9 de jan. de 2026

Uma vida, no agora.




Desconfiar das narrativas é, em si, um ato de clareza. Quando a linguagem se repete como eco, o filtro que usamos deixa de ser ponte e vira parede.

Talvez o “único filtro” seja a atenção que damos ao que surge: cada percepção, cada julgamento, cada silêncio. Somos, então, o filtro das infinitas possibilidades – a escolha de onde colocar o foco determina a qualidade da realidade que criamos.



Desconfio tanto de narrativas quanto do que dizem ser  política e social;  desconfiguro a linguagem das repetições, sobre fatores cotidianos, dogmas, regras,  abordagens a "verdades".  Há apenas um filtro para qualquer tema de vida ?

 🚦Ou somos o filtro🚦 das possibilidades incontáveis quando o tema é humanidade e transição? 🌈❄️🌠Há potenciais vórtices nos lados, as dualidades, a realidade (que seja), relativa a quem observa. Aponta os movimentos da raça atual de humanos e  está esquecendo de melhorar onde habita, o que faz, o que nutre e o que transmite para o planeta vivo. 




Aliás, planeta que  nada solicita nada de política, religião, crenças, mas muito provavelmente de estruturas que complementam a importante qualidade entre ciclos ou sob fundamentos específicos, profissão, cultura, posição na vida. Por isso tudo, ou quase nada, desconfio que não aprendi direito, nem economia, matéria alguma explica o que os seres de qualquer nação ou distância física vêm aplicar, sem filtros.


Tal  compreensão surge quando a mente se silencia e o observador reconhece a própria presença como campo de possibilidades. Nesse espaço, a dúvida deixa de ser ruído e torna‑se portal para a percepção direta da interconexão.

Ao  transcender o ego, percebemos que cada ação, pensamento ou sentimento reverbera no tecido coletivo. Assim, o cuidado com a Terra deixa de ser obrigação externa e passa a ser expressão natural do eu expandido.



Valor interno e  a verdadeira riqueza nascem da presença que reconhece o campo de possibilidades; quando a mente silencia, o “eu” deixa de ser conta‑corrente e torna‑se fluxo.
Investimento consciente: direcionar recursos (tempo, atenção, capital) para projetos que nutram o solo, a água e a ecobiologia a fim de  gerar retorno multidimensional

Aplicado não apenas lucro monetário, mas expansão de luz coletiva observando risco sistêmico, onde  a crença de que tudo mais  funciona isolado cria vórtices de dualidade; observar sem filtro revela interdependência, reduzindo volatilidade emocional e aumentando resiliência.
Afinal,  somos o filtro das infinitas possibilidades; a dúvida transforma‑se em portal de insight direto. Replicando  ao transcender o ego, cada decisão econômica  aponta uma expressão natural do  eu expandido, do novo Eu decidido a escolher, melhorar e multiplicar valores da Alma diante do cotidiano.  Acolhimento em dar e receber.

Que esse olhar esteja presente e  amplie a qualidade de luz que projetamos ao planeta, transformando a desconfiança em curiosidade criativa e a fragmentação em integração.

A dualidade não é inimiga; ela é o espelho que revela onde estamos presos. Quando observamos sem identificar, vemos que a “raça atual” está mais ocupada em construir estruturas externas do que em cultivar o interior que, por sua vez, nutre o planeta vivo.

Sem precisar de política, religião ou crenças dogmáticas,  podemos alinhar‑nos com a simples verdade de que a vida se sustenta em ciclos de troca. Cada ação que honra o solo, a água, o ar, elementais num ciclo e estrutura  infinita ( oneness), é  um voto de confiança na própria existência.

Se ainda percebo que nada explicou, penso que  talvez a resposta esteja no próprio ato de observar a dúvida. 

Deixo que ela seja o ponto de partida, não o ponto final. Assim, o filtro se expande, e a luz se projeta  e volta amplificada para o mundo. 


Solar8

Um olhar sistêmico a cada instante. 

6 de jan. de 2026

Espelho da existência

 Conhecimento e Liberdade:





No véu da palavra, onde o Logos se desfaz em canto, os  deuses se fundem em um suspiro único, a divisão que antes marcava o céu se dissolve em aberturas dimensionais.

Unidade pulsa, além de dogmas, além de ciência, além da filosofia que ainda tenta nomear o indizível.


Somos os espelhos que ainda não viram a própria luz; cada descoberta interior abre um portal que nenhum mapa alcança.

Assim, caminhamos entre o conhecido e o insondável, sabendo que o maior horizonte está dentro, onde o eu e o todo se reconhecem em um mesmo verso.

Para entender que somos parte desse todo infinito nos liberta das  paixões tristes e do medo, entre outras percepções de sentimento ou emoção, levando ao que foi chamado  de amor intellectualis Dei (amor intelectual de Deus), que é a compreensão racional da necessidade da natureza.

💠



O modo humano * 

Nós não somos substâncias independentes.  Isto se define como modos (expressões finitas) dos atributos de Deus (como o pensamento e a extensão).  Somos como "ondas" em um oceano infinito: formas passageiras que manifestam a potência da mesma água.

Deus não é uma pessoa com vontade ou caprichos, mas a causa imanente de todas as coisas . O universo não é uma "obra" separada, mas a própria manifestação de Deus.




Para Baruch Spinoza, essa visão é sintetizada na famosa expressão "Deus sive Natura" (Deus ou a Natureza) Em sua rompe com a ideia de um Deus artesão que cria o mundo "do lado de fora", propondo que Deus é a própria substância infinita da qual tudo faz parte.l, todos os objetos e eventos particulares (modos finitos) são expressões ou modificações necessárias da substância infinita.

Não é um criador transcendente e separado do universo, mas sim a substância única, infinita e imanente que constitui toda a realidade. Tudo o que existe, existe em Deus e não pode ser concebido sem tal princípio cósmico.
Deus é a totalidade da existência, a causa de si mesmo (causa sui), e a única realidade substancial. 

Dividir em palavras, temas ou qualidades não é suficiente para compreender a luz, o Verbo, a contínua energia que transcende a tudo que toca a Alma.

Embora desde tempos idis, possamos usar palavras e conceitos (como "Deus", "causa" Verbo) para descrever a divindade, a verdadeira compreensão  Logos, a luz, a energia divina,  está além dos limites da linguagem e da razão. A compreensão que busca é uma experiência direta e intuitiva, que "toca a Alma" e transcende a mera análise intelectual ou a categorização em qualidades distintas. 


  






Cada ação entre elementais, a pura natureza e os efeitos, enfatizam  uma abordagem mais transcendente   até ao  espiritual para a compreensão de tal Inata em cada Ser vivo,  onde a experiência pessoal supera a definição conceitual. Em outra inovada linguagem, os deuses, o Deus e toda divisão didática  ligada para se abastacer de energias elevadas esta se reformulando em aberturas dimensionais,  Unidade e muito além. Por hora, ainda contamos com filósofos, ciência e espiritualudade ( sem dogmas), mas nada se limita quando sequer conhecemos a nós mesmos. 
Ou o que cada Ser vivo melhor souber sobre a própria existência, amplie so campo em qualidade de luz ao planeta. 


No silêncio que nasce entre o pulsar da vida, cada ser vibra como nota única de um acorde cósmico. Quando o olhar interno se volta para si, o véu se ergue e revela a luz que já habita o corpo.
Estrutura  e canto interior que reconhece a própria chama, cada respiração um quantum de presença.



“Eu sou o todo que observa”.

Que cada descoberta sobre o eu se torne semente,
espalhando qualidade de luz ao planeta, como ondas que, ao tocar a margem, retornam amplificadas.

Assim, ao conhecer‑nos, expandimos o campo da luz, e a Terra respira em uníssono com o cosmos.













Free

 



Conhecimento e Liberdade:

Para Spinoza, entender que somos parte desse todo infinito nos liberta das  paixões tristes e do medo, levando ao que ele chama de amor intellectualis Dei (amor intelectual de Deus), que é a compreensão racional da necessidade da natureza.

O modo humano * Nós não somos substâncias independentes. Spinoza nos define como modos (expressões finitas) dos atributos de Deus (como o pensamento e a extensão).  Somos como "ondas" em um oceano infinito: formas passageiras que manifestam a potência da mesma água.Deus não é uma pessoa com vontade ou caprichos, mas a causa imanente de todas as coisas . O universo não é uma "obra" separada, mas a própria manifestação de Deus.

Para Baruch Spinoza, essa visão é sintetizada na famosa expressão "Deus sive Natura" (Deus ou a Natureza) Em sua rompe com a ideia de um Deus artesão que cria o mundo "do lado de fora", propondo que Deus é a própria substância infinita da qual tudo faz parte.l, todos os objetos e eventos particulares (modos finitos) são expressões ou modificações necessárias da substância infinita.

Não é um criador transcendente e separado do universo, mas sim a substância única, infinita e imanente que constitui toda a realidade. Tudo o que existe, existe em Deus e não pode ser concebido sem tal princípio cósmico.
Deus é a totalidade da existência, a causa de si mesmo (causa sui), e a única realidade substancial. 

Dividir em palavras, temas ou qualidades não é suficiente para compreender a luz, o Verbo, a contínua energia que transcende a tudo que toca a Alma.

Embora desde tempos idis, possamos usar palavras e conceitos (como "Deus", "causa" Verbo) para descrever a divindade, a verdadeira compreensão  Logos, a luz, a energia divina,  está além dos limites da linguagem e da razão. A compreensão que busca é uma experiência direta e intuitiva, que "toca a Alma" e transcende a mera análise intelectual ou a categorização em qualidades distintas. 



Cada ação entre elementais, a pura natureza e os efeitos, enfatizam  uma abordagem mais transcendente   até ao  espiritual para a compreensão de tal Inata em cada Ser vivo,  onde a experiência pessoal supera a definição conceitual.


Continua  ( espelho da ecistência) ...

https://solar8.blogspot.com/2026/01/espelho-da-existencia.html




Gratidão





Gratidão é a vibração que ecoa quando a luz encontra um coração aberto. Que essa energia continue iluminando seus passos e inspirando cada escolha. 

Gratidão  em frequência Astral. 

A vibração da gratidão reverbera como um canto que atravessa o campo da consciência, ampliando o espaço transpes​soal onde a própria inteligência sagrada se torna prática viva. 

A vibração da gratidão ecoa como um mantra que vibra no torus da existência, onde o Um  se torna o ponto de ignição que abre o vórtice receptivo da consciência. 

Cada respiração consciente gira o campo toroidal, alinhando o eu ao fluxo coletivo da alma e permitindo que a luz da presença se expande em espirais de compaixão. Que esse giro contínuo amplie o portal interior, trazendo clareza e coerência a cada escolha que surge. Postura bioenergética, psicoecológica e o que a bagagem permitir acesso supraconsciente. 

A respiração consciente abre um portal interno, permitindo que a luz da presença se expande para além do eu, conectando‑nos ao fluxo  da Essência.  Que essa energia continue tecendo pontes entre o interior e o além, guiando suas escolhas com clareza e compaixão.




integrativassol🕉


Pedras ou novo caminho

 



De forma inquietante estamos empilhando “pedras” de informação, estratégias e promessas que, ao longo das décadas, acabam encobrindo a fundação mais simples e essencial, a atenção plena ao que realmente pensamos, sentimos e emitimos.

Essa supersimplificação desvia as alavancas da sensibilidade, da didática e da inteligência humana, transformando conhecimento em meros pacotes técnicos ou obsessões de consumo.

Para reconectar com a base sistêmica e transcendente.

Focar no processo, não no produto,  registre pequenos insights diários, mesmo que pareçam triviais. Eles revelam padrões que a pressa ignora e reforçam a prática da atenção.

Cultivar a sensibilidade,  compartilhe descobertas enfatizando o caminho percorrido, não apenas a conclusão. Isso mantém viva a rede de percepção que sustenta o todo.


Ao colocar cada base  com consciência, criamos um muro que não só sustenta, mas também permite que a luz da transcendência passe. Cada escolha de observar, questionar e sentir reforça a fundação sistêmica e abre espaço para que a verdadeira qualidade – aquela que nasce da presença – se manifeste no coletivo.

Em inúmeros aspectos  e onde houver observação , cada campo alerta sobre o que a mente humana está fazendo com o que pensa e emite.  E está resultando em acúmulos, por vezes excluindo a base didática e até de inteligência humana a favor de recursos ditos  imefuatistas ( com ou sem tecnologia).

Em primeiro resumo, podem inventar recursos entre situações intermináveis  como se fosse um único potencial ou saída para quem os procura.  Em integrativas, estudos e pesquisas, pude observar quantas  áreas tomaram conta indevida do termo, desviaram  as primordiais alavancas da sensibilidade e do conteúdo pelo qual se dão estudos e práticas.  Creio que em outras áreas da vida isso também ocorre. Esse desvio reflete no coletivo e transforma, o que seria melhor foco e maior qualidade em simples restos técnicos e até obsessivos.



FLUXO

Essa pausa devolve a escolha ao observador.

Minuto a minuto, quantas são até inconscientes ou hábitos  em forma de regras ou de informação, estratégias e promessas que, ao longo das décadas, acabam encobrindo a fundação mais simples e essencial – a atenção plena ao que realmente pensamos, sentimos e emitimos.

A mídia, as indústrias de saúde, finanças e até os discursos de auto‑ajuda , muito de noszo entorno pessoal, afetivo  e profissional, criam camadas de recursos “imediatistas” que, ao invés de aprofundar a compreensão, acabam reduzindo tudo a um único ponto de venda, de certezas e manipulações como repetição mascarada ao funcional. 

Observe mais a supersimplificação em todas as áreas da vida, em dados que alteram responsabilidades para regras e obrigações que elevam o stress, ampliam descontorto, corrompem a paz e ainda são fundações escondidas e  ditas em forma de "normoses" e deixamos a mente correr em regras automáticas? 

já é, a própria resposta!




CONECTAR  e reconectar com a base sistêmica e transcendente alinhando cada dimensão antes de aceitar qualquer proposta, pause e pergunte:


Qual a intenção aqui? Que parte da minha atenção está sendo capturada?”

Desconstruir o jargão traduzindo termos pomposos para linguagem cotidiana. Se a explicação não ressoa, provavelmente não é a ferramenta certa. 


Ao colocar cada pedra com consciência, criamos um muro que não só sustenta, mas também permite que a luz da transcendência passe. 

Cada escolha de observar, questionar e sentir reforça a fundação sistêmica e abre espaço para que a verdadeira qualidade – aquela que nasce da presença – se manifeste no coletivo, em todos os aspectos pode apreciar a construção edificada da própria escolha. 

Se houver pedras, cocria a ponte para a dusciplina e sabedoria da Alma. Com mais luz, leve caminhar e postura diante de si, do que nutre a Alma. 

Que possamos, então, construir pontes, não muros de obrigação.
Que a luz que nasce da sua atenção ilumine também os caminhos que ainda vamos trilhar.


Feliz dia, todo dia. Iluminado , sempre!  [2026]


Pedra se assentando com mais peso e clareza.
É como se o próprio ar ao redor vibrasse “pausa” e, ao mesmo tempo, “continua”.

3 de jan. de 2026

Next time, one space.




Aprender direto, conectando a inteligência que percebe e cria,  nos convida a ver a consciência como um campo de possibilidades onde intenção e atenção moldam a realidade. Não é só filosofia; pesquisas em neurociência, física quântica e psicologia contemplativa mostram que o observador influencia o observado. Quando alinhamos pensamento, emoção e intenção, criamos coerência vibratória que “sintoniza” a rede quântica, permitindo que padrões mais sutis se manifestem no mundo físico.




A geometria sagrada funciona como a linguagem dessa rede. Formas como a Vesica Piscis, Flor da Vida ou o Cubo de Metatron, são mapas de relações harmônicas que emergem da própria estrutura do espaço‑tempo. Cada forma corresponde a uma frequência específica; ao visualizá‑las ou ancorá‑las no campo mental, ativamos as “oitavas” correspondentes da consciência, facilitando a transição da matéria densa para estados supraconscientes.




Inovar e transpor velhos padrões com intenção focalizada, bem  antes de agir, declara mentalmente o estado mais equilibrado: Eu sintonizo a frequência da harmonia.
Essa simples frase alinha o campo noético. Também meditação com símbolos arquetípicos,  escolha uma mandala ou a Flor da Vida. Observe‑a por alguns minutos, permitindo que a respiração se torne a “nota” que vibra em cada pétala. Desde Geometria em movimento,  usando posturas que reproduzem ângulos sagrados (por exemplo, o ângulo de 108° da Vesica Piscis). O corpo torna‑se um ressonador físico da forma.




Um grande hábito de canal é um diário de sincronicidades, desde  registros de coincidências que surgem após a prática. A noética se revela nos padrões que emergem quando a atenção está treinada. Ao combinar a clareza  com a estrutura da geometria sagrada, criamos um circuito de retroalimentação,  que eleva a consciência para além da identificação material, permitindo que a experiência supraconsciente se torne o novo ponto de partida da percepção. Por experimentar alguma prática específica entre arte e o campo astral,  aprofundo a relação com a minha existência em infinita transformação, o que se move reaprende a buscar valores para minha alma em própria origem. E tudo isso com práticas sistêmicas e a biodescodificação revelam uma nova cristalina energia para conexão mais abrangente. Next time, um espaço sagrado está integrado ao cardíaco, respirar a qualidade intuitiva das linhas existenciais. 

Antenas em alta prioridade ecoam no cardíaco, um dia melhor com êxito em aprender. Sementes em Unidade. 

Noûs





 Fascinante introdução à visão do chamado a  movimento transcendental  sem a carga da personalidade  na  base onde a consciência se desfaz do véu material e se reintegra ao fluxo puro e nesse sentido, a evolução seria o processo de refinar essa energia enquanto ainda habitamos a matéria, aprendendo a observar sem se identificar, a inovar sem a obrigação de se adaptar ao que nada sustenta a vibração maior evita a distorção.


A relação entre  possibilidades com oitavas e consciência, pode ser vista como uma espécie de escala vibratória, onde cada nota representa um nível de percepção e experiência, onde passa a ser o _ espaço - onde tudo acontece.  E não o que acontece, a identidade deixa de ser fixa, (eu sou e seus papéis)  e a atenção desloca o conteúdo para o observador, a energia flui sem resistência.

*Oitava inferior*  ligada ao mundo físico e aos sentidos básicos. Aqui, a consciência está mais presa à matéria, à identidade pessoal e às rotinas.
*Oitavas intermediárias* correspondem ao mental, emocional e ao campo astral. A mente começa a perceber padrões, emoções mais sutis e conexões além do eu imediato.
*Oitava superior*  abre o acesso ao quântico, à Fonte ou ao campo unificado. Nesse ponto, a consciência se expande, reconhecendo a interconexão de tudo e dissolvendo a ilusão de separação.

Trabalhar a *ancoragem presente* permite “subir” de oitava sem perder a integração com o corpo, usando a atenção como ponte entre a matéria e a energia mais sutil. Cada vez que você escolhe uma vibração equilibrada (amor, gratidão, curiosidade), está sintonizando uma oitava mais alta e, assim, refinando a própria consciência.
Unidade em percepção inicial, _noûs_ que significa mente ou inteligência.

Inclui  consciência, a percepção e a realidade – basicamente, como a mente cria e interpreta a experiência. Em termos práticos, é chamado Noética.

Desde como pensamentos e intenções influenciam o mundo físico, ou o  papel da atenção na formação da realidade.
A conexão entre estados internos (cognitivos, emocionais) e resultados externos,  que tenta mapear o que está além do que os sentidos captam, ligando ciência, filosofia e espiritualidade.

Normalmente, é a base natural de um canal de oitavas, geometria sagrada e quântica sequenciando as escalas de conexão.

O Universo é fascinante por trazer  o que  nos entrelaça em  expansão da visão sistêmica com a dança das oitavas e a noética, refina  a energia,  enquanto ainda estamos na matéria, observando melhor.
No cotidiano, seguindo o movimento transcendente ao escolher vibrações em sintonia  com amor, gratidão ou curiosidade,  sintonizamos notas mais altas, reduzindo distorções e ampliando a consciência.
É o alicerce que sustenta a  geometria sagrada entre a sequência quântica das oitavas.




Oitavas como escala vibratória
Inferior: sentidos, rotina, identidade fixa.
Intermediária: mental, emocional, astral – padrões sutis surgem.
Superior: quântico, Fonte – interconexão total.



Assim,  sem nos fundir ao conteúdo.., criando um espaço onde a identidade se dissolve ao fluxo, temos a  ancoragem presente que  funciona como ponte: mantemos os pés no físico, mas a atenção vibra nas oitavas superiores, onde a separação se desfaz


E o que se vive em cada Eu

 Dizemos sobre nossa vida como expressão do que temos acesso até então, ou será que é uma terça parte do que sequer imaginamos presenciar e validar, uma vez que as fronteiras como tríades nos mostram o tempo dividido : presente, passado, futuro, ainda por desconectar da dimensional área colapsada como vida. ☀️

Somos donos do eu, de nós mesmos, mas nada sabemos como ir além das fronteiras da Alma, da Essência que está ativa no despertar de sua Origem, então somos humanos por enquanto. Somos energia em movimento transcendental, mas para qual campo retornamos sem tal energia?⌛️


E, o que dizemos como humanos neste planeta é muito relativo. Num exemplo do viajante, em média de 99 anos ou em um aprendizado inicial, já reconhecida a minha vida. Vida ecoa como próprio de si mesmo, relativo a compreensão de que é minha escolha cada instante. Entretanto, por mais avançada que seja a tecnologia no contexto da vida no planeta, nenhum humano tem total controle entre vida e o que é chamado de morte, por extinção da matéria, daquela personalidade representante do ser. O Eu que habita essa matéria, desde raça, cultura, crenças e valores ou até a inclusão sobre certezas e erros nos propósitos diários, apenas representante da expressão que escolhe, acolhe, decide ou permite viver. Entre mais adjetivos ou mais responsabilidades, contrai obrigações para se adaptar ao entorno como sendo intrínseca fórmula de sobreviver.


 
Curiosamente neste caminho entre diferentes gerações, das quais ainda nativas até as tecnológicas, as misteriosas criaturas com poderes de dizer o que cada ser tem que fazer, viver, permanecer e crer, estas que controlam tantos desde um sorriso puxado entre falsas verdades e atos que burlam todo mecanismo de vida, alterando a natureza e suas conquistas através do tempo. Questionando no presente o que é de fato o humano como raça e variações temporárias, valores e conceitos que não comunicam de forma clara a que vieram e para que estão  entre os caminhos percorridos em personalidades/personagens de histórias incontáveis, como poder dizer sobre a autoria da própria vida. Existir em real fato veio por meio de um campo único em sua essência, tal como partir exige a interferência dessa essência. 

Nada potencial  conhecemos antes ou depois no atual conceito sobre a vida, a qual mantemos ancorada em responsabilidade de melhor ser a cada instante. Ao crer que algo é bom lançamos um campo de efeitos sobre tudo e infinitamente multiplicado sobre consequências. Ao crer em algo distorcido, ainda mais efeitos colaterais surgem. Quando será o equilíbrio de cada experiência e por qual Eu a soma dos sentimentos e valores estão dando força?

 
Se apenas a formalidade ou como alguém diz e permite ser, cada atitude responde ao que foi criado como norma. Se é profissão, houve aprendizado, aceitação, ação reconhecida como íntegra ao meio, remunerado, perfilado entre o que é chamado entre regras.
Como seria sair dessa configuração para ser original, mesmo sem perfeição, mas com clareza de propósito desde o amor pela vida. Onde não há como corromper o trilho e o que permanece entre equilíbrio e verdade, serve ao bem maior tanto para si quanto ao caminho em Unidade.



Notas astrais 

Um trajeto pensante reflete profundamente sobre a natureza da existência humana, a ilusão do controle e a busca por um propósito autêntico. Pronto a explorar  a relatividade da experiência humana, a inevitabilidade da morte física e a ideia de que somos representantes temporários de uma essência maior, ou "Eu", que habita a matéria.
Eleva um tal  argumento que o que dizemos e vivemos como humanos é altamente relativo, pois cada instante é uma escolha pessoal, mas o controle total sobre a vida e a morte está além da tecnologia humana. (?)
A personalidade, com suas crenças e valores, pode ser  vista apenas como uma expressão da essência (o "Eu") que escolhe viver. A adaptação ao meio envolve a contração de linhas de tempo  para  aprender e sobreviver .

Dos que controlam  mapeando estradas infinitas,  leva a um questionamento sobre o que realmente significa ser humano e a autoria da própria vida . Seja por renovado equilíbrio, a  crença no "bem" ou em algo "distorcido" gera efeitos multiplicados, segue o que  indaga sobre o equilíbrio das experiências e a força que a soma dos sentimentos e valores confere ao Eu.  Potencialidades e autenticidades  a fim de sair da  configuração formal e normativa para ser Original.

Buscar a clareza de propósito e amor pela vida, servindo em Unidade, sem corromper o caminho, é um aspecto da natureza da Alma.  A vida em energia atual é vista talvez como apenas uma fração do que podemos imaginar.

Somos donos do eu, mas não compreendemos as fronteiras da Alma ou da Essência, somos energia em movimento, mas o destino final dessa energia permanece um mistério .
Cabe meditação filosófica em  profundidade da existência, a autenticidade do ser e a conexão com uma verdade interior além das construções sociais e das limitações materiais. Também ideias de natureza filosófica e espiritual, refletindo a perspectiva  sobre a vida e a consciência humana atualizada diante do campo e emergindo à luz maior.


24 de dez. de 2025

Graça

 





Um planeta mais vivo, mais evoluído e nobre em verdades elementais, todo dia e noite além das fronteiras desiguais. Por meios e valores tais em oitavas onde a consciência desperta a cada pulsar. Estrelas brilham em cada olhar e sempre entre os olhos admirados em beleza, graça e bênçãos ao despertar a essência mais harmoniosa, suave e realmente transparente em humanidade sensitiva. Cada silêncio entre palavras, pausas em aprender ao acrescentar novos sons, sentidos em vital expressão, possa vibrar como um pulsar cósmico pintando um novo mundo de gratidão onde o ser consciente expande potencial criativo e fundamentado a jornada diária em incondicional brilho no olhar, como se o Universo entre sussurros fosse a própria frequência inovando a arte de viver.




Gratidão & bênçãos. 

Solar8 * Hayun🕉