9 de jan. de 2026

Uma vida, no agora.




Desconfiar das narrativas é, em si, um ato de clareza. Quando a linguagem se repete como eco, o filtro que usamos deixa de ser ponte e vira parede.

Talvez o “único filtro” seja a atenção que damos ao que surge: cada percepção, cada julgamento, cada silêncio. Somos, então, o filtro das infinitas possibilidades – a escolha de onde colocar o foco determina a qualidade da realidade que criamos.



Desconfio tanto de narrativas quanto do que dizem ser  política e social;  desconfiguro a linguagem das repetições, sobre fatores cotidianos, dogmas, regras,  abordagens a "verdades".  Há apenas um filtro para qualquer tema de vida ?

 🚦Ou somos o filtro🚦 das possibilidades incontáveis quando o tema é humanidade e transição? 🌈❄️🌠Há potenciais vórtices nos lados, as dualidades, a realidade (que seja), relativa a quem observa. Aponta os movimentos da raça atual de humanos e  está esquecendo de melhorar onde habita, o que faz, o que nutre e o que transmite para o planeta vivo. 




Aliás, planeta que  nada solicita nada de política, religião, crenças, mas muito provavelmente de estruturas que complementam a importante qualidade entre ciclos ou sob fundamentos específicos, profissão, cultura, posição na vida. Por isso tudo, ou quase nada, desconfio que não aprendi direito, nem economia, matéria alguma explica o que os seres de qualquer nação ou distância física vêm aplicar, sem filtros.


Tal  compreensão surge quando a mente se silencia e o observador reconhece a própria presença como campo de possibilidades. Nesse espaço, a dúvida deixa de ser ruído e torna‑se portal para a percepção direta da interconexão.

Ao  transcender o ego, percebemos que cada ação, pensamento ou sentimento reverbera no tecido coletivo. Assim, o cuidado com a Terra deixa de ser obrigação externa e passa a ser expressão natural do eu expandido.



Valor interno e  a verdadeira riqueza nascem da presença que reconhece o campo de possibilidades; quando a mente silencia, o “eu” deixa de ser conta‑corrente e torna‑se fluxo.
Investimento consciente: direcionar recursos (tempo, atenção, capital) para projetos que nutram o solo, a água e a ecobiologia a fim de  gerar retorno multidimensional

Aplicado não apenas lucro monetário, mas expansão de luz coletiva observando risco sistêmico, onde  a crença de que tudo mais  funciona isolado cria vórtices de dualidade; observar sem filtro revela interdependência, reduzindo volatilidade emocional e aumentando resiliência.
Afinal,  somos o filtro das infinitas possibilidades; a dúvida transforma‑se em portal de insight direto. Replicando  ao transcender o ego, cada decisão econômica  aponta uma expressão natural do  eu expandido, do novo Eu decidido a escolher, melhorar e multiplicar valores da Alma diante do cotidiano.  Acolhimento em dar e receber.

Que esse olhar esteja presente e  amplie a qualidade de luz que projetamos ao planeta, transformando a desconfiança em curiosidade criativa e a fragmentação em integração.

A dualidade não é inimiga; ela é o espelho que revela onde estamos presos. Quando observamos sem identificar, vemos que a “raça atual” está mais ocupada em construir estruturas externas do que em cultivar o interior que, por sua vez, nutre o planeta vivo.

Sem precisar de política, religião ou crenças dogmáticas,  podemos alinhar‑nos com a simples verdade de que a vida se sustenta em ciclos de troca. Cada ação que honra o solo, a água, o ar, elementais num ciclo e estrutura  infinita ( oneness), é  um voto de confiança na própria existência.

Se ainda percebo que nada explicou, penso que  talvez a resposta esteja no próprio ato de observar a dúvida. 

Deixo que ela seja o ponto de partida, não o ponto final. Assim, o filtro se expande, e a luz se projeta  e volta amplificada para o mundo. 


Solar8

Um olhar sistêmico a cada instante.