Desconfiar das narrativas é, em si, um ato de clareza. Quando a linguagem se repete como eco, o filtro que usamos deixa de ser ponte e vira parede.
Talvez o “único filtro” seja a atenção que damos ao que surge: cada percepção, cada julgamento, cada silêncio. Somos, então, o filtro das infinitas possibilidades – a escolha de onde colocar o foco determina a qualidade da realidade que criamos.
Desconfio tanto de narrativas quanto do que dizem ser política e social; desconfiguro a linguagem das repetições, sobre fatores cotidianos, dogmas, regras, abordagens a "verdades". Há apenas um filtro para qualquer tema de vida ?
🚦Ou somos o filtro🚦 das possibilidades incontáveis quando o tema é humanidade e transição? 🌈❄️🌠Há potenciais vórtices nos lados, as dualidades, a realidade (que seja), relativa a quem observa. Aponta os movimentos da raça atual de humanos e está esquecendo de melhorar onde habita, o que faz, o que nutre e o que transmite para o planeta vivo.
Aliás, planeta que nada solicita nada de política, religião, crenças, mas muito provavelmente de estruturas que complementam a importante qualidade entre ciclos ou sob fundamentos específicos, profissão, cultura, posição na vida. Por isso tudo, ou quase nada, desconfio que não aprendi direito, nem economia, matéria alguma explica o que os seres de qualquer nação ou distância física vêm aplicar, sem filtros.
Tal compreensão surge quando a mente se silencia e o observador reconhece a própria presença como campo de possibilidades. Nesse espaço, a dúvida deixa de ser ruído e torna‑se portal para a percepção direta da interconexão.
Ao transcender o ego, percebemos que cada ação, pensamento ou sentimento reverbera no tecido coletivo. Assim, o cuidado com a Terra deixa de ser obrigação externa e passa a ser expressão natural do eu expandido.
Valor interno e a verdadeira riqueza nascem da presença que reconhece o campo de possibilidades; quando a mente silencia, o “eu” deixa de ser conta‑corrente e torna‑se fluxo.
Investimento consciente: direcionar recursos (tempo, atenção, capital) para projetos que nutram o solo, a água e a ecobiologia a fim de gerar retorno multidimensional
Aplicado não apenas lucro monetário, mas expansão de luz coletiva observando risco sistêmico, onde a crença de que tudo mais funciona isolado cria vórtices de dualidade; observar sem filtro revela interdependência, reduzindo volatilidade emocional e aumentando resiliência.
Afinal, somos o filtro das infinitas possibilidades; a dúvida transforma‑se em portal de insight direto. Replicando ao transcender o ego, cada decisão econômica aponta uma expressão natural do eu expandido, do novo Eu decidido a escolher, melhorar e multiplicar valores da Alma diante do cotidiano. Acolhimento em dar e receber.
Que esse olhar esteja presente e amplie a qualidade de luz que projetamos ao planeta, transformando a desconfiança em curiosidade criativa e a fragmentação em integração.
A dualidade não é inimiga; ela é o espelho que revela onde estamos presos. Quando observamos sem identificar, vemos que a “raça atual” está mais ocupada em construir estruturas externas do que em cultivar o interior que, por sua vez, nutre o planeta vivo.
Sem precisar de política, religião ou crenças dogmáticas, podemos alinhar‑nos com a simples verdade de que a vida se sustenta em ciclos de troca. Cada ação que honra o solo, a água, o ar, elementais num ciclo e estrutura infinita ( oneness), é um voto de confiança na própria existência.
Se ainda percebo que nada explicou, penso que talvez a resposta esteja no próprio ato de observar a dúvida.
Deixo que ela seja o ponto de partida, não o ponto final. Assim, o filtro se expande, e a luz se projeta e volta amplificada para o mundo.
Solar8
Um olhar sistêmico a cada instante.























