre as experiências que a tornam possível. Uma jornada de aprendizado especial para um liberdade ativa dimensão em equilibrio entre linhas de tempo.



 Assim, espero compreender a supra consciência em fragmentos adequados de cada novo amanhecer, no campo onde há outra realidade por acolher surge um.espaço entre as linhas e conexões para sentimento tão abrangente ainda sem nome, permeando as descobertas para tudo que acontecer.  Tal como galáxias nunca antes alcançadas, num garimpo dos brilhos e sombras recriando a arte cósmica. 


Pesquisas ⚛️ relevantes. 

https://www.facebook.com/share/r/1FY5PHoxne/




22 de jul. de 2024

Saltar adiante

 O velho tem que cessar, para que o novo surja, mas, por favor, não me interprete mal.Certamente o velho tem que cessar, mas o velho está dentro de você, não fora. Eu não estou falando das velhas estruturas da sociedade, eu estou falando da velha estrutura da sua mente, a qual tem que cessar para que o novo surja. 


E é incrível, inimaginável, inacreditável como uma simples pessoa abandonando a velha estrutura da mente cria um espaço tão grande para muitas transformarem as suas vidas. Uma simples pessoa transformando a si mesma, torna-se um desencadeador. E então, muitas outras começam a mudar. A sua presença se torna um agente catalisador.


A.Pomina


No vasto teatro do universo, somos as testemunhas através das quais ele se torna consciente de sua infinidade. Nossa existência, nossos sentidos, e nossa consciência são os portais pelos quais o cosmos observa e contempla a si mesmo.

Além deste mundo que conhecemos, há mundos além do mundo... dimensões que ultrapassam nossa compreensão, realidades que vibram em frequências diferentes das que percebemos com nossos sentidos limitados. No silêncio e na quietude da mente, na prática interna, podemos tocar essas realidades. 

Amor não é apenas um sentimento, mas uma força primordial que transcende o tempo e o espaço. Vem de um lugar além do físico, mas no físico também esta, brota do centro do ser, onde a essência divina reside. Quando cultivamos a calma e a quietude, nos conectamos com essa fonte, com o TAO, e podemos experimentar o amor em sua forma mais pura.

Assim como o melhor altar não tem nada, o amor verdadeiro não possui forma ou apego. Ele simplesmente é. No caminho interno, aprendemos a transformar nossas energias, a dissolver nossos apegos e a transmutar nosso ser. Ao fazer isso, nos tornamos canais puros para o amor que flui do universo.

E assim, ao nos tornarmos conscientes de nossa verdadeira natureza, percebemos que não estamos confinados a este mundo material... Existem infinitas moradas no vasto multiverso, onde o nascimento e a morte são apenas portais de entrada e saída. Nós somos, simultaneamente, tudo e nada, forma e sem forma, começo e fim. E na essência dessa verdade, encontramos paz.

Ao compreender e viver essa realidade, nos libertamos das ilusões dos sete infernos e transcendemos as limitações do ego. Cultivar um caminho de paz e compaixão, enraizando-nos na terra e mantendo nossa cabeça no céu, nos permite harmonizar o interno e o externo, unindo-nos com o Eterno Absoluto.

Se cada um de nós fizer por onde, caminhar em paz, irradiando essa harmonia, podemos transformar o que for em um lugar melhor, mais compassivo e iluminado. Que hoje não seja apenas mais um dia de guerras e conflitos, mas um dia de despertar, onde cada um de nós, com pureza no coração, busca o caminho da verdadeira paz e unidade...Paz 

Terry Fabris 


Salta adiante do passado e do futuro... no Presente. 

https://youtu.be/UQFT5mTkiOw?si=LiJaHxNwbTyVPaq-


https://youtube.com/playlist?list=PLtwN0TBWW8K6cj9U6vto8PQlTfWV7E7-W&si=Dc3GYKcTAA34BjAD


https://youtube.com/playlist?list=PL7C06817FCE342B3E&si=vXQ3NeH-67AAlGjI


https://youtu.be/0A9VOwWZHpc?si=M-Tle4E_v-vH8rfH

7 de set. de 2015

O que torna um abelha, Rainha!? Descobertas






Durante décadas, os cientistas pensavam que o excesso de uma substância especial chamada geleia real é o que elevava uma larva de abelha comum a uma rainha.
Uma nova pesquisa sugere que não é isso, no entanto: é o que futuras rainhas não comem que importa.

Geleia real para uma, pólen e mel para outras

A geleia real, também chamada de “leite de abelha”, se parece com muco branco. Mais de metade é água, o resto é uma combinação de proteínas e açúcares. Glândulas especiais nas cabeças das abelhas operárias secretam o material.
A abelha rainha é alimentada exclusivamente com geleia real, e não recebe pólen e mel, assim como suas irmãs proletárias. Alguns descrevem isso como castração nutricional. Nas abelhas que não recebem o alimento especial, os ovários murcham, e elas não se tornam rainhas (ou pelo menos é isso que pensávamos até agora).


Mas não é assim que funciona. Ao invés do problema ser as operárias não receberem geleia real, é o fato de que a rainha não recebe pólen e mel que faz com que ela se torne realeza.

Genes

Animais radicalmente diferentes podem ser criados a partir de material genético idêntico; uma abelha operária e uma abelha rainha só diferem em quais genes são ativados.
Genes fazem proteínas que constroem o resto de nossos corpos. Ao manipular o ambiente de sua prole, abelhas geneticamente alteram seus corpos através da nutrição.
Sabemos há algum tempo que a dieta das abelhas está envolvida na construção de diferentes tipos de corpos. A ciência ainda não sabe muito bem como isso acontece. Larvas de abelha rainha são cercadas por geleia real. Já abelhas operárias comem um tipo de pólen fermentado e mel.

O estudo

A Dra. May Berenbaum, professora da Universidade de Illinois (EUA) e uma das autoras do novo estudo, diz que não há uma resposta simples para a pergunta “O que as bebês abelhas comem?”.
Pólen e mel são derivados a partir de materiais de plantas, e como muitos materiais vegetais, contêm uma variedade de produtos químicos fenólicos (flavonoides). A geleia real, no entanto, não tem ácidos fenólicos detectáveis.
A partir de pesquisas anteriores, os pesquisadores sabiam que os flavonoides aumentavam as respostas imunes de abelhas operárias adultas. Isso é uma coisa boa; tem o efeito colateral de ajudá-las a desintoxicar pesticidas mais rápido. Os cientistas se perguntavam como abelhas em desenvolvimento iriam reagir a compostos fenólicos.

Para descobrir, alimentaram dois grupos de larvas de abelhas com e sem ácido p-cumárico, um tipo comum de flavonoide. Em seguida, observaram atentamente as diferenças na ativação de genes entre os grupos. Os resultados foram surpreendentes.

Descoberta inesperada

O que faz com que uma abelha rainha seja a rainha? Ela é a única na colmeia que põe ovos. Quatorze genes conhecidos estão envolvidos nesse processo. Abelhas rainhas também são maiores e vivem mais do que as operárias.
No estudo, abelhas criadas na dieta com ácido p-cumárico tiveram ovários significativamente menores do que as criadas sem esse composto.
Num conjunto de genes conhecidos por regular o tamanho do órgão em animais, o ácido p-cumárico alterou significativamente a expressão de mais de metade deles.
Isso pode significar que as abelhas que consomem pólen e mel com flavonoides têm ovários menores e se tornam operárias. A descoberta foi inesperada, pois os cientistas não estavam tentando analisar esse aspecto da vida dos insetos, mas sim sua resistência a pesticidas.

O silenciamento de genes

De acordo com o Dr. Ryszard Maleszka, da Universidade Nacional Australiana, que não participou do novo estudo, epigenética é o estudo de como os ambientes afetam a expressão de genes. “Com nosso conhecimento atual só arranha a superfície dos sistemas biológicos, a biologia da abelha não é nenhuma exceção”, diz. “Estamos lidando com 500 milhões de anos de evolução animal, assim há muito para descobrir”.
Muitos fatores além de produtos químicos podem interferir no que torna uma abelha a rainha: um composto com o nome de royalactin, por exemplo, tem sido proposto como fundamental para o desenvolvimento da rainha.
Maleszka já havia negado a ideia de que um único composto criava uma rainha. Em 2008, seu laboratório foi capaz de criar abelhas rainhas sem qualquer consumo de geleia real, silenciando um conjunto de genes.
O verdadeiro poder desta nova investigação pode ser explicar por que as abelhas operárias não se tornam rainhas. Em vez de castração química, é este processo de alimentação elaborada que fornece proteção química aos ovários da rainha. Ela fica longe dos potenciais efeitos tóxicos ou metabólicos de substâncias químicas de plantas. [Wired]
http://hypescience.com/nao-e-a-geleia-real-que-cria-uma-abelha-rainha
http://hypescience.com/a-quarta-dimensao-e-a-danca-das-abelhas


( ps. descobri a  alergia a pólen) ?rs