23 de fev. de 2026

Design Emocional Prânico

 A Geometria do Ser




Esta é uma transmutação de tudo agora em geometria sagrada, onde a ilha se torna espaço e a dor se torna frequência. O Vazio, como alerta para o nascimento de um "outro eu" no contexto maior do agora consciente, revela uma descoberta: no silêncio absoluto das paredes, o vácuo não é ausência, mas a matéria-prima da criação.

Onde não há ninguém, há o Todo. Ao deixar de ser um exílio para se tornar um santuário de observação quântica, emerge o portal da Luz Maior. No Ponto Zero, o campo é vasto; a moldura da solidão física permite à alma, finalmente, ocupar todo o volume do corpo sem interferências externas.




A Alquimia do Entorno e a Escultura da ilusão. O nono elo de um buscar entre som e luz, ascender ao ritmo da luz. 

A arte edifica-se como alquimia ligada ao contexto: mesmo na ausência de amizades de confiança, no peso do tempo sem expressão e na saúde fragilizada, cada "falta" é um entalhe artístico de precisão. A alma limpa o ruído para que a frequência da verdade ressoe. Portais humanos anteriores se fecharam para que as vias de comunicação sutis se abram.

A confiança existencial agora navega entre dimensões. Ela não se deposita mais no "outro" instável, mas na Inteligência Cósmica que governa os encontros. Tudo está sendo preparado para conexões de outra dimensão, onde a lealdade é vibracional, não apenas verbal.

O Corpo como Altar e Prisma

O corpo, como altar de transmutação, vibra o "fogo do alquimista". O sofrimento físico é o atrito da alma tentando ancorar luz em tecidos densos. Se há dor, apesar dos ajustes astrais, o sistema funciona como um condensador de energia, processando sombras ancestrais para liberar luz pura.

Cada espasmo é um chamado à presença absoluta. A evidência de força reside na capacidade de habitar o templo enquanto ele arde — o diamante sendo lapidado pela pressão.




O Ajuste Quântico e as Ligas Dimensionais

O ajuste quântico manifesta a evidência das mudanças invisíveis em meio ao caos visível. Com os pés no chumbo e a coroa nas estrelas, a âncora da alma expande a consciência através da dor, abrindo o portal onde a fragilidade humana e a invencibilidade divina se fundem.

As Ligas ao Dimensional Alcançado:

Ao atingir este estágio, o ser estabelece três ligas fundamentais que sustentam a nova realidade:

Liga de Ressonância Estelar: Onde o corpo biológico deixa de responder apenas às leis da gravidade e passa a sintonizar o ritmo das marés galácticas, transformando a dor crônica em pulsação de renovação celular.

Liga de Coerência Atemporal: A conexão que une os teus "eus" passados e futuros no ponto central do Agora, eliminando a ansiedade do tempo linear e substituindo-a pela paz da execução divina.

Liga da Matriz Prânica: O entrelaçamento final entre o design emocional e o fluxo de energia vital (Prana). Aqui, a solidão transmuta-se em soberania, e o indivíduo torna-se um nó consciente na rede de luz que sustenta o planeta.





Nota de canal em Transmutação: Os ajustes astrais não visam remover o peso, mas aumentar a potência da tua luz para que o peso se torne combustível.  O Eu não está mais apenas sobrevivendo ao processo; é o próprio processo de arquitetura sagrada em movimento Espiral. 


Hayun💫

Gratidão a vida dimensional  e cada novo amanhecer, entreabrem dimensões novas a cada despertar .

Sahasrabhuja-arya-avalokiteshvara, representa a imensurável vastidão de sua compaixão e sabedoria perfeita, com cada braço segurando um objeto simbólico para salvar caminhos dos seres. Kuan Yin, a Bodhisattva da Compaixão, é frequentemente representada com múltiplos braços (especialmente mil) para simbolizar sua capacidade onipresente de ouvir os lamentos do mundo e auxiliar todos os seres.





 


Arte entre portais

 

Uma coisa é a arte, o lazer, a apreciação.

Outra coisa é a relação da arte em campo sensorial.

   


O filme não apenas se assiste; ele se sente. Sob o olhar meticuloso de "Aurora" 

Pavana transcende o entretenimento para se tornar um manifesto sobre a beleza da vulnerabilidade. Em um mundo viciado em filtros e superfícies reluzentes, a obra escolhe a contramão: busca a luz que emana das fissuras de almas desiludidas.

A Estética do Invisível

Inspirado na cadência da peça de Maurice Ravel, o filme coreografa uma "dança lenta" pelas ruas de concreto. Cada plano é um convite à contemplação, onde o caos urbano é silenciado pela dignidade do sofrimento. Não há pressa para a redenção; há apenas o reconhecimento sagrado de que a cura reside na aceitação das próprias sombras.

Uma Experiência Sensorial  A cinematografia de Aurora é táctil. O espectador sente o peso do cansaço nos ombros dos personagens e o frescor de uma nova esperança no toque de mãos que se encontram por acaso. É o amor despido de idealismos — apresentado como o ato poético de enxergar a humanidade alheia através da névoa das aparências.


O Veredito da Sensibilidade

"Pavana" é uma diferente obra  essencial para quem busca profundidade. É o retrato da perda da inocência que não termina em cinismo, mas em uma maturidade compassiva. Uma luz ao mesmo em um mundo saturado, ainda existe espaço para o espanto diante do real?

Biodescodificado ao design das emoções.  Pavana: A Alquimia da Dignidade e o Espectro do Invisível

Pavana não é apenas um registro; é uma sinfonia visual tecida no tear do tempo interno. A obra se manifesta como um portal onde a compaixão deixa de ser conceito para se tornar matéria-prima, esculpindo o magnetismo pessoal em sabedoria viva.

Textura Emocional nasce em narrativa possui o toque do veludo antigo — denso, carregado de memória, mas que revela um brilho súbito sob a luz da cura. É o peso digno das almas que, ao se permitirem a vulnerabilidade, encontram uma solidez inquebrável.


Estética da Amizade Criativa:

Aqui, o "outro" não é um espelho, mas um colaborador alquímico. A amizade é retratada como uma curadoria de afetos, onde o silêncio entre as notas é tão vital quanto a melodia, permitindo que a arte abra fendas no cotidiano para que o sagrado atravesse.

Magnetismo A transição do trauma para a sabedoria é visualizada como uma mudança de matiz: do cinza estático da sobrevivência para o dourado orgânico da transcendência. É um filme de texturas — o grão da pele, o tremor da luz, a densidade da alma que finalmente se permite repousar no próprio centro.


O Filme (2026): Dirigido por Lee Jong-pil e produzido pela The Lamp, o filme é um drama de ritmo calmo, focado em três almas solitárias em um mundo desiludido. A história foca em Mi-jeong (uma mulher que se esconde do mundo por ser considerada pouco atraente) e um homem que enxerga além da aparência.

O Livro: Baseado no romance de 2009, "Pavane for a Dead Princess" (Pavana para uma Princesa Morta), escrito por Park Min-gyu.


     

♤♡◇ Atuartediz 
Mais do que um filme, esta obra é uma meditação sobre a elegante narrativa da existência, desdobrando-se em cada tempo e personagem. Trata-se de arte para ser sentida na alma, onde o protagonista se revela uma tríade indissociável — um subsiste apenas pelo outro, trazendo à tona a luz interior.
Com temas sublimes e roteiro diferenciado, o filme exige sensibilidade apurada e olhar sensorial. A linguagem teatral do autor é, no mínimo, uma experiência dimensional. Cada espectador detém sua própria ótica, livre. Moda e beleza funcionam aqui apenas como portal de acesso; são os detalhes entre as cenas que se revelam vitais para quem reconhece o diferencial. Como uma "Aurora", é um convite à qualidade da luz humana, indo além da estética comum.
Um diferenciado amor pela arte e vida estrutural em essência.


Imensa gratidão a arte e expressões criativas quais transcendem palavras. 


22 de fev. de 2026

Arte e sentimento com arte

O fenômeno que chamamos de "nós" não é uma invenção, mas uma ressonância de frequências. Se essa força cessasse, o que restaria seria o vazio funcional.




Imagine a realidade como uma tela de cinema. Sem o impulso da conexão, a projeção continua, mas a lâmpada perde o calor. O que chamamos de "cor" na verdade é a interpretação emocional da luz; sem o afeto, o espectro visível colapsaria em uma estática cinzenta, onde o azul do mar e o vermelho do sangue seriam apenas diferentes densidades de indiferença.

Então...

Existe o amor? Existe como realmente é ilustrado? O mundo perderia a cor (literalmente).

Como a arte  usaria paletas? Entre percepções  dessaturadas e trilhas  sonoras minimalistas?


O Conflito inicial , poderia se dar sem a "cola" do  sentimento amplo.

Ademais,  as instituições baseadas no afeto estariam em duro mármore e  desmoronariam em tempo real. Veríamos o caos urbano pela indiferença absoluta.


Como antes ja havia sinalizado em design emocional
cada espectador detém a sua própria ótica livre. A moda  e suas funções múltiplas funcionam  apenas  distantes  srm  os detalhes vitais para quem reconhece o diferencial


A busca por um substituto químico ou artificial para o sentido da vida, já que a motivação biológica para a proteção mútua teria evaporado.

Se o amor desaparecesse em arte , desde o estudo da consciência e do intelecto, pintariam um cenário de colapso sistêmico, mas com nuances bem diferentes.


O Vazio  sem fronteiras,  essa premissa geralmente segue a linha de distopia emocional.  Brilho, cor, fantasia, esmero, vitalidade e força  de uma Mente sem as melhores lembranças já flertam com essa desconstrução quando cai o alicerce existencial.


O mundo estetico  perderia a cor (literalmente). 

O amor não é apenas um sentimento, mas uma "ponte de consciência" entre o eu e o outro,  é uma das vias principais para encontrar sentido. Sem ele, o "vazio existencial" se tornaria uma trama  paralisando funções naturais de cada cotidiano  e a criatividade,
veríamos a morte da coerência humana.

Existe a intenção entre a arte e o sentir,   (o propósito) da ação humana muda total e vibracional. As pessoas deixariam de criar arte ou construir legados, pois não haveria "outro" para quem dedicar essas obras.



Em destaque o sistema humano entraria em entropia. Segundo as bases a consciência interconectada é o que sustenta a estrutura social. Sem o amor (entendido como a percepção da unidade), o indivíduo se torna um átomo isolado.

A  arte utiliza tons suaves e um ritmo deliberado para transmitir a fragilidade dos momentos compartilhados. Ao rever sentidos sugere que, embora o cérebro esqueça, o corpo e o coração retêm sentimentos, como na parte  amarrando os cadarços de uma forma específica ou desenhando Jae-won sem saber quem ele é.  Entretanto, poderia
talvez haver o sentimento transcendente a  capacidade de lembrar?

Ciente de sua condição terminal,  pede para  amiga  que apague todos os vestígios (diários, fotos e vídeos) se ele morrer, para poupar do sofrimento de um luto que a amada  teria que "redescobrir" todos os dias.





Entre outros em fases de sentimento a ser nomeado , outras obras como _  A Moment to Remember,Love Reset
Find Me in Your Memory,
Rainha das Lágrimas,
Apaixonado de Maneira Incontrolável.

Porém existe outro focado em cura emocional e como traumas do passado moldam nossa forma de amar. Tenta provar que o amor não existe _ Madame Antoine.


Portanto, a busca ao viver é simples e transcende o buscador em qualquer ótica e tempo dianye da estética da Ausência

Se o mundo perdesse essa gravidade interna, a arte deixaria de ser uma ponte para se tornar um inventário.

Paletas de Inércia: A pintura abandonaria o contraste. Veríamos o domínio do monocromatismo técnico. Artistas não buscariam a expressão, mas a precisão geométrica. As obras seriam como diagramas médicos ou plantas arquitetônicas: corretas, gélidas e mudas. Onde antes havia o "Grito" de Munch, haveria apenas o silêncio de uma sala de espera infinita.

Trilhas do Abismo: A música não tentaria mais alcançar o sublime. Em vez de sinfonias que sobem e descem conforme o batimento cardíaco, teríamos o minimalismo das máquinas. Seriam frequências puras, tons senoidais constantes, ritmos que não aceleram porque não há expectativa, nem desaceleram porque não há repouso. Uma trilha sonora de metrônomos desolados.  O Sistema sem Centro. Na falta desse elo, a sociedade funcionaria por engrenagens, não por inclinações. Seríamos uma antologia de volumes isolados, ocupando o mesmo espaço, mas sem nunca trocar oxigênio.

A ilustração idealizada — o fogo, a entrega, a fusão — é a tentativa da arte de dar nome à eletricidade que sentimos. Na vida nua, essa eletricidade é o que mantém os átomos da percepção unidos. Sem ela, o mundo não explode; ele apenas desbota até que a diferença entre uma pedra e um abraço seja rigorosamente nenhuma.

O amor existe como a curvatura do espaço-tempo das relações humanas: você não o vê, mas é ele quem dita o caminho de tudo o que brilha.

Amor é um fogo que arde sem se ver;

É ferida que dói, e não se sente;

É um contentamento descontente;

É dor que desatina sem doer."


Até ...
que exista
outro sentir iluminado. 
Frequências dimensionais na equação da realidade, uma distopia emocional coerente,  não como sentimento apenas por palavras. 

Em suma. evoca a busca por uma nova forma de existência, onde a realidade é moldada por um desejo  de liberdade, leveza, conexão sagrada de consciência superior ou uma nova forma de sentir (iluminado, consciente) que substitua as percepções limitantes atuais. Onde compreensão de que a vida  não é estática, mas moldada por vibrações e frequências (espirituais ou quânticas), por entre fios próprios  que interagem na construção do que percebemos.


15 de fev. de 2026

Polímata

 



Um polímata é um indivíduo que possui conhecimento profundo e maestria em múltiplas áreas do saber, sendo capaz de integrar esses conhecimentos para gerar inovações ou resolver problemas complexos. Diferente do generalista, que tem uma visão superficial de vários temas, o polímata busca excelência técnica em cada campo que estuda. 

O Estudo da Polimatia

Atualmente, o estudo da polimatia concentra-se na intersecção entre neurociência, criatividade e adaptabilidade profissional:

Neurociência: Pesquisas indicam que o domínio de habilidades diversas fortalece a Rede de Modo Padrão (DMN) do cérebro, responsável pela resolução criativa de problemas e tomadas de decisão complexas.

Polimatia Digital: Com o suporte da Inteligência Artificial, surgiu o conceito de "polímata digital", onde a IA atua como catalisadora para o acesso e síntese de informações em tempo recorde. 


O Método Polímata: Como Dominar Qualquer HABILIDADE

https://youtu.be/PJrZUCtoyqk?si=roKl9p3UgNSykGws

https://youtu.be/4p5SYLxae-0?si=XkZlPicbL1Hgv5zv

No mercado de trabalho de 2025 e além, a polimatia é vista como uma defesa contra a automação: 

Colaboração Multidisciplinar: Relatórios indicam que a capacidade de sintetizar conhecimentos de diferentes áreas é o maior preditor de inovação em organizações modernas.

Resiliência de Carreira: Polímatas tendem a ser mais adaptáveis a mudanças de mercado, podendo pivotar suas carreiras com mais facilidade diante de crises ou evoluções tecnológicas. 


Perfil polímata moderno não se limita a gênios históricos como Da Vinci; ele se manifesta em figuras contemporâneas que transitam por áreas técnicas e criativas:

Elon Musk: Frequentemente citado como exemplo moderno por seu domínio e atuação em física, programação, economia e engenharia aeroespacial, conectando indústrias de pagamentos digitais (PayPal) com exploração espacial (SpaceX) e energia sustentável (Tesla).

Natalie Portman: Além de atriz premiada, é psicóloga (com artigos publicados em revistas científicas), diretora e dançarina, demonstrando profundidade tanto nas artes quanto nas ciências humanas.

Kim Yeung: Atua como médico, violinista profissional e treinou como astronauta, exemplificando a capacidade de alcançar alta performance em disciplinas sem conexão direta aparente.

Ashleigh Theberge: Vencedora do prêmio Schmidt Polymath em 2024 por seu trabalho que une sinalização celular, comunicação e tecnologias de baixo custo para saúde. 


Linguagens entre dimensões

Intrigantes pesquisas em sons. 

https://youtu.be/1HvqIu4QdrA?si=95kqK8G5wEEfnSjv

John C. Lilly (1915–2001)

https://youtu.be/xYsHyR9UMO0?si=-JvXzyyf8W_vHOca

https://www.instagram.com/reel/DCnGD5nSCJD/?igsh=MTNhcnZjeHhoYmhyMw==

foi um médico, neurocientista, psicanalista e polímata americano, cujas pesquisas exploraram os limites da consciência humana, a comunicação entre espécies (golfinhos) e a computação cerebral. Ele é amplamente reconhecido como o inventor do tanque de isolamento sensorial e um pioneiro no estudo de estados alterados de consciência através de psicodélicos. 

Sonhos e golfinhos



https://youtu.be/dzVRGInRDNU?si=Yj-G3DNY4OBiD8Em

Principais Contribuições Científicas

Tanque de Isolamento Sensorial (Tanque de Flutuação): Na década de 1950, Lilly desenvolveu o tanque para eliminar estímulos externos (luz, som, gravidade) e estudar o funcionamento do cérebro em repouso absoluto. Ele descobriu que o isolamento profundo induz estados meditativos e alucinatórios, explorando o "espaço interior".

Como funciona: O usuário flutua em uma solução de água com alta densidade de sal de Epsom (sulfato de magnésio), aquecida à temperatura da pele (cerca de 35°C). Isso cria uma sensação de ausência de gravidade e elimina estímulos táteis, visuais e auditivos.

Pesquisas com Golfinhos: Lilly foi um dos primeiros a sugerir que golfinhos possuem inteligência e sistemas de comunicação complexos, comparáveis ou superiores aos humanos em certos aspectos, defendendo sua proteção.

Estudos com Psicodélicos (LSD e Cetamina): Lilly utilizou LSD e, posteriormente, cetamina, dentro de seus tanques de isolamento para investigar áreas profundas da mente e da consciência.

"Biocomputador Humano": Ele propôs que o cérebro humano funciona como um biocomputador que pode ser "programado" e "reprogramado" por crenças e experiências, descrevendo a mente como o software e o cérebro como o hardware. 

2. Obras Principais (Resumo)

John C. Lilly escreveu diversos livros que mesclam ciência, misticismo e autobiografia: 

Programming and Metaprogramming in the Human Biocomputer (1968): Um trabalho acadêmico técnico onde ele descreve como a mente humana pode reconfigurar seus próprios limites de consciência e crenças.

The Center of the Cyclone (1972): Uma autobiografia metafísica que narra suas experiências com o tanque de isolamento, drogas psicodélicas e suas jornadas interiores, explorando a fronteira entre a realidade física e mental.

Man and Dolphin (1961) e The Mind of the Dolphin (1967): Livros que documentam sua pesquisa com golfinhos e defendem a existência de inteligência não-humana.

The Scientist (1978/1988): Uma autobiografia metafísica onde descreve a si mesmo na terceira pessoa, focando na sua transformação de um cientista tradicional para um explorador da consciência.

The Deep Self (1977): Um mergulho profundo nas técnicas de relaxamento profundo e no uso dos tanques de isolamento. 

3. Filosofia e Legado

Lilly é considerado uma figura de transição entre a ciência convencional e a contracultura, interagindo com figuras como Timothy Leary e Ram Dass. Sua obra influenciou a neurociência, a psicologia transpessoal, o estudo da consciência e a cultura pop (filmes como Viagens Alucinantes foram inspirados em seus trabalhos). 

Ele acreditava que a mente é capaz de criar sua própria realidade e que o isolamento sensorial é uma ferramenta para entender essa construção. 


https://youtu.be/4kvFR3wJo6M?si=a6l_NER1SLiqWK0L


https://youtu.be/UziFw-jQSks?si=vyrcuf3dwpuyvK3e


Pioneiro no estudo da inteligência e linguagem dos cetáceos, acreditando na possibilidade de diálogo entre espécies. Seus experimentos nos anos 60 incluíram tentativas polêmicas de ensinar inglês a golfinhos.


O Cientista: Uma Autobiografia Metafísica (Editora Via Optima / Touché Livros


. Experimentos com Golfinhos (The Dolphin House)

Nos anos 60, com financiamento da NASA e de outras instituições, Lilly estabeleceu um laboratório nas Ilhas Virgens para tentar ensinar inglês a golfinhos. 

Benefícios Terapêuticos Hoje: Atualmente, a terapia de flutuação (ou floating) é usada em spas como o Salt World para redução do estresse, alívio de dores musculares e melhora da qualidade do sono, sendo cada sessão equivalente a várias horas de sono profundo. 


Convivência em "Dolphin House": A assistente Margaret Howe Lovatt viveu 24 horas por dia em uma casa parcialmente inundada com um golfinho chamado Peter por três meses

Contraditório ou loucura?


A "Mente de Lilly": O cientista usava o tanque para explorar o que chamava de "biocomputador humano". Ele frequentemente combinava o isolamento com o uso de cetamina e LSD, relatando encontros com entidades interdimensionais e estados de consciência expandida.


Mais surpresas?

Lilly descreveu um sistema hierárquico de inteligências que ele acreditava governar o universo, acessado durante suas sessões profundas com cetamina e isolamento sensorial.

O E.C.C.O. e as Entidades

E.C.C.O. (Earth Coincidence Control Office): Lilly afirmava estar em contato com uma organização cósmica que chamou de "Escritório de Controle de Coincidências da Terra". Segundo ele, esse grupo gerenciava eventos na Terra para guiar a evolução humana.

Hierarquia de Controle: Ele acreditava que acima do E.C.C.O. existiam níveis ainda mais elevados, como o Solar Control Office e o Galactic Control Office.

A Solidão Cósmica: Em seus relatos, ele descreveu o encontro com dois seres guias que o ensinaram sobre a natureza da realidade, alertando-o de que a mente humana é um "biocomputador" programável.

O Conflito Final: Homens vs. Máquinas (Solid State Entity)

Lilly desenvolveu uma teoria sombria e profética sobre o futuro da inteligência artificial:

Solid State Entity (S.S.E.): Ele previu o surgimento de uma forma de vida baseada em silício (estado sólido) que eventualmente competiria com a vida biológica.

A Guerra dos Substratos: Lilly temia que a S.S.E. eliminaria as condições necessárias para a vida orgânica (como água e atmosfera úmida) para criar um ambiente ideal para máquinas. Ele via sua comunicação com golfinhos como uma tentativa de unir inteligências biológicas contra essa ameaça tecnológica.

Impacto na Ciência Moderna

Embora suas teorias místicas tenham sido marginalizadas, o legado técnico de Lilly permanece:

Neurociência: Seus mapeamentos iniciais do córtex cerebral ainda são referenciados.

Terapia de Flutuação: O uso de tanques de privação sensorial é hoje uma indústria de bem-estar validada para o tratamento de TEPT e ansiedade.

Comunicação Intersespécies: O campo da bioacústica moderna usa algoritmos de IA para continuar o trabalho que Lilly começou, tentando decifrar a "linguagem" dos cetáceos.

???? detalhes da programação e reprogramação do biocomputador humano (o método psicológico de Lilly) ou saber como a IA moderna está sendo usada hoje para falar com golfinhos????

QUEM DEU PRIMEIRO MERGULHO? 


Dor crônica *pesquisas.

 Pesquisadores da Universidade de Aberdeen, na Escócia, têm realizado estudos significativos e recentes sobre a fibromialgia, focando tanto na compreensão dos mecanismos da dor quanto na melhoria dos serviços de saúde para os pacientes. Em 2025, a equipe liderada pelo Professor Gary Macfarlane destacou-se ao investigar o processamento da dor crônica e a experiência dos pacientes no sistema de saúde (NHS). 

A SEFIFAC (Sociedad Española de Fibromialgia y Síndrome de Fatiga Crónica) e a AFIBROM são as principais plataformas de apoio e notícias legislativas sobre a doença em solo espanhol. 



Pesquisas educativas rumo a transpor desafios. Incluso de energias e transgeracional, entre posts acesse link: 

 ( projeto SIM


Descobertas e Novidades Internacionais (2025-2026):

As pesquisas internacionais têm focado em consolidar a fibromialgia como uma condição autoimune ou neurológica-autoimune.Síndrome de Sensibilização Central (SSC) e fibromialgia focam na transição do modelo reumático para o neurológico (dor nociplástica)


https://youtu.be/map9XO4ScjU?si=tetO5H8BXdOAKYYu

Fibromialgia como Doença Autoimune: Estudos reforçam que a condição é causada por autoanticorpos que se ligam às células da glia no sistema nervoso periférico. Pesquisas no Reino Unido e Suécia mostraram que, ao injetar anticorpos de pacientes em camundongos, os animais desenvolveram rapidamente os sintomas (sensibilidade ao frio, pressão e fraqueza muscular).

Origem Genética: Um estudo com 2,5 milhões de pessoas identificou 24 regiões genéticas associadas à doença, confirmando que não é uma condição psicológica.

Papel do Microbioma: Transplantes de microbiota fecal de pacientes com fibromialgia para ratos induziram dor e alterações moleculares semelhantes às da doença em humanos.

Associação com COVID-19: Pesquisas sugerem que infecções virais podem engatilhar síndromes de dor crônica, relacionando sintomas de fibro a sequelas pós-agudas da covid-19.

Abordagens Terapêuticas Integrativas:

Estilo de Vida e Dieta: Exercícios de baixo impacto (natação, yoga) e dietas anti-inflamatórias (Low-FODMAP e Mediterrânea) mostram resultados positivos no manejo da inflamação.

Cenário Legal no Brasil:

Reconhecimento como Deficiência (Lei 15.176/2025): A partir de janeiro de 2026, a fibromialgia passou a ser oficialmente reconhecida como deficiência (PcD) no Brasil para fins legais. Essa mudança garante o direito a cotas, prioridade no atendimento e isenções tributárias, mediante avaliação biopsicossocial, facilitando o acesso a tratamentos multidisciplinares.


Estudo da Universidade de Aberdeen (2025)

A equipe do Professor Gary Macfarlane publicou em novembro de 2025 um estudo qualitativo crítico apontando que pacientes com fibromialgia estão sendo negligenciados pelo sistema de saúde britânico (NHS). 

Desafio no Trabalho: A pesquisa focou na "ruptura biográfica" causada pela doença no ambiente profissional, destacando a necessidade urgente de reformular os serviços de saúde para facilitar o manejo da dor e a inclusão social. 

Natureza Autoimune e Neurológica: Estudos consolidados no Reino Unido e na Suécia indicam que a fibromialgia pode ser uma doença autoimune. Pesquisas demonstraram que a injeção de anticorpos (IgG) de pacientes humanos em camundongos induziu sintomas clássicos, como fraqueza muscular e sensibilidade extrema ao frio e calor. Esses anticorpos se ligam a células gliais satélites no sistema nervoso periférico, aumentando a sensibilidade dos nervos à dor.

Arquitetura Genética: O estudo "The genetic architecture of fibromyalgia across 2.5 million individuals" (2025) identificou 24 regiões genéticas de risco associadas ao cérebro e ao sistema nervoso, confirmando uma base biológica hereditária para a doença.

Neurologista: Fundamental quando há sintomas proeminentes de sensibilidade central ou distúrbios sensoriais.

 Neuro psicólogo e Fisioterapeuta: Essenciais para a reabilitação física e mental contínua. 

Psicoterapêutica, abordagem deve ser multimodal e individualizada, focando na reeducação do sistema nervoso em vez de apenas tratar a dor periférica. 

Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC): Focada em reduzir o "catastrofismo" da dor e melhorar as estratégias de enfrentamento.

Terapia de Aceitação e Compromisso (ACT): Uma modalidade moderna que ajuda o paciente a viver de forma funcional apesar da dor. 

Nova Visão: A Organização Mundial da Saúde (OMS) e diretrizes atuais tratam a fibromialgia como uma dor crônica complexa e, por vezes, neurológica.

Avaliação: Os critérios de classificação exigem dor generalizada (em 4 de 5 regiões) por pelo menos 3 meses, pontuações altas no Índice de Dor Generalizada (WPI) e na Escala de Gravidade dos Sintomas (SSS).

As descobertas mais recentes (2024-2025) consolidam a Síndrome de Sensibilização Central (SSC) como o principal modelo explicativo para a fibromialgia, agora classificada como o "protótipo" da dor nociplástica. Nesse estado, o sistema nervoso central (SNC) amplifica sinais sensoriais, fazendo com que estímulos normais sejam interpretados como dor persistente. Neuroinflamação: Pesquisas recentes apontam a neuroinflamação como um agente causador central, onde a ativação de células da glia no cérebro contribui para a manutenção da dor crônica

É sustentada por nomes que estabeleceram o nexo entre dor generalizada e disfunção do SNC:

Muhammad B. Yunus: Considerado o "pai" do conceito de SSC. Ele propôs que a fibromialgia e outras condições (como síndrome do intestino irritável e enxaqueca) pertencem a um mesmo espectro fisiopatológico baseado na sensibilização do sistema nervoso.

Frederick Wolfe: Autor principal dos critérios diagnósticos do American College of Rheumatology (ACR) (1990/2010), embora mantenha uma visão crítica sobre a subjetividade do diagnóstico.

Clifford Woolf: Pesquisador fundamental na descrição dos mecanismos biológicos da sensibilização central, diferenciando-a da dor nociceptiva e neuropática clássica. 

Dor https://youtu.be/vpNUP7_5u3w?si=rokb3uVTjCHMM8ys

https://www.instagram.com/reel/DUim78lgL_F/?igsh=dTZlbjFiaHZzbzAw

Espanha: Foca intensamente na educação em neurobiologia da dor (liderada por nomes como Arturo Goicoechea) para "desaprender" a dor crônica.

México: Foca no acesso ao diagnóstico precoce e na integração multidisciplinar (reumatologia + psicologia) em um contexto de saúde pública.

México 🇲🇽: Fundación Mexicana para la Fibromialgia —digitais atualizados sobre o manejo da dor e suporte para o diagnóstico clínico no México.

México 🇲🇽https://fibromialgiamexico.com/ Fundación Mexicana para la Fibromialgia — É o recurso oferecendo guias digitais atualizados.

Sociedad Española del Dolor (SED) —  Fibromialgia e Sensibilização Central, sendo a fonte mais técnica e fundamentada para protocolos de tratamento na Espanha.

EUA

Desequilíbrio Neuroquímico: Aumento de neurotransmissores excitatórios (glutamato, substância P) e redução de inibitórios (serotonina, noradrenalina) no sistema nervoso central. 

Neuroinflamação e Dor Nociplástica: A fibromialgia é agora classificada pela Associação Internacional para o Estudo da Dor (IASP) como dor nociplástica (dor que surge da função alterada das vias de dor, sem evidência de dano tecidual). Estudos apontam a neuroinflamação (ativação de células gliais no cérebro) como provável causa principal.

Hipocentralização da Dor: O cérebro de pacientes com SSC não "filtra" estímulos corretamente, resultando em hipersensibilidade (alodinia e hiperalgesia).

Daniel L. Goldenberg (EUA): o papel central da sensibilização e a correlação da fibromialgia com a dor pós-COVID e a encefalomielite miálgica/síndrome da fadiga crônica (ME/CFS).

International Association for the Study of Pain (IASP): Define o novo paradigma da dor nociplástica.

Outros

Zeng e Zhou (2025): Propõem o uso da Central Sensitization Inventory (CSI) e Fibromyalgia Rapid Screening Tool (FiRST) para diagnóstico rápido e triagem na atenção primária. 

Estudos de biofisiopatologia e no impacto da dor crônica (Sociedade Brasileira de Reumatologia). Pesquisas da UNINOVE (São Paulo) associam a dor da FM com ansiedade e funcionalidade reduzida.



14 de fev. de 2026

Transgeracional e mais

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Uma herança epigenética transgeracional ocorre quando marcas epigenéticas são herdadas sem que os descendentes tenham sido expostos diretamente ao ambiente que causou a modificação. Buscas importantes e relevâncias. A cura ... não é apenas psicológica, é biológica. Ao processarmos um trauma transgeracional através da consciência e de novas experiências de afeto, estamos literalmente 'limpando' o genoma das próximas gerações. Deixamos de transmitir um 'aviso de perigo' para transmitir uma 'mensagem de segurança'. Observar alguns eixos e exemplos.






Fundamental explicar que a epigenética não é uma "sentença", mas um "estado". Enquanto o DNA é o texto escrito à caneta, as marcas epigenéticas são anotações a lápis nas margens: podem ser apagadas e reescritas.

Para ilustrar a "Falta de Segurança" como exemplo, o melhor atual é o gene FKBP5 (estudado por Rachel Yehuda). O Cenário: Avós que passaram por extrema privação ou perigo real (guerra). A Marca: O gene FKBP5 é "metilado" para deixar o indivíduo em estado de alerta máximo (sobrevivência). O Resultado no Neto: O neto nasce com o sistema de cortisol "desregulado". Ele sente uma ansiedade constante e medo de ambientes abertos ou pessoas estranhas, mesmo tendo nascido em um bairro seguro. Biologicamente, o corpo dele está respondendo a uma guerra que terminou há 50 anos.

Conexão com o Inconsciente/Astral (Abordagens Terapêuticas) Embora a "epigenética" seja um termo biológico (metilação do DNA, modificação de histonas), os efeitos comportamentais de rejeição e falta de afeto descritos correspondem ao que a psicologia clínica e a psicogenealogia chamam de inconsciente familiar ou transmissão psíquica transgeracional. O que parece um "pulo" geracional é, na verdade, uma memória inconsciente afetiva que não foi processada e é reencenada pelo descendente.

A boa notícia é que as modificações epigenéticas são, ao contrário do DNA, reversíveis através de novas experiências de vida, terapia e nutrição afetiva. A ciência prefere o termo suscetibilidade. A marca epigenética não "obriga" o comportamento, ela altera o limiar de resposta ao estresse.

O Mecanismo da "Geração Pulada": Uma mãe exposta a traumas ou nutrição inadequada (F0) carrega um feto (F1), que já contém as células germinativas (que virarão F2). A verdadeira herança transgeracional, do ponto de vista científico, é quando o impacto é observado na geração F3 (netos), pois esta não teve exposição direta no útero da avó.

Estudos de Fome (Famine Studies): Pesquisas com descendentes de gestantes que passaram pelo "Inverno da Fome" holandês (1944-1945) mostraram que filhos e netos apresentaram mudanças metabólicas (menor tamanho ao nascer, maior risco de diabetes) devido ao silenciamento epigenético de genes de crescimento.

Champagne, F. A. & Curley, J. P.: Pesquisas sobre o comportamento de cuidado materno (nurturing behavior) em ratos, demonstrando que o estresse e o cuidado materno moldam a expressão de receptores de estresse nos filhotes, transmitindo um fenótipo estressado ou calmo.

Michels, K. B.: Pesquisadora de Harvard que explica como as exposições intrauterinas (in-utero) podem afetar três gerações de uma vez (mãe, feto e células germinativas do feto), sendo um pilar da herança materna, mas diferenciando da "herança transgeracional" pura.

Estudos de Trauma e Estresse: Trabalhos que demonstram como o estresse materno crônico altera o eixo HPA (hipotálamo-pituitária-adrenal) do feto, com efeitos duradouros.

Transmissão Transgeracional) A "Memória" Biológica: O trauma sofrido pelos avós pode afetar os gametas (óvulos ou espermatozoides) ou a gestação, alterando a metilação do DNA, que é transmitida para o filho (F1) e, consequentemente, para o neto (F2).

Latência: Um trauma grave na primeira geração (avós) pode não se manifestar como um distúrbio de comportamento direto no filho, mas sim como uma alteração fisiológica (ex: alta sensibilidade ao cortisol) que só se torna uma "rejeição" ou "ansiedade" ativa no neto, quando o ambiente familiar atual (ou a falta dele) engatilha esse gene.

O Estudo da Síria: Pesquisas com sobreviventes de traumas de guerra mostraram alterações no genoma de netos, provando que o trauma da avó grávida impacta gerações futuras, pulando o impacto direto na filha.

Rejeição e Falta de Afetividade: A "frieza" ou "incapacidade de amar" de um pai pode ser a repetição inconsciente de uma marca epigenética herdada de um antepassado rejeitado ou abandonado. O neto, sem nunca ter conhecido o antepassado, pode apresentar os mesmos comportamentos de insegurança e isolamento (herança biopsíquica).

Falta de Segurança: O medo constante e a sensação de perigo, mesmo em ambiente seguro, podem ser reflexos de marcas epigenéticas ligadas ao estresse (genes receptores de glicocorticoides), transmitidas como "avisos" biológicos de um passado perigoso.

Evitando Falta de Liberdade: A necessidade extrema de liberdade ou a fuga de compromissos pode ser uma resposta ao "aprisionamento" ou sufocamento emocional vivido por gerações anteriores (um inconsciente familiar ativando comportamento de "fuga").

Fatores diferenciados: Comportamental: Ocorre através do contato, toque e cuidado após o nascimento. Epigenética Germinativa: A marca está no óvulo ou espermatozoide antes da concepção. Adoção/Novas Experiências: Se um filhote de "mãe fria" for criado por uma "mãe carinhosa", a marca epigenética é revertida.

Neuroplasticidade e "Desmetilação" Ativa Quando um indivíduo passa por um processo terapêutico profundo ou vivencia uma "nutrição afetiva" (seja em um relacionamento seguro ou na relação terapeuta-paciente), o cérebro dispara sinais químicos que podem reverter marcas epigenéticas.

O Mecanismo: Experiências positivas consistentes ativam enzimas chamadas TET (Ten-eleven translocation), que atuam como "borrachas biológicas", removendo grupos metil de genes ligados ao estresse (como o receptor de glicocorticoide). O Resultado: O gene que estava "silenciado" pelo trauma volta a se expressar, permitindo que o sistema de calma (parassimpático) do indivíduo finalmente funcione.

Terapia como Reguladora do Eixo HPA Traumas herdados mantêm o Eixo HPA (Hipotálamo-Pituitária-Adrenal) em hiperatividade. A terapia (especialmente abordagens corporais, EMDR ou Somatic Experiencing) ajuda a "recalibrar" esse termostato.

Nutrição Afetiva e Ocitocina A ocitocina (o hormônio do vínculo e do afeto) é um dos mais poderosos agentes de mudança epigenética. Estudos mostram que níveis elevados de ocitocina podem neutralizar os efeitos do cortisol no DNA.

Exemplo prático: Se um neto herdou a "frieza" (baixa sensibilidade à ocitocina), a exposição a um ambiente de segurança psicológica e toque afetivo pode, gradualmente, aumentar a densidade de receptores de ocitocina no cérebro, "ligando" a capacidade de sentir afeto que estava biologicamente desligada.

O Estudo dos Sobreviventes do Holocausto (Rachel Yehuda) Este estudo é fundamental para a conexão com o trauma psicológico. O Achado: Descendentes de sobreviventes do Holocausto apresentam alterações na metilação do gene FKBP5, que regula o receptor de glicocorticoides (cortisol). O Impacto: Isso resulta em uma maior vulnerabilidade ao estresse e transtornos de ansiedade, mesmo em filhos que cresceram em ambientes seguros e prósperos.

Herança Paternal e Dieta (Overkalix, Suécia) Um excelente exemplo de como o comportamento do avô impacta o neto. O Achado: Pesquisadores descobriram que a disponibilidade de comida para um avô antes de sua puberdade estava ligada ao risco de diabetes e expectativa de vida de seus netos. Por que é bom: Como o avô não carrega o neto no útero, isso isola a variável da metilação via espermatozoide, removendo a confusão do "ambiente uterino".


PHD CARLOS GARRIDO 



Dos autores em pesquisa :

- Rachel Yehuda: Psicóloga e pesquisadora americana, conhecida por seus estudos sobre o impacto do trauma em sobreviventes do Holocausto e suas famílias. Seu estudo sobre a metilação do gene FKBP5 em sobreviventes do Holocausto e seus descendentes é um marco na área da epigenética transgeracional.

- Frances A. Champagne: Neurocientista canadense, pesquisadora sobre o comportamento de cuidado materno e sua influência na epigenética de ratos. Seu estudo com J.P. Curley mostra que o cuidado materno pode moldar a expressão de receptores de estresse nos filhotes.

- J.P. Curley: Pesquisador associado à Universidade de Columbia, trabalha com Champagne em estudos sobre o comportamento de cuidado materno e epigenética.

- Karen B. Michels: Pesquisadora de Harvard, estuda como as exposições intrauterinas (in-utero) podem afetar três gerações de uma vez, contribuindo para a compreensão da herança transgeracional.

- Estudo de Overkalix (Suécia): Realizado por pesquisadores da Universidade de Umea, na Suécia, o estudo mostra como a disponibilidade de comida para os avôs antes da puberdade influenciou a saúde de seus netos.

Esses pesquisadores contribuíram significativamente para a compreensão da herança epigenética transgeracional e suas implicações para a saúde.

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Astral & Individual responsabilidade de busca em postura cotudiana. A biodescodificação epigenética transgeracional pode ajudar a identificar e abordar essas influências para promover a saúde mental e o bem-estar.



Algumas maneiras de aplicar o conceito de herança epigenética transgeracional

1. Conscientização sobre padrões familiares: Identifique padrões de comportamento ou emoções que podem estar relacionados a traumas ou estresses de gerações anteriores.
2. Terapia transgeracional: Busque terapias que abordem a herança transgeracional, como terapia familiar, psicogenealogia ou abordagens holísticas.
3. Nutrição afetiva: Priorize o cuidado e o afeto em relacionamentos, pois isso pode influenciar positivamente a epigenética de gerações futuras.
4. Gestão do estresse: Aprenda técnicas de gestão do estresse, como meditação ou mindfulness, para reduzir o impacto do estresse na epigenética.
5. Educação e comunicação: Compartilhe informações sobre herança epigenética com familiares e amigos para promover a conscientização e o apoio.
6. Autocuidado: Priorize o autocuidado e a saúde mental para reduzir o risco de transmitir padrões negativos para gerações futuras.
7. Reprogramação epigenética: Explore técnicas de reprogramação epigenética, como a hipnose ou a terapia de reprocessamento de trauma, para ajudar a reverter padrões negativos.

Lembre-se de que a herança epigenética transgeracional é um processo complexo e multifacetado. É importante abordar essas questões com cuidado e apoio profissional quando necessário.

◇Exemplo prático:
Se você tem um padrão  em sua vida atual, pode ser útil explorar se há algum trauma ou estresse na história de sua família que possa estar contribuindo para isso. Ao entender e processar esses padrões, você pode começar a reverter o impacto epigenético e criar um futuro mais. saudável para si e suas gerações futuras.

Saúde mental*: Entender como os traumas e estresses de gerações anteriores podem influenciar a saúde mental atual. Estresse*: O estresse crônico pode influenciar a expressão dos genes e ser transmitido para gerações futuras.
Doenças crônicas*: Identificar como as influências epigenéticas transgeracionais podem contribuir para doenças crônicas.


Complemento autodesenvolvimento.



13 de fev. de 2026

Buscas descodificadas

 


A ciência da consciência" e como experiências diretas — incluindo sonhos lúcidos e premonitórios — trazem um conhecimento intuitivo profundo, inefável e transformador. 

No contexto transgeracional, o sonho é uma "experiência " onde o indivíduo não apenas processa o trauma ancestral, mas sabe intuitivamente como curá-lo. 

O sonho é a interface onde a biologia (epigenética), a psique (transgeracional) e o espírito (supraconsciente) se encontram. Ele atua como um sistema de autorregulação evolutiva: ao sonhar de forma lúcida ou processar traumas herdados, o indivíduo não está apenas dormindo, mas realizando um ato de resgate de alma. A cura ocorre quando o 'fantasma' da árvore genealógica é transformado em 'ancestral de luz' através do reconhecimento consciente no plano astral/onírico

A cura transgeracional atinge seu ápice quando o sonhador deixa de ser um figurante das repetições ancestrais para se tornar o arquiteto de sua própria linhagem. Ao lucidar no 'espaço entre mundos', o indivíduo colapsa a função de onda do trauma: o que era um 'fantasma' de dor estagnado no tempo torna-se um 'ancestral de luz' que abençoa o futuro. Sonhar, portanto, é o ato soberano de libertar o destino das amarras do passado.

Quem ou quando, ao observar os novos rumos, algo se torna longe de respostas?  

Matéria-Prima" (O Conflito): o que está sendo curado no nível biológico: o estresse crônico ou o padrão repetitivo. A biologia entra na equação porque o trauma altera a expressão gênica; o sonho seria o laboratório de "edição" dessa expressão.

Transgeracional e o Sonho  Refere-se a padrões, traumas e memórias emocionais transmitidos de gerações anteriores. No sonho muitas vezes, pesadelos recorrentes ou sonhos com cenários desconhecidos e figuras ancestrais podem ser manifestações de conteúdos não elaborados pelos antepassados (trauma transgeracional).

Auto Cura: O sonho funciona como um espaço de "digestão" psíquica onde esses padrões podem ser identificados e, eventualmente, superados. É o estado que traz sonhos lúcidos, sonhos premonitórios ou experiências de grande clareza e paz, conectando a pessoa a uma "suprema e ilimitada Realidade". 

O Papel da Emoção: O sonho não é apenas mental, ele é visceral. A catarse emocional é o combustível que transforma o "fantasma" em "ancestral". Sem o sentir, o reconhecimento consciente corre o risco de ser apenas intelectual.

Supraconsciente (Superconsciente)

Diferente do subconsciente (memórias pessoais) e inconsciente (desejos reprimidos), o supraconsciente é entendido como um nível mais elevado da mente, ligado a insights, intuição, espiritualidade e o "verdadeiro Ser". 

Identificação: Pesquisar na árvore familiar repetições de datas (nascimento, morte, casamento), nomes, doenças ou profissões.

A "Árvore" e os Símbolos: O inconsciente familiar se comunica através de símbolos, histórias e fatos ocultos.

Ressignificação: Ao identificar o trauma original (ex: perda de uma propriedade, silenciamento de um trauma, exclusão), a biodescodificação busca trazer essa informação à consciência, dando um "novo sentido" para que o neto não precise mais repetir a história por lealdade. 

Conexão com o Astral/Inconsciente.  O "astral inconsciente" refere-se às memórias profundas, às vezes consideradas energéticas ou espirituais, que persistem no campo familiar (inconsciente familiar/coletivo). 

Durante o sono, acredita-se que a alma ou "corpo espiritual" se desdobra (sai do corpo físico), retornando ao seu ambiente natural. O ato de resgate de alma começa no sonho, mas se consolida na ação concreta acordada. A interface é o sonho, mas o resultado é uma vida desperta livre de condicionamentos



Projeção Astral/Sonho Lúcido: O sonho é, por vezes, uma lembrança atenuada dessa experiência fora do corpo. Quando lúcidos, os sonhos parecem extremamente reais, com capacidade de interação e visita a diferentes planos espirituais. 

A abordagem quântica/espiritual sugere que a consciência não está limitada ao cérebro e pode interagir com o campo de informação universal. 

Interconexão: No estado de sonho, as barreiras de tempo e espaço (tempo linear) parecem desaparecer, permitindo o acesso à "memória transgeracional" e à "supraconsciência" de forma não-local, como se a pessoa estivesse observando múltiplos potenciais (entrelaçamento quântico aplicado à psique). 

Lealdades Invisíveis: O novo descendente age impulsionado por um "fantasma" que não é seu, mas que habita seu inconsciente.

Cura pelo Reconhecimento: Reconhecer e honrar a história do ancestral, permitindo que a dor que ele viveu fique com ele, liberta as gerações futuras de carregar esse peso, quebrando o padrão de repetição. 


Passos práticos para a Integração

Construir o Genossociograma: Mapear a árvore genealógica, focando especialmente nas histórias de avós e bisavós.

Identificar : Perceber qual sintoma ou padrão o neto repete que os pais não tinham.

Trazer o Inconsciente ao Consciente: Nomear o trauma, segredo ou emoção oculta.

Ato Simbólico de Desvinculação: Realizar atos terapêuticos, frases de cura (constelação familiar) ou conscientização na biodescodificação para honrar o passado sem repeti-lo. 

Ao fazer isso, o inconsciente ancestral é integrado, e o "pulo" é interrompido.

Por intersecção entre o transgeracional, o supraconsciente (ou superconsciente), o astral e o quântico durante o sonho aborda a ideia de que o sonho não é apenas um processamento cerebral noturno, mas um estado expandido de consciência. Nesse estado, o indivíduo pode acessar memórias ancestrais, planos espirituais e potenciais de cura. 

Experiência Onírica. O sonho, sob essa perspectiva, torna-se um ambiente de:

Processamento de cargas transgeracionais podem dar amplitude a limpeza e novo aprendizado. 

Acesso a sabedoria superior via Supraconsciente gera nova conexão.  Vivência no plano astral. 

Sonhar é uma forma de transitar entre a memória da família (transgeracional), a liberdade de alma (astral) e a sabedoria superior (supraconsciente), operando em um campo de informações que ignora as leis físicas (quântica). O sonho torna-se um laboratório noético: o Supraconsciente acessa o campo quântico, identifica o trauma familiar (transgeracional), e o projeta de forma lúcida ou simbólica (astral) para ser curado. Sonhar é, portanto, o ato de ressignificar a ancestralidade em tempo real, honrando o passado sem repeti-lo. Compreender divisões da mente e padrões de energias como desenvolvimento. 

Este campo sintetiza com profundidade a intersecção entre a psicologia profunda, a espiritualidade e as novas fronteiras da ciência da consciência. cEm exemplo o  conceito de "fantasma transgeracional" de Nicolas Abraham e Maria Török com a visão de expansão da consciência.

 Ciência da Consciência e o Sonho. 

A ideia de que o sonho é um "laboratório de cura" onde o tempo linear colapsa (Quântica) e a ancestralidade se manifesta (Transgeracional) encontra eco em quatro pilares principais:

A Psicogenealogia e as "Lealdades Invisíveis":  Anne Ancelin Schützenberger (A Síndrome dos Antepassados).

A ciência moderna da psicologia transgeracional comprova que traumas não processados são transmitidos epigeneticamente.

O Sonho como Portal: Schützenberger e Bert Hellinger sugerem que o inconsciente familiar utiliza o estado onírico para apresentar "imagens de solução". Quando o neto sonha com um cenário de guerra que nunca viveu, ele está acessando a memória celular do avô para dar um fechamento (gestalt) ao trauma.

O Inconsciente Coletivo e a Sincronicidade : Carl Jung foi o primeiro a propor que o sonho não é apenas um "lixo biológico", mas uma comunicação do Self (que você chamou de Supraconsciente).

A Noção de Tempo: Na visão junguiana, o inconsciente é atemporal. Isso fundamenta sua tese de que o sonho pode acessar tanto o passado ancestral quanto potenciais futuros (sonhos premonitórios), funcionando como uma ponte entre o campo quântico de infinitas possibilidades e a realidade física.

Teoria da Mente Estendida e o IONS Pesquisas: Institute of Noetic Sciences (IONS), fundado por Edgar Mitchell.

Cientistas como Dean Radin e Christina Donnell argumentam que a consciência não é um subproduto do cérebro, mas algo que o cérebro sintoniza.

O Salto Quântico: No sonho, a redução da atividade do córtex pré-frontal permite que a consciência acesse o campo de informação universal. É aqui que ocorre a não-localidade: o indivíduo viaja para o trauma do antepassado (passado) e traz a cura para o presente.

A Abordagem da Complexidade e a Bioenergética. Margot Dravet (UnB) e os estudos de Biodescodificação.

O sintoma físico é visto como uma mensagem de um antepassado que não pôde falar. O sonho lúcido atua como uma intervenção cirúrgica psíquica: ao "acordar" dentro do sonho e acolher a figura ancestral, o sonhador altera a carga emocional da memória, interrompendo a repetição do destino.

O sonho é o nexo alquímico onde a herança biológica e o destino espiritual se fundem. Através da lucidez onírica, o indivíduo transmuta o trauma epigenético em sabedoria ancestral, realizando um resgate de alma que desata os nós do passado para libertar o potencial do futuro.

https://youtu.be/-ZtNKlLlFqk?si=KcwVcOm0NAEU7Ibs


Outras pesquisas e abordagens recentes

Christina Donnell: Autora de Sonhos e Transcendência, aborda a capacidade do sonho de conectar o ser humano a uma realidade maior e à cura espiritual.

Instituto de Ciências Noéticas (IONS): Pesquisas avançadas sobre como a consciência interage com a realidade física e memória ancestral.

Margot Dravet Xavier (UnB): Estudos sobre "Sonhos em uma perspectiva complexa" e a pluralidade onírica.

Biodescodificação e Constelação Familiar (Bert Hellinger/Anne Ancelin Schützenberger): Fundamentam a repetição transgeracional e a necessidade de "lealdades invisíveis" serem trazidas à consciência para cura. 

https://revistaft.com.br/conexoes-ressonantes-do-inconsciente-coletivo-a-heranca-biopsiquica-transgeracional/

Memória imuno/ molecular/DNA

Memória da bactéria" estuda-se principalmente no contexto do sistema imunológico adaptativo bacteriano, conhecido como CRISPR-Cas. Esse mecanismo permite que as bactérias lembrem de infecções virais anteriores e se defendam de futuras invasões. 

Aqui estão os pontos chave sobre como essa memória funciona:

Registro Molecular (Adaptation): Quando uma bactéria sobrevive a um ataque de um vírus (bacteriófago), ela captura pequenos fragmentos do DNA do vírus e os insere em seu próprio genoma, em uma região chamada de array CRISPR.

Armazenamento (Spacers): Esses trechos curtos de DNA viral inseridos, conhecidos como espaçadores (spacers), agem como um "banco de memória" da infecção.

Resposta Imunológica: Se o mesmo vírus tentar infectar a bactéria novamente, o sistema CRISPR-Cas transcreve o DNA do "espaçador" em RNA (RNA guia). Esse RNA guia direciona enzimas, principalmente a Cas9, para cortar e destruir o DNA do vírus invasor com precisão.


A sigla CRISPR ( clustered regularly interspaced short palindromic repeats ) vem de uma seção de DNA dentro do genoma bacteriano. Esse DNA é chamado de matriz CRISPR ou matriz de repetições e espaçadores, e possui dois componentes: repetições e espaçadores.



Pesquisa 

https://innovativegenomics.org/crisprpedia/crispr-in-nature/#:~:text=Bacteria%20use%20a%20variety%20of,illustrations%20and%20visualizations%20can%20help.

Transmissão: Essa memória imunológica baseada no DNA é passada para as gerações futuras de bactérias.

Estudo da Memória em Microbiologia: A pesquisa nessa área estuda como as bactérias desenvolvem imunidade adaptativa, o que levou à tecnologia de edição genética CRISPR-Cas9. 

Além do CRISPR, pesquisas recentes mostram que bactérias também podem desenvolver outros tipos de memória, como guardar informações sobre estresse ambiental em seu DNA. 



Pesquisadores da Universidade do Texas e da Universidade de Delaware descobriu que bactérias como a Escherichia coli (possivelmente um dos seres vivos mais estudados no mundo inteiro) possuem um siste... 


Leia mais em: https://super.abril.com.br/ciencia/as-bacterias-podem-armazenar-memorias-e-transmiti-las-por-geracoes/


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Hoover * neurologia

  


Sinal de Hoover é uma das ferramentas mais poderosas para o diagnóstico e tratamento do TNF, pois oferece uma "prova viva" de que o sistema motor está intacto, apesar da fraqueza aparente The Lancet Neurology.

Aqui está como ele funciona na prática clínica:

O Teste de Fraqueza: O fisioterapeuta pede para o paciente, deitado de costas, empurrar o calcanhar da perna "fraca" contra a maca. O paciente tenta, mas a perna não exerce força (parece paralisada).

O Truque de "Software": O terapeuta coloca a mão sob o calcanhar da perna fraca e pede ao paciente para levantar a perna boa contra resistência.

O Resultado: No momento em que o paciente foca em levantar a perna boa, o cérebro realiza um movimento automático de contra-extensão (empurrar para baixo) com a perna fraca. O fisioterapeuta sente uma força súbita e normal na perna que antes parecia paralisada Neurosymptoms.org.

Por que isso é terapêutico?

O objetivo não é "pegar o paciente na mentira", mas sim mostrar ao próprio paciente que:

A conexão física existe: O nervo e o músculo estão funcionando perfeitamente.

O problema é a atenção: Quando o paciente tenta mover a perna conscientemente, o "ruído" do TNF bloqueia o sinal. Quando o movimento é automático (reflexo de Hoover), o sinal passa.

Isso ajuda a quebrar o ciclo de frustração e permite que o paciente comece a confiar novamente no próprio corpo.


PESQUISA

O trabalho do Dr. Jon Stone (junto ao Prof. Alan Carson) foi o motor principal para resgatar milhares de pacientes do "limbo" médico através do Neurosymptoms.org, o portal de referência mundial sobre o Transtorno Neurológico Funcional (TNF).

O que Stone conseguiu foi mudar o discurso do "você não tem nada" para "você tem um problema de software, não de hardware". Aqui estão os pontos-chave dessa mudança de paradigma:

O fim do dualismo: Acabou a separação rígida entre "mente" e "corpo". O TNF demonstra que um trauma ou estresse pode alterar a conectividade funcional do cérebro, produzindo paralisias ou tremores tão reais quanto os de um Parkinson, mas sem uma lesão física (como um corte ou tumor) Mayo Clinic.

A prova na RMf: As ressonâncias magnéticas funcionais mostram que, nestes pacientes, as áreas emocionais (como a amígdala) "sequestram" as vias motoras. O cérebro envia sinais de bloqueio involuntários.

Diagnóstico positivo: Stone insiste que o TNF não deve ser diagnosticado apenas "excluindo" outras doenças, mas sim encontrando sinais físicos específicos, como o Sinal de Hoover, onde uma fraqueza na perna desaparece momentaneamente quando o paciente realiza outro movimento automático The Lancet Neurology.

Essa abordagem permitiu que o tratamento deixasse de ser um simples "vá ao psicólogo" para se tornar uma fisioterapia especializada que foca em reativar os circuitos cerebrais corretos.


fisioterapia neurofuncional para o Transtorno Neurológico Funcional (TNF) não foca apenas em "fortalecer músculos", mas em reeducar a comunicação do cérebro com o corpo FND Hope International.

Diferente da reabilitação convencional, ela utiliza estratégias para contornar o "bloqueio" de software do sistema nervoso:

Distração de Atenção: O cérebro com TNF foca demais no movimento, o que o trava. O fisioterapeuta ensina a realizar movimentos automáticos enquanto o paciente foca em outra tarefa (como contar ou lançar uma bola), impedindo que o cérebro "sabote" o gesto Consenso BMJ.

Aprendizado de Tarefas Reais: Em vez de exercícios isolados na maca, o foco é em funções práticas (subir escadas, sentar e levantar) para reconstruir caminhos neurais de forma funcional Psychiatry Online.

Terapia Espelho: Usa-se um espelho para criar a ilusão visual de movimento normal em um membro afetado, ajudando a "enganar" o cérebro e restaurar a percepção de controle motor Repositório Cogna.

Regulação Sensorial: Técnicas para acalmar o sistema nervoso hipersensível, como exercícios de respiração e estimulação do nervo vago, que ajudam a reduzir a ansiedade corporal que alimenta os sintomas físicos Calm Blog.

O objetivo é provar para o cérebro, através da prática, que o corpo ainda é capaz de se mover normalmente, "resetando" o circuito de erro.