Na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), a professora Tatiana Coelho de Sampaio lidera uma pesquisa com a polilaminina, um tratamento experimental para lesão na medula espinhal. 8
Caso a caso, observando novos testes e melhores buscas por oportunidades neurológicas.
Polilaminina
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O avanço da polilaminina, desenvolvida no Instituto de Ciências Biomédicas (ICB) da UFRJ, uma fronteira da medicina regenerativa mundial.
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O Mecanismo: A polilaminina funciona como um "andaime" molecular que estimula a regeneração de neurônios e a plasticidade do sistema nervoso central, conforme detalhado em pesquisas da UFRJ.
O Estudo Clínico: A aprovação recente pela Anvisa e pelo Ministério da Saúde permite que o tratamento, antes restrito a casos compassivos ou experimentais isolados, seja testado em um protocolo rigoroso com pacientes em fase aguda.
POLILAMININA é uma substância inovadora desenvolvida pela UFRJ e laboratório Cristália para regenerar medula espinhal em lesões agudas, demonstrando potencial para recuperar movimentos (paraplegia/tetraplegia). Originada da proteína laminina da placenta humana, ela atua reconstruindo conexões neurais. Estudos inicais, com autorização para novos testes, mostraram resultados positivosAlém da recuperação de movimentos, a pesquisa traz benefícios vitais como a melhora das funções autonômicas (controle de bexiga e intestino), o que eleva drasticamente a qualidade de vida.
O trabalho da professora Tatiana Coelho de Sampaio é a prova viva da importância do investimento em universidades públicas e da resiliência dos nossos cientistas.
Se os resultados dos testes clínicos confirmarem a eficácia observada até aqui, o reconhecimento internacional.
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Estudo conduzido por cientista brasileira apresenta avanço histórico no tratamento de lesões na medula
Estudo liderado por cientista da UFRJ apresenta resultados promissores na recuperação de movimentos.
A descoberta não foi planejada. Link:
" 🌐polilaminina 🌐caiu na minha cabeça", diz. Ela conheceu a molécula em 1997. "São 28 anos trabalhando com a mesma proteína, mas não fiquei 28 anos fazendo a mesma coisa. A trajetória é muito dinâmica.
A proteína em forma de cruz que sustenta a vida.
Existe uma estrutura essencial no corpo humano que raramente é mencionada fora dos livros científicos, mas que sustenta literalmente tudo o que somos. Ela começa com uma proteína chamada laminina.
A laminina é uma glicoproteína da matriz extracelular, a “rede” que mantém nossas células organizadas, conectadas e em comunicação constante. Sem ela, as células não se fixam, os tecidos perdem coesão e os órgãos não funcionam corretamente. Ela atua como uma verdadeira cola biológica e também como um sistema de orientação celular, indicando onde a célula deve ficar, como crescer e quando se regenerar.
O que chama atenção, inclusive fora do meio acadêmico, é sua estrutura molecular. Quando observada isoladamente em microscopia eletrônica, a laminina apresenta um formato semelhante a uma cruz.
No entanto, no organismo vivo, a laminina raramente atua sozinha. Ela se organiza em estruturas mais complexas chamadas polilamininas, formadas pela autoassociação de várias moléculas de laminina. É essa organização tridimensional que cria verdadeiras redes estruturais, ampliando a comunicação celular, a estabilidade dos tecidos e os processos de regeneração.
A partir da década de 1970, pesquisadores como Rupert Timpl e Hynda Kleinman aprofundaram os estudos sobre a laminina e a matriz extracelular. Mais recentemente, no Brasil, a Dra. Tatiana Sampaio teve papel relevante ao divulgar e ampliar a compreensão sobre a polilaminina, trazendo luz à sua função como um campo organizador biológico, capaz de influenciar diferenciação celular, coerência tecidual e arquitetura da vida.
Pesquisas demonstram que essas estruturas são fundamentais na formação de músculos, nervos, pele, rins e nos processos de cicatrização e regeneração celular.
A ciência afirma com clareza: a organização da laminina em polilaminina sustenta a vida em nível estrutural. Curiosamente, aquilo que sustenta o corpo assume uma forma universalmente associada à sustentação e à conexão.
Não é dogma, é observação. O divino não concorre com a ciência. Ele também se revela nela. 🙏🏻
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