Mostrando postagens com marcador síndromes. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador síndromes. Mostrar todas as postagens

15 de fev. de 2026

Dor crônica *pesquisas.

 Pesquisadores da Universidade de Aberdeen, na Escócia, têm realizado estudos significativos e recentes sobre a fibromialgia, focando tanto na compreensão dos mecanismos da dor quanto na melhoria dos serviços de saúde para os pacientes. Em 2025, a equipe liderada pelo Professor Gary Macfarlane destacou-se ao investigar o processamento da dor crônica e a experiência dos pacientes no sistema de saúde (NHS). 

A SEFIFAC (Sociedad Española de Fibromialgia y Síndrome de Fatiga Crónica) e a AFIBROM são as principais plataformas de apoio e notícias legislativas sobre a doença em solo espanhol. 



Pesquisas educativas rumo a transpor desafios. Incluso de energias e transgeracional, entre posts acesse link: 

 ( projeto SIM


Descobertas e Novidades Internacionais (2025-2026):

As pesquisas internacionais têm focado em consolidar a fibromialgia como uma condição autoimune ou neurológica-autoimune.Síndrome de Sensibilização Central (SSC) e fibromialgia focam na transição do modelo reumático para o neurológico (dor nociplástica)


https://youtu.be/map9XO4ScjU?si=tetO5H8BXdOAKYYu

Fibromialgia como Doença Autoimune: Estudos reforçam que a condição é causada por autoanticorpos que se ligam às células da glia no sistema nervoso periférico. Pesquisas no Reino Unido e Suécia mostraram que, ao injetar anticorpos de pacientes em camundongos, os animais desenvolveram rapidamente os sintomas (sensibilidade ao frio, pressão e fraqueza muscular).

Origem Genética: Um estudo com 2,5 milhões de pessoas identificou 24 regiões genéticas associadas à doença, confirmando que não é uma condição psicológica.

Papel do Microbioma: Transplantes de microbiota fecal de pacientes com fibromialgia para ratos induziram dor e alterações moleculares semelhantes às da doença em humanos.

Associação com COVID-19: Pesquisas sugerem que infecções virais podem engatilhar síndromes de dor crônica, relacionando sintomas de fibro a sequelas pós-agudas da covid-19.

Abordagens Terapêuticas Integrativas:

Estilo de Vida e Dieta: Exercícios de baixo impacto (natação, yoga) e dietas anti-inflamatórias (Low-FODMAP e Mediterrânea) mostram resultados positivos no manejo da inflamação.

Cenário Legal no Brasil:

Reconhecimento como Deficiência (Lei 15.176/2025): A partir de janeiro de 2026, a fibromialgia passou a ser oficialmente reconhecida como deficiência (PcD) no Brasil para fins legais. Essa mudança garante o direito a cotas, prioridade no atendimento e isenções tributárias, mediante avaliação biopsicossocial, facilitando o acesso a tratamentos multidisciplinares.


Estudo da Universidade de Aberdeen (2025)

A equipe do Professor Gary Macfarlane publicou em novembro de 2025 um estudo qualitativo crítico apontando que pacientes com fibromialgia estão sendo negligenciados pelo sistema de saúde britânico (NHS). 

Desafio no Trabalho: A pesquisa focou na "ruptura biográfica" causada pela doença no ambiente profissional, destacando a necessidade urgente de reformular os serviços de saúde para facilitar o manejo da dor e a inclusão social. 

Natureza Autoimune e Neurológica: Estudos consolidados no Reino Unido e na Suécia indicam que a fibromialgia pode ser uma doença autoimune. Pesquisas demonstraram que a injeção de anticorpos (IgG) de pacientes humanos em camundongos induziu sintomas clássicos, como fraqueza muscular e sensibilidade extrema ao frio e calor. Esses anticorpos se ligam a células gliais satélites no sistema nervoso periférico, aumentando a sensibilidade dos nervos à dor.

Arquitetura Genética: O estudo "The genetic architecture of fibromyalgia across 2.5 million individuals" (2025) identificou 24 regiões genéticas de risco associadas ao cérebro e ao sistema nervoso, confirmando uma base biológica hereditária para a doença.

Neurologista: Fundamental quando há sintomas proeminentes de sensibilidade central ou distúrbios sensoriais.

 Neuro psicólogo e Fisioterapeuta: Essenciais para a reabilitação física e mental contínua. 

Psicoterapêutica, abordagem deve ser multimodal e individualizada, focando na reeducação do sistema nervoso em vez de apenas tratar a dor periférica. 

Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC): Focada em reduzir o "catastrofismo" da dor e melhorar as estratégias de enfrentamento.

Terapia de Aceitação e Compromisso (ACT): Uma modalidade moderna que ajuda o paciente a viver de forma funcional apesar da dor. 

Nova Visão: A Organização Mundial da Saúde (OMS) e diretrizes atuais tratam a fibromialgia como uma dor crônica complexa e, por vezes, neurológica.

Avaliação: Os critérios de classificação exigem dor generalizada (em 4 de 5 regiões) por pelo menos 3 meses, pontuações altas no Índice de Dor Generalizada (WPI) e na Escala de Gravidade dos Sintomas (SSS).

As descobertas mais recentes (2024-2025) consolidam a Síndrome de Sensibilização Central (SSC) como o principal modelo explicativo para a fibromialgia, agora classificada como o "protótipo" da dor nociplástica. Nesse estado, o sistema nervoso central (SNC) amplifica sinais sensoriais, fazendo com que estímulos normais sejam interpretados como dor persistente. Neuroinflamação: Pesquisas recentes apontam a neuroinflamação como um agente causador central, onde a ativação de células da glia no cérebro contribui para a manutenção da dor crônica

É sustentada por nomes que estabeleceram o nexo entre dor generalizada e disfunção do SNC:

Muhammad B. Yunus: Considerado o "pai" do conceito de SSC. Ele propôs que a fibromialgia e outras condições (como síndrome do intestino irritável e enxaqueca) pertencem a um mesmo espectro fisiopatológico baseado na sensibilização do sistema nervoso.

Frederick Wolfe: Autor principal dos critérios diagnósticos do American College of Rheumatology (ACR) (1990/2010), embora mantenha uma visão crítica sobre a subjetividade do diagnóstico.

Clifford Woolf: Pesquisador fundamental na descrição dos mecanismos biológicos da sensibilização central, diferenciando-a da dor nociceptiva e neuropática clássica. 

Dor https://youtu.be/vpNUP7_5u3w?si=rokb3uVTjCHMM8ys

https://www.instagram.com/reel/DUim78lgL_F/?igsh=dTZlbjFiaHZzbzAw

Espanha: Foca intensamente na educação em neurobiologia da dor (liderada por nomes como Arturo Goicoechea) para "desaprender" a dor crônica.

México: Foca no acesso ao diagnóstico precoce e na integração multidisciplinar (reumatologia + psicologia) em um contexto de saúde pública.

México 🇲🇽: Fundación Mexicana para la Fibromialgia —digitais atualizados sobre o manejo da dor e suporte para o diagnóstico clínico no México.

México 🇲🇽https://fibromialgiamexico.com/ Fundación Mexicana para la Fibromialgia — É o recurso oferecendo guias digitais atualizados.

Sociedad Española del Dolor (SED) —  Fibromialgia e Sensibilização Central, sendo a fonte mais técnica e fundamentada para protocolos de tratamento na Espanha.

EUA

Desequilíbrio Neuroquímico: Aumento de neurotransmissores excitatórios (glutamato, substância P) e redução de inibitórios (serotonina, noradrenalina) no sistema nervoso central. 

Neuroinflamação e Dor Nociplástica: A fibromialgia é agora classificada pela Associação Internacional para o Estudo da Dor (IASP) como dor nociplástica (dor que surge da função alterada das vias de dor, sem evidência de dano tecidual). Estudos apontam a neuroinflamação (ativação de células gliais no cérebro) como provável causa principal.

Hipocentralização da Dor: O cérebro de pacientes com SSC não "filtra" estímulos corretamente, resultando em hipersensibilidade (alodinia e hiperalgesia).

Daniel L. Goldenberg (EUA): o papel central da sensibilização e a correlação da fibromialgia com a dor pós-COVID e a encefalomielite miálgica/síndrome da fadiga crônica (ME/CFS).

International Association for the Study of Pain (IASP): Define o novo paradigma da dor nociplástica.

Outros

Zeng e Zhou (2025): Propõem o uso da Central Sensitization Inventory (CSI) e Fibromyalgia Rapid Screening Tool (FiRST) para diagnóstico rápido e triagem na atenção primária. 

Estudos de biofisiopatologia e no impacto da dor crônica (Sociedade Brasileira de Reumatologia). Pesquisas da UNINOVE (São Paulo) associam a dor da FM com ansiedade e funcionalidade reduzida.



12 de jul. de 2025

Fibro & dor crônica


Visite : 

Páginas dedicadas

saúde e  síndromes 


https://www.facebook.com/NevlownS


https://sundaytherapies.blogspot.com/2025/07/cronica-dor.html

https://youtube.com/playlist?list=PLtwN0TBWW8K44uVPIimNwIu3RWrIG2oit&si=uuySK388EAaga1of

https://www.youtube.com/live/9jyuT3Q4Y-I?si=V7LP1M5ERp10029K




Memórias e pesquisas que ficam num imenso branco.

"... sombra dos objetos que resistiram e existiram através dos tempos" 🩺



Fonte pesquisa fibro

https://healthylifewithus.info

https://www.facebook.com/share/r/19dwnMWzsx/

7 de fev. de 2020

Som e sensibilidades




Hiperacusia e misofonia 

Hiperacusia: Estuda-se a dor física ou desconforto com o volume (sons altos).
Misofonia: Estuda-se a raiva/ódio emocional com gatilhos específicos (sons baixos). 

Apesar de serem distintas, ambas as condições indicam uma falha na capacidade do cérebro de modular o ganho auditivo e as reações comportamentais ao som

O termo "diminuição da tolerância ao som" (DST), começaram a se diferenciar de forma mais clara no final dos anos 1990 e início dos anos 2000, com a definição da misofonia pelos audiologistas Pawel e Margaret Jastreboff. Antes disso, as reações a sons eram frequentemente confundidas ou categorizadas apenas como sensibilidade geral ou fonofobia (medo de som).




A misofonia, ou síndrome da sensibilidade seletiva a sons, é uma condição neurossensorial caracterizada por aversão intensa, raiva ou pânico a sons específicos e repetitivos (mastigação, respiração, cliques), gerando forte resposta emocional e física.
O que não é: Diferente da hiperacusia (sensibilidade ao volume alto), a misofonia foca na qualidade ou tipo do som, não na sua intensidade. 


Embora não classificada como transtorno psiquiátrico, afeta a qualidade de vida, exigindo tratamento multidisciplinar, como fonoaudiologia e terapia cognitivo-comportamental. 

Principais Características e Sintomas:
Gatilhos Sonoros: Sons comuns e de baixa intensidade, frequentemente produzidos por outras pessoas, engatilham reações desproporcionais.
Reações Físicas/Emocionais: Irritabilidade extrema, raiva, taquicardia, sudorese, choro e até falta de ar.
Comportamentos de Evitação: Portadores tendem a evitar situações sociais ou ambientes com ruídos gatilhos, afetando o convívio.

Hiperacusia 

"Descoberta": O termo foi cunhado em 2002 por Pawel e Margaret Jastreboff. Antes, era conhecida informalmente como "síndrome de sensibilidade seletiva ao som" (SSS).
Foco Inicial: Os primeiros estudos focavam na resposta emocional negativa (raiva, irritação, ódio) a gatilhos sonoros específicos e repetitivos (mastigação, sons de boca, gotejar água).
Diferenciação: Diferente da hiperacusia, estudos antigos logo notaram que na misofonia o som não precisa ser alto para ser incômodo, e a reação é dependente do contexto (quem faz o som e o contexto emocional são mais importantes que o volume).
Origem Neurofisiológica: Os Jastreboff propuseram que a misofonia envolve uma conexão anormal entre o sistema auditivo e o sistema límbico (emoções) e autônomo, não sendo um problema no ouvido em si. 

Reabilitação: Desde o início, a terapia de som (como geradores de ruído branco) foi investigada para aumentar gradualmente a tolerância, baseada na neuroplasticidade. 

Causas e Diagnóstico:
A causa exata é desconhecida, mas estudos sugerem um componente hereditário e uma má conexão entre o sistema auditivo e as áreas de emoção do cérebro.
O diagnóstico é clínico, geralmente feito por otorrinolaringologistas e fonoaudiólogos. 

Tratamento e Manejo:
Não tem cura, mas pode ser controlada para melhorar a qualidade de vida.
Terapia Sonora: Uso de sons brancos ou geradores de som para diminuir a sensibilidade.

Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC): Ajuda a mudar os padrões de pensamento e gerenciar as respostas emocionais.

Uso de Abafadores: Protetores auditivos ou fones de ouvido com cancelamento de ruído podem ajudar em crises. 



A misofonia é uma condição real que causa sofrimento significativo, frequentemente confundida com mau humor, mas que necessita de suporte especializado.

Pesquisas diversas

Hipersensibilidade auditiva





Sensibilidade auditiva pode ser causada por uma variedade de fatores, incluindo exposição a ruídos altos, lesão na cabeça, enxaqueca, certas condições médicas (como a Síndrome de Williams, autismo, e distúrbios do processamento auditivo), e até mesmo como um efeito colateral de cirurgias ou medicamentos.




27 de jan. de 2019

Sunday e apoio à Síndromes e pesquisas



https://youtube.com/playlist?list=PLtwN0TBWW8K44uVPIimNwIu3RWrIG2oit&si=uuySK388EAaga1of


https://sundaytherapies.blogspot.com/2019/01/sunday-pesquisas-de-sindromes-e-apoio.html


Olá, em tempos pesquiso entre o virtual e o campo de estudos reais, existenciais entre terapias integrativas, benefícios e qualidade de vida. Existe um especial envolvimento entre cores, imagens, sons ( arte e expressão) e as transformações da mente, meditações e muitos outros trabalhos já realizados a fim de melhorar estágios das muitas síndromes que disparam, especialmente em Fibromialgia, Fadigas Crônica e Adrenal, Química Múltipla, portanto entre somas a Síndrome de Sensibilidade Central. Passando da convencional para ortomolecular, exames como o Vegatest ( biotest) Oring Test, neurobiofeedback e vários outros exemplos que pesquisadores, escritores e pacientes procuram divulgar para que cada pessoa possa encontrar uma especial qualidade de vida.


Nestas pesquisas quanto mais arte e sons de qualidade conforme gosto pessoal, mas que estejam conectados com a luz, com a alegria e com todas as melhores influências ao metabolismo, tanto melhor e saudável. Existem fases e situações de pessoas com sensibilidades extremas e conectadas a energia também, portanto se são fases específicas vão configurar outra energia, podendo estimular para desenvolver estas capacidades e melhorar os efeitos colaterais, nestes campos as síndromes podem ou não serem envolvidas. É caso de canais e seres com energia de transformação junto à grade planetária.


Existem alguns nomes no cenário artístico, portadores de síndromes como a fibromialgia, que talvez não tenham desencadeado a Fadiga ou a Química Múltipla por cuidados adequados à qualidade de vida, saúde, especial condição financeira para manter a arte como mediadora de conflitos e até mesmo a questão do uso da arte como sensibilidade positiva, o que a meu ver exerce excelente motivação para cuidar deste lado psíquico das síndromes. Entretanto tudo é relativo ao que se propõe e igualmente complexo para análise.


Em parceria com sites já antes mencionados no Integrativas e Solar8, uma página específica está à disposição para análise de outros grupos e parceiros que buscam informações.


Entretanto neste espaço do Sunday Therapies só há pesquisas e imagens que possam refletir exatamente a qualidade da busca alternativa, as principais formas de aprender com a transformação do humor, arte, tecnologia e fluxos que possam ajudar a cada ser que desencadeia a Síndrome como a chamo no Projeto Sim > Síndromes Múltiplas.


È preciso compreender de uma  só vez que as pessoas que não possuem este desencadeamento das síndromes, não vão ter interesse em compartilhar, conversar e validar tais propósitos, nem mesmo a área médica deseja abrir espaço a tais debates e informações pelos motivos claros que tudo citado dá muito trabalho e nenhum retorno financeiro. Pelo contrário, somando gastos e esforços, somando tempo e dedicação, exemplificando com a vida, ela em destaque nos momentos de enfrentamento das questões, podem ter certeza que estes outros que não possuem a menor ideia do que se trata, farão uso do manto da invisibilidade, sumindo de qualquer proposta de estudo e análise, conversa ou olhar. Então não mais dá para ouvir sobre os "inventores de dores", seja como for, já existem inúmeros dados que a situação é complexa, há envolvimento de DNA, Imunologia, stress, adrenal, alimentação e intestinos ( disbiose), alimentos que são tóxicos, sono e qualidade de vida em apuros. Na tecnologia atual alguns testes com máquinas específicas ligadas a computadores revelam campos neurológicos em transformação constante, comportamento alterado, sensibilidade aumentada nas áreas neurológicas, etc.


Entretanto há pouquíssimas pesquisas e notícia a respeito de sensibilidade a seres com energias alteradas significativamente, campos eletromagnéticos e sensorial amplo, tal como ativações de energias entre canais metapsíquicos, observadores, ( então os artistas voltam à pesquisa).


Claro está, quanto às opressões, quanto aos traumas em qualquer nível de stress, não importa se é uma pequena margem ou está em picos, porque o diferencial é o MEDO, INSEGURANÇA, a exaustão que ocorre para se ADAPTAR ao meio que não mais é significativo, a pressões para que se viva de acordo com a maioria, a exclusão por incapacidade de reagir de maneira a agradar a todos os setores ( familiares, sociais, financeiros, profissionais, regras que determinam a Dimensão).


Em cada forma de representar teses e entendimentos, haverá uma nova história de vida, um novo olhar para desenvolver a si mesmo ( especialmente sem precisar de medicamentos). Mesmo na área integrativa e alternativa, fitoterápica e alimentação nutracêutica há fases e adaptações caso a caso, para que se possam analisar conteúdos e avanços que caibam para mais pessoas. As linhas são de autonomia e respeito desde que estejam trazendo uma forma de compartilhar esclarecimento e atualizações.


Já estive em grupos e voluntariados, também virtuais, mas o maior problema é que é preciso ampliar a visão sistêmica, adaptar o pensamento para qualidade de vida a todo custo, ampliar a energia que já está sob pressão e ao redor não existe o apoio adequado. Há casos diferenciados que um parente começa a dar suporte, mas é raro. Há casos de empenhos como as associações, mas o número de pessoas traz esgotamento de temas insolúveis. Há alternativas entre medicina chinesa, alimentação adequada, meditação, pilates e hidro, retirada de metais pesados, uso de florais, aromaterapia, reiki, radiestesia, radiônica, entre outras séries de complementos para aliviar cargas e energias, tal como as psíquicas e de impacto. Porém, uma delas é o atual bloqueio da maioria e trata-se do financeiro agravado da incapacitação ao trabalho sem aval de setores competentes. Então o físico passa a ter mais complicações físicas e o emocional dispara para bloqueios energéticos, onde o medo e a insegurança são plataformas que conduzem em stress todo o processo.


Ainda pesquiso, por vontade e interesse de que alguém em algum lugar saberá colocar todas estas pesquisas em alta e reformular adequadamente para pessoas e dimensões claras.


E vivo sem medicação oficial há cerca de 10 anos, não significa que as dores sejam menores, mas entre energias muito ocorre e talvez a teimosia de continuar tentando. Aprecio as pesquisas, muitas já caíram e outras são demasiadamente importantes, naturais e essenciais.


O que acontece ( de forma leiga) é que no começo tratam de causas e fases isoladas como faringe, cabeça e coluna, etc. Depois o stress acusa distúrbios que são camuflados entre medicações e protocolos de atendimentos que causam mais desconfortos, logo mais o estado crônico amplia a sensibilidade, surgem inflamações silenciosas, hipersensibilidade ao longo do tempo, as comorbidades. Então deixa de ser síndrome específica, estamos em um complexo humano, ser vivente e que precisa compreender o estágio emocional de si mesmo, enquanto o que está ao redor apenas dispensa mais comentários. Os especialistas são muitos e todos mandam de volta para casa com um sinto muito. Resumindo...claro!
Quantos são os exames e consultas, remédios e fatores estressantes sem resultados? Se fossem aplicados num só projeto haveria fundo de pesquisas suficientes, por serem milhares em todo mundo.
O momento chegou junto à transição do planeta, poucos do mundo tradicional conhece os dados e as implicações. A área alternativa vem tentando esclarecer sintomas de transição. São confusos aos olhos que não se permitem observar.


Esclarecendo que são pesquisas, nada pronto, cada Ser precisa cuidar de Si, do que está conectado, desativar conexões que o tornam alvo de stress, mudar alimentação e buscar autoconhecimento, ortomolecular que conheça síndromes, apoio com alguém que propicie espaço de busca. Ser criativo na visão quântica do Cosmo que habita, sendo mais natural possível. Escolhendo seus arquétipos e transformando seu interior, pronto a transforma sua história.


email terapiastral@gmail.com
youtube Terapiastral
Página Sunday Therapies/https://www.facebook.com/NevlownS/
https://www.facebook.com/INTEGRATIVAS.SOLLESSA

https://www.facebook.com/NevlownS/




PESQUISAS E SÍNDROMES * PÁGINA

https://www.facebook.com/NevlownS/

INTERATIVIDADE COM MAIS PAÍSES E BUSCADORES









Saber abrir portas e fechar portas de cada etapa de vida, descobrindo outros caminhos e a paz que abençoa a jornada, Gratidão especial a todos que contribuem e apreciam sentir os seres amados confortados entre tudo que se possa apoiar e valorizar, acreditando que haja muito mais a aprender, embora o corpo seja também uma especial e perfeita obra da natureza, é bem mais que uma máquina ou ainda pode ser qualificado entre perfeições ou não. A energia que está entre os aprendizados e as experiências não pode corromper os sinais originais que deram ao ser humano a vida, a matéria e a luz da Obra Divina. Por mais que haja desafios múltiplos, a dignidade de estar neste campo de fraternidade é o que se desenvolve entre os que são sensíveis e capazes de mudar todo o complexo sensorial . O que está além do ser humano e pode ser acordado como um novo humano, talvez se encaixe nestes paradoxos.
Visível ao universo e ao coração, o cérebro interconecta com a Essência antes mesmo de qualquer outro trauma e evolução. Enquanto isto, observamos a Fonte. https://www.facebook.com/NevlownS/








Muitos arquivos e vídeos, links e informações que precisam de observação e escolha pessoal para garantir ao buscador uma energia pura ao que se dedica.


Entre projetos e muitas experiências para verificação e ampliar as propriedades do caminho pessoal, da transformação e melhorar ao ponto do acolhimento correto aos que precisam deste apoio para sua vida.


Assim, apenas são marcadas as mensagens que tragam valorização, paz e representem um avanço verdadeiro em cada olhar profundo para a Vida que tens em alquimia e luz.


Sejamos observadores e sensíveis ao reconhecer o esforço de tantas pesquisas e relatos, podemos ser livres em escolhas e apresentarmos nossa própria energia transformada pela autenticidade. O espaço interno na forma consciente revela a intensidade de cada Ser.


Playlist Sindromes e Síndromes 2 em Terapiastral


https://www.youtube.com/playlist…


https://www.youtube.com/playlist…


Facebook página
https://www.facebook.com/NevlownS/




18 de jan. de 2019

Síndromes, dor e pesquisas


Síndromes múltiplas 

Em pesquisas gerais em que há a medicina exemplificando os campos físicos, outra alternativa na busca de ligações com química e a alimentação que transforma o corpo em algum melhor  potencial para cada síndrome.


Síndromes de Sensibilización Central
https://youtu.be/16wjFT_newk

PABLO ARNOLD LLAMOSAS MEDICO ESPECIALISTA MEDICINA INTERNA E INMUNOLOGICA

https://kaosenlared.net/barcelona-charla-mejora-sustantiva-en-el-diagnostico-del-sindrome-de-fatiga-cronica-encefalomielitis-mialgica/?fbclid=IwAR1WJvDpNFp-8j9t_fYoJtgYLg2Gt0fwKycf7sQWNxbWYiW8_qVyJj8x308



Dr José María Gómez Argüelles
https://youtu.be/qv2cJPH5rck

www.afibrom.org


Neuro http://fibromialgia247.com/inflamacao-cerebral-extensa-presente-em-pacientes-com-fibromialgia-mostra-recente-estudo-multicentrico/?fbclid=IwAR3LwnVW5V3qdhuSHmnUgnphzxtT4U2eDlLLHkTpSBFWXcPm9QJBbSq8Kkk




Fígado Vesícula Andreas Moritz




 água do mar    https://youtu.be/v4rbdBQTFqg
                     
https://youtu.be/Yy6q85a79kw

Angel Gracia 
https://youtu.be/eiXP1Kv01Us

Parte1: http://youtu.be/c4_Ob7xdXko Parte2: http://youtu.be/WauowmKxeTs


Adremal
https://youtu.be/jZs2bd2Vqw8



https://www.singular.med.br/midia/blog/326-voce-sabe-o-que-e-sensibilizacao-central.html




 ***  Em pesquisas :







https://www.facebook.com/NevlownS/


20 de nov. de 2018

Linguagens da dor

Pesquisas
Síndromes múltiplas 

Pesquisas Síndromes 
O pedido

http://sollessa.blogspot.com/2018/11/o-pedido_16.html

Direcionado a pesquisadores, colaboradores e pacientes que podem transformar cada caso em uma nova e melhor direção à vida humana nestes campos de síndromes.

Em busca de pessoas que possam ampliar os campos de pesquisas com respostas mais avançadas.


O que é a Fibromialgia além do nome ? Bem, algumas idéias sobre a manifestação desta síndrome que nunca está só ( há inúmeros fatores adicionais conforme cada caso, comorbidades, reações e pontos de vista clínico ou alternativo.
Porém, é o Ser Humano que passa pelo processo uma grande busca entre desafios e fases, sem uma fórmula que funcione para a maioria e mínimos dados práticos, uma vez que as pesquisas são caras e distantes da realidade desses da situação [FM/FC/SQM & afins]

https://www.youtube.com/playlist?list=PLAF99DAA939974298


Em campo há muitos anos variando pesquisas e buscando sinais de melhora a cada situação. Os gastos não são práticos e exigem observador atento e criativo. Em cada busca e avaliação pessoal e de campo, observar que os resultados com medicação ( minha ótica pessoal) só mascaram e pioram as buscas. Claro que dores são infinitas e descrever é improvável. Algum medicamento natural ou alternativo precisa ser ajustado para controlar as alterações constantes e desafios. No campo pessoal ( há quase 30 anos) eram os pontos de dor, sem diagnóstico adequado. Experiência nos últimos 11 anos sem medicação convencional. Inúmeras terapias, autodesenvolvimento importante e chuvas de pesquisas bio/ortomolecular/ quântica/ alternativos sistemas de controle. Associação com fadiga crônica e a nada conhecida Síndrome da química múltipla com marcadores de medicamentos ( efeitos colaterais ?) Enfim, sempre de olho nas possibilidades de uma melhora.

Infelizmente, valores humanos são filtros que nem todo profissional que detém conhecimentos sobre casos similares, possuem em aberto. Deparando graves questões financeiras e dificuldades de acessibilidade ¶ aos que seriamente apontam soluções¶ uma minoria tenta equilíbrio, mudanças alimentares, de buscas pessoais e de postura de vida.
Tantos indevidamente orientados ou resistentes à busca integrativa, muitos não sabem a direção de buscas que atenuam a dor. Enquanto isso rever os meios prováveis e soluções de saúde, alimentares e disciplinares,dimensão própria. Distante da vida "normal" que outra maioria sem síndrome chama de verdade, fortalecer o Eu Maior. É fato rever situações ligadas a stress num todo ( energia físico emocional, dimensões)
O vegatest apresenta indicadores químicos, a energia necessita de equilíbrio e apoio incondicional, é preciso tudo o que instrui com qualidade múltipla. O Agora!? Eterno buscador e observador. 🕉☯ Contribua com atualizações e pesquisas


Sindromes álgicas
https://youtu.be/Whoe4uoDCyI

https://youtu.be/MEloFM6zu3M

****** https://youtu.be/EnrPc2U__tw

FADIGA ADRENAL ( CORTISOL) BUSCAS SOBRE FADIGAS
https://www.youtube.com/watch?v=2HToawSiFoA

Fibromialgia dor e sensibilidade Muscular - tratamento do desequilíbrio energético
https://youtu.be/eUp3uRiLcSg

https://youtu.be/exKgfBGGmYE

https://youtu.be/rmhsJbWtK1c

Múltipla
https://youtu.be/8cDyhmT5rLU

https://youtu.be/BIey78Ug9DA

https://solar8.blogspot.com/2019/01/sindromes-dor-e-pesquisas.html


https://www.sessec.org/
https://www.shcmedical.es/enfermedades/sindrome-sensibilidad-central/


http://fibromialgia247.com/100-sintomas-de-fibromialgia/



http://fibromialgia247.com/quando-a-fibromialgia-afeta-seus-pes/


https://www.efesalud.com/sindrome-sensibilidad-central


https://www.shcmedical.es/enfermedades/sindrome-sensibilidad-central/

https://www.saudecuf.pt/mais-saude/artigo/fadiga-cronica
http://www.myos.com.pt/default.aspx



https://www.tuasaude.com/fadiga-adrenal/


21 de mai. de 2017

Mudança na cor dos olhos

https://uranianos.wordpress.com/2014/08/22/mudanca-na-cor-dos-olhos-faz-parte-do-processo-do-poder-da-alma/


Mudança na cor dos olhos faz parte do processo do Poder da Alma

Fabito Luz 3 Nunca pensei que aos 53 anos de idade meus olhos mudariam de cor. Estava bem acostumado com  eles castanhos escuros, até que um dia no I Encontro da Portal Mundo Invisível alguém tirou uma foto quando eu explanava sobre os Uranianos e o Poder da Alma, e meus olhos pareciam estar muito mais claros . A foto é esta abaixo. No início apenas achei que podia ser um reflexo do ambiente em que estava, mas algumas pessoas que estavam no evento comentaram a diferença. Continuei não dando tanta importância ao fato.
Mas depois, um dia, sozinho em casa, fui ao banheiro e quando olhei para os meus olhos estavam muito azuis, e eu realmente não acreditei no que vi. Preferi achar que de novo, tínhamos ali muita luz sobre o espelho. Depois, sonhei com o Comandante Vitzo e vi fabito olho verdeseus grandes olhos azuis esverdeados. Comecei a entender o que estava ocorrendo. Como não tenho pressa em minhas pesquisas, fui dando tempo ao tempo. E o tempo mostrou a mim e a uma testemunha que meus olhos ficavam azuis assim como minha energia se transformava. Não fotografamos o evento, porque simplesmente não acreditávamos no que víamos. Foi muita emoção. E o fenômeno durou pouco tempo.
Agora, mais  focado nesta transformação, apresento algumas das dezenas de fotos que pode justificar muita coisa para mim e para muitos, e absolutamente nada aos negativos, que vão dizer que isso é photoshop, lente de contato,etc,etc. As bobagens de sempre. Digam o que quiserem. Isso faz parte de toda a pesquisa que realizo para trazer a humanidade outro ponto de vista, mais amplo e mais natural baseado nos fenômenos que ocorrem quando lidamos com energias extradimensionais  e principalmente, no meu caso, energias uranianas. olharcastanho 1
Meus olhos ficam castanhos a maior parte do dia, mas em algum momento mudam, e quando posso e tenho ajuda para fazer as fotos, elas se tornam provas incontestáveis de que podemos mudar, inclusive fisicamente, quando trabalhamos juntos com a energia de nossas almas criadoras, que são em sua grande maioria, almas extraterrestres ligadas ao nosso espírito humano. Abaixo, a explicação inicial do Comando Uraniano na Terra sobre os fatos ocorridos.
fabito green eyes
Porque olhos mais claros?
Fabio, habitualmente fazemos pesquisas com elucidações atômicas provenientes do cérebro e da química humana.  Por enquanto, estamos testando seus olhos para que possam entender que é possível a transmutação energética presente neles. Eles estão verdes ou azulados em vários momentos do dia, principalmente naqueles em que sorri para o mundo. Quando sorri para o mundo, sua alma uraniana permanece em conexão direta com seu espírito carnal e transformações ocorrem, principalmente em seus olhos.
O processo do contato direto com sua energia da Alma, faz com que isso se torne corriqueiro em sua vida e também na vida de quem partilhar desta conexão pessoal com suas próprias almas, porque é natural que vocês precisem de provas e elas estão chegando e estão agora estampadas na face de vocês.
olhos2
Várias pessoas responsáveis energeticamente interagem com suas almas extraterrestres e adquirem contornos semelhantes desta operação de congraçamento entre forças, e nada mais natural que o Poder da Alma sobressaia em detalhes físicos, como a mudança da cor dos olhos.
Não é um milagre, é apenas ciência da quinta dimensão, adquirida por este autor devido ao seu envolvimento com as Forças Uranianas. Provavelmente, caso deseje, ele ficará por mais tempo com seus olhos coloridos pelo Poder da Alma, até chegar ao azul claro esverdeado, cores comuns ao seu aspecto da alma.
Todos os que estudam os fenômenos uranianos devem passar pelos processos de amadurecimento, que ainda podem levar anos para alguns e se pronunciar rapidamente para outros. É necessário entendimento e clareza sobre o assunto, pois estamos alterando principios genéticos para tornar olhos castanhos escuros em olhos mais claros.
Não são milagres, não são lentes coloridas. Apenas uma demonstração de Amor Universal a causa uraniana e a causa extradimensional, já que agora possuem uma porta segura para aumentar seus estudos e percepções.

olho6
Alma é vida. É outro corpo molecular, proveniente de outra dimensão e vocês agora, com a ampliação da consciência podem usufruir destes benefícios aparentemente estéticos, mas de grande valia no sentido de provar o Poder da Alma sobre o corpo humano da terceira dimensão.
Vocês são seres universais agora. E saibam que isso mudará muita coisa em vocês. Aproveitem porque isso é só o começo. O Todo está autorizando estas mudanças para os querem e podem sofrer mutações neste momento, para que mostrem ao mundo terrestre que é necessário ampliar a mente e a percepção das coisas como sempre viram.

imagem7
Este fenômeno como é visto por vocês, será natural para muitas pessoas envolvidas com o Poder da Alma e em breve, o ser humano lúcido saberá distinguir em si mesmo, todo tipo de ilusão de todo tipo de realidade cósmica.
Aos que sabem do que estamos falando, continuem seus estudos e percebam suas mudanças diárias. Aos que ainda permanecem adormecidos, comecem a andar pelos caminhos do universo e despertarão!
Comando Uraniano na Terra

1 de dez. de 2016

Dores físicas e Fibromialgia, Síndromes

Fibromialgia



A fibromialgia foi reconhecida como doença pela Organização Mundial da Saúde (OMS) em 1992. Atualmente, a fibromialgia afeta 4% da população, sendo que deste total quase 90% são mulheres.
É conhecida como a “doença invisível” porque afeta todas as partes macias do aparelho locomotor e não pode ser diagnosticada facilmente através de exames médicos. A fibromialgia não se vê, não deixa marcas na pele nem provoca feridas que outros possam ver. É uma dor solitária, desesperadora.

Sofrer de fibromialgia é algo muito duro: não sei como vou acordar hoje, se conseguirei me mexer, se poderei rir ou só terei vontade de chorar… O que eu sei com certeza é que não finjo: eu sofro uma doença crônica.
Atualmente ainda se desconhece a etiologia desta doença, mas o que sabemos é que ano após ano são mais pessoas diagnosticadas, por isso a medicina está tentando trabalhar em uma intervenção o mais globalizada possível, incluindo, evidentemente, o aspecto biopsicossocial.
Hoje queremos apresentar algumas dicas básicas para que você possa enfrentar a doença com força, melhorando a sua qualidade de vida na medida do possível. Quando uma pessoa não pode se levantar da cama porque sente que “agulhas ardentes” ferem as suas articulações, não está fingindo nem procurando uma desculpa para não ir ao trabalho. Quem sofre de fibromialgia deve adicionar à sua própria doença a incompreensão social, com a sensação de se sentir invisível em um mundo que só acredita no que vê.
O principal problema da FM (fibromialgia) está na controvérsia da sua origem: psicológica ou orgânica. Estas são as principais conclusões que os especialistas apontam:
Possível origem da fibromialgia


É preciso esclarecer em primeiro lugar que não existe evidencia médica que relacione a fibromialgia com uma doença psiquiátrica.
Alguns autores falam de que cerca de 47% dos pacientes sofrem de ansiedade, mas é preciso considerar também que esta dimensão psicológica pode ser uma resposta da própria dor, da própria doença.
Segundo um trabalho publicado na revista “Arthritis & Rheumatology” quem sofre de fibromialgia experimenta uma maior hipersensibilidade à estimulação sensorial cotidiana.
Através de uma ressonância magnética os pesquisadores descobriram que frente a um estímulo visual, tátil, olfativo ou auditivo, as regiões de integração sensorial cerebral sofrem um sobre estímulo maior que o normal.
As pessoas com fibromialgia têm um maior número de fibras nervosas sensoriais nos seus vasos sanguíneos, de modo que todo estímulo ou mudança de temperatura causa uma dor intensa.






Algo a considerar é que qualquer fator emocional irá aumentar a sensação de dor nestas fibras nervosas. Uma situação pontual de estresse irá resultar em uma sobrecarga na estimulação e em dor, e a sensação de dor e cansaço crônico pode conduzir o paciente à impotência e inclusive a uma depressão.
Portanto, caímos em um círculo vicioso no qual uma doença de origem orgânica é aumentada pelo fator psicológico. Por isso, vale a pena controlar a dimensão emocional para atenuar ou pelo menos “controlar” a origem etiológica.
Estratégias psicológicas para enfrentar a fibromialgia
A dor crônica faz parte da nossa realidade social, sendo a fibromialgia (FM) uma das suas principais causas. Agora que já temos clareza de que fatores como estresse ou a tristeza irão aumentar a sensação de sofrimento, é importante introduzir algumas estratégias básicas de enfrentamento que podem ajudar.

Hoje você se levantou, se vestiu e pode sair para a rua. Ninguém mais entenderá as suas conquistas, mas esses pequenos triunfos são importantes para você e devem lhe dar forças: você pode ser mais forte que a sua doença.


~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~
Nota particular.
Entre mais outros dados de pesquisa obter esclarecimentos caso a caso sobre a Fadiga Crônica, estados do Stress e da síndrome de química múltipla ( SQM)
Normalmente os fatores se apresentam em trios e não é dada a informação correta, por se observar apenas físico e emocional, entretanto o campo é maior com sintomas de energias alteradas e resultados físicos complexos, piorando quando há medicação sem conhecimento do processo integral.
Estudos da Espanha e Portugal são importantes para contribuição desta pesquisa e juntando a novos equipamentos de biorressonância para aprimorar entendimentos. A quântica ajuda muito a entender os campos paralelos que influenciam nas síndromes, a importante tarefa de assumir a energia e deixar o trajeto social e comum para uma finalidade de vida maior e pessoal.




Fadiga crônica:

tratamento com suplementos e ervas

Fadiga crônica: tratamento com suplementos e ervas
Sentindo-se com Fadiga o tempo todo? Você não está sozinha(o). Na verdade, a fadiga é uma das queixas mais comuns que levam os adultos a consultórios médicos. A boa notícia é que graças aos conhecimentos atuais em termos de suplementação, associada a avaliação clínica, laboratorial e corroborados pela bioressonância, podemos detectar a origem da fadiga e tratá-la sem efeitos colaterais.


– Algumas causas da fadiga são óbvias, como: Falta de sono ou uma doença médica, mas muitos outros são mais difíceis de identificar: Depressão ou ansiedade, Excesso de trabalho, Vida sedentária, Fatores nutricionais, ou mesmo um Medicamento pode contribuir para a fadiga ou causar uma sensação de baixa energia.
– A fadiga pode ainda ser devido a várias outras causas, tais como: – Infecções, – Déficit do Eixo Hipotálamo-Pituitário Adrenal (HPA) – Pressão Arterial Anormalmente Baixa e Tonturas (Hipotensão Mediada Neuralmente) – Deficiência Nutricional – Insuficiência cardíaca congestiva, – Hipotireoidismo ou diabetes. – Perturbações do sono provocadas pela menopausa, ou – Mudanças físicas que acompanham o envelhecimento. – Correlações com síndrome de fadiga crônica: – Fibromialgia, – Viroses ou em recuperação de, – Disfunção imunológica, – Baixa de oxigênio, – Problemas intestinais, – Toxicidade de metais, – Toxicidade química e sensibilidade química, – Depressão e – Dores musculares e articulares.


Das causas de fadiga a principal relaciona-se a deficiência das supra-renais, em geral devido a um estresse crônico.
Alguns fatores comuns que colocam o excesso de estresse em suas glândulas supra-renais como:
– Raiva, medo, ansiedade, culpa, depressão e outras emoções negativa.
– Excesso de trabalho, incluindo a tensão física ou mental
– Excesso de exercício
-Privação de sono
– Interrupção do ritmo circadiano pela luz (como trabalhar no turno da noite ou muitas vezes ir dormir tarde)
-Entre as infecções destacam-se: – Vírus Epstein-Barr, também conhecida como mononucleose – Herpesvírus humano 6, comum em pacientes com AIDS ou em receptores de transplantes, ou usuários de imunossupressores – Infecção por enterovírus – Rubéola – Candida albicans – Bornavirus – Mycoplasma – vírus Ross River – Coxiella burnetti, o agente que causa a febre Q – HIV, o vírus que causa a SIDA, – Vírus xenotrópico de vírus da leucemia murina (XMRV), um gammaretrovirus






Se há Fadiga é fundamental comer corretamente para ter a energia correta: uma dieta equilibrada que inclua uma variedade de carboidratos, proteínas e gorduras, com ênfase em vegetais, grãos integrais e óleos saudáveis. Mas, tomar um multivitamínico aleatoriamente não vai garantir que você obtenha as vitaminas e minerais que você precisa, somente tendo exames em mãos, juntamente com a análise dada pela bioressonância, poderemos estabelecer quais os suplementos estão deficientes, para repô-los adequadamente. – Praticar exercícios ao sol pode ser uma ótima dica também.

As pessoas com Fadiga crônica têm esmagadora fadiga e uma série de outros sintomas que não são melhorados pelo repouso em cama e que pode piorar após a atividade física ou esforço mental. Eles muitas vezes funcionam em um nível substancialmente menor de atividade do que eram capazes de antes que eles ficaram doentes. Além da fadiga severa, outros sintomas incluem dor muscular, perda de memória ou concentração mental, irritação, insônia e mal-estar pós-esforço com duração superior a 24 horas. Em alguns casos, o CFS pode persistir por anos..


Terapia com Suplementos
– SUPLEMENTAÇÃO:
Indicados a Fadiga de acordo com a avaliação clinica, exames complementares e corroborados pela bioressonância para sabermos qual a opção certa em cada caso, aqui apenas alguns exemplos:
– B-50, 2-3 vezes por dia por 3 meses
– Ácido fólico de 1 a 10 gr ao dia por 3 meses
– Vitamina B-12 2,5grms 3 a 4 x por semana por 3 a 4 meses
– Vitamina C de 10-15 gramas por dia, em doses divididas
– Zinco 30-45 mg ao dia de picolinato de zinco
– Magnésio quelato
– CoQ10 200-400 mg de 3 a 4 doses ao dia
– Acetil-L Carnitina 2 e ½ gramas ou mais, ao dia 3-4 vezes ao dia
– Ginseng
– 5-HTP 750 mg por dia.


Demais Tratamentos (Acupuntura e Homeopatia)
Existem inúmeros relatos clínicos e dados científicos de melhora da evolução de quadros de Fadiga através da associação da homeopatia e acupuntura, devendo ser usadas somente sob a supervisão, e/ou consulta de um profissional de saúde qualificado.
Entre outras ervas cito Alecrim, cavalinha, tribulus,
Claro que todas essas e demais possibilidades devem antes ser checadas através de dados clínicos, anamnese completa, além de exames complementares, podendo incluir o eletro-escaneamento, microscopia e a bioressonância, para termos certeza das melhores opções terapêuticas.
E também sem nos esquecermos dos fatores predisponentes, ou desencadeantes que levaram a este quadro clínico, o que pode até requerer o acompanhamento de demais especialistas.

e-mail paraclement.hajian@gmail.com
Referências ao tratamento da Fadiga: – http://orthomolecular.org/nutrients/vitamins.shtml – http://orthomolecular.org/nutrients/proteins.shtml – http://www.health.harvard.edu/healthbeat/HEALTHbeat_070308.htm – http://articles.mercola.com/sites/articles/archive/2009/09/05/most-common-cause-of-fatigue-that-is-missed-or-misdiagnosed-by-doctors.aspx – http://www.encognitive.com/node/1108 – http://www.restoreunity.org/syndrome_cronic_fatigue.htm – http://orthomolecular.org/nutrients/fats.shtml 

–http://www.criesaude.com/novoortomolecular/fadiga-tratamento-com-suplementos/



Buscador de exames

6 de jun. de 2016

Fibromialgia em pesquisa

 

Pesquisadores descobriram a principal fonte de dor em pacientes com fibromialgia, e ao contrário do que muitos acreditam, não derivam do cérebro. Os resultados marcam o fim de um mistério de décadas sobre a doença, que muitos médicos acreditavam ser fruto da imaginação dos pacientes.
O mistério da fibromialgia deixou milhões de pessoas que sofrem à procura de esperança em medicamentos para a dor. Até recentemente, muitos médicos pensavam que a doença era “imaginária” ou psicológica, mas os cientistas agora revelaram que a principal fonte de dor resulta de um excesso de fibras nervosas sensoriais presentes ao redor dos vasos sanguíneos localizadas na palma das mãos.
A descoberta pode levar a novos tratamentos e talvez até mesmo a uma cura total no futuro, trazendo alívio para milhões de pessoas suspeitas de ter essa doença.
fibro22

Para resolver o mistério da fibromialgia, os pesquisadores concentraram a atenção na pele da mão de uma paciente que tinha uma falta de fibras nervosas sensoriais, que causavam uma reação reduzida à dor.
Eles então pegaram amostras da pele das mãos de pacientes com fibromialgia, e foram surpreendidos ao encontrar uma quantidade extremamente excessiva de um determinado tipo de fibra nervosa.
Anteriormente os cientistas pensavam que essas fibras fossem apenas responsáveis por regular o fluxo de sangue, e que não desempenhassem qualquer papel na sensação de dor, mas agora eles descobriram que há uma ligação direta entre estes nervos e a dor corporal generalizada.
A descoberta também pode resolver a questão persistente de porque muitos doentes têm mãos extremamente dolorosas, bem como outros “pontos sensíveis” em todo o corpo, e porque o tempo frio parece agravar os sintomas. Além de sentir dor profunda generalizada, muitos pacientes com fibromialgia também sofrem de fadiga debilitante.
O neurocientista Dr. Frank L. Rice explicou: “Nós anteriormente pensávamos que estas terminações nervosas só estivessem envolvidas na regulação do fluxo sanguíneo em um nível subconsciente, mas agora temos evidências de que as terminações dos vasos sanguíneos também podem contribuir para o nosso sentido consciente do toque, e também da dor “, disse Rice.
“Este fluxo de sangue mal administrado pode ser a fonte de dores musculares e da sensação de fadiga nos pacientes com fibromialgia.”
Os tratamentos atuais para a doença não trouxeram alívio completo para os milhões de pessoas que sofrem. Terapias incluem analgésicos narcóticos; medicamentos anti-convulsivos, anti-depressivos e conselhos, mesmo simples, tais como “dormir mais e exercitar regularmente.”
Agora que a causa da fibromialgia foi identificada, os pacientes estão ansiosos para uma eventual cura.


Outros assuntos...

 ? O mesmo de sempre?

Dor nos ombros, nos braços, nas costas, nas pernas, na cabeça, nos pés. Quem tem fibromialgia conhece bem o corpo, pois todo ele reclama. Em momentos de crise, até um toque delicado pode incomodar. Pessoas com esse quadro clínico sofrem duplamente, pois a doença demorou a ser reconhecida como um mal físico. “A fibromialgia já foi confundida com depressão e estresse.

Por falta de informação ─ e diagnóstico ─, os pacientes ainda tinham que sofrer na alma o transtorno que a dor já impunha ao corpo”, comenta o geriatra Eduardo Gomes de Azevedo, diretor da rede de Clínicas Anna Aslan.

Atualmente, com o avanço dos estudos e pesquisas, as evidências comprovam que a fibromialgia é doença física, sim. Não se trata de uma síndrome invisível. Há trabalhos científicos mostrando que o portador apresenta alterações na anatomia cerebral. Um desses estudos apresentado no fim do ano passado, na França, mostrou que graças a um exame por imagem chamado Spect (tomografia computadorizada por emissão de fóton), os médicos do Centro Hospitalar Universitário de La Timone, em Marselha, constataram que no cérebro de 20 mulheres com esse tipo de hipersensibilidade havia um fluxo maior de sangue em regiões que identificam a dor.

Paralelamente, notaram uma queda de circulação na área destinada a controlar os estímulos dolorosos. Nas dez voluntárias saudáveis que participaram da pesquisa, nenhuma alteração foi detectada. Este trabalho se soma a inúmeros outros sobre a presença do distúrbio, como o aumento dos níveis de substância P, o neurotransmissor que dispara o alarme da dor e a menor disponibilidade de serotonina, molécula que avisa ao sistema nervoso que a causa da dor já passou.

Confirmada que a fibromialgia está longe de ser uma doença psíquica, a pergunta que ainda não foi respondida é por que a doença ataca. “Quando soubermos a sua origem, conseguiremos dominar a causa e encontrar a cura”, observa o médico. Por enquanto, o que se conhece são os gatilhos do terrível incômodo ─ fatores que desencadeiam a crise, como o estresse pós-traumático ─, além dos meios de minimizar o quadro e devolver qualidade de vida aos pacientes.

Muitos profissionais de saúde acreditam que, a associação de drogas como antidepressivos e neuromoduladores terão efeito sinérgico na briga contra a dor. É que, enquanto o antidepressivo eleva a oferta de serotonina e noradrenalina, sedativos naturais do sistema nervoso, os neuromoduladores alteram a transmissão do estímulo doloroso para o cérebro, diminuindo os níveis da tal substância P.

Já as drogas como os opióides, com exceção do tramadol, não são muito eficazes no tratamento fibromialgias. “O consenso é que no rol de cuidados não podem faltar remédios, atividade física aeróbica e uma boa alimentação. Um exemplo: caminhar de três a quatro vezes por semana, durante 30 minutos, libera substâncias prazerosas como as endorfinas e relaxa a musculatura. Alguns portadores que seguem esse receituário chegam até a dispensar a medicação”, avalia o geriatra.

Segundo Azevedo, que também é adepto da prática ortomolecular, durante o tratamento, é preciso “ensinar ao paciente algumas artimanhas para evitar os fatores estressantes, que são gatilhos para a dor. Técnicas de respiração, de relaxamento e de visualização, em que o indivíduo imagina caminhos para o alívio, são alguns exemplos”.

http://www2.uol.com.br/sciam/noticias/pesquisas_demonstram_que_fibromialgia_e_mal_fisico.html

Especialista esclarece dúvidas sobre Fibromialgia




A fibromialgia é considerada uma das síndromes crônicas mais dolorosas de nosso tempo, com sintomas que podem afetar seriamente a qualidade de vida dos pacientes, pois afeta todo o sistema músculo-esquelético. 
O termo “fibromialgia”, criado em 1976, deriva da conjunção das palavras “fibro” (fibra ou tecido conjuntivo, em latim) com os vocábulos gregos “mi” (músculo) e “algia” (dor). Mas só foi reconhecida como uma doença pela Organização Mundial de Saúde em 1992.
A doença é associada a uma grande variedade de sintomas, tanto físicos, como fatiga persistente e distúrbios do sono, quanto mentais, como ansiedade e depressão.
Embora afete apenas uma parcela mínima da população, nos países onde há um acompanhamento mais próximo dos pacientes, seus efeitos a tornam digna de análise e atenção da comunidade médica.
O médico Fernando A. Rivera, da Clínica Mayo de Jacksonville, Flórida, membro do Colégio Médico dos Estados Unidos e docente da Escola de Medicina associada à Mayo, revela o que é verdade e o que é mito sobre esta doença.

O que é a fibromialgia?
Rivera – A definição mais aceita atualmente  diz que a fibromialgia é uma dor generalizada, crônica, no sistema músculo esquelético, devido a um transtorno do sistema nervoso central na percepção da dor, ocasionando hiperalgesia e alodinia. Em termos mais simples, a hiperalgesia ocorre quando um estímulo, que normalmente é doloroso, provoca uma dor ainda maior no paciente; a alodinia, por sua vez, significa sentir dor por estímulos que normalmente não deveriam provocá-la.
A origem da doença é conhecida?
Rivera – Até agora só se conseguiu saber que o surgimento e a intensificação dos sintomas da fibromialgia podem estar relacionados a fatores estressantes, tanto físicos quanto emocionais.
Que percentagem da população é afetada pela fibromialgia?
Rivera – Em nível mundial, diz-se que a prevalência está entre 2% e 3%, ainda que se tenha taxas de 5% a até cerca de 10% em atendimento primário. Nos Estados Unidos, a porcentagem é similar: em torno de 2% da população sofre a doença, sendo mais frequente entre as mulheres, à razão de nove por um em comparação com os homens. Calcula-se que cerca de 10 milhões de norte-americanos têm fibromialgia.
O que se entende por dor generalizada?
Rivera – Em 1990, a Sociedade de Reumatologia dos Estados Unidos definiu “dor generalizada” como a que ocorre nos dois lados do corpo, esquerdo e direito, tanto acima quanto abaixo da cintura, além de dor esquelética axial, isto é, afetando a coluna cervical, a parte anterior do tórax, a espinha torácica ou a parte baixa das costas. Além disso, o paciente deve sentir dor em pelo menos 11 de 18 pontos predeterminados, denominados “pontos sensíveis”, que respondem dolorosamente quando apalpados. Entre esses pontos, podemos citar a base do pescoço, o cotovelo, a parte medial dos joelhos próxima à articulação, e os glúteos.
Que tipo de toque provoca essa resposta de dor?
Rivera – Quando é aplicada uma força aproximada de 4 quilos. Para um ponto sensível ser considerado positivo à dor, o paciente deve declarar que a palpação efetivamente lhe causou dor, tendo em conta que “doloroso” não é o mesmo que “sensível”.
Mas pode se tratar de um trauma passageiro?
Rivera – Não é assim. Pacientes com dor generalizada e sensibilidade em pelo menos 11 dos 18 pontos e que sentem essa dor por um período mínimo de três meses sofrem de  fibromialgia.  O diagnóstico clínico da fibromialgia também não é descartado se o paciente tem um segundo distúrbio clínico – como de origem psiquiátrica, que podem ter efeitos físicos, como crises de pânico, ansiedade, depressão, anorexia nervosa, hipocondria, etc.
Pode ocorrer um diagnóstico de fibromialgia, no caso de algum outro problema?
Rivera – Em 2010, a Sociedade de Reumatologia dos Estados Unidos concluiu que, para confirmar o diagnóstico da fibromialgia, o paciente tem que apresentar três fatores:
a) Ter um índice de dor generalizada de 7 (em escala de 0 a 19) e índice 5, em escala de gravidade sintomática de 9 pontos; ou índice de dor entre 3 e 6, porém com escala de gravidade sintomática de 9 pontos;
b) Ter tido esses sintomas, na mesma intensidade, por pelo menos três meses;
c) Não ter algum outro problema que possa ser a origem da dor. A equipe médica deve fazer um diagnóstico diferencial, para descartar outras patologias que possam ser confundidas com a fibromialgia, como a polimialgia reumática, infecções virais, artrite reumatoide em fase inicial, déficit severo de vitamina D, tumores cancerosos malignos, entre outros.
A fibromialgia tem sintomas associados?
Rivera – Sim. Por exemplo, a fibromialgia pode causar embaralhamento do cérebro, que consiste em problemas de raciocínio e memória; dores de cabeça ou enxaquecas; hipersensibilidade à luz, aos sons, odores e temperatura; cólon e bexiga irritáveis; dor pélvica, dor na articulação temporomandibular (a articulação entre o osso temporal do crânio e a mandíbula, responsável pela função mastigatória). Também podem ocorrer náuseas, parestesia (sensação de adormecimento e formigamento), perda do equilíbrio e infecções crônicas ou recorrentes, como sinusite ou infecção respiratória alta, a que afeta o trato respiratório superior (nariz, seios nasais, laringe, faringe). Outros fenômenos que causam fatiga no paciente são os distúrbios do sono e a “síndrome das pernas inquietas”, que é, basicamente, sentir dor nas pernas durante a noite e fazer movimentos involuntários para tratar de aliviá-la, o que afeta mais frequentemente pessoas de meia idade e idosos.
Exames de laboratório podem ajudar o paciente?
Rivera – Ainda que não haja biomarcadores específicos para indicar a presença da fibromialgia, é útil pedir um hemograma completo, que inclua a velocidade de sedimentação globular e o nível de proteína C reativa. Esta se eleva quando há inflamação no organismo, ainda que não haja indicação de sua localização exata. Também convém pedir outros exames, como teste da função da tireoide, nível da vitamina D, painel metabólico completo, testes-padrão de detecção do câncer (antígeno específico da próstata, por exemplo). Um eletrocardiograma, em caso de fatiga extrema, assim como uma tomografia articular, se houver suspeita de sinovite, ou seja, irritação na membrana que cobre as articulações.
Se um clínico geral suspeita que um paciente tem fibromialgia, a quais especialistas deve encaminhá-lo, para confirmar ou não o diagnóstico inicial?
Rivera – Como os sintomas são tão variados, já que não há uma causa específica que desencadeia a fibromialgia, uma vez que não é possível diagnosticá-la por qualquer método laboratorial e clínico, ou radiográfico, é necessário dar ao problema um enfoque multidisciplinar, que inclua informações de reumatologista,  especialista em medicina da dor e também psiquiatra ou psicólogo.
Como se trata a fibromialgia?
Rivera – Com terapia não farmacológica e/ou farmacológica. A terapia não farmacológica consiste em educar o paciente para melhorar sua atual condição de vida. Fazer exercícios de baixo impacto (aeróbico, natação) de forma regular, terapia física e terapia cognitivo-comportamental. Deve considerar ainda terapias que envolvem o corpo e a mente, como ioga, tai-chi ou qigong, meditação com respiração rítmica, terapias complementares, como massagens e acupuntura, trabalho criativo (arte, música, dança). Em suma, é preciso fomentar a própria capacidade de cada indivíduo de se recuperar física e emocionalmente, depois de um efeito contrário, traumático ou nocivo.
A terapia farmacológica considera antidepressivos tricíclicos, como amitriptilina e ciclobenzaprina; inibidores da recaptação da serotonina e norepinefrina, como duloxetina e milnacipran; inibidores seletivos da recaptação de serotonina (não há clareza com respeito a quais; há informações contraditórias); e agentes antiepilépticos, como pregabalina ou gabapentina, que ainda não foram aprovados pela FDA (órgão que controla a comercialização de medicamentos e alimentos nos EUA) para tratamento da fibromialgia.


Fonte: http://acritica.uol.com.br