29 de jul. de 2012

Vampirismo energético

O QUE É UM "SUGADOR DE ENERGIA"?


POR SERMOS UM COMPLEXO ENERGÉTICO, ESTAMOS SUJEITOS A INTERAÇÕES COM VÁRIAS DIMENSÕES DE ENERGIAS QUE PODEM OCASIONAR ASSIMILAÇÃO OU PERDA DE ENERGIA.


SUGADOR ENERGÉTICO É O ATO DE SUGAR ENERGIAS DE PESSOAS, ANIMAIS, PLANTAS, ETC. SÃO MUITOS OS FATORES QUE POSSIBILITAM ESTE PROCESSO: CARÊNCIAS AFETIVAS, SEXUAIS, FINANCEIRAS, INTELECTUAIS, ETC.


TODOS NÓS TEMOS NECESSIDADE DE UMA CARGA ENERGÉTICA VITAL PARA NUTRIR NOSSOS CORPOS FÍSICO E ESPIRITUAL. À MEDIDA QUE GASTAMOS A CARGA ENERGÉTICA VITAL, ELA DEVE SER REPOSTA ATRAVÉS DOS MECANISMOS NATURAIS DE RECOMPOSIÇÃO (RESPIRAÇÃO, ALIMENTAÇÃO, ABSORÇÃO DO FLUIDO CÓSMICO UNIVERSAL E FLUIDOS VITAIS ATRAVÉS DOS CHACKRAS).


A REPOSIÇÃO DESTA CARGA ENERGÉTICA VITAL, NA QUANTIDADE MÍNIMA QUE NECESSITAMOS PARA MANTER A VIDA, DEPENDE DE VÁRIOS FATORES, TAIS COMO: O MODO DE VIDA, O MEIO, A QUALIDADE DOS PENSAMENTOS, DOS SENTIMENTOS, DAS SENSAÇÕES.


UMA PARTE DA ENERGIA QUE PRECISAMOS, OBTEMOS ATRAVÉS DA ALIMENTAÇÃO (CERCA DE 10%). OUTRA PARTE, ATRAVÉS DA RESPIRAÇÃO (CERCA DE 20%), MAS A MAIOR PARTE DE ENERGIA QUE PRECISAMOS VEM ATRAVÉS DO FLUIDO CÓSMICO UNIVERSAL (CERCA DE 70%).


UM SUGADOR DE ENERGIA, VAMPIRO ENERGÉTICO OU ENERGY VAMP É UMA PESSOA QUE TEM NECESSIDADE DE ENERGIA VITAL CÓSMICA E NÃO CONSEGUE ABSORVÊ-LA NATURALMENTE. POR UM MECANISMO VIBRACIONAL, DE FREQUÊNCIA VIBRACIONAL, O SUGADOR SE APROXIMA DE PESSOAS QUE TÊM BOA CARGA DE ENERGIA VITAL.


QUANDO NOS APROXIMAMOS DE OUTRA PESSOA SEMPRE OCORRE UMA SIMBIOSE ENERGÉTICA, POR ISTO ESTAMOS PERMANENTEMENTE TROCANDO ENERGIAS COM OUTRAS PESSOAS, COM AS QUE VIVEM EM NOSSA CASA, NO AMBIENTE DE TRABALHO E EM LOCAIS PÚBLICOS. ASSIM SE ESTABELECE OS MAIS VARIADOS TIPOS DE COMBINAÇÕES ENERGÉTICAS QUE INFLUENCIAM O CAMPO ENERGÉTICO UM DO OUTRO.


QUANDO EM CONTATO COM UM SUGADOR DE ENERGIA, ESTE PRATICAMENTE NÃO TEM ENERGIA PARA TROCAR, ASSIM ABSORVE A ENERGIA DO OUTRO E, POR ESTAR DEBILITADO, METABOLIZA E CONSOME TODA ENERGIA ABSORVIDA E NÃO SOBRA NADA PARA RETORNAR A OUTRA PESSOA. E TODA ENERGIA QUE O SUGADOR ABSORVER SERÁ METABOLIZADA E CONSUMIDA PELOS SEUS ORGANISMOS FÍSICO E ESPIRITUAL, OU SEJA, IRÁ ABSORVER MUITO MAIS DO QUE EMITIR, CAUSANDO ASSIM UM DÉFICIT ENERGÉTICO NA OUTRA PESSOA.


COMO IDENTIFICÁ-LOS?


PESSOAS FÍSICAS E PSICOLOGICAMENTE SADIAS E EQUILIBRADAS NUTREM-SE, DIRETAMENTE, NAS FONTES NATURAIS DE ENERGIA. MAS AS PESSOAS DESEQUILIBRADAS, QUE POR TEREM PERDIDO O CONTATO COM SUA PRÓPRIA NATUREZA INTERNA MAIS PROFUNDA, PERDERAM TAMBÉM A CAPACIDADE DE ABSORVER E PROCESSAR O ALIMENTO ENERGÉTICO NATURAL; PRECISAM, PARA SOBREVIVER, POR EM PRÁTICA UMA HÁBITO OU VÍCIO: SUGAR A ENERGIA VITAL DE OUTRAS PESSOAS O QUE AS TORNA UM SUGADOR DE ENERGIA.

AS CARACTERÍSTICAS DE UM SUGADOR SÃO MUITAS, MAS A PRINCIPAL E DA QUAL TODAS AS DEMAIS DERIVAM, É O EGOCENTRISMO. QUANTO MAIS A PESSOA ESTIVER VOLTADA PARA SI MESMA, CONCENTRADA EM SI MESMA, MAIS ELA TERÁ DIFICULDADE PARA ESTABELECER CONTATO COM FONTES NATURAIS DE NUTRIÇÃO ENERGÉTICA E MAIOR SERÁ A TENDÊNCIA PARA SUGAR ENERGIA VITAL DOS OUTROS.

O EGOCENTRISMO É O RESULTADO DE UM PROCESSO QUE PODE TER INÍCIO NA INFÂNCIA,  PÓS-TRAUMA DE PERDAS OU ATÉ ORIUNDO DE OUTRAS VIDAS. NÃO PODEMOS DESCARTAR A POSSIBILIDADE DO MEIO EM QUE CONVIVE TAMBÉM, POIS EXISTEM CERTOS COMPORTAMENTOS CONDICIONANTES QUE "VICIAM" A PESSOA A SE TORNAR UM NECESSITADO ENERGÉTICO.

NÃO É UMA TAREFA FÁCIL IDENTIFICAR UM SUGADOR DE ENERGIA, ATÉ PORQUE A MAIORIA DELES TEM UM LAÇO AFETIVO COM A VÍTIMA. INCLUSIVE ESTE GRAU DE AFETIVIDADE É UM CAMINHO MAIS RÁPIDO DE SE CONSTITUIR UM SUGADOR DE ENERGIA, POIS POR AFETIVIDADE DOAMOS MAIS ENERGIA COM MAIOR CONSTÂNCIA PARA ALGUÉM EM DÉFICIT E ASSIM O OUTRO SE VICIA EM NOSSA ENERGIA. NA VERDADE SÓ EXISTE SUGADOR SE EXISTIR OS QUE SE DISPÕEM A SEREM SUGADOS.



 PODEMOS DEFINIR ALGUMAS CARACTERÍSTICAS E TIPOS DE SUGADORES:

1- O ESPECULADOR - SÃO PESSOAS QUE FAZEM PERGUNTAS PARA SONDAR O MUNDO DA OUTRA PESSOA, COM PROPÓSITO DE DESCOBRIR ALGUMA COISA ERRADA. ASSIM QUE FAZEM ISTO, CRITICAM ESTE ASPECTO DA VIDA DO OUTRO E SE ESTA ESTRATÉGIA DER CERTO, A PESSOA CRITICADA É VAMPIRIZADA, PASSANDO A DAR ATENÇÃO ÀS CRÍTICAS E CRIA-SE UM VÍNCULO SIMBIÓTICO E O CRITICADO PASSA A TRANSMITIR ENERGIA PARA O SUGADOR.


2- O COITADINHO - É UMA PESSOA QUE CONTA MUITAS COISAS HORRÍVEIS QUE ACONTECEU COM ELE E INSINUA QUE TODOS SÃO RESPONSÁVEIS PELA SITUAÇÃO QUE SE ENCONTRA, MENOS ELE, É CLARO. ESTA PESSOA ESTÁ TENTANDO ENVOLVER VOCÊ POR UM SENTIMENTO DE PENA E DE FORMA PASSIVA COMEÇA A SUGAR ENERGIA DO OUTRO. GERALMENTE ENCONTRA-SE ESTE SUGADOR DENTRO DA FAMÍLIA, ELE SEMPRE QUER DEMONSTRAR QUE A OUTRA PESSOA NÃO ESTÁ FAZENDO O BASTANTE PARA AJUDÁ-LO E O OUTRO SE SENTE CULPADO SÓ DE ESTAR PERTO DELA.


3- O INTIMIDADOR - GERALMENTE SÃO PESSOAS QUE CHEGAM NA VIDA DO OUTRO COMO SE FOSSE O "SALVADOR DA PÁTRIA", AQUELE QUE SE IMPORTOU PELO OUTRO EM UM CERTO MOMENTO DE FRAGILIDADE. ESTE TIPO DE SUGADOR SE MOSTRA FORTE E COMEÇA A ORIENTAR O OUTRO COM ATITUDES DE MANIPULAÇÃO COM OBJETIVO DE MANTER O OUTRO PRESO A ELE. ESTE É O MAIS COMUM E PERIGOSO, POIS GERALMENTE SÃO MANIPULADORES CONSCIENTES. NA VERDADE ELE PRECISA DE ENERGIA DE SUAS PRESAS, ENTÃO AS MANIPULA PARA QUE O OUTRO TENHA RECEIO DE SE AFASTAR.

ESTE TIPO DE SUGADOR CHEGA AO EXTREMO DA AMEAÇA DE AGRESSIVIDADE OU AMEAÇA DE ABANDONO. O SUGADO PASSA A ACHAR QUE SEM O SUGADOR, ELE NÃO VIVE. A PESSOA SUGADA COMEÇA A DAR IMPORTÂNCIA A ESTE TIPO DE PADRÃO VIBRACIONAL COMO UMA SIMBIOSE E ASSIM O SUGADOR ATINGE SEU OBJETIVO, POIS O AGREDIDO PASSA A TRANSMITIR ENERGIA PARA ELE ATRAVÉS DE MÁGOAS, RANCOR, ÓDIO, POIS AO COMBATER A AMEAÇA OU AGRESSÃO COM AGRESSÃO PASSAMOS A SER VAMPIRIZADOS, BAIXANDO ASSIM NOSSO PADRÃO ENERGÉTICO SAUDÁVEL, LEVANDO A ESTÁGIOS DE DEPRESSÃO, SÍNDROME DO PÂNICO, RECLUSÃO SOCIAL; ATÉ HÁ CASOS DE MORTE ENERGÉTICA E FÍSICA.

GERALMENTE UMA FORMA DE IDENTIFICARMOS UM SUGADOR É ATRAVÉS DA VIOLÊNCIA, AGRESSIVIDADE, POR CRITICAR TUDO, RECLAMAR DE TUDO, SE QUEIXAR DE TUDO, POIS ESTAS ATITUDES SÃO FORMAS DE SUGAR ENERGIAS DAS OUTRAS PESSOAS. POR NÃO CONSEGUIREM SE LIGAR A ENERGIA CÓSMICA, PORQUE NÃO SE MORALIZAM, NÃO LARGAM SEUS VÍCIOS, NÃO MUDAM SEU COMPORTAMENTO EGOÍSTICO, ENCONTRAM NESTAS FORMAS DE SER, O MEIO DE SUGAR ENERGIAS DOS OUTROS.


COMO FUGIR DELES?


NINGUÉM NASCE UM SUGADOR DE ENERGIA, MAS PODE SE TORNAR UM DELES MUITO FACILMENTE. TODOS NÓS SOMOS NATURALMENTE DOTADOS DE MECANISMOS DE DEFESA CONTRA PERDA DE ENERGIA VITAL, MAS QUANDO PERDEMOS A POSSE E CONTROLE DO NOSSO CENTRO DE GRAVIDADE POR ESTRESSE, CANSAÇO, TRISTEZA, DEPRESSÃO, MANIA, FRUSTRAÇÃO E NEUROSE, ALTERAMOS E DEBILITAMOS A ESTRUTURA DO NOSSO CORPO SUTIL, TORNANDO-O PERMEÁVEL A INVASORES. É UMA QUESTÃO DE PADRÃO VIBRACIONAL. ASSIM NOS TORNAMOS PRESAS FÁCEIS DOS SUGADORES DE ENERGIAS, PORQUE ACEITAMOS SUAS PROVOCAÇÕES COM FACILIDADE E ISTO NOS VINCULA A ELES.

NÃO HÁ NECESSIDADE DE SE AFASTAR FISICAMENTE DO SUGADOR DE ENERGIA, ATÉ PORQUE A MAIORIA DELES SE ENCONTRA EM NOSSA FAMÍLIA, CÍRCULO DE AMIZADE E ATÉ NOS RELACIONAMENTOS AFETIVOS. MAS PODEMOS NOS PROTEGER DELES, MUDANDO NOSSO PADRÃO VIBRACIONAL PARA QUE A SINCRONICIDADE (SIMBIOSE) ENERGÉTICA SE ROMPA. AS RELAÇÕES PODEM CONTINUAR SE ASSIM CONSEGUIRMOS ROMPER O CICLO E O SUGADOR PODE CONTINUAR UM SUGADOR, MAS NÃO DE NOSSA ENERGIA.

A MELHOR FORMA DE NOS DEFENDERMOS DELES É IDENTIFICÁ-LOS. GERALMENTE ISTO ACONTECE UM BOM TEMPO DEPOIS QUE PERCEBERMOS QUE HÁ ALGO ERRADO. IMAGINEMOS QUE NOSSO CAMPO VIBRACIONAL DE ENERGIAS SUTIS POSSUI CENTROS DE ENTRADA E SAÍDA DE ENERGIAS, CONHECIDOS COMO CHAKRAS. É ATRAVÉS DOS CHAKRAS QUE REGULAMOS A NOSSA ENERGIA, É POR ELES QUE NOS ALIMENTAMOS DE ENERGIA VITAL CÓSMICA. NÃO EXISTE UM LIMITE PARA QUANTIDADE MÁXIMA DE CARGAS ENERGÉTICAS. QUANTO MAIS, MELHOR, TEREMOS MAIS VIDA ATIVA.

MAS A PRINCIPAL DEFESA ESTÁ EM OBSERVARMOS NOSSOS SENTIMENTOS. O FLUIDO CÓSMICO VITAL É ABSORVIDO POR TODOS OS CENTROS DE FORÇA, PORÉM OS CHAKRAS SÃO OS RESPONSÁVEIS PARA TRANSFORMAR O FLUIDO CÓSMICO EM FLUIDO VITAL E DIRECIONÁ-LO PARA O ORGANISMO DE ACORDO COM OS SENTIMENTOS DA PESSOA.

QUANDO TEMOS BONS SENTIMENTOS ESTAMOS SEMPRE COM NOSSO FLUIDO VITAL NO MÁXIMO, QUANDO ALTERAMOS ESTES BONS SENTIMENTOS PARA MAUS, FICAMOS NO NÍVEL INTERMEDIÁRIO. QUANDO A MAIOR PARTE DO TEMPO, CULTIVAMOS MAUS SENTIMENTOS, O NOSSO NÍVEL DE FLUIDO VITAL FICA NO NÍVEL MÍNIMO, NOS TORNANDO PRESAS FÁCEIS PARA OS SUGADORES. LOGO NÃO EXISTEM SUGADORES SEM EXISTIR OS QUE SE PROPÕEM A SEREM SUGADOS.

EXISTEM PESSOAS QUE TÊM A FACILIDADE DE TER VÁRIOS SUGADORES DE ENERGIA, PORÉM O SUGADOR DE ENERGIA ELEGE SÓ UMA VÍTIMA POR VEZ ATÉ QUE ELA SE LIBERTE OU PERCA TODA SUA ENERGIA VITAL, DAÍ O SUGADOR PROCURA A PRÓXIMA VÍTIMA. ISTO PORQUE DRENAR ENERGIA DE UMA PESSOA FRACA E DOENTE, CAUSA DANOS PARA O SUGADOR; LOGO ELE SÓ SUGA DE QUEM TEM BOA ENERGIA.


COMO NÃO SE TORNAR UM "SUGADOR DE ENERGIA"?


PARA NÃO NOS TORNARMOS UM SUGADOR DE ENERGIA, PRECISAMOS OBSERVAR ALGUNS ASPECTOS ABAIXO:


1- OBSERVE AS MUDANÇAS DE HUMOR DRÁSTICAS QUE DEPENDEM DO NÍVEL DE SUA ENERGIA PESSOAL: PODE IR RAPIDAMENTE DE UM ESTADO DE EXCESSO DE ENERGIA, FELIZ, BEM DISPOSTO, SAUDÁVEL, PARA O EXTREMO DEPRESSIVO. AS PESSOAS QUE TÊM ESTA TENDÊNCIA PRECISAM PROCURAR UMA AJUDA TERAPÊUTICA PARA SE ENTENDER MELHOR, PORQUE MUITAS VEZES ELAS NÃO PERCEBEM QUE ESTÃO COM CERTOS COMPORTAMENTOS, MAS SENTEM ESTA OSCILAÇÃO.


2- OBSERVAR SEUS ESTADOS DE FLUTUAÇÃO COMO DEPRESSÃO E BAIXA DE ENERGIA, QUE FAZ COM QUE PROCURE ALGUÉM QUE TENHA PENA OU QUE CUIDE DE VOCÊ, COLOCANDO-O "NO COLO". NA VERDADE SÃO ESTÁGIOS PÓS-TRAUMAS OU PERDAS QUE FAZEM PESSOAS DEPENDENTES EMOCIONALMENTE.


3- O SUGADOR PODE SUGAR ENERGIA DE TUDO E DE TODOS QUE ESTEJAM AO SEU REDOR, ATÉ QUE A SUA ENERGIA PESSOAL ESTEJA ESTABILIZADA. ISTO PODE SER PERCEBIDO QUANDO A PESSOA SENTE NECESSIDADE DE ESTAR SEMPRE PERTO DE ALGUÉM ESPECÍFICO, GERALMENTE O SUGADOR TEM SUA PRÓPRIA VÍTIMA EXCLUSIVA E NÃO QUER DIVIDI-LA COM NINGUÉM, ENTÃO ELE CRIA MECANISMOS SIMBIÓTICOS. CUIDA DISTO, TENTANDO ELEVAR SEU PADRÃO VIBRACIONAL ATRAVÉS DO RECONHECIMENTO DE SEUS PRÓPRIOS VALORES. PROCURE TER SATISFAÇÃO POR TUA VIDA.


4- O SUGADOR TEM PREFERÊNCIA PELA EXISTÊNCIA NOTURNA, ÀS VEZES UMA REAÇÃO OU AVERSÃO À LUZ. EM OUTROS CASOS, ELE PROCURA AJUDA ESPIRITUAL EM VÁRIOS SEGMENTOS DIFERENTES, DE LINHAS DIFERENTES DE TRABALHOS. A MAIORIA PASSA UM TEMPO TROCANDO DE SEGMENTOS RELIGIOSOS, ESPIRITUAIS OU FILOSÓFICOS, PELO SIMPLES FATO DE QUERER SE AFASTAR DE ALGO QUE VENHA A ESTABILIZAR SUA ENERGIA.

LOGO, SE MANTENHA EM UMA LINHA DE AJUDA, SEJA TERAPÊUTICA, ESPIRITUALISTA OU RELIGIOSA, ATÉ QUE SE SINTA FORTALECIDO, CONECTADO COM A ENERGIA CÓSMICA VITAL, POIS O CAMINHO PARA NÃO PRECISARMOS SUGAR ENERGIA DE NINGUÉM É NOS MANTERMOS CONSCIENTES DO DIVINO EM NÓS E BUSCARMOS FORMAS DE REFORÇAR ISTO EM NÓS. SÓ ASSIM PODEREMOS NOS SENTIR NUTRIDOS DE BOAS ENERGIAS, PENSAMENTOS E SENTIMENTOS SAUDÁVEIS E LIBERTADORES.

QUANDO COMEÇAMOS A APRECIAR A BELEZA, ADMIRAR DETALHES E PRESTAR ATENÇÃO NAS COISAS, NAS PESSOAS, PASSAMOS A CONTEMPLAR O PRINCÍPIO DA EMOÇÃO DO AMOR. E QUANDO CHEGAMOS A UM NÍVEL EM QUE SENTIMOS AS ENERGIAS DE AMOR VINDO DE OUTRAS PESSOAS, PODEMOS MANDAR A ENERGIA DE VOLTA, AGREGADA COM NOSSO AMOR, É SÓ DESEJAR. NINGUÉM SE SENTIRÁ MAIS FRACO POR ISTO, PORQUE ESTAREMOS RECEBENDO MAIS ENERGIA DE UMA FONTE INESGOTÁVEL QUE É O COSMOS.


27 de jul. de 2012

Cognicci Psicologia

http://www.youtube.com/user/Cognicci?feature=watch

PĂąnico - Ansiedade e transtorno...psicĂłlogo Artur Scarpato


http://www.psicoterapia.psc.br/scarpato/panico.html


ILUSTRANDO: COMO É A SÍNDROME DO PÂNICO

VocĂȘ pode imaginar o que Ă© sentir isto ?
"De repente os olhos embaçaram, eu fiquei tonto, não conseguia respirar, me sentia fora da realidade, comecei a ficar com pavor daquele estado, eu não sabia aonde ia parar, nem o que estava acontecendo..."

" ...era uma coisa que parecia sem fim, as pernas tremiam, eu não conseguia engolir, o coração batendo forte, eu estava ficando cada vez mais ansiosa, o corpo estava incontrolåvel, eu comecei a transpirar, foi horrível..."

"Depois da primeira vez eu comecei a temer que acontecesse de novo, cada coisa diferente que eu sentia e eu jĂĄ esperava... ficava com medo, nĂŁo conseguia mais me concentrar em nada... deixei de sair de casa, eu nĂŁo conseguia nem ir trabalhar."

"Quando começa eu jå espero o pior, "aquilo" é muito maior do que eu, o caos toma conta de mim, é como uma tempestade que passa e deixa vårios estragos... principalmente eu me sinto arrasada. Eu sempre fico com muito medo de que aquilo ocorra de novo... minha vida virou um inferno."

Por estes relatos, que poderiam ser de diferentes pessoas que sofrem de SĂ­ndrome do PĂąnico, Ă© possĂ­vel identificar o grau de sofrimento e impotĂȘncia que estas pessoas sentem ao passar pelas crises.

A pessoa sente como se estivesse algo muito errado em seu corpo, que se comporta de modo muito "estranho", "louco". Porém os exames clínicos não detectam nada de anormal com seu organismo.

Como entender?

No Pùnico o corpo reage como se estivesse frente a um perigo, porém não hå nada visível que possa justificar esta reação.

A pessoa reage com ansiedade frente às sensaçÔes de seu próprio corpo, hå um estranhamento e um grande susto em relação ao que é sentido dentro da pele. No Pùnico o perigo vem de dentro.

É comum a pessoa passar a restringir a sua vida a um mĂ­nimo, limitando toda forma de estimulação para tentar evitar que "aquilo volte". Assim a pessoa pode evitar sair de casa, ir a lugares especĂ­ficos, evitar algumas atividades, privando-se de muitas experiĂȘncias, o que começa a comprometer a sua vida pessoal e profissional.

Vamos compreender o que acontece com a pessoa e como ela pode sair desta armadilha.



O QUE É SÍNDROME DO PÂNICO OU TRANSTORNO DO PÂNICO ?
A SĂ­ndrome do PĂąnico Ă© um transtorno psicolĂłgico caracterizada pela ocorrĂȘncia de inesperadas crises de pĂąnico e por uma expectativa ansiosa de ter novas crises.

As crises de pĂąnico - ou ataques de pĂąnico - consistem em perĂ­odos de intensa ansiedade, geralmente com inĂ­cio sĂșbito e acompanhados por uma sensação de catĂĄstrofe iminente. A freqĂŒĂȘncia das crises varia de pessoa para pessoa e sua duração Ă© variĂĄvel, geralmente durando alguns minutos.

No geral, as crises de pĂąnico apresentam pelo menos quatro dos sintomas abaixo:

Taquicardia, falta de ar, dor ou desconforto no peito, formigamento, tontura, tremores, nĂĄusea ou desconforto abdominal, embaçamento da visĂŁo, boca seca, dificuldade de engolir, sudorese, ondas de calor ou frio, sensação de irrealidade, despersonalização, sensação de iminĂȘncia da morte.

HĂĄ crises de pĂąnico mais completas e outras menores, com poucos sintomas.

Geralmente as crises de pùnico se iniciam com o disparo de uma reação inicial de ansiedade, que logo ativa um medo em relação às reaçÔes que começam a ocorrer no corpo. Durante a crise surgem na mente da pessoa uma série de interpretaçÔes negativas sobre o que estå ocorrendo, sendo muito comuns quatro tipos de pensamentos catastróficos: de que a pessoa estå perdendo o controle, que vai desmaiar, que estå enlouquecendo ou que vai morrer.

No intervalo entre as crises a pessoa costuma viver na expectativa de ter uma nova crise. Este processo, denominado ansiedade antecipatória, leva muitas pessoas a evitarem certas situaçÔes e a restringirem suas vidas.
A Classificação Diagnóstica

O Transtorno do PĂąnico Ă© reconhecido pela Organização Mundial de SaĂșde (OMS) constando da Classificação Internacional de Doenças (CID 10), na classe dos Transtornos Mentais. E aparece no DSM IV-R (Diagnostic and Statistical of Mental Disorders, 4rd Edition Revised) da Associação Americana de Psiquiatria.

O PĂąnico faz parte dos denominados transtornos de ansiedade juntamente com as fobias (fobia simples e fobia social), o estresse pĂłs-traumĂĄtico, o transtorno obsessivo-compulsivo e o transtorno de ansiedade generalizada.

Enquanto nas Fobias Simples a pessoa teme uma situação ou um objeto específico fora dela, como fobia de altura, por exemplo; no Pùnico a pessoa teme o que ocorre no seu próprio corpo; é para essas reaçÔes que se volta a atenção, como se estas fossem perigosas.

Hå uma classificação da Síndrome do Pùnico com agorafobia e sem agorafobia. A agorafobia é um estado de ansiedade relacionado a estar em locais ou situaçÔes onde escapar ou obter ajuda poderia ser difícil, caso a pessoa tivesse um ataque de pùnico. Pode incluir situaçÔes como estar sozinho, estar no meio de multidão, estar preso no trùnsito, dentro do metrÎ, num shopping, etc.

As pessoas que desenvolvem Pùnico com agorafobia, geralmente se sentem mais seguras com a companhia de alguém de sua confiança e acabam elegendo alguém como companhia preferencial. Este acompanhante funciona como um "regulador externo", ajudando a pessoa a se sentir menos vulneråvel a uma crise de pùnico.



QUESTÕES ESSENCIAIS

O InĂ­cio das Crises de PĂąnico

A ansiedade é uma reação emocional natural que ocorre quando nos sentimos vulneråveis e na expectativa de um perigo. Quando a resposta emocional de ansiedade é muito intensa e repentina temos uma crise de pùnico, que na verdade é um ataque agudo de ansiedade. Numa crise de pùnico sofremos muito, achando que algo catastrófico pode nos acontecer a qualquer momento.

Todos estamos sujeitos a ter uma eventual crise de pĂąnico quando expostos a um estresse muito alto, quando inundados por emoçÔes ou em situaçÔes que nos levam a um estado extremo de vulnerabilidade e desamparo. Esta Ă© uma reação que faz parte do espectro normal de reaçÔes emocionais, apesar de pouco freqĂŒente e muito desconfortĂĄvel.

Pesquisas mostram que eventos que ocorreram nos Ășltimos dois anos da vida da pessoa podem contribuir para uma pessoa chegar ao estado de vulnerabilidade que vai desencadear uma crise de pĂąnico. Os eventos podem ser de vĂĄrios tipos como separação, doença, morte de alguĂ©m prĂłximo, vivĂȘncias traumĂĄticas, crises existenciais, crises profissionais, mudanças importantes na vida etc.

Estes fatores aumentam significativamente o nĂ­vel de estresse e podem levar a pessoa a um grau de vulnerabilidade que vai disparar uma crise de pĂąnico em algum momento.

O que caracteriza a Síndrome do Pùnico é que estas crises passam a se repetir. A partir de uma crise inicial a pessoa começa a apresentar crises repetidas, sentindo-se insegura, esperando ansiosamente por uma nova crise que pode ocorrer a qualquer momento.

HĂĄ alguns fatores que levam uma pessoa a desenvolver este padrĂŁo repetitivo de crises que caracteriza a SĂ­ndrome do PĂąnico.

Uma das razĂ”es Ă© que geralmente as primeiras crises acabam sendo vividas como uma experiĂȘncia traumĂĄtica. Quando dizemos que uma experiĂȘncia foi traumĂĄtica, significa que ela fica registrada num circuito especĂ­fico de "memĂłria emocional" que passa a disparar a mesma reação emocional automaticamente, sem a participação da consciĂȘncia. Sempre que aparecem algumas reaçÔes parecidas no corpo inicia-se uma nova crise de pĂąnico.

Outros fatores anteriores podem tornar uma pessoa vulnerĂĄvel a desenvolver um Transtorno de PĂąnico, como ter um temperamento mais ansioso, ter vivido ansiedade de separação na infĂąncia, ter sido criado por pais ansiosos, etc. Um fator importante que contribui para o desenvolvimento do PĂąnico Ă© que estas pessoas geralmente tĂȘm falhas no processo de auto-regulação emocional, ficando ansiosas e nĂŁo sabendo como se acalmar. Todos estes fatores, combinados ou nĂŁo, contribuem para que uma pessoa venha a desenvolver SĂ­ndrome do PĂąnico.


O Medo das ReaçÔes do Corpo

Na Síndrome do Pùnico, vårias sensaçÔes do corpo acabam se associando às crises e passam a ser interpretados como um sinal de perigo iminente, do início de uma possível crise. Sinais tão diversos como a tensão decorrente de uma resposta de raiva, o enjÎo de algo que não caiu bem no estÎmago, o cansaço de uma noite mal dormida, a tristeza de alguma perda, enfim todo o espectro das sensaçÔes e sentimentos pode ser equivocadamente interpretado como indício de uma crise de pùnico, levando a pessoa a se assustar e assim, com medo do medo, iniciar uma crise.

A pessoa faz constantes interpretaçÔes equivocadas e catastrĂłficas de suas reaçÔes e sensaçÔes corporais, achando que vai ter um ataque cardĂ­aco, que estĂĄ doente, que vai desmaiar, que vai morrer, etc. É comum a pessoa viver ansiosamente o que poderia ser vivido como sentimentos diferenciados. Numa situação que poderia despertar alegria, a pessoa se sente ansiosa; numa situação que provocaria raiva ela tambĂ©m se sente ansiosa. Qualquer reação interna ou sentimento mais intenso pode disparar reaçÔes de ansiedade.

Esta perda de discriminação da paisagem interna compromete seriamente a vida da pessoa, pois esta se sente ameaçada constantemente por suas prĂłprias sensaçÔes corporais. O corpo passa a ser a maior fonte de ameaça. Perder a confiança no prĂłprio corpo leva a uma experiĂȘncia de extrema fragilidade.

Geralmente algumas das reaçÔes corporais que estavam presentes na primeira crise ficam associadas a perigo e passam, a partir daí, a funcionar como disparadores de novas crises. Sempre que estas reaçÔes aparecem dispara-se uma resposta automåtica de ansiedade, o que inicia uma crise de pùnico.

As crises de pùnico se iniciam geralmente a partir de um susto - consciente ou não - em relação a algumas reaçÔes do corpo. As reaçÔes disparadoras podem ser variadas, desde uma alteração nos batimentos cardíacos, uma sensação de tontura, falta de ar, enjÎo, palpitação, tremor, etc.

Numa crise de pĂąnico a pessoa reage frente aquilo que seu cĂ©rebro interpreta como um perigo. NĂŁo hĂĄ um perigo real, apenas uma hiperativação do circuito do medo que dispara um alarme na presença de algumas reaçÔes corporais. A presença destes gatilhos corporais pode disparar ansiedade mesmo quando a pessoa nĂŁo tem consciĂȘncia deles. Pesquisas apontam, por exemplo, que numa crise de pĂąnico noturna, reaçÔes corporais que ficaram associadas a perigo surgem com a pessoa ainda dormindo, e disparam uma reação de ansiedade que acorda a pessoa, muitas vezes jĂĄ tendo uma crise. Enfraquecer esta associação reaçÔes do corpo-perigo, que dispara uma crise de pĂąnico Ă© um dos focos do tratamento.



O Curto-circuito Corpo-Emoção-Pensamento

Podemos identificar a emoção de medo/ansiedade ocorrendo em trĂȘs nĂ­veis: como reaçÔes fisiolĂłgicas (alteraçÔes na pressĂŁo sanguĂ­nea, nos batimentos cardĂ­acos, piloereção, suor, hiperventilação etc), como reaçÔes afetivas (sentimentos de apreensĂŁo, desamparo, ansiedade, desespero etc) e como reaçÔes cognitivas (preocupação, pensamentos catastrĂłficos, ruminaçÔes etc)

A ansiedade produz reaçÔes fisiológicas que são naturais desta emoção, como taquicardia e respiração curta. A pessoa com Pùnico tende a interpretar estas reaçÔes como se fossem perigosas - sinal de doença, de catåstrofe iminente, etc. Estas interpretaçÔes, na forma de pensamentos catastróficos, acabam por produzir mais ansiedade, o que por sua vez aumenta ainda mais as reaçÔes fisiológicas .... reforçando assim os pensamentos catastróficos.

Cria-se assim um circuito infindåvel onde as reaçÔes fisiológicas naturais da emoção de medo/ansiedade são interpretadas equivocadamente como perigosas em si, o que acaba por produzir mais ansiedade, que por sua vez alimenta os pensamentos catastróficos, num processo sem fim. Enquanto a pessoa não interromper este curto-circuito ela não consegue se livrar das crises de pùnico.




Expectativa Constante de Perigo

O estado de ansiedade leva a automatismos no processo de atenção e pensamento. A atenção passa a se deslocar descontroladamente, monitorando o corpo em busca de algo que possa representar perigo. O enfraquecimento da capacidade de controle voluntårio da atenção estå relacionado à dificuldade de concentração frequentemente relatada pelas pessoas ansiosas.

Sob ansiedade a consciĂȘncia Ă© tomada por um fluxo de preocupaçÔes, pensamentos e ruminaçÔes e a pessoa sente que tem pouco domĂ­nio de sua mente. Surgem interpretaçÔes equivocadas das reaçÔes corporais, pensamentos automĂĄticos catastrĂłficos, onde a pessoa passa a esperar sempre pelo pior.

A ansiedade é a emoção típica da expectativa de perigo, ela ocorre quando a pessoa se projeta numa situação futura sentida como ameaçadora: "e se... eu vou... vai acontecer... vou passar mal...".

A pessoa vive a maior parte do tempo tomada por graus variados de ansiedade e tem dificuldade de se sentir presente e inteira no momento atual, vivendo como "prisioneira do futuro". Criar presença e fortalecer a atenção são focos importantes no tratamento.



Os Dois Processos de Regulação Emocional
O ser humano dispÔe de dois processos båsicos de regulação emocional: auto-regulação e regulação pelo vínculo.

Através do processo de auto-regulação emocional podemos regular o nosso próprio estado interno, nos acalmando, nos contendo, nos motivando etc.

Através do processo de regulação pelos vínculos, podemos influenciar reciprocamente a fisiologia e os afetos um do outro e assim podemos nos acalmar e nos regular nos relacionamentos com pessoas de nossa confiança. Os dois processos são normais, necessårios e importantes ao longo da vida.

Nas pessoas que desenvolvem Síndrome do Pùnico encontramos problemas nestes dois processos, tanto uma precåria capacidade de auto-regulação como um enfraquecimento nos processos de regulação pelos vínculos, muitas vezes decorrentes de traumas de relacionamentos e ansiedades infantis que se reatualizam.

Tomada pela ansiedade nas crises, mas também num grau menor no período entre as crises, a pessoa com pùnico não sabe como apagar o fogo que arde dentro de si. Daí a importùncia de desenvolver bem os processos de auto-regulação e de regulação pelo vínculo.



Processos de Auto-Regulação
A qualidade da relação com a prĂłpria excitação interna começa a se moldar nas experiĂȘncias precoces de vida. Inicialmente a mĂŁe ajuda a regular o corpo da criança atĂ© que o corpo um pouco mais maduro possa se auto-regular. Observa-se que nas pessoas com SĂ­ndrome do PĂąnico esta função nĂŁo estĂĄ bem desenvolvida e a pessoa sente-se facilmente ansiosa e vulnerĂĄvel frente as reaçÔes que dominam o seu corpo.

É comum, por exemplo, as pessoas que desenvolvem algum transtorno de ansiedade terem tido mĂŁes ansiosas, emocionalmente hiper-reativas, que ao invĂ©s de acalmarem a criança, a deixavam mais assustadas a cada pequeno incidente, como um tropeção ou um simples resfriado.

ExperiĂȘncias de vida desde a infĂąncia precoce podem atrapalhar o desenvolvimento da capacidade de auto-regulação, tornando uma pessoa com baixa tolerĂąncia Ă  excitação interna. Isto aumenta a vulnerabilidade da pessoa aos transtornos ansiosos como a SĂ­ndrome do PĂąnico.

Muitas pessoas com Pùnico costumam solicitar a presença constante de alguém para que se sintam mais seguras. Buscam compensar a sua dificuldade de auto-regulação através de uma regulação pelo vínculo.



Dois NĂ­veis do VĂ­nculo: Contato e ConexĂŁo
Quando duas pessoas estão conversando, elas estão em contato, mas não necessariamente em conexão. Contato é uma interação de presença, que pode ser superficial, enquanto conexão é uma ligação profunda que ocorre mesmo quando as pessoas estão distantes. Duas pessoas podem estar em contato, conversando, mas com baixíssima conexão, como numa situação social formal. Por outro lado, duas pessoas podem estar fisicamente distantes, e portanto sem contato, mas se sentirem conectadas.

Esta distinção entre contato e conexão é muito importante para compreender o que ocorre na situação que produz as crises de pùnico.

Muitas pessoas relatam não ter crises de Pùnico enquanto estão acompanhadas de alguém confiåvel. Porém, isto é verdadeiro enquanto elas se sentem conectadas com esta pessoa. Quando a outra pessoa estå ao lado - portanto em contato - mas sem conexão emocional, a crise de Pùnico pode se instalar com mais probabilidade. Algumas pessoas chegam a relatar a sensação de perda a conexão com o outro antes de uma crise de pùnico eclodir.

A pessoa com pùnico geralmente conhece a sensação de "estar ausente", desconectada, se sentindo distante mesmo de quem estå ao seu lado.

A conexĂŁo com o outro parece prevenir crises de ansiedade por oferecer uma proteção atravĂ©s do vĂ­nculo, uma garantia que protege da sensação de desamparo e vulnerabilidade. Nesta situação, o corpo da pessoa confiĂĄvel funciona como um "assegurador do funcionamento normal do corpo" da pessoa com pĂąnico. Na ausĂȘncia da conexĂŁo com o outro, o corpo poderia se desregular e a sensação de pĂąnico aparecer.



Regulação pelo Vínculo

A regulação pelo vínculo ocorre, por exemplo, quando a mãe acalma a criança assustada, pegando-a no colo, dirigindo-lhe palavras num tom de voz sereno, ajudando deste modo a diminuir a ansiedade e a agitação da criança. Este processo envolve o estabelecimento de um vínculo com uma comunicação profunda de estados emocionais, com conexão e não apenas contato.

É comum as pessoas que desenvolvem PĂąnico terem tido experiĂȘncias vinculares traumĂĄticas, que podem envolver perdas, rompimentos, abandono, etc. Estes traumas prejudicaram a capacidade da pessoa estabelecer e manter conexĂ”es emocionais profundas, fator essencial para a regulação emocional pelo vĂ­nculo.

Assim a pessoa pode algumas vezes se sentir protegida com a presença de alguém de sua confiança, mas acaba voltando ao estado de vulnerabilidade tão logo esta pessoa se afaste ou ela perca a conexão. Hå uma precariedade na conexão vincular que se torna inconstante e frågil.





O Desamparo

HĂĄ uma relação significativa entre o PĂąnico e as crises de ansiedade disparadas pelas situaçÔes de separação na infĂąncia. Uma boa parte das pessoas que desenvolvem Transtorno do PĂąnico nĂŁo conseguiu construir uma referĂȘncia interna do outro (inicialmente a mĂŁe) que lhe propiciasse segurança e estabilidade emocional. Esta falta de confiança pode trazer, em momentos crĂ­ticos, vivĂȘncias profundas de desconexĂŁo e desamparo, disparando crises de pĂąnico.

A experiĂȘncia do PĂąnico Ă© muito prĂłxima do desespero atĂĄvico de uma criança pequena que se sente sozinha, uma experiĂȘncia limite de sofrimento intenso, de sentir-se exposta ao devir, frĂĄgil, desp rotegida, sob o risco do aniquilamento e da morte.

As pessoas com PĂąnico sofrem com uma falta de conexĂŁo bĂĄsica, falta de conexĂŁo e confiança nos vĂ­nculos e falta de conexĂŁo e confiança no corpo, o que leva a uma vivĂȘncia de insegurança, com sentimentos de fragilidade, vulnerabilidade e desamparo.




O TRATAMENTO

Objetivos Principais
HĂĄ algumas diretrizes importantes para o tratamento da SĂ­ndrome do PĂąnico:

1 - Etapa Educativa: compreender o que Ă© o PĂąnico, assumindo a atitude certa para lidar com a ansiedade e as crises.

Os sintomas do pùnico são intoleråveis enquanto não compreendidos. A crise de pùnico é um estado de intensa ansiedade, na qual o corpo da pessoa reage como se estivesse sob uma forte ameaça. Compreender este processo é fundamental para a sua superação. Nesta etapa vamos aprender o que é a ansiedade, o que ocorre numa crise de pùnico, o papel do curto-circuito emoção-corpo-pensamento na manutenção do pùnico, os processos de auto-regulação, de regulação pelo vínculo, etc.

A compreensĂŁo do Transtorno PĂąnico e dos PrincĂ­pios do Tratamento favorece uma atitude construtiva e participativa, assim como o estabelecimento de uma aliança terapĂȘutica para se desenvolver um bom trabalho.

2 - Auto-gerenciamento: desenvolvendo a capacidade de regulação emocional.

A pessoa com pĂąnico precisa desenvolver uma melhor capacidade de regulação emocional, aprendendo a influenciar seu estado emocional, regulando o nĂ­vel de ansiedade, diminuindo assim o sentimento de vulnerabilidade e a incidĂȘncia de novas crises.

Este processo Ă© possĂ­vel pelo aprendizado de tĂ©cnicas de auto-gerenciamento. Utilizamos um amplo repertĂłrio de tĂ©cnicas de auto-gerenciamento que incluem trabalhos respiratĂłrios, tĂ©cnicas de direcionamento da atenção, fortalecimento da capacidade de concentração, tĂ©cnicas visuais variadas (convergĂȘncia binocular focal, percepção de campo etc), reorganização da forma somĂĄtica atravĂ©s do MĂ©todo dos Cinco Passos, tĂ©cnicas de relaxamento etc.


Estas técnicas de auto-gerenciamento ensinam à pessoa como influir sobre os seus estados internos, desenvolvendo a capacidade de auto-regulação.
Através do manejo voluntårio dos padrÔes somåtico-emocionais que mantém o estado de pùnico pré-organizado - a arquitetura da ansiedade - podemos reorganizar e transformar estes padrÔes que mantém o gatilho do pùnico armado, pronto para disparar novas crises.

Estas tĂ©cnicas tĂȘm uma forte eficĂĄcia ao influenciar, por ação reversa, os centros cerebrais que desencadeiam as respostas de pĂąnico, diminuindo o nĂ­vel de ansiedade e a intensidade das crises.

3 - Aumentar a tolerùncia à excitação interna.

A pessoa com pĂąnico tende a interpretar as reaçÔes de seu corpo, que fazem parte do estado ansioso, como se fossem sinais catastrĂłficos, indicadores de um possĂ­vel perigo, como um desmaio, um ataque cardĂ­aco iminente, sinal de perda de controle, etc. É necessĂĄrio enfraquecer esta associação automĂĄtica onde a presença de algumas sensaçÔes corporais disparam uma reação automĂĄtica de ansiedade, a se inicia o processo que leva ao pĂąnico.

Para ajudar no enfraquecimento desta associação corpo-perigo e aumentar a tolerùncia ao que é sentido, utilizamos dois caminhos båsicos.

(1) Técnicas de desensibilização, onde utilizamos exercícios de exposição gradual às sensaçÔes corporais temidas, processo denominado "exposição interoceptiva".

(2) Técnicas de auto-observação, com atenção dirigida às reaçÔes da ansiedade e criação de um diålogo com as mensagens emocionais não ouvidas que o corpo estå expressando.

Estes recursos ajudam a aumentar a tolerĂąncia Ă  excitação interna e na familiarização com as reaçÔes do corpo, as emoçÔes e sentimentos. É importante a pessoa ensinar ao seu cĂ©rebro como as sensaçÔes corporais nĂŁo sĂŁo perigosas, e como a ansiedade Ă© apenas uma emoção que expressa uma expectativa de perigo, mas nĂŁo Ă© perigosa em si.

4 - Desenvolver um "eu observador", permitindo diferenciar-se dos pensamentos ansiosos.

Sob estado de ansiedade a pessoa é inundada de distorçÔes cognitivas, com pensamentos que se projetam no futuro esperando pelo pior e interpretando as sensaçÔes em seu corpo como sinais de perigo iminente.

É importante trabalhar no desenvolvimento da capacidade de auto-observação identificando e diferenciando-se dos pensamentos catastróficos que derivam da ansiedade e contribuem para se criar mais ansiedade.

Neste processo a pessoa aprende a observar e reconhecer seus padrĂ”es de pensamentos e suas expectativas catastrĂłficas sem ser dominada por eles. Aprende a ancorar o ego no “eu que observa” e nĂŁo no tumultuoso “eu que pensa”.

É importante tambĂ©m desenvolver a capacidade focalizar a atenção como estratĂ©gia para se diminuir a ansiedade. Quando a pessoa consegue criar presença e focar sua atenção, a ansiedade diminui significativamente. Para atingir estes objetivos, utilizamos vĂĄrias tĂ©cnicas de auto-observação e fortalecimento da capacidade de direcionamento da atenção.

5 - Desenvolver a capacidade de regulação emocional através dos vínculos.

Além da capacidade de auto-regulação é importante fortalecer a capacidade de se regular pelos vínculos, o que envolve desenvolver a capacidade de estabelecer e sustentar conexÔes profundas e vínculos de confiança. Este processo vai permitir que a pessoa supere o desamparo que a mantém vulneråvel às crises de Pùnico.

Neste processo revemos a histĂłria de vida de relacionamentos, incluindo os traumas emocionais que possam ter comprometido a confiança e potĂȘncia vincular. Buscamos ajudar na reorganização dos padrĂ”es vinculares em direção a relaçÔes mais estĂĄveis que possam permitir criar uma rede de vĂ­nculos e conexĂ”es mais previsĂ­veis, essenciais para a proteção das crises de PĂąnico.

6 - Elaborar outros processos psicolĂłgicos atuantes

É importante mapear os fatores que estavam presentes quando a Síndrome do Pñnico começou e que podem ter contribuído para a eclosão das crises.

Neste contexto podem estar presentes ambientes e eventos estressantes, assim como crises existenciais, crises em relacionamentos, crises profissionais e transiçÔes, como mudanças de fases da vida, por exemplo. A desestabilização emocional trazida por estes eventos poderia produzir estados internos de fragilidade e vulnerabilidade, responsåveis pela eclosão das primeiras crises de pùnico.

Num nĂ­vel mais profundo buscamos investigar e trabalhar as memĂłrias de experiĂȘncias de vulnerabilidade e traumas que poderiam estar se reeditando nas experiĂȘncias atuais de pĂąnico. Do mesmo modo Ă© importante rever os padrĂ”es de relacionamento com mĂŁe/pai na infĂąncia, pois padrĂ”es ansiosos e ambivalentes de vĂ­nculo podem ter uma forte influĂȘncia sobre o aparecimento e manutenção de transtornos de ansiedade na vida adulta.

Os melhores resultados são obtidos por um tratamento que contemple todos estes objetivos: a compreensão do processo do pùnico, o desenvolvimento da capacidade de auto-regulação, o aumento da tolerùncia à excitação interna, o desenvolvimento do eu que observa, o desenvolvimento da capacidade de regulação pelo vínculo e a elaboração dos processos de vida que levaram ao Pùnico.

Uma combinação destes objetivos é a melhor solução para um tratamento eficaz da Síndrome do Pùnico.



Sobre a Medicação
Os remédios podem ser recursos auxiliares importantes para o controle das crises de pùnico, trabalhando conjuntamente com a psicoterapia para ajudar na superação da Síndrome do Pùnico.

PorĂ©m, hĂĄ algumas ponderaçÔes sobre a sua utilização . Primeiro, Ă© necessĂĄrio ter claro que os remĂ©dios nĂŁo ensinam. Eles nĂŁo ensinam Ă  pessoa como ela prĂłpria pode influenciar seus estados internos e assim a superar o sentimento de impotĂȘncia que o pĂąnico traz. NĂŁo ensinam a pessoa a compreender os sentimentos e experiĂȘncias que desencadeiam as crises de pĂąnico. E nĂŁo ajudam a pessoa a perder o medo das reaçÔes de seu corpo e a ganhar uma compreensĂŁo mais profunda de seus sentimentos. Os remĂ©dios - quando utilizados - devem ser vistos como auxiliares do tratamento psicolĂłgico.

Algumas pessoas optam por um tratamento conjugado de medicação e psicoterapia enquanto outras optam por tratar o pĂąnico somente com uma psicoterapia especializada. Na psicoterapia especializada utilizamos tĂ©cnicas de auto-gerenciamento – para manejar os nĂ­veis de ansiedade e controlar as crises – e ao mesmo tempo trabalhamos as questĂ”es psicolĂłgicas envolvidas. A opção mais precĂĄria seria tratar o pĂąnico somente com medicação, visto que o Ă­ndice de recaĂ­das Ă© maior quando hĂĄ somente tratamento medicamentoso do que quando hĂĄ tambĂ©m um tratamento psicolĂłgico. Os remĂ©dios mal administrados podem acabar mascarando por anos o sofrimento ao invĂ©s de ajudar a pessoa a superĂĄ-lo.

Atualmente é possível tratar a pessoa com Síndrome de Pùnico sem a utilização de medicação e temos obtido bons resultados tanto com pessoas que estão paralelamente tomando medicação como com aquelas que preferem não tomar remédios.

Melhora: Um Horizonte PossĂ­vel
Para uma pessoa ficar boa do Pùnico não basta controlar as crises, é necessårio integrar as sensaçÔes e sentimentos que estavam disparando as crises e assim superar o estado interno de fragilidade e desamparo.

A melhora advém quando a pessoa torna-se capaz de sentir-se identificada com seu corpo, capaz de influenciar seus estados internos, sentindo-se conectada com os outros à sua volta, podendo lidar com os sentimentos internos, se reconectando com os fatores internos que a precipitaram no Pùnico e podendo lidar com eles de um modo mais satisfatório.

Superar a experiĂȘncia da Transtorno de PĂąnico pode ser uma grande oportunidade de crescimento pessoal, de uma retomada vital e contemporĂąnea do processo psicolĂłgico de vida de cada um.




COORDENAÇÃO




Artur Scarpato : Psicólogo Clínico (PUC SP). Mestre em Psicologia Clínica pela PUC SP. Especialização em Psicologia Hospitalar pelo Hospital das Clínicas da U.S.P. e em Cinesiologia Psicológica pelo Instituto Sedes Sapientiae. Desenvolve desde 1995 um tratamento especializado para pessoas com Transtorno do Pùnico.


http://www.psicoterapia.psc.br/blog/


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http://animaconsultorio.site.med.br/index.asp?PageName=Doen-E7as-20Psiqui-E1tricas



http://www.psiqweb.med.br/site/?area=NO/LerNoticia&idNoticia=148


http://www.psiqweb.med.br/site/?area=NO/ListaNoticiaBusca&palavra=afetivo&tipo=1&idCategoriaNoticia=0&pagina=



1http://www.psiqweb.med.br/site/?area=NO/LerNoticia&idNoticia=44

22 de jul. de 2012

DICAS DE SAÚDE:

http://ser-quantico.com/dicas.html



1. SUCO VERDE - DESINTOXICA, LIMPA GORDURAS, LIMPA INTESTINO E EMAGRECE: 1 folha de cada 4 verdes diferentes + 1 copa d'ågua - Bater no liquidificador e tomar. Pode bater uma fruta junto, se desejar. Preferencialmente maçã, abacaxi, limão ou laranja. Todos os dias em jejum (após beber ågua) por tempo indeterminado.

2. CELULITE: Ă© um sinal do corpo para avisar de processos inflamatĂłrios programados para repetição. Corrigimos com suplementação de cromo e dieta sem gorduras saturadas, inserindo Ăłleos graxos (nozes, castanhas, abacate) e fibras (cereais integrais, hortaliças, passas que tambĂ©m tem cromo). RemĂ©dios do tipo “anti” agravam este quadro.

3. CHÁ VERDE, CHÁ BRANCO, CHÁ VERMELHO: São ótimos para emagrecer porque, além de serem diuréticos e auxiliares na liberação de líquidos retidos que incham o corpo, aceleram metabolismo. Porém, CUIDADO! Hipertensos NÃO PODEM consumir, pois o aumento de metabolismo pode elevar a pressão arterial.

4. SINUSITE, RINITE, TENINITE, BURSITE, ARTRITE, ITES: O leite de vaca Ă© feito para o bezerro que tem quatro estĂŽmagos. NĂŁo digerimos o leite de vaca e acumulamos resĂ­duos no intestino, provocando distĂșrbios digestivos e emocionais. Produz muco e acumula nas articulaçÔes, mĂșsculos e ossos. AlĂ©m do leite de vaca, alimentos que usam refinados (açĂșcar refinado, pĂŁo branco, farinha branca, sal branco)

5. VERMÍFUGO (Repetir a cada 6 meses): Bater no liquidificador 1 folha de hortelĂŁ para cada 10Kg do corpo + ½ copo d’ĂĄgua. Tomar 3 noites seguidas. Parar 7 dias e recomeçar mais 3 noites.

6. CHÁ DO BOM HUMOR: Uma rodela de gengibre + 1 pau de canela + ½ maçã (pode acrescentar alecrim, se quiser) – Deixa tudo fervendo um pouco.adoçar com mel. Pode tomar qualquer hora, inclusive Ă  noite. É energizante, mas nĂŁo Ă© excitante. Se ingerido Ă  noite, atĂ© 1h antes de dormir, vai auxiliar na produção de melatonina, que Ă© fundamental para que ocorram todas as reaçÔes quĂ­micas do organismo, vitalidade e sensação de bem estar. O gengibre Ă© um dos poucos alimentos que contem LĂ­tio, poderoso antidepressivo natural, precursor de endorfina, destruĂ­do em geral pelos medicamentos que ingerimos.

7. IMUNOLOGIA:

. ANTI-INFLAMATÓRIO NATURAL: Beber 2 dedinhos d'agua morna+ 1 colher (chá) de bicarbonato de sódio. 3x por semana

. Chá de Anis Estrelado: É o princípio ativo do Tamiflu. Chá: 2 sementes p/ 1 xícara de água fervendo 3x por semana

. Vitamina C em doses de até 1g de 2 a 3x ao dia. a alta temperatura de nosso copo faz com que a vitamina ingerida perca as propriedades rapidamente, portando precisa ser aos pouco. Ela carreia e amplia os efeitos de todos os nutrientes.

VÍDEO RAPIDO COMO ALIVIAR O ESTRESSE E FALAR EM PÚBLICO

Augusto cury - A sociedade




Augusto Cury: Controle suas EmoçÔes

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O Sucesso - O Segredo - Poder da Mente - Will Smith

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A Energia do SilĂȘncio e o Poder de Concentração

http://www.youtube.com/watch?v=nXGQiRSGvAc

OSHO:Solução?

http://www.youtube.com/watch?v=JoJr-K5DH7Y
Deus não é uma solução, mas um problema

18 de jul. de 2012

O Poder da Palavra


HUNTER,
 Brad. El Poder da Palabra, 2009.
[http://www.creandotuvida.com/B_Hunter-poder-palabras.html



 

A palavra, junto com o poder da vibração é capaz de criar, curar e também destruir. A teoria indica que quando focalizamos nossa mente em algo, e a isto somamos sentimento e emoção, para finalmente expresså-lo, [aquele algo] estamos exteriorizando e materializando um poder, [um agente] que poderå afetar os reinos da matéria.

Se cada um de nĂłs fossemos conscientes de que a energia liberada em cada palavra afeta nĂŁo somente aquele a quem nos dirigimos mas, tambĂ©m, a nĂłs mesmos e ao mundo que nos rodeia, começarĂ­amos a ser mais cuidadosos com o que dizemos. 

Os antigos essĂȘnios sabiam da existĂȘncia do enorme poder contido na oração, no verbo, palavra. Os alfabetos das lĂ­nguas antigas, como sĂąnscrito, aramaico e hebraico [o ĂĄrabe tambĂ©m prĂ©-IslĂŁ] sĂŁo fontes de poder si mesmos. Os essĂȘnios utilizaram a energia canalizada pela linguagem, posto que a linguagem, o falar [spell] era [e ainda Ă©] a manifestação final do pensamento, da emoção, da sensação. Manifestação que se projeta, criando ou modificando a realidade de acordo com aquilo que o locutor deseja experimentar neste mundo. 

Nas culturas do antigo oriente eram [e ainda sĂŁo] utilizados os mantras, rezas, cĂąnticos com uma intenção predeterminada como tĂ©cnicas para materializar [realizar] estados [de ser] subjetivos e programar, de uma forma que a ciĂȘncia positiva ignora, realidades pensada, desejadas. A afirmação prĂ©via Ă©, deste modo, uma tĂ©cnica que produz efeitos. Os estudos atuais, na ĂĄrea da fĂ­sica quĂąntica [da fĂ­sica de partĂ­culas] começam a validar o conhecimento dos antigos que, atĂ© muito recentemente foram desprezados como fantasias religiosas e charlatanices.

 


As Palavras Podem Programar o DNA


Na RĂșssia, recentes investigaçÔes cientĂ­ficas indicam que o DNA pode ser alterado e reprogramado por palavras e freqĂŒĂȘncias, sem fragmentar ou substituir genes individuais. Somente 10% do DNA humano destina-se a orientar a produção de proteĂ­nas ─ e Ă© esta pequena porcentagem, do total de genes que vem sendo estudado pelos pesquisadores ocidentais. Os 90% restantes sĂŁo considerados como sucata genĂ©tica. Mas os cientistas russos, convencidos de que a natureza nĂŁo produz inutilidades, reuniram lingĂŒistas e geneticistas em um estudo sem precedentes: explorar essa sucata genĂ©tica.

 

Os resultados alcançaram conclusĂ”es inesperadas: o DNA, nĂŁo somente Ă© responsĂĄvel pela construção [configuração] dos nossos corpos mas tambĂ©m serve como um arquivo que reĂșne informaçÔes intercambiĂĄveis em toda a escala biolĂłgica. Os lingĂŒistas russos, descobriram que o cĂłdigo genĂ©tico, especialmente os aparentemente inĂșteis 90% de genes de função nĂŁo conhecida, se organizam seguindo as mesmas regras de todas as linguagens humanas.

Os elementos alcalinos dos genes tĂȘm gramĂĄtica e regras semelhantes a um idioma: sintaxe, que Ă© a forma como se combinam palavras para formar frases e oraçÔes; semĂąntica ou, significados. As linguagem humanas, as falas, nĂŁo se formaram ao acaso em suas estruturas fundamentais; antes, seriam um reflexo da linguagem do DNA que, por sua vez, poderĂĄ ser afetado pela influĂȘncia da linguagem.

O biofĂ­sico e biĂłlogo molecular russo Pjotr Garjanev e outros cientistas tambĂ©m pesquisaram o comportamento vibratĂłrio do DNA: "Os cromossomas vivos funcionam como computadores solitonicos-hologrĂĄficos [sensĂ­veis receptores e retransmissores de ondas vibratĂłrias muito sutis] usando radiação laser do DNA endĂłgeno. Isso significa que alguĂ©m pode, de fato, usar palavras como as oraçÔes, o falar e o pensar [porque pensamento tambĂ©m produz emissĂŁo de energia vibratĂłria], para a reprogramação do prĂłprio DNA e do DNA de terceiros.

 



Hå milhares de anos, mestres espirituais e religiosos da antiguidade sabiam que o corpo humano pode ser programado [controlado, configurado e re-configurado] por meio da linguagem, das palavras e do pensamento [o que é muito justo porque os mudos também tem direito a essa faculdade. Meditemos...].

 

A surpresa maior, porĂ©m, foi descobrir a maneira como aqueles 90% de cĂłdigo genĂ©tico de função desconhecida armazena as informaçÔes. Garjanev explica: Imaginemos uma biblioteca que ao invĂ©s de arquivar milhares de livros somente guarda todos os caracteres necessĂĄrios de todos alfabetos utilizados em todos os livros do acervo. Quando solicitamos uma informação a essa biblioteca mĂĄgica, os caracteres se reĂșnem adequadamente apresentando o livro, pĂĄginas ou trechos solicitados.

 

Essa hipótese produz especulaçÔes ainda mais fabulosas: talvez, a verdadeira biblioteca esteja fora do do equipamento biofísico dos corpos humanos; as informaçÔes não estariam nos cérebros mas em algum lugar [campo ontológico] desconhecido do cosmos. O DNA estaria, então em condiçÔes de se comunicar permanentemente com este reservatório universal de conhecimento.

 

Alfabeto Hebraico

 


 

Os pesquisadores Dan Winter, Fred Wolf e Carlos Suarez, desenvolvendo um programa de computação para estudar as ondas sinusoidais [freqĂŒĂȘncias de onda] emitidas pelo coração enquanto o sujeito Ă© submetido a provocaçÔes emocionais, em certa fase dos experimentos, usando um espectrograma, analisaram as vibraçÔes da lĂ­ngua hebraica. Descobriram que os pictogramas [as figuras], os sĂ­mbolos do alfabeto hebraico correspondem exatamente com a figura formada pela longitude de onda do som de cada palavra.

TambĂ©m comprovaram que os sĂ­mbolos de aquele alfabeto sĂŁo representaçÔes de figuras geomĂ©tricas. No alfabeto hebraico, os 22 sĂ­mbolos [letras] sĂŁo, em apenas um de seus numeroso aspectos semĂąnticos, os 22 nomes prĂłprios originalmente utilizados para designar os diferentes estados e estruturas de uma Ășnica energia cĂłsmica sagrada, que Ă© essĂȘncia e matriz de tudo o que existe. O Livro do GĂȘnesis foi escrito nessa lĂ­ngua, com esse alfabeto.

 

As letras dos antigos alfabetos sĂŁo formas estruturadas de energia vibracional que projetam forças prĂłprias da estrutura geomĂ©trica da Criação. Assim e por isso, com as palavras, a linguagem, Ă© possĂ­vel tanto criar quanto destruir. O ser humano empresta [fornece, confere] Poder ao sĂ­mbolos do alfabeto, Ă s suas formaçÔes, [palavras e tonalidades], quando soma Ă  energia prĂłpria do caractere, letra, fonema, palavra, a energia de sua intenção pessoal. Isso converte os Homens em responsĂĄveis diretos pelos processos criacionais [criativos, de criação] e destrutivos da Vida.

 

Poder Curativo da Palavra

 

[Considerando que seja, entĂŁo, cientificamente verdadeiro] que a palavra pode interferir na programação do DNA, [o domĂ­nio dessa tĂ©cnica poderia ser um avanço sem precedentes na medicina, eliminando definitivamente os procedimentos invasivos de exames, terapias e curas]. A saĂșde poderia se conservada indefinidamente se os homens fossem educados no sentido de possuir o absoluto controle de seus pensamentos, sentimentos, sensaçÔes; controle sobre as palavras. [Note-se que o silĂȘncio Ă© uma prĂĄtica comum nos templos meditativos de escolas religiosas e filosĂłficas. PitĂĄgoras [570/571-496/497 a.C.] impunha silĂȘncio aos seus discĂ­pulos. Seria possĂ­vel curar nĂŁo somente pessoas, mas o planeta inteiro.

 

A tradição esotĂ©rica tĂȘm afirmado, ao longo de milĂȘnios, que existe na natureza um campo de registro e trĂąnsito de informaçÔes em escalas que vĂŁo do comunitĂĄrio ao cĂłsmico]. Todos os organismos estariam conectados a uma consciĂȘncia [e tambĂ©m memĂłria] coletiva, [idĂ©ia junguiana com raĂ­zes em filosofias arcanas.

 

Atualmente, numerosas associaçÔes, institutos, congregaçÔes, igrejas, reĂșnem adeptos e pregam a consciĂȘncia desse canal de comunicação universal para que as pessoas aprendam a trabalhar mentalizaçÔes e locuçÔes de forma sincrĂŽnica a fim de obter efeitos que transcendem a fenomenologia ordinĂĄria [sem o apelo Ă s entidades nĂŁo-humanas]. Assim, os homens, em rituais coletivos, poderiam produzir os prodĂ­gios dos santos, como controlar o vento e a chuva, curar o cego e o coxo e, melhor ainda, curar a si mesmos. Meditemos...

 


 



"VocĂȘs necessitam apenas de perseverança, a fim de cumprirem a vontade de Deus, e assim alcançarem o que Ele prometeu.” (Hebreus – 10: 36)