Estudos do inconsciente relacionado a experiências fora do corpo (viagem astral ou projeção da consciência) atravessa diversas áreas, incluindo a psicologia profunda, o misticismo e a projeciologia. Os principais nomes e abordagens que exploraram essa conexão incluem:
Carl Gustav Jung: Fundador da psicologia analítica, Jung é a figura mais proeminente que estudou os conteúdos do inconsciente em estados alterados de consciência. Ele abordou o inconsciente coletivo e as projeções da psique em experiências que podem ser interpretadas como vivências astrais ou sonhos vívidos. Jung via o inconsciente como um repositório de memórias e símbolos universais acessíveis através da "mente" fora do corpo físico.
Sylvan Muldoon: Um dos mais famosos projetores astrais do século XX, Muldoon, junto com o pesquisador psíquico Hereward Carrington, estudou minuciosamente os mecanismos da projeção astral (OBEs - Out-of-Body Experiences) e sua relação com o inconsciente.
Robert Monroe: Autor e pesquisador que dedicou décadas ao estudo das experiências fora do corpo, desenvolvendo técnicas para explorar o inconsciente através da projeção consciente. Seus relatos são fundamentais para entender a "viajem" como uma exploração do "self" inconsciente e de outras dimensões.
Projeciologia (Wagner Borges, Waldo Vieira): No Brasil, a Projeciologia, como estudo da projeção da consciência, utiliza a viagem astral como ferramenta para investigar o inconsciente (ou "subconsciente", na terminologia da época) e o perispírito. Eles abordam o fenômeno como um desdobramento do corpo astral.
Psicologia Transpessoal: Esta vertente da psicologia estuda as experiências fora do corpo como "experiências excepcionais" que podem levar ao autoconhecimento e à superação de medos instintivos, como o medo da morte, conectando o indivíduo ao inconsciente coletivo.
Relação Inconsciente-Quântica:
A teoria quântica tem sido usada como modelo físico para o inconsciente, sugerindo que o inconsciente coletivo funciona como um campo de informação e pensamento, muitas vezes comparado à coerência quântica e sobreposição.
A viagem astral é muitas vezes descrita como um estado onde o consciente "viaja", mas a paisagem e os eventos encontrados podem ser projeções diretas do inconsciente do indivíduo (medos, desejos, memórias).
Importante notar que, enquanto o estudo da projeção consciente (viagem astral) e da "consciência quântica" são campos de pesquisa espiritual ou teórica, a ciência convencional "ainda " considera as experiências fora do corpo como fenômenos cerebrais, não evidenciando que ocorram fora do corpo.
sinestesia adentra exatamente na zona de transição entre o corpo físico e o espiritual, onde o duplo etérico atua como o "tradutor" energético.
Nesse estágio intermediário, os sentidos deixam de ser puramente biológicos e passam a ser percepções de energia:
O Papel do Duplo Etérico: Ele é o veículo de vitalidade que mantém a sensibilidade conectada ao corpo físico. Durante o início da projeção astral, o afrouxamento desse laço causa uma "confusão" sensorial.
Sinestesia Projetiva: Na fase de exteriorização, é comum o fenômeno onde você "ouve" cores (aura) ou "vê" sons (vibrações do cordão de prata). Isso ocorre porque, fora do corpo denso, a consciência utiliza o corpo astral, cujos sentidos são unificados e não segmentados por órgãos físicos.
Ponto de Encontro: A sinestesia surge com força quando o projetor está na faixa de atividade do cordão de prata. Lá, os estímulos do ambiente físico ainda são captados, mas interpretados pela mente com a liberdade do plano extrafísico.
Para aprofundar, você pode consultar o clássico estudo sobre o Duplo Etérico de Arthur Powell ou explorar as técnicas de Projeção Consciente no IIPC
evidências na neurociência, psicologia e estudos de sistemas complexos sugerem fortemente que o inconsciente humano reconhece e se sintoniza com padrões fractais. Esse reconhecimento não é um processo lógico consciente, mas sim uma "ressonância" biológica e psicológica com a estrutura fractal presente na natureza e no próprio funcionamento do cérebro.
Como o Inconsciente e os Fractais se Reconhecem:
Ressonância Biológica (Natureza): Os fractais são auto-semelhantes (repetem-se em escalas diferentes) e compõem grande parte do mundo natural (nuvens, rios, árvores, brócolis). O cérebro humano, evoluído nesse ambiente, reconhece esses padrões inconscientemente, pois eles já fazem parte de nossa história biológica.
Conexão Neurofisiológica: Estudos indicam que observar fractais (especialmente os de complexidade média, como os encontrados na natureza) reduz o estresse, induzindo ondas cerebrais alfa (associadas a um estado calmo e alerta). O cérebro responde positivamente à geometria natural.
Estrutura do Cérebro: A própria estrutura física do cérebro — neurônios, redes neurais e o funcionamento dos sistemas complexos — exibe um padrão fractal ou auto-semelhante. O reconhecimento é um processo de "padrão reconhecendo padrão".
Caos e Ordem: Fractais emergem na borda entre a ordem e o caos. O inconsciente, que muitas vezes lida com informações rápidas e complexas, utiliza esses padrões para processar informações sensoriais, facilitando a intuição.
Conceitos Relacionados:
Neurociência: O cérebro usa "análise fractal" para quantificar a complexidade, permitindo que o inconsciente processe informações de forma eficiente.
Resgate de Fractais (Psicologia/Espiritualidade): Alguns conceitos abordam o "resgate de fractais de alma", onde partes da experiência emocionalmente carregada que ficaram presas no passado são reintegradas à consciência.
Em resumo, os fractais geram uma sensação de calma e familiaridade, pois o nosso inconsciente reconhece neles a mesma linguagem de recursão e auto-similaridade que estrutura o nosso próprio sistema nervoso.