2 de nov. de 2012

Alma de criança

http://escritorauniversoparalelo.blogspot.com.br/2012/10/alma-de-crianca.html


Sinto falta dos tempos passados,
não dos momentos vividos,
e as coisas que me fizeram feliz ou infeliz,
e sim, falta da minha alegria diária,
do sorriso escancarado e a coragem de ser eu mesma,
de todos os dias acordar
com várias idéias para por em prática,
com emoção nas palavras,
com andar calmo e tranquilo
sabendo que no fim da estrada
amanheceria o meu novo dia,
recomeçando de onde jamais deveria terminar.
Sinto falta da menina levada que andava com os pés no chão,
sem medo de se sujar,
da chuva molhando meu cabelo, deixando ele desarrumado,
fazendo minha aparência mudar,
sinto falta das pessoas que amei,
e da minha capacidade de acreditar nelas,
não via inveja, nem ciúmes,
não via falsidade, não via carapuça, nem agressão nas palavras,
Sinto falta dos temperos da vovó,
quando criança ainda saboreava um simples prato,
com doses de carinho e atenção de vó.
Sinto falta de ser jovem e ter sonhos e esperanças
de ser feliz sem medo,
de abraçar apertado um amigo,
sem ele disso se aproveitar,
sinto falta até de chorar,
quando os filmes me emocionavam,
e me faziam sonhar,
sinto falta das conquistas,
dos amores,
dos costumes,
do "não ter nada para fazer"
de simplesmente ver o dia passar olhando o mar,
com o coração cheio de esperança,
incapaz de fazer alguém sofrer,
hoje eu vejo o quanto me faz falta ser menina de novo
para novamente nas pessoas acreditar,
viver rodeada de amigos,
contando comigo
para ir a praça somente para passear.
Jogar conversa fora, falar da lua, das estrelas,
cantar com a voz do coração,
e mais ainda sinto falta da capacidade de esquecer e perdoar,
achando que todos merecem uma nova chance e a vida
muda as pessoas pra melhor.
Se não fosse assim,
nada seria de mim,
que hoje lembra das coisas vividas,
das amargas e sofridas,
mas ainda com a alma de criança,
de ver coisas boas ainda me acontecer,
sem deixar passar a esperança.

Sônia Amorim

LOGOSOFIA

http://www.logosofia.org.br/videos/o-que-e-logosofia/40.aspx

Vídeo institucional com informações sobre a Logosofia e o trabalho que a Fundação Logosófica realiza em prol da superação humana.

Emocional

“O descontrole emocional ocorre quando atingimos um nível de estresse alto. O que surge quando as demandas, exigências e desafios estão acima das capacidades e competências do indivíduo.” E, nessas condições os “defeitos” costumam ficar maiores que são e a tendência é piorar o mau humor e a irritação, ou seja, atingimos o limite, tornando-nos menos controlados emocionalmente.

Atropelados por um turbilhão:

Ambiente hostil, perda de pessoas queridas, incertezas, conflitos interpessoais, carga de trabalho inadequada, falta de recompensa ou reconhecimento e conflitos de valores. Essas circunstâncias são grandes impulsionadoras do descontrole emocional.

Para o Dr. Alexandre Ghelman, graduado em Medicina pela UFRJ, com especialização em Neurologia pela PUC/RJ, além de palestrante e consultor sobre Saúde, Qualidade de Vida e Produtividade, quando o cérebro percebe a situação como muito ameaçadora, ativa o sistema límbico, área do cérebro responsável pelas emoções, que pode sobrepujar o córtex pré frontal, responsável pelo autocontrole e julgamento crítico. “O descontrole emocional ocorre quando atingimos um nível de estresse alto. O que surge quando as demandas, exigências e desafios estão acima das capacidades e competências do indivíduo.” E, nessas condições os “defeitos” costumam ficar maiores que são e a tendência é piorar o mau humor e a irritação, ou seja, atingimos o limite, tornando-nos menos controlados emocionalmente.

É fácil perceber através do comportamento se a pessoa tem ou não controle das emoções. Ana Artigas, psicóloga, pós-graduada em Treinamentos de Recursos Humanos, explica como confirmar a falta de controle. “Podemos perceber nitidamente pelas reações que as pessoas apresentam, como impaciência, irritabilidade, ansiedade e na postura corporal também, os olhos ficam saltados, a musculatura tensa, o maxilar se contrai, enfim, isso muda em cada pessoa, mas geralmente é visivelmente percebível.”

~ O preço que se paga:
Pessoas descontroladas emocionalmente se tornam “cegas”, ou seja, agem sem auto-crítica e os prejuízos da falta de controle, tanto no aspecto pessoal como no profissional, são inúmeros. O comportamento impulsivo costuma causar grandes transtornos, podendo destruir relacionamentos, projetos e até mesmo carreiras e empresas.

Suzana Nunes Bertoncini, consultora na área de Gestão de Pessoas pela BSN consultoria e Desenvolvimento Humano, diz que as pessoas tendem a enfiar “os pés pelas mãos, como diz o dito popular. O Dr. Alexandre concorda, acrescentando que quando o indivíduo ultrapassa o limite de descontrole, está sob maior risco de piorar uma doença ou desencadear um ataque cardíaco ou úlcera. “Além do prejuízo à saúde e aos relacionamentos pessoais, a falta de controle acarreta conflitos, baixa produtividade, falta ao trabalho e até demissões.” 

~ Evite agir por impulso – Pessoas muito impulsivas precisam se proteger e, também, zelar por suas relações com os outros. Ao agir por impulso, primeiro “explodimos”, para depois pensar nas conseqüências dessa explosão. Suzana sugere que, nesse caso, você atente para o seu “alerta de controle”. “Ao perceber que suas ações por impulso são freqüentes, tente se controlar e, principalmente, vá em busca de ajuda. Procure auxílio especializado (terapia) para poder avaliar o que há por trás dessas “situações de explosão”. E, também, converse sobre isso com as pessoas ao seu redor, colegas, amigos e familiares. Aprenda a voltar atrás e pedir desculpas. Use o POD – Por favor! Obrigado! Desculpe!”

Ana aconselha que para melhorar as ações por impulso, as pessoas devem fazer um PDCA das suas atitudes: P (plan) planeje, D (do) execute, C (control) controle e A (action) ações corretivas, analisando-as e colocando em prática medidas que possam evitar as ações por impulso.

~ Desenvolva sua Inteligência Emocional
O autor do best-seller Inteligência Emocional, Daniel Goleman, psicólogo e professor da Universidade de Harvard, EUA, difundiu e tornou bastante conhecido o tema Inteligência Emocional ao escrever seu livro a respeito desse assunto, em 1995. A partir disso os profissionais se deram conta de que necessitam de conhecimento técnico mas, principalmente, precisam saber lidar com as diferenças, trabalhar em equipe, comunicar de forma adequada, com assertividade, e relacionar-se bem. Para Suzana, Inteligência Emocional é saber administrar e manejar as próprias emoções. “Para lidar com esse mundo competitivo, é necessário muito autoconhecimento, procurar ser claro, objetivo e falar a partir da forma como percebe e sente a situação – não culpando o outro e querendo mudar o mundo.”

O Dr. Alexandre explica que a Inteligência Emocional pode ser definida como a capacidade de sentir, entender e aplicar eficazmente o poder e a perspicácia das emoções como uma fonte de energia, informação, conexão e influencia humana.

~ Como tirar vantagem das emoções e aprender a usá-las a seu favor
As emoções, segundo o Dr. Alexandre, funcionam como uma bússola, pois sinalizam se estamos nos sentindo bem ou mal, se estamos com algum conflito interno ou não e nos dizem se uma situação é positiva ou negativa. “Depois de perceber o que estamos sentindo e pensando, temos de analisar para entender a situação em detalhes e tomar as decisões.”

~ Desenvolva-se – Para aprimorar a Inteligência Emocional é preciso vontade, paciência e prática, além da capacidade de avaliar ações e rações. Ana sugere que você peça mais retorno sobre o seu comportamento às pessoas próximas e faça reflexões constantes a respeito do seu comportamento e de suas atitudes. “Quando escutar dos outros ou perceber que poderia ter tomado uma decisão de forma emocional mais inteligente, liste novas opções de comportamento. Da mesma forma que ampliamos nosso vocabulário, podemos ampliar nossas reações e atitudes. Liste formas diferentes de reagir à mesma situação e, se quiser ir mais longe, imagine como as pessoas reagiriam a cada reação sua.”

~ Seja mais flexível – Lembre-se sempre de quais são os seus princípios e valores, mas aprenda a desenvolver a sua flexibilidade diante da vida. Ana Artigas também sugere que você pense em mecanismos que ajudem a canalizar suas reações. “Pratique esportes, faça passeios em lugares abertos (em contato com a natureza), desenvolva um hobby e aproxime-se de pessoas queridas. Se nada disso funcionar, busque ajuda profissional, terapia, coaching ou outras alternativas que promovam o desenvolvimento de sua Inteligência Emocional.”



Fonte: Essencial Desenvolvimento Humano

http://empresajrdomorione.blogspot.com.br/2012/09/descontrole-emocional.html

1 de nov. de 2012

Integrativo humano de cada um.


Interessantes fatores de diversos segmentos, espirituais, científicos, quântico, estudos filosóficos, campos esotéricos e canais abertos a informações que geram curiosidades sobre o comportamento da energia ( planetária) entre pessoas e suas decisões sobre a vida. Não há nenhuma parada completa de dados e do planeta, mas interiormente as ações elevam a energia a uma grande percepção de transcendência, onde círculos fazem a completude da energia e assim a percepção mais clara vai tomando por si mesma a habilidade de indexar a nova energia em valores totalmente individuais e abrindo especiais campos a princípio simbólicos ...que atuam ou trazem consequências grupais ( inicialmente aos de afinidades a transformação)...porém de alguma forma todo o sistema está se renovando ou ainda percebendo-se em energias magnéticas alteradas, continuamente alterando ambiente, clima, respostas do universo a interatividade de nossas mentes ainda fechadas ao que a vida nos propõe. A energia desabrocha conforme o ser se integra a sua própria luz ou manifestação sob condições cotidianas, envolve a produção de sua própria energia como molde de seu novo universo ( círculos)... enquanto a resposta de energia pacífica está em campos sagrados da geometria que podemos agregar a nossa nova realidade.
Influenciando nossos procedimentos e nos permitindo conhecer o  universo que nos habita, por meditação e incluindo a alimentação da alma e dos valores para as próximas gerações. O universo seria então fruto de todas as nossas ações integrativas e neste perfil ainda não nos acostumamos a respeitar a vida em suas potencialidades. Com isto temos a água, a terra, o ar e os outros elementos gran-químicos e vibracionais. ( Canal Solar8) Atentos a um pulso relevante de nossas almas estamos diante da percepção de uma energia que esteve entre conversas internas e nos deu alicerces graduando nosso entendimento ao ADN Numa película tão fina quanto a Aura nos interpolamos em interpretações de nossa identidade cósmica.

Os insights estão ampliando e devorando o tempo e mesmo sem a presencial energia a visão do Grugo AG existe e mantém uma especial atividade inter-cerebral ativando entendimentos que são como portas regionais e refinadas em suas categorias que indicam a real participação de cada um em postura a ser firmada quando os eventos assim determinarem a ação. Até o momento a indicação do Oriente Antigo tem dado muita margem de pesquisa e relatando sensibilidades amplas nas mudanças dos seres despertos a nova dimensão de valores. Nada se trata ou se trabalha a ponto de perceber externamente tais mudanças, tudo é uma forma  de ação pensamento que extrapola o campo do pensar e o cérebro é instrumento receptivo da energia manifestada. Interessante que ela se processa também em energias sutis que compreendem a manifestação física e intelectual para com o mundo ...são ligadas ao físico-quântico e ao suporte emocional de cada Ser.

A capacidade de absorver o que é importante ao novo rumo traz responsabilidades já conhecidas pelo núcleo que está se abrindo e passa então despercebida ao conteúdo mais prático do cotidiano como se fossem simples escolhas e análises mais fundamentadas do Eu e do objetivo a ser traçado. Novo, mas completo em trajetória da luz que se propõe a vibrar. Mais dinâmico e mais "sonoro" ao que se precisa "ouvir" para poder praticar em paz suas novas ações. Em bases mais abertas caminham então os sentidos que ainda desabrocham. A grande vitalidade agora é a da consciência que impulsiona a força ideal a cada projeto e a cada percentual de aprendizado. Não devemos sabotar a mente com inconstâncias do racional, mais que isso integrar a mente a uma estelar movimentação que aponta as direções alternativas a cada solução que podemos traçar em novo mundo. A matéria apenas se transforma numa necessidade de explicação aos mais racionais, mas não é o alvo a ser criado.. o verdadeiro centro é o melhor que se faz a cada momento não classificando os motivos e sim num só motivo de vibrar o encontro da verdadeira energia vibrante junto ao Cosmos. A realidade é composta desta participação onde é a partida e a ação o grande salto de energia para uma fase mais visionária, embora ainda principiante. O fim é o ciclo de integração aos meios mais hábeis de cada SER, num propósito mais claro e melhorado de suas anteriores versões.
Fundamental pesquisar as correlações com os fatos importantes a cada experiência que tiver e anotar os pontos a serem trabalhados em novas perspectivas. Tão mais próximo de aceleração, nada mais será por impulso e sim por dinâmicas sutis que captam as reais necessidades/missões particulares. Caem muitos outros panos do teatro das sombras.Lastros e influentes sensações de que a mente está em busca de algo que passa desperto aos sinais vitais ou ainda que se está tão dentro de um invisível movimento da alma, harmonizando e acolhendo os sentidos despertos.  Algumas coisas deixam de ser para que se note a presença das reais potencialidades e ao tudo que triplica se identifica a essência por onde se pode perseverar. É um perfeito código de identidade que só existe se for fundamentado em energias transparentes e portanto cada luz exerce seu ponto ativo e perceptível do humano integrativo que habita cada um, dentro das reais finalidades abraçadas pela Alma. ( Também Alma centelha de cada grupo consciente).



Algumas identificações... aceitar tanto a força quanto a sua própria humildade.
Onde o Ego é participante da identificação com o humano e transcendente, mas não atua na mesma
intensidade e ainda abre-se ao despertar integrativo para o universo das potencialidades.
Aceitar que tudo não é igual, sequer os mentores são os mesmos o que nos causa uma informação
estranha de distância de algo forte, mas estão sob mantos criativos em toda parte e nas pequenas
gotas que compõem nossa trajetória " ACTHIVA", como experienciamos a nós mesmos diante da chuva de bênçãos e recolhemos toda a energia vital para "acontecer" tudo que exista de vibrante em nós.
Despertares de consciências em que não mais participamos de uma vida cotidiana como era antes e ainda que tanto nos falta a aprender, quanto tanto que aprendemos parece não  mais incentivar nossas novas ações. Em todas as questões não há perda por estarmos diante de uma  face integral de nosso humano.
Há libertações e explorações que fortalecem as buscas novas e com elas aplicamos o eco do verbo de nossa ação, seja ela escolhida ou intuída, estaremos em plenitude dos instintos sutis de níveis compensadores acima da matéria ( Acima de se ganhar financeiramente para provar eficiência). ( Acima de sucessos para se provar atividades ) Acima da linha do horizonte para ampliar o vôo que liberta a vida!


26 de out. de 2012

PALESTRAS

http://youtu.be/wFOIcQK0PEk

HOLISMO E PEDAGOGIA




Holismo e Pedagogia

Professores e escolas devem repensar suas práticas de forma radical
Falar hoje no Brasil de pedagogia já parece um lugar comum e não promete muita novidade, visto que o colapso do ensino público que “atende” a 80% da demanda é tão patente que não se precisa mais de nenhuma erudição específica para detectar o problema. Mas não apenas  no Brasil. No mundo ocidental inteiro a pedagogia apresenta sinais de crises. Desgaste curricular, falta de motivação dos professores e dos alunos e aumento de violência em salas de aula espelham os problemas que assolam a civilização moderna em geral. Existem na pedagogia questões de ordem filosófica que não se situam no âmbito da má administração, descaso estrutural e baixo salário, mas que requerem, antes de mais nada, uma reflexão aprimorada.
A todo e qualquet enfoque pedagógico sempre subjaz uma imagem do ser humano, responsável, em última instância, pelas medidas didáticas adotadas. Desde o começo da chamada época moderna que veio a substituir a postura medieval, a visão das coisas em geral e do homem em particular passou a ser cada vez mais influenciada e depois até dominada pelo enfoque empírico-racionalista. O racionalismo bem como o empirismo exigem, em princípio apenas a substituição do princípio da autoridade e do dogma pela fundamentação do conhecimento em experiência e evidência racional. O pensador medieval encontrava com naturalidade o seu ponto de partida em instâncias superiores como a revelação documentada na Bíblia ou em príncipios estabelecido em pessoas consideradas autoridades absolutas como Aristóteles. O irromper da modernidade começou exatamente com o questionamento desse modelo cognitivo e por sua sucessiva substituição por uma fundamentação baseada em experiência e razão. O intuito inicial de dispensar as bases cognitivas externas ao próprio conhecimento resultou, porém, numa tendência com características definidas.
Buscando uma nova forma de compreensão do universo Galileu introduziu o experimento e Newton a matematização do conhecimento, tendência também articulada pelos filósofos Francis Bacon e David Hume. Nasceu, assim, a ciência natural (melhor ciência da natureza). Esse novo enfoque caminhou rapidamente para uma grande eficiência, uma vez que libertou o homem de fato de pressupostos metafísicos dogmático e de uma forma de conhecimento sem ou apenas com resultados práticos dúbios. A Instituição do experimento e da matemática como princípios nucleares da ciência, na medida em que trouxe avanços na manipulação e na exploração no campo material da existência humana acarretou, no entanto, concomitantemente, o esvaziamento existencial. Em tempo passados toda ética, todos valores e toda auto estima do ser humano dependiam de uma perspectiva espiritual. A ciência, que ao longo da história se tornou cada vez mais uma ciência do mundo dos sentidos, ou seja do mundo material, não passou apenas a declarar que o homem descende do acaso (big bang) mas também que ele caminha para o mero acaso (entropia). Esse ser que surgiu por acaso de uma enorme explosão inicial tem uma existência que se reduz a dimensão sensível e material e não devem e nem pode almejar nada além de sua felicidade terrestre imediata. O homem tornou-se, na visão dominante de nossa época, um ser material que tem uma vida psíquico-mental epifenomenal determinada pelas leis da hereditariedade. Em artigo recente do jornal alemão “Die Welt” sobre cérebro em mente encontra-se, p.e., a seguinte frase. “ Eles (Cristof Koch e Francis Crick do Califórnia Institute of Technology in Pasadena USA) acham que em breve até será possível reduzir estados mentais complexos a processos moleculares simples. Nosso pensar seria determinado por grupos de proteína que se expressam em determinadas células.” (welt-Wissenschaft 27.08.1996).
Tomando essa afirmação como pressuposto, o supremo valor da existência do homem somente pode ser material. Ao homem, portanto, cuja realidade se resolve basicamente na matéria, resta apenas a perspectiva da felicidade material transitória, único consolo numa existência desprovida de qualquer razão e finalidade maior. Situa-se nessa concepção, pois a principal força motriz do consumismo ocidental mas também a sua principal contradição: como a existência se restringe à existência material, a felicidade consiste no máximo de fruição através de objetos de consumo. Ora é intrínseco à dinâmica do consumo querer sempre mais e sempre algo novo. Num ambiente finito, como a terra, com recursos limitados, essa ideologia leva fatalmente à corrupção ecológica justamente daquilo que é condição de toda existência material: a natureza.
A essa visão equivale na pedagogia a seguinte opinião.
Desde Darwin a razão da existência de um organismo é a de existir e, assim, garantir a sobrevivência da espécie. Por isso, todo organismo é movido por um impulso irresistível a sobreviver e se sobrepor, quando necessário, aos seus semelhantes, visto que são apenas os mais aptos que devam sobreviver. O homem, que não descende mais de deus, porque é o resultado de uma mutação genética acidental, está igualmente condicionado a insistir na sua mera sobrevivência, mesmo sabendo que essa não teria um valor maior num futuro que caminha para a entropia.
A atenção do homem atual desprovido de perspectivas espirituais está voltada a garantir o seu bem estar nos 65-70 anos que estatisticamente ele tem a sua frente. Seu bem estar hoje não depende mais, como em épocas passadas, de ele saber caçar ou guerrear bem. O seu bem estar depende de sua participação no processo econômico. A nossa economia hoje é a economia do mercado que adotou a lei do mais apto (esperto) como seu princípio básico. O bem estar do homem depende, pois, de sua participação no mercado. Ele tem que estar apto para conquistar a sua parcela no mercado concorrendo com, ou melhor, contra os outros. Educação só pode ser considerada, nessa visão, a preparação para o mercado, e como o mercado é atualmente marcado pela influência norte-americana e pela informática o homem tem que aprender sobretudo inglês e a lidar com computação. Os pais preocupado com o bem estar de seus filhos e abraçando tacitamente os pressupostos materialistas acima descritos acreditam ter feito o necessário quando os filhos foram preparados a conquistar a sua parcela no mercado. Uma escola que prepara para vencer a concorrência do mercado prepara para a vida, porque a vida hoje é a garantia de poder participar do mercado e do provimento com os bens de consumo que ele oferece. Uma pedagogia holística trabalha com uma outra visão do homem. A pedagogia Waldorf, p.e., que atualmente conta com a maior divulgação no mundo ocidental, tem o seu fundamento nos trabalhos noólogicos do pensador Rudolf Steiner.
 
Steiner se empenhou na virada do nosso século a procurar e elaborar formas de conhecimento que por um lado não abrem mão da postura científica e não dogmática do homem moderno, mas que, por outro lado, não restringem o conhecimento à esfera dos fenômenos materiais e quantificáveis. O homem tem, nessa visão, uma existência material e transitória, porque essa lhe faculta a possibilidade de desenvolver a sua identidade espiritual própria e autônoma. Dado que o ser humano não nasce com todas as sua aptidões desenvolvidas, ele precisa ser conduzido para poder encontrar e assumir a si mesmo. O processo pedagógico consiste, pois, em propiciar , através do ensino, o amadurecimento da criança no sentido de ela poder definir a sua própria vida. Esse amadurecimento é apenas possível por meio de um currículo, cuja intenção não é simplesmente condicionar e adaptar o jovem às circunstâncias dominantes. O currículo deve seguir às necessidades evolutivas do próprio ser humano e prepará-lo a ser ele mesmo. A pedagogia que prepara para o mercado priva o jovem de ser ele mesmo. A pedagogia de cunho holístico, ao contrário, pretende familiarizar o jovem, através do ensino, com a natureza e a história cultural para que ele possa entender o presente como resultado do passado e estabelecer nesse o seu próprio rumo. Por isso, o ensino teórico é acompanhado no enfoque holístico sempre pelo mesmo ensino prático (trabalhos manuais) e ensino de arte. O aluno deve aprender que está no mundo não para se submeter ao que já existe, mas para tornar possível e criar o que ainda não existe. A pedagogia do mercado, no fundo, não prepara para a vida, como pretende fazer crer, porque restringe o jovem ao que domina no momento. Ela atrela o jovem, na verdade ao passado. A pedagogia que procura o seu norte no próprio ser humano deixa livre, porque conta com o futuro. Ela ensina exercitando habilidades e não incultando informações.
A reviravolta na pedagogia depende da reviravolta na compreensão do homem. A já citada pedagogia Waldorf, que hoje conta com mais de 500 escolas no mundo inteiro, prova essa tese. Tendo como base uma visão holística (integrada e multidimensional) do ser humano ela conseguiu desenvolver alternativas muito concretas e fascinantes.
A visão materialista do homem resulta inevitavelmente na pedagogia do mercado que é literalmente uma pedagogia do passado. Somente uma compreensão concreta da multidimensionalidade do ser humano(integração de corpo, alma e espírito) e da transcendência de sua existência preparam para uma nova prática pedagógica que não leva o homem a servir o mercado, mas o mercado e o mundo servirem ao desenvolvimento do homem.
Para o professor, e para as instituições de ensino, isso significa a necessidade de repensar a prática de forma radical. Essa radicalidade, porém somente se atinge por meio de um trabalho filosófico que não hesita em questionar os paradigmas antropológicos que orientam tacitamente a educação. Obviamente, essa exigência, por mais urgente que seja, encontra ainda muita relutância que sabe, inclusive, se munir dos mais variados argumentos. Isso porque permanecer no âmbito do raciocínio materialista ou na simples divisão entre ciência e crença parece dar ainda alguma segurança, e a tentativa de levar em consideração questões espirituais parece ser um campo de indagações fúteis. Mas que m simplesmente se recusa a experimentar a pensar de maneira diferente, nunca poderá chegar a novos resultados práticos. É preciso sair por alguns momentos de submersão numa prática rotineira para, a partir de novas idéias e orientações, se aproximar de novo dela.
O mundo hoje caminha para uma divisão cada vez mais acentuada entre materialismo tecnocrático e fundamentalismo religioso. Nessa situação que impõe seriedade cabe refletir sem preconceitos alternativas viáveis. Sem essa disposição só nos restará assistir ao aprofundamento da crise.

As emoções e a sua influência no organismo






Sob o ponto de vista clínico, a experiência emocional é um evento psíquico e somático; no caso das emoções abortadas ou frustradas que não se exprimem senão pela modificação de alguns parâmetros corporais, a emoção pode não chegar à consciência.

Quando ocorrem mudanças no decurso da vida (casamento, mudança de emprego, divórcio, desemprego, a entrada na reforma, a perda de alguém próximo, mudança de lugar, etc.) põe-se em causa o equilíbrio anterior e as referidas mudanças exigirão uma ajustamento pessoal que confronta as pessoas com a dimensão da perda. Isto aumenta a probabilidade de ocorrer uma doença de tipo neurótico e psicossomático. São momentos de "vulnerabilidade acrescida". Isto é confirmado, por exemplo, pela maior frequência de doenças psicogénicas (sobretudo a depressão) e psicossomáticas nas situações de luto, após a perda de uma pessoa importante na vida. Também se verifica, em cerca de 11% dos futuros pais, sintomas psicogénicos (perturbações de apetência, dores de dentes, náuseas e vómitos), relacionados com a gravidez da respectiva mulher, sintoma que leva o nome de síndrome de a qual provém de um costume muito antigo).

As emoções têm maior impacto na saúde quando são repetidas ou crónicas. Aliás,, os especialistas defendem que a psicossomatizaçãosó se verifica quando uma emoção idêntica é vivida frequentemente e a mesma mensagem é enviada com igual frequência para o(s) mesmo(s) sitio(s) do corpo, o que leva ao desequilíbrio energético do(s) mesmo(s).

É a combinação desse desequilíbrio de energias e falta de resistência contra as agressões dos factores patogénicos (relativos às doenças) que vai permitir que uma doença (ou um disfuncionamento) se instale algures no organismo e se torne real. Destaque-se que a doença tomará proporções mais significativas se a pessoa tiver já uma predisposição hereditária para o tipo de problema de saúde em causa.


http://cienciadasemocoes.blogspot.com.br/

18 de out. de 2012

A CIDADE DE OURO DE KRISHNA



DWARAKA, A CIDADE DE OURO DE KRISHNA

 

     
ESQ.: Escultura representando Vishnu, encontrada no litoral de Dawaraka. DIR.: O TemploDwarakadish, às margens do rio Gomadi. IMAGENS HINDU-WISDOM

Dwaraka é uma sete cidades sagradas da Índia Antiga. As outras são: Ayodhya, Mathura, Benares, Kanchi e Ujjain. A grandiosidade e beleza de Dwaraka tem sido descrita por muitos cronistas. A cidade é mencionada como 'Cidade Dourada' no Shrimad Bhagvad Gita, no Skand Purana, no Vishnu Purana e também no Mahabaratha.

Dwaraka, conhecida por ser a capital do Reino do Senhor Krishna, não foi nem é uma lenda; antes, é bastante real. A região da costa oeste (indiana), onde Krishna estabeleceu os Yadavas, era repleta de frutos e flores. Ali, Krishna resolveu construir uma nova cidade e chamou-a Dvaravati. Uma sociedade avançada viveu no região. Era uma cidade bem planejada e tecnologicamente avançada, um porto movimentado de onde entravam e saíam grandes navios.

"O brilho amarelo da fortaleza dourada, da cidade, projetando luz à sua volta, como as flamas de Vadavagni se espalhando debaixo das águas" - [Magha, Sisupalavadha, saga2]. E veio o Dilúvio; e Dwaraka, a "cidade de ouro" desapareceu sob as águas. Isso aconteceu por volta de 1.500 a.C... Toda a costa oeste da Índia submergiu junto com a cidade do Senhor Krishna.

Arjuna parece ter sido testemunha dos estranhos acontecimentos que precederam o desastre. Um barulho retumbante saía da terra dia e noite; os pássaros gritavam sem parar e fortes ventos açoitaram a terra... O mar, que castigava as praias, subitamente venceu os últimos limites da Natureza. O mar irrompeu na cidade e as águas invadiram as ruas da magnífica Dwaraka. O mar cobriu todas as coisas. Eu vi as belíssimas construções submergirem, uma a uma. Em questão de poucos instantes, estava tudo terminado. O mar voltava ao seu plácido repouso, como um lago. E não havia qualquer traço da cidade. Agora, Dwaraka era somente um nome, somente uma lembrança" ... 

MAHABARATHA

Poderia ter sido uma tsunami. Atualmente, os cientistas do National Institute of Ocean Tecnology of the Ocean Development (NIOT) estão averiguando esta hipótese. Enquanto trabalhavam para uma companhia de gás britânica, na região do Golfo de Cambay, há poucos anos, os cientistas do NIOT ficaram perplexos ao ver imagens de objetos e coisas completamente estranhas ao mundo submarino. Imediatamente, uma equipe de mergulhadores foi acionada e foram coletadas amostras, que foram enviadas para análise e datação. As amostras coletadas incluem artefatos diversos; pedaços de madeira, cerâmicas, ossos de animais. Várias instituições receberam material: Manipur University, Oxford University (Londres-UK), Institute of Earth Sciences (Hanover/Alemanha).

Os primeiros resultados resultados são assombrosos. Não resta dúvida que muitas amostras pertencem a um período histórico compreendido entre 7.800 a 3.000 anos passados. Nas camadas mais antigas do solo marinho, entre 2002 e 2003 foram descobertos dois palaeocanais, canalizações para águas fluviais que funcionaram antes da submersão.

Badrinarayanan, arqueólogo marinho e chefe coordenador do projeto, diz que o mais assombroso foi que "todos os membros da equipe, incluindo o mestre do navio, que era um católico cristão, nós sonhamos com estranhas visões na noite anterior à descoberta e sentíamos que ia acontecer alguma coisa grande e incomum".

O Profº Gartia (The Journal of Indian Ocean Archaeology, nº2/2005), depois de conduzir extensas investigações concluiu que a região de Gurajat sofreu aos menos três grandes terremotos em, aproximadamente, 1500. 3000 e 5000 anos a.P. (antes do Presente). Evidencias geomorfológicas também confirmam que o noroeste do território indiano foisismicamente ativo durantes os últimos 10 mil anos. Esses terremotos foram semelhantes àquele que deve ter provocado a submersão de Dwaraka.



A PONTE DE RAMA
  
Foto  da NASA, de 2003, onde se vê claramente a antiga ponte entre a Índia e Sri Lanka. O Ramayana menciona esta ponte. Naquele épico hindu, Rama teria construído a ponte,com ajuda do deus-macaco Hanuman há 1 milhão e 700 mil anos atrás! DIR.: Rama abraça Hanuman.

Recentemente lemos nos jornais da Índia os planos construção de uma passagem de navios drenando o mar entre a Índia e o Sri Lanka. Porém, o lugar,escolhido pode ser uma antiga herança da Índia. A mítica ponte de Adão está realmente em perigo. Quem salvará este antigo monumento? Pode Hanuman, o deus macaco, um grande herói adorado por milhões de pessoas salvar a ponte subaquática de Rama?

De fato, o projeto colocaria em perigo a ponte subaquática de Rama, conhecida como ponte de Adão. De acordo com o épico hindu, o Ramayana, o adorado herói, Hanuman, o deus-macaco, honesto, leal e dedicado a Rama, liderou um exército de macacos e ursos para construir uma ponte da Índia para a ilha de Lanka. Através dessa ponte, Rama resgatou Sita, que estava aprisionada no palácio do rei dos demônios Rakshasas, Ravana.


Todos os macacos... reuniram-se... Juntaram rochas e árvores e levaram-nas da floresta para a praia. ...E grande foi a movimentação de madeiras e pedras lançadas ao mar. No primeiro dia, assentaram 14 léguas; no décimi quinto dia, a ponte estava terminada. Larga, firme, elegante...
[
Myths of the Hindus A.K. Coomaraswamy]


Em outra versão, Hanuman, que tinha o poder de alterar a própria forma e dimensão, agigantou-se de modo que, estendendo sua calda, fez de si mesmo uma ponte entre o sul da Índia e a ilha de Sri Lanka (Ceilão).

Este infeliz projeto coloca o meio ambiente em perigo, como a destruição da costa de corais, que protegeu a Índia do tsunami de 2004. A ponte de Adão é um lugar sagrado para os hindus. Vários protestos tentam impedir a ação do governo.
Em 2002, um satélite da NASA fotografou a ligação entre o continente Hindu e a Ilha Sri-Lanka comprovando os eventos descritos no Ramayana. Uma equipe de cientistas indianos concluiu que a ponte tem uma formação geológica de 17 milhões de anos. É claro que existe interesse comercial por parte do Governo da Índia, mas quem irá proteger os direitos religiosos e ambiente, que reúne cerca de um bilhão de hindus que se deslocam para esse lugar sagrado. IUFO AREA 31/03/2007
 


Ruínas Submersas

Por mais de cinco mil anos Dwaraka foi considerada um mito. Muitas gerações falaram desta cidade como se fosse uma lenda fantástica: "A descoberta da legendária cidade de Dwaraka que, segundo a tradição foi fundada por Sri Krishna, é um importante marco na história da Índia. Para os historiadores, não há dúvida sobre o valor documental do épico Mahabaratha, onde há referência a Dwaraka. Existe uma significativa lacuna, na história da Índia, entre a Idade Védica e os dias atuais." - explica Dr. S. R. Rao. Rao confirmou as descrições encontradas em textos sânscritos. Dwaraka, definitivamente, não é um mito; antes, é um referencial importante da história da Índia.




Remanescentes de antigas estruturas arquitetônicas vêm sendo descobertas na Dwaraka de hoje, debaixo d'água e no continente pela equipe de pesquisa da Underwater Archaeology Wing (UWA - 'Divisão' de Arqueologia Submarina) of The Archaeological Survey of India (ASI - Pesquisa Arqueológica da Índia). Alok Tripathi, arqueólogo superintendente da UWA, disse que ruínas submersas encontradas no mar da Arábia ainda não foram identificadas.

 "Ainda não descobrimos o que são estes fragmentos, se são uma parede, um templo... São parte de alguma estrutura", disse Tripathi, que também é um mergulhador especializado. Trinta moedas de prata de cobre também foram achadas em escavações próximas. As ruínas, em terra, pertencem ao período Medieval. Depois que as moedas forem limpas, poderão indicar a época a que pertencem.

Dwaraka é uma cidade costeira em Jamnagar, distrito de Gujarat, Índia. A Dwaraka de hoje é identificada como local da antiga Dwaraka, chamada Dvaravati, mencionada no Mahabaratha como "a cidade de Krishna". Naquela parte da costa havia um porto que muitos estudiosos identificam com a ilha de Barka, mencionada em Periplus of ErythreamSea (Périplo do Mar de Eritréia). A cidade antiga, foi tragada pelo mar há milhares de anos.

As primeiras escavações arqueológicas em busca da cidade foram realizadas em terra, pelo Deccan College, Pune do Departamento de Arqueologia de Dwaraka, instituição do governo Gujarat, em 1963 sob a direção de H.D. Sankalia, revelou muitos artefatos centenários.

A segunda iniciativa foi levada a termo pela ASI - Pesquisa Arqueológica da Índia, em 1979, conduzida pelo Dr. S.R. Rao, (mencionado acima) que encontrou peças de cerâmica vermelha e brilhante com idade estimada em mais de 3 mil anos. Baseados no resultado desta escavação, a pesquisa no mar da Arábia, submersas, começaram em 1981 e, desde então, os cientistas têm trabalhado no local.

Recentemente, em janeiro de 2007, a Underwater Archaeology Wing (UWA - 'Divisão' de Arqueologia Submarina), recomeçou as escavações. Dr. Tripahhi disse que "Para estudar o todo da cidade, as escavações estão sendo conduzidas simultaneamente em mar (
imagem. acima) e terra, perto do templo Dwarakashish a fim de estabelecer as correspondências possíveis entre as estruturas que foram achadas e identificadas."


Lenda

A antiga cidade de Dwaraka, situada a extremo oeste da costa indiana, ocupa um lugar de importância na história da religião e cultura da Índia. A fabulosa arquitetura do templo de Dwaraka atrai turistas de todo o mundo.

A cidade, que se estenderia por 12 yojanas [unidade de medida da antiga Índia védica, entre 4 e 9 milhas] - é associada ao Senhor Krishna, que é seu fundador. Em seu passado glorioso Dwaraka foi uma cidade que possuía magníficos jardins, lagos, canais e palácios. Acredita-se que sucumbiu a uma enchente violenta, depois da partida de Krishna.

Diz a lenda que Sri Krishna matou o demônio Kamsa (seu tio materno) e fez de Ugrasena (seu avô materno), o rei de Mathura. Enfurecido, o sogro de Kamsa, Jarasandha (rei de Magadh), junto com seu amigo Kalayavana, atacou Mathura 17 vezes. Para proteger o povo, Krishna e os Yadavas decidiram mudar a capital do reino de Mathura para Dwaraka.

Os Yadavas foram uma casta e uma dinastia hindu. São mencionados nos Vedas como sendo os descendentes de Yadu. Segundo o Bagavad Gita, os Yadavas eram possuidores de grandes conhecimentos místicos, tão antigos quanto Manu (
versão hindu do Ser nascido de si mesmo criador de todos os outros seres com diferentes de graus de autoconsciência).

Krishna e os Yadavas, partindo de Mathura, chegaram à costa de Saurashtra e decidiram construir sua capital na faixa litorânea e, assim, invocaram Visvakarma, divindade da construção. Mas Visvakarma disse que a tarefa somente poderia ser realizada se Samudradeva, Senhor do Mar, providenciasse alguma terra. Krishna fez culto a Samuradeva, conseguiu as 12 yojanas e Visvakarma ergueu Dwaraka, a cidade de ouro. Quando Krishna deixou o mundo, os líderes Yadavas pereceram em lutas entre si mesmos. Dwaraka, então, foi engolida pelo mar.LINKS:
Nal Madol: O Mistério da Cidade Submersa
Yonaguni: Pedaço da Lemúria no Mar do Japão
LEMÚRIA: O Continente Submerso da 3ª Raça

 
FONTE
Dwaraka: a City in Gold - UFO-AREA
publicado em 13/10/2006
tradução & pesquisa: Ligia Cabús

9 de out. de 2012

SÍNDROMES


POR TODAS AS PESQUISAS FEITAS, INCLUO MAIS ESTA OBSERVAÇÃO.

E poderia ser qualquer pessoa a desenvolver, poderia falar ao mundo sobre
o que acontece, mas poucos ouviriam adicionando compaixão e auxílio.

Importante que a mídia divulgue mais sobre estes temas.




http://yahoo.minhavida.com.br/saude/temas/fibromialgia


http://solar8.blogspot.com.br/search/label/s%C3%ADndromes

14 de set. de 2012

COMANDO ASHTAR SHERAN - 2コ PARTE

http://www.curaeascensao.com.br/ashtar_sheran/ashtarsheran10.html
.
http://aldomon-adriane.blogspot.com.br/

Em sentido pessoal, a maioria das pessoas não perceberá qualquer alteração da realidade. Apenas uma pequena porcentagem já começa a despertar para esse fato. Alguns estão sendo conscientizados violentamente da nova realidade. Profissão, família, lado afetivo, motivos de alegria ou de prazer que antes eram suficientes, começarão a mostrar-se aquém dos interesses que irão surgir internamente....



recisamos saber que o pior da transição não será a perda do corpo físico. O pior mesmo será não estarmos preparados internamente e sofrermos um trauma em função do pânico, porque a energia vibracional eletromagnética não é nada agradável. Será necessária pois uma transformação interna. A oportunidade é agora, antes da transição. E quem não se trabalhar para amar mais o seu próximo e a si mesmo terá muitos problemas porque as energias vibracionais irão se chocar com suas próprias energias inferiores ou lentas, causando inevitavelmente um atrito eletromagnético.



O Comando Ashtar está despertando várias pessoas que se voluntariaram antes de nascer aqui, para se trabalharem e para comunicarem aos outros, os fatos que irão ocorrer. A saída de cada um será fazer o trabalho interno para se sobrepor à dor.

A telepatia está sendo usada pelos extraterrestres para se comunicarem com pessoas que precisam ser preparadas para ajudar nos momentos de pânico. De repente pessoas comuns, donas de casa, profissionais liberais, funcionários públicos, começarão a sentir coisas estranhas. O primeiro sintoma será uma desintoxicação corporal. As toxinas começarão a sair; as pessoas terão febre, gripes súbitas, estágios corporais alterados, que nunca experimentaram na vida. Tais reações serão sintoma de preparação. Estará sendo afinada sua antena telepática. Depois a pessoa passa a receber mensagens intuitivas vindas de outras dimensões. Ela sente que precisa fazer algo, não sabe exatamente o quê. Pode até tentar fazer alguma coisa que não seja bem o que queria. Depois encontra a sintonia necessária e começa a realizar sua missão.

2 de set. de 2012

Presente na Alma!

http://pt.slideshare.net/Terapiastral/panta-reitudomuda

Uma linda semana de luz!


Una frecuencia consciente nos entrega una visión elevada
y plena de los principios y recursos, pero no nos asegura su sabio provecho...

Ojo
( Aurora)