15 de jun. de 2011

Eclipse Lunar 15 de Junho

Rating:★★★★
Category:Other
5 de junho, todos os brasileiros terão o privilégio de observar um belíssimo fenômeno celeste: o eclipse total da Lua. Neste dia, logo após o pôr-do-Sol, a Lua nascerá em sua fase cheia (condição fundamental para a ocorrência de um eclipse do gênero), e já nascerá sendo “engolida” pela sombra projetada do nosso planeta. Se as condições climáticas de sua cidade permitirem um céu sem nuvens, vale muito a pena dar um tempo de suas atividades e se dar ao prazer de ficar uma hora olhando para a Lua. Se você tem crianças em casa, leve-as para ver o fenômeno. É algo que marca, que fica como boa lembrança e instiga à curiosidade pelo estudo de Ciências.

Não é preciso trabalho algum para ver o eclipse. Basta identificar o ponto cardeal leste, que é onde o Sol e a Lua nascem. Mesmo que você não saiba onde fica o leste, veja como é fácil identificar: olhe para onde o Sol está se pondo.O leste estará exatamente às suas costas.”Não é preciso trabalho algum para ver o eclipse. Basta identificar o ponto cardeal leste, que é onde o Sol e a Lua nascem. Mesmo que você não saiba onde fica o leste, veja como é fácil identificar: olhe para onde o Sol está se pondo.O leste estará exatamente às suas costas.”

Mas você pode se perguntar: “a Lua é tão grande, tão visível, nem preciso saber onde é o leste para vê-la nascer”. Isso é verdade, mas o problema é: e se onde você mora existirem prédios tapando a visão do leste? Você corre o risco de perder a visão do eclipse, pois ele não durará a noite toda, e sim apenas alguns minutos depois que a Lua se levantar no horizonte. Deste modo, identifique de antemão onde fica o leste, e procure um lugar que lhe permita ver a Lua nascer.

Astronomicamente falando, não é difícil compreender um eclipse lunar. Ele ocorre porque o Sol projeta a sombra da Terra sobre o disco da Lua, fazendo-a desaparecer gradualmente por algum tempo. Mas por que não ocorrem eclipses em toda Lua Cheia? Simplesmente porque há uma inclinação diferente nas órbitas da Lua em torno da Terra e da Terra em torno do Sol. Para haver eclipse lunar, é preciso que haja, também, o alinhamento, que só ocorre de tempos em tempos.

Eclipses são eventos periódicos tão belos quanto instigantes. Para nossos antepassados mais distantes, eram razão para grande temor. Imagine a cena: as pessoas estão trabalhando, e eis que de repente algo parece apagar o Sol. Ou devorar a Lua. Não à toa, a superstição popular atribuía a tais eventos significados de péssimo agouro. Um eclipse seria um sinal maligno do céu que traria grande sofrimento ao povo daquela região. Dizia-se que um eclipse solar era sinal da morte de um rei, e coisas do gênero. Nossa percepção das coisas mudou, e agora sabemos que eclipses são muito mais motivo de admiração e fascínio do que de temor.

E para a Astrologia, o que significa um eclipse lunar?

Para os antigos, não era um bom sinal, mas por motivos que eram mais supersticiosos do que dignos de nota. Atualmente, há uma tendência de boa parte dos astrólogos em reavaliar o significado dos eclipses, compreendendo-os como um momento especial de hipersensibilização de determinadas áreas do mapa astrológico de cada pessoa. Esta hipersensibilização não é necessariamente negativa, mas se o indivíduo não tiver muita consciência do processo, pode passar por dias complicados.

O próximo eclipse lunar do dia 15 de junho ocorrerá no eixo Gêmeos-Sagitário, próximo a 25 graus, afetando portanto de modo mais poderoso as pessoas que nasceram no terceiro decanato destes signos.”O próximo eclipse lunar do dia 15 de junho ocorrerá no eixo Gêmeos-Sagitário, próximo a 25 graus, afetando portanto de modo mais poderoso as pessoas que nasceram no terceiro decanato destes signos.”

O terceiro decanato equivale aos últimos dez dias de cada signo. Para Gêmeos, envolve aproximadamente o período que vai de 10 a 20 de junho. Para Sagitário, o período que vai de 10 a 20 de dezembro. Se você nasceu nos períodos indicados, este eclipse do dia 15 tem mais a ver com você, que provavelmente se sentirá mais confuso(a) por aproximadamente 29 dias, tendendo a reagir de modo excessivo a coisas que antes não te afetariam. O eclipse afeta também especialmente a sensibilidade das pessoas que têm o Ascendente em Gêmeos ou Sagitário, mas especialmente aquelas que nasceram com o Ascendente entre os graus 23 e 25 deste signo (algo que você pode checar vendo o seu Mapa Astral Personare). O eclipse lunar pode também afetar pessoas com outras características astrológicas, mas apenas uma consulta a um astrólogo de confiança poderá detalhar com pormenores o que este fenômeno pode significar em seu mapa. De todo modo, é como eu disse: temos mais motivos para nos fascinar com a beleza do evento do que razões para nos preocuparmos. Relaxe. Há muito tempo não temos mais medo do lobo mau. Nem dos eclipses! A Lua vai, o céu escurece, as trevas dominam… mas eis que a luz retorna em todo seu esplendor. Particularmente, é assim que vejo um eclipse: sinal de que, mesmo na súbita escuridão, a luz sempre há de retornar…

O AUTOR

Alexey Dodsworth

Astrólogo há mais de vinte anos, graduado em Filosofia e membro da Central Nacional de Astrologia. Autor das interpretações de Astrologia, Tarot e Runas do Personare. Saiba mais »
ECLIPSE LUNAR DE 15 DE JUNHO DE 2011

No próximo dia 15 de junho, todos os brasileiros terão o privilégio de observar um belíssimo fenômeno celeste: o eclipse total da Lua. Neste dia, logo após o pôr-do-Sol, a Lua nascerá em sua fase cheia (condição fundamental para a ocorrência de um eclipse do gênero), e já nascerá sendo “engolida” pela sombra projetada do nosso planeta. Se as condições climáticas de sua cidade permitirem um céu sem nuvens, vale muito a pena dar um tempo de suas atividades e se dar ao prazer de ficar uma hora olhando para a Lua. Se você tem crianças em casa, leve-as para ver o fenômeno. É algo que marca, que fica como boa lembrança e instiga à curiosidade pelo estudo de Ciências.

Não é preciso trabalho algum para ver o eclipse. Basta identificar o ponto cardeal leste, que é onde o Sol e a Lua nascem. Mesmo que você não saiba onde fica o leste, veja como é fácil identificar: olhe para onde o Sol está se pondo.O leste estará exatamente às suas costas.”Não é preciso trabalho algum para ver o eclipse. Basta identificar o ponto cardeal leste, que é onde o Sol e a Lua nascem. Mesmo que você não saiba onde fica o leste, veja como é fácil identificar: olhe para onde o Sol está se pondo.O leste estará exatamente às suas costas.”

Mas você pode se perguntar: “a Lua é tão grande, tão visível, nem preciso saber onde é o leste para vê-la nascer”. Isso é verdade, mas o problema é: e se onde você mora existirem prédios tapando a visão do leste? Você corre o risco de perder a visão do eclipse, pois ele não durará a noite toda, e sim apenas alguns minutos depois que a Lua se levantar no horizonte. Deste modo, identifique de antemão onde fica o leste, e procure um lugar que lhe permita ver a Lua nascer.

Astronomicamente falando, não é difícil compreender um eclipse lunar. Ele ocorre porque o Sol projeta a sombra da Terra sobre o disco da Lua, fazendo-a desaparecer gradualmente por algum tempo. Mas por que não ocorrem eclipses em toda Lua Cheia? Simplesmente porque há uma inclinação diferente nas órbitas da Lua em torno da Terra e da Terra em torno do Sol. Para haver eclipse lunar, é preciso que haja, também, o alinhamento, que só ocorre de tempos em tempos.

Eclipses são eventos periódicos tão belos quanto instigantes. Para nossos antepassados mais distantes, eram razão para grande temor. Imagine a cena: as pessoas estão trabalhando, e eis que de repente algo parece apagar o Sol. Ou devorar a Lua. Não à toa, a superstição popular atribuía a tais eventos significados de péssimo agouro. Um eclipse seria um sinal maligno do céu que traria grande sofrimento ao povo daquela região. Dizia-se que um eclipse solar era sinal da morte de um rei, e coisas do gênero. Nossa percepção das coisas mudou, e agora sabemos que eclipses são muito mais motivo de admiração e fascínio do que de temor.

E para a Astrologia, o que significa um eclipse lunar?

Para os antigos, não era um bom sinal, mas por motivos que eram mais supersticiosos do que dignos de nota. Atualmente, há uma tendência de boa parte dos astrólogos em reavaliar o significado dos eclipses, compreendendo-os como um momento especial de hipersensibilização de determinadas áreas do mapa astrológico de cada pessoa. Esta hipersensibilização não é necessariamente negativa, mas se o indivíduo não tiver muita consciência do processo, pode passar por dias complicados.

O próximo eclipse lunar do dia 15 de junho ocorrerá no eixo Gêmeos-Sagitário, próximo a 25 graus, afetando portanto de modo mais poderoso as pessoas que nasceram no terceiro decanato destes signos.”O próximo eclipse lunar do dia 15 de junho ocorrerá no eixo Gêmeos-Sagitário, próximo a 25 graus, afetando portanto de modo mais poderoso as pessoas que nasceram no terceiro decanato destes signos.”

O terceiro decanato equivale aos últimos dez dias de cada signo. Para Gêmeos, envolve aproximadamente o período que vai de 10 a 20 de junho. Para Sagitário, o período que vai de 10 a 20 de dezembro. Se você nasceu nos períodos indicados, este eclipse do dia 15 tem mais a ver com você, que provavelmente se sentirá mais confuso(a) por aproximadamente 29 dias, tendendo a reagir de modo excessivo a coisas que antes não te afetariam. O eclipse afeta também especialmente a sensibilidade das pessoas que têm o Ascendente em Gêmeos ou Sagitário, mas especialmente aquelas que nasceram com o Ascendente entre os graus 23 e 25 deste signo (algo que você pode checar vendo o seu Mapa Astral Personare). O eclipse lunar pode também afetar pessoas com outras características astrológicas, mas apenas uma consulta a um astrólogo de confiança poderá detalhar com pormenores o que este fenômeno pode significar em seu mapa. De todo modo, é como eu disse: temos mais motivos para nos fascinar com a beleza do evento do que razões para nos preocuparmos. Relaxe. Há muito tempo não temos mais medo do lobo mau. Nem dos eclipses! A Lua vai, o céu escurece, as trevas dominam… mas eis que a luz retorna em todo seu esplendor. Particularmente, é assim que vejo um eclipse: sinal de que, mesmo na súbita escuridão, a luz sempre há de retornar…

O AUTOR

Alexey Dodsworth

Astrólogo há mais de vinte anos, graduado em Filosofia e membro da Central Nacional de Astrologia. Autor das interpretações de Astrologia, Tarot e Runas do Personare. Saiba mais »

contato: alexey-revista@personare.com.br

FONTE: http://anjodeluz.ning.com/profiles/blog/show?id=867289%3ABlogPost%3A1834108&xgs=1&xg_source=msg_share_post

CARMEN ARABELA BLOG

http://carmenarabelablog.wordpress.com/page/3/
De: Tom Kenyon (www.tomkenyon.com)
Tradução: Tony de Pablo
18.março.2011



Com o terremoto da Nova Zelândia, seguido do terremoto do Japão, está claro que entramos numa fase mais complexa do Nodo Caótico.

QUEREMOS DAR A VOCÊS UM MÉTODO PARA A PROTEÇÃO E CURA POR ENVENENAMENTO DE RADIAÇÃO, ASSIM COMO OUTRAS DOENÇAS. A ISSO CHAMAMOS “MEDICAMENTOS DE LUZ”.
ISTO ESTÁ OBVIAMENTE RELACIONADO COM A ATUALIDADE DO ACONTECIMENTO DO JAPÃO, BEM COMO AS TRANSFORMAÇÕES QUE NO FUTURO DA TERRA, PODEM OCORRER; É POSSÍVEL QUE SE ENFRENTEM FATOS SIMILARES NUM FUTURO PRÓXIMO EM OUTROS LUGARES DO MUNDO.

Este método os ajudará a proteger e curar a si mesmos da exposição, não só da radioatividade, como também das neurotoxinas e das formas mutantes de bactérias e vírus.
Do nosso ponto de vista vocês podem esperar ver um aumento desses acontecimentos em breve.

O MÉTODO CONSISTE EM CONECTAR SUA ALMA CELESTIAL, TAMBÉM CONHECIDA COMO “EU SUPERIOR”. ESTA AÇÃO CONSISTE EM CONECTAR-SE AOS REINOS DE LUZ, QUE SÃO PARTES DO SEU SER.
TUDO O QUE EXISTE NO COSMOS PODE SER VISTO COMO UMA QUALIFICAÇÃO OU EXPRESSÃO ENERGÉTICA DA LUZ. INCLUSIVE SUAS FORMAS MAIS DENSAS DA MATÉRIA, SÃO ESSENCIALMENTE UMA FORMA DE LUZ.

NESTE MÉTODO CONECTA-SE COM O SEU “EU SUPERIOR”, A CELEBRAÇÃO DA INTENÇÃO E A EXPECTATIVA DE QUE CRIARÁ UMA ENERGIA PROTETORA CURATIVA. MANTENHA ESTA INTENÇÃO COM O SEU EU SUPERIOR E COM A VIBRAÇÃO EMOCIONAL DE RECONHECIMENTO OU AGRADECIMENTO. ISTO É SIMPLESMENTE A RESSONÂNCIA VIBRATÓRIA QUE ATIVA ESTE ASPECTO SUPERIOR DO SEU SER. UMA VEZ QUE ENVIE ESTA ATENÇÃO EM CONJUNTO COM A APRECIAÇÃO E GRATIDÃO AO SEU SER SUPERIOR, PODE DIRIGIR SUA CONSCIÊNCIA AO CHACRA DO CORAÇÃO, RECEBENDO A ENERGIA DE CURA OU PROTEÇÃO NESTE CHACRA.

PODE EXPERIMENTAR ESTE PODER ENERGÉTICO COMO UMA FORMA DE LUZ, OU COMO PADRÕES GEOMÉTRICOS; OU PODEM SENTIR A SENSAÇÃO DE UM DESCENÇO DA ENERGIA. TAMBÉM PODE EXPERIMENTAR ESTA ENERGIA SIMPLESMENTE COMO UM PENSAMENTO OU SENTIMENTO. UMA VEZ QUE RECEBA A ENERGIA NO CHACRA DO CORAÇÃO, ESTÁ PRONTO PARA EMPREGA-LA E ENVIA-LA.

PARA ESTA FASE TERÁ UM POUCO DE ÁGUA PURA, JÁ QUE A ÁGUA TEM ESTE TIPO DE INFORMAÇÃO. COM UM RECIPIENTE DE ÁGUA EM SUAS MÃOS, ATRAVÉS DA INTENÇÃO, ENVIE ESTA ENERGIA QUE ESTÁ NO CHAKRA DO CORAÇÃO ATÉ OS BRAÇOS E AS MÃOS, ATRAVÉS DOS CHACRAS QUE ESTÃO EM CADA PALMA DA MÃO. A ENERGIA ENTRA NA ÁGUA ATRAVÉS DESSA VIA. SUGERIMOS AMPLIAR ESTE PODER ENERGÉTICO AO REPETIR O PROCEDIMENTO POR TRES VEZES. EM SEGUIDA TOMAR A ÁGUA, QUE CIRCULARÁ NO ELEMENTO ÁGUA DO SEU CORPO E A CURA SE FARÁ.

ATRAVÉS DESSA AÇÃO A LUZ DESCE ATRAVÉS DA VIA CENTRAL DO SEU CORPO, NO SEU CORAÇÃO, PELO ELEMENTO ÁGUA. A CONSCIÊNCIA DE QUE A ÁGUA RECEBE ESTA ENERGIA É QUE QUANDO É BEBIDA O CORPO A RECEBE.

SE VOCÊ SE ENCONTRA NUMA SITUAÇÃO QUE SE EXPOZ A RADIOATIVIDADE, O PROCEDIMENTO É O MESMO. A QUALIFICAÇÃO DA ENERGIA DESCE DESDE O EU SUPERIOR PARA PROTEGER E TE CURAR DE QUALQUER POSSIBILIDADE DE ENVENENAMENTO POR RADIAÇÃO.

SE VOCÊ TEM OUTROS MEIOS PARA PROTEGER-SE, É LÓGICO QUE DEVE LANÇAR MÃO DELES. MAS SE NÃO TEM NADA MAIS QUE AS FERRAMENTAS DE SUA PRÓPRIA CONSCIÊNCIA, PODE PROTEGER-SE E CURAR-SE A SI MESMO. COM AS NEUROTOXINAS É A MESMA COISA, BEM COMO COM UMA EPIDEMIA DE INFECÇÕES POR BACTÉRIAS OU VÍRUS.

A MEDIDA QUE ENTREM COLETIVAMENTE MAIS PROFUNDAMENTE NESTA FASE MAIS COMPLEXA E INTENSA DO NÓ CAÓTICO, AS BACTÉRIAS E OS VÍRUS PODERÃO APRESENTAR MUTAÇÕES RAPIDAMENTE. ESSE PROCESSO EVITARÁ TAIS PROBLEMAS. É IMPORTANTE ENTENDER QUE SE ESTÁ CRIANDO A PROTEÇÃO E A CURA ATRAVÉS DOS PODERES DE SUA PRÓPRIA CONSCIÊNCIA. VOCÊS TÊM ACESSO DIRETO AOS SEUS PRÓPRIOS REINOS DE LUZ. VOCÊS TÊM O DIREITO SOBERANO DE PARTICIPAR DOS REINOS DE LUZ, EM SEU PRÓPRIO NOME E EM NOME DOS SEUS SERES QUERIDOS.

AS CONSEQUÊNCIAS FÍSICAS DAS ATIVIDADES SÍSMICAS NO JAPÃO E O TSUNAMI RESULTANTE SÃO MUITO DIFÍCEIS DE SE TRATAR. PORÉM QUEREMOS DESVIAR NOSSA ATENÇÃO DO FÍSICO, PARA OS EFEITOS MENTAIS, EMOCIONAIS E ESPIRITUAIS CRIADOS POR ESSE TIPO DE DESASTRES; DEVIDO AO FATO DE QUE VOCÊS ESTÃO EM UM NODO CAÓTICO, E AS ENERGIAS DO ESPAÇO PROFUNDO EM CONJUNÇÃO COM AS ATIVIDADES SOLARES, QUE AFETAM O SEU CORPO DE ENERGIA QUE COLETIVAMENTE SE VÊEM MAIS AFETADOS.

O QUE QUEREMOS DIZER COM ISSO É QUE OS TESTEMUNHOS DO SOFRIMENTO DO SEU PRÓXIMO DESTROÇAM O CORAÇÃO. EXISTE UM RECONHECIMENTO DE QUE SUA SITUAÇÃO PODERIA FÁCILMENTE SER A NOSSA. ESSE RECONHECIMENTO PODE CRIAR UMA ABERTURA NO SEU CORAÇÃO, E É ATRAVÉS DO CORAÇÃO A CORAÇÃO, QUE OS ESTADOS SUPERIORES DE CONSCIÊNCIA SE REALIZAM; POR O TERREMOTO DO JAPÃO É, EM MUITOS SENTIDOS, UM TERREMOTO DO CORAÇÃO COLETIVO.

Os tempos de agora, não são fáceis. Desde nossa perspectiva, o aumento das transformações terrestres estão sôbre vocês. Porém uma consequência de tais acontecimentos e que agitam suas raízes é a hipnose das massas que se detém por um momento. Em tal devastação total e surrealista, muitos de vocês vêm muito claramente que sua civilização se baseia em motivos de tênue intenção. Nos referimos em sentido literal e figurado.

E o que se baseia nosso conselho para esta fase do Nodo Caótico é para aprender a dominar a capacidade de criar medicamentos de luz para vocês, para que, quando chegar o momento, já saberão como recorrer a este poder de proteção e cura, que vocês possuem naturalmente.

E sugerimos navegarem através desses tempos, não só com sua mente, porém com os seus corações; e deixem que os seus corações sejam os seus dirigentes, por que é através dos seus corações que vão ascender no caminho em espiral de sua própria grandeza.


OS HATHORS.



http:\\escritores\canalizadores

Traduzido para o português por Inácio Amaral

9 de jun. de 2011

POR DENTRO DO CÉREBRO



O neurocirurgião Paulo Niemeyer Filho conta os avanços nos tratamentos de doenças como o mal de Parkinson e como evitar aneurisma e perda de memória.

E projeta, ainda, o futuro próximo, quando boa parte do sistema neurológico estará sob controle do homem.

Chegar à casa do neurocirurgião Paulo Niemeyer Filho, no alto da Gávea, no Rio de Janeiro, é uma emoção. A começar pela vista deslumbrante da cidade, passando pelos macacos que passeiam pelos galhos até avistar as orquídeas que caem em pencas das árvores, colorindo todo o jardim.

Ou seja: a competência desse médico, com 33 anos de profissão, que dedica sua vida à medicina com a paixão de um garoto, pode ser contada em flores. E são muitas.

Filho do lendário neurocirurgião Paulo Niemeyer, pioneiro da
microneurocirurgia no Brasil, e sobrinho do arquiteto Oscar Niemeyer, Paulo escolheu a medicina ainda adolescente.

Aos 17 anos, entrou na Universidade Federal do Rio de Janeiro.

Quinze dias depois de formado, com 23 anos, mudou-se para a
Inglaterra, onde foi estudar neurologia na Universidade de Londres.

De volta ao Brasil, fez doutorado na Escola Paulista de Medicina. Ao todo, sua formação levou 20 anos de empenho absoluto.
Mas a recompensa foi à altura. Apaixonado por seu ofício, Paulo chefia hoje os serviços de neurocirurgia da Santa Casa do Rio de Janeiro e da Clínica São Vicente, onde atende e opera de segunda a sábado, quando não há uma emergência no domingo, e ainda encontra tempo para dar aulas no curso de pós-graduação em neurocirurgia na PUC-Rio.
Por suas mãos já passaram o músico Herbert Vianna - de quem cuidou em 2001, depois do acidente de ultraleve em Mangaratiba, litoral do Rio -, o ator e diretor Paulo José, a atriz Malu Mader e, mais recentemente, o diretor de televisão Estevão Ciavatta - marido da atriz Regina Casé que, depois de um tombo do cavalo, recupera-se plenamente -, além de centenas de outros pacientes, muitos deles representados pelas belas flores que enchem de vida o seu jardim.
Revista PODER: Seu pai também era neurocirurgião. Ele o influenciou?
PAULO NIEMEYER: Certamente. Acho que queria ser igual a ele, que era o meu ídolo.
PODER: Seu pai trabalhou até os 90 anos. A idade não é um complicador para um neurocirurgião? Ela não tira a destreza das mãos, numa área em que isso é crucial?
PN: A neurocirurgia é muito mais estratégia do que habilidade manual. Cada caso tem um planejamento específico e isso já é a metade do resultado. Você tem de ser um estrategista..
PODER: O que é essa inovação tecnológica que as pessoas estão chamando de marcapasso do cérebro?
PN: Tem uma área nova na neurocirurgia chamada neuromodulação, o que popularmente se chama de marcapasso, mas que nós chamamos de estimulação cerebral profunda. O estimulador fica embaixo da pele e são colocados eletrodos no cérebro, para estimular ou inibir o funcionamento de alguma área. Isso começou a ser utilizado para os pacientes de Parkinson. Quando a pessoa tem um tremor que não controla, você bota um eletrodo no ponto que o está provocando, inibe essa área e o tremor pára. Esse procedimento está sendo ampliado para outras doenças. Daqui a um ou dois anos, distúrbios alimentares como obesidade mórbida e anorexia nervosa vão ser tratados com um estimulador cerebral.Porque não são doenças do estômago, e sim da cabeça.
PODER: O que se conhece do cérebro humano?
PN: Hoje você tem os exames de ressonância magnética, em que consegue ver a ativação das áreas cerebrais, e cada vez mais o cérebro vem sendo desvendado.
Ainda há muito o que descobrir, mas com essas técnicas de estimulação você vai entendendo cada vez mais o funcionamento dessas áreas. O que ainda é um mistério é o psiquismo, que é muito mais complexo. Por que um clone jamais será igual ao original?
Geneticamente será a mesma coisa, mas o comportamento depende muito da influência do meio e de outras causas que a gente nunca vai desvendar totalmente.
PODER: Existe uma discussão entre psicanalistas e psiquiatras, na qual os primeiros apostam na melhora por meio da investigação da subjetividade, e os últimos acreditam que boa parte dos problemas psíquicos se resolve com remédios.. Qual é sua opinião?
PN: Há casos de depressão que são causados por tumores cerebrais: você opera e o doente fica bem. Há casos de depressão que são causados por deficiência química: você repõe a química que está faltando e a pessoa fica bem. Numa época em que se fazia psicocirurgia existiam doentes que ficavam trancados num quarto escuro e quando faziam a cirurgia se livravam da depressão e nunca mais tomavam remédio. E há os casos que são puramente psíquicos,emocionais, que não têm nenhuma indicação de tomar remédio.
PODER: Já existe alguma evolução na neurologia por causa das células-tronco?
PN: Muito pouco. O que acontece com as células-tronco é que você não sabe ainda como controlar. Por exemplo: o paciente tem um déficit motor, uma paralisia, então você injeta lá uma célula-tronco, mas não consegue ter certeza de que ela vai se transformar numa célula que faz o movimento. Ela pode se transformar em outra coisa, você não tem o controle, ainda.
PODER: Existe alguma coisa que se possa fazer para o cérebro funcionar melhor?
PN: Você tem de tratar do espírito. Precisa estar feliz, de bem com a vida, fazer exercício. Se está deprimido, com a autoestima baixa, a primeira coisa que acontece é a memória ir embora; 90% das queixas de falta de memória são por depressão, desencanto, desestímulo. Para o cérebro funcionar melhor, você tem de ter motivação. Acordar de manhã e ter desejo de fazer alguma coisa, ter prazer no que está fazendo e ter a autoestima no ponto.
PODER: Cabeça tem a ver com alma?
PN: Eu acho que a alma está na cabeça. Quando um doente está com morte cerebral, você tem a impressão de que ele já está sem alma... Isso não dá para explicar, o coração está batendo, mas ele não está mais vivo.
PODER: O que se pode fazer para se prevenir de doenças neurológicas?
PN: Todo adulto deve incluir no check-up uma investigação cerebral. Vou dar um exemplo: os aneurismas cerebrais têm uma mortalidade de 50% quando rompem, não importa o tratamento. Dos 50% que não morrem, 30% vão ter uma sequela grave: ficar sem falar ou ter uma paralisia. Só 20% ficam bem. Agora, se você encontra o aneurisma num checkup, antes dele sangrar, tem o risco do tratamento, que é de 2%, 3%. É uma doença muito grave, que pode ser prevenida com um check-up.
PODER: Você acha que a vida moderna atrapalha?
PN: Não, eu acho a vida moderna uma maravilha. A vida na Idade Média era um horror. As pessoas morriam de doenças que hoje são banais de ser tratadas. O sofrimento era muito maior. As pessoas morriam em casa com dor. Hoje existem remédios fortíssimos, ninguém mais tem dor.
PODER: Existe algum inimigo do bom funcionamento do cérebro?
PN: O exagero. Na bebida, nas drogas, na comida. O cérebro tem de ser bem tratado como o corpo. Uma coisa depende da outra. É muito difícil um cérebro muito bem num corpo muito maltratado, e vice-versa.
PODER: Qual a evolução que você imagina para a neurocirurgia?
PN: Até agora a gente trata das deformidades que a doença causa, mas acho que vamos entrar numa fase de reparação do funcionamento cerebral, cirurgia genética, que serão cirurgias com introdução de cateter, colocação de partículas de nanotecnologia, em que você vai entrar na célula, com partículas que carregam dentro delas um remédio que vai matar aquela célula doente. Daqui a 50 anos ninguém mais vai precisar abrir a cabeça.
PODER: Você acha que nós somos a última geração que vai envelhecer?
PN: Acho que vamos morrer igual, mas vamos envelhecer menos. As pessoas irão bem até morrer. É isso que a gente espera. Ninguém quer a decadência da velhice. Se você puder ir bem de saúde, de aspecto, até o dia da morte, será uma maravilha, não é?
PODER: Você não vê contraindicações na manipulação dos processos naturais da vida?
PN: O que é perigoso nesse progresso todo é que, assim como vai criar novas soluções, ele também trará novos problemas. Com a genética, por exemplo, você vai fazer um exame de sangue e o resultado vai dizer que você tem 70% de chance de ter um câncer de mama. Mas 70% não querem dizer que você vai ter, até porque aquilo é uma tendência. Desenvolver depende do meio em que você vive, se fuma, de muitos outros fatores que interferem. Isso vai criar um certo pânico. E, além do mais, pode criar problemas, como a companhia de seguros exigir um exame genético para saber as suas tendências. Nós vamos ter problemas daqui para frente que serão éticos, morais, comportamentais, relacionados a esse conhecimento que vem por aí, e eu acho que vai ser um período muito rico de debates.
PODER: Você acredita que na hora em que as pessoas puderem decidir geneticamente a sua hereditariedade e todo mundo tiver filhos fortes e lindos, os valores da sociedade vão se inverter e, em vez do belo, as qualidades serão se a pessoa é inteligente, se é culta, o que pensa?
PN: Mas aí você vai poder escolher isso também. Esse vai ser o problema: todo mundo vai ser inteligente. Isso vai tirar um pouco do romantismo e da graça da vida. Pelo menos diante do que a gente está acostumado. Acho que a vida vai ficar um pouco dura demais, sob certos aspectos. Mas, por outro lado, vai trazer curas e conforto.
PODER: Hoje a gente lida com o tempo de uma forma completamente diferente. Você acha que isso muda o funcionamento cerebral das pessoas?
PN: O cérebro vai se adaptando aos estímulos que recebe, e às necessidades. Você vê pais reclamando que os filhos não saem da internet, mas eles têm de fazer isso porque o cérebro hoje vai funcionar nessa rapidez. Ele tem de entrar nesse clique, porque senão vai ficar para trás. Isso faz parte do mundo em que a gente vive e o cérebro vai correndo atrás, se adaptando.
PODER: Já aconteceu de você recomendar um procedimento e a pessoa não querer fazer?
PN: A gente recomenda, mas nunca pode forçar. Uma coisa é a ciência, e outra é a medicina. A pessoa, para se sentir viva, tem de ter um mínimo de qualidade. Estar vivo não é só estar respirando. A vida é um conjunto. Há doentes que preferem abreviar a vida em função de ter uma qualidade melhor. De que adianta ficar ali, só para dizer que está vivo, se o sujeito perde todas as suas referências, suas riquezas emocionais, psíquicas. É muito difícil, a gente tem de respeitar muito.
PODER: Como é o seu dia a dia?
PN: Eu opero de segunda a sábado de manhã, e de tarde atendo no consultório. Na Santa Casa, que é o meu xodó, nós temos 50 leitos, só para pessoas pobres. Eu opero lá duas vezes por semana. E, nos outros dias, na Clínica São Vicente. O que a gente mais opera são os aneurismas cerebrais e os tumores. Então, é adrenalina todo dia. Sem ela a gente desanima e o cérebro funciona mal. (risos)
PODER: Você é workaholic?
PN: Não é que eu trabalhe muito, a minha vida é aquilo. Quando viajo, fico entediado. Depois de alguns dias, quero voltar. Você perde a sua referência, está acostumado com aquela pressão, aquele elástico esticado.
PODER: Como você lida com a impotência quando não consegue salvar um paciente?
PN: É evidente que depois de alguns anos, a gente aprende a se defender. Mas perder um doente faz mal a um cirurgião. Se acontece, eu paro com o grupo para discutir o que se passou, o que poderia ter sido melhor, onde foi a dificuldade. Não é uma coisa pela qual a gente passe batido. Se o cirurgião acha banal perder um paciente é porque alguma coisa não está bem com ele mesmo.
PODER: Como você lida com as famílias dos seus pacientes?
PN: Essa relação é muito importante. As famílias vão dar tranquilidade e confiança para fazer o que deve ser feito. Não basta o doente confiar no médico. O médico também tem de confiar no doente. E na família. Se é uma família que cria caso, que é brigada entre si, dividida, o cirurgião já não tem a mesma segurança de fazer o que deve ser feito. Muitas vezes o doente não tem como opinar, está anestesiado e no meio de uma cirurgia você encontra uma situação inesperada e tem de decidir por ele. Se tem certeza de que ele está fechado com você, a decisão é fácil. Mas se o doente é uma pessoa em quem você não confia, você fica inseguro de tomar certas decisões. É uma relação bilateral, como num casamento. Um doente que você opera é uma relação para o resto da vida.
Poder: Você acredita em Deus?
PN: Geralmente depois de dez horas de cirurgia, aquele estresse, aquela adrenalina toda, quando você acaba de operar, vai até a família e diz: "Ele está salvo". Aí, a família olha pra você e diz: "Graças a Deus!". Então, a gente acredita que não fomos apenas nós.
PODER: Como você relaxa?
PN: Estudando. A coisa que mais gosto de fazer é ler. Sábado e domingo, depois do almoço, gosto de sentar e ler, ficar sozinho em silêncio absoluto.
PODER: E o que gosta de ler?
PN: Sobre medicina ou história. Agora estou lendo um livro antigo, chamado Bandeirantes e Pioneiros, do Vianna Moog, no qual ele compara a colonização dos Estados Unidos com a do Brasil. E discute por que os Estados Unidos, com 100 anos a menos que o Brasil, tiveram um enriquecimento e um progresso tão rápidos. Por que um país se desenvolveu em progressão geométrica e o outro em progressão aritmética.

RAFAEL - oração

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Seu nome significa “Deus te cura”. Este Arcanjo tem como sua principal característica ajudar na cura dos doentes e, por isso, é o guardião da saúde. Ele age principalmente nas instituições sociais, nos hospitais e até mesmo em casas que estejam precisando de sua ajuda.
Além de influenciar na saúde física dos seres humanos, este arcanjo também age sobre a saúde do espírito, ou seja, está sempre procurando confortar as pessoas nas horas de desespero e acalmar os sofrimentos interiores. Além disso, também é o responsável e guardião dos talentos criativos.
Na Bíblia Sagrada, o Arcanjo Rafael é citado no Livro de Tobias, que faz parte do Antigo Testamento. Foi o Arcanjo enviado por Deus para curar a cegueira de Tobias e acompanhá-lo numa longa e perigosa viagem para conseguir uma esposa. Rafael, junto a Miguel e Gabriel simbolizam a fidelidade, o poder e a glória dos anjos.
………………………………………………………………………….
Oração
Guardião da saúde e da cura
peço que vossos raios curativos desçam sobre mim,
dando-me saúde e cura.
Guardai meus corpos físico e mental,
livrando-me de todas as doenças.
Expandi Vossa beleza curativa em meu lar,
meus filhos e familiares, no trabalho que executo,
para as pessoas com quem convivo diariamente.
Afastai a discórdia e ajuda-me a superar conflitos.
Arcanjo Rafael, transformai a minha alma e o meu ser,
para que eu possa sempre refletir a vossa Luz.
Que assim seja.

6 de jun. de 2011

Tecnologia e educação contra enchentes

http://www.youtube.com/watch?v=WUn9hsXANwA
‪Tóquio:

Anualmente uns 25 tufões assolam o território japonês. Desses, dois ou três atingem Tóquio em cheio, com chuvas fortíssimas durantre várias horas ou até um dia inteiro. Mas nem por isso ocorrem enchentes ou alagamentos na cidade.


O subsolo de Tóquio alberga uma fantástica infraestrutura cujo aspecto se assemelha ao cenário de um jogo de computador ou a um templo de uma civilização remota. Cinco poços de 32 m de diâmetro por 65 m de profundidade interligados por 64 Km de túneis formam um colossal sistema de drenagem de águas pluviais destinado a impedir a inundação da cidade durante a época das chuvas

A dimensão deste complexo subterrâneo desafia toda a imaginação. É uma obra de engenharia sofisticadíssima realizada em betão, situada 50 m abaixo do solo, fato extraordinário num país constantemente sujeito a abalos sísmicos e onde quase todas as infraestruturas são aéreas.

A sua função é não apenas acumular as águas pluviais como também evacuá-las em direção a um rio, caso seja necessário. Para isso dispõe de 14.000 HP de turbinas capazes de bombear cerca de 200 t de água por segundo para o exterior.

2 de jun. de 2011

Energia * de dentro.8

História


As pesquisas iniciais de parapsicologia se concentraram em obter dados estatísticos para comprovar a existência dos fenômenos estudados. Posteriormente se sentiu a necessidade de uma teoria mais elaborada que tentasse explicá-los e não só medi-los.


P. Wiesner e Robert H. Thouless, em 1942, nomearam estes fenômenos de fenômenos psi, indicando que eram fenômenos mentais. Inicialmente eles foram subdivididos em psi-gamma, que englobavam as percepções, como a telepatia e a clarevidência e psi-kappa, para as ações, como psicocinese e aparições. Estes termos foram, mais tarde, alterados para psi passivos e psi ativos.


Dez anos de pois, John W. Campbell, um editor de ficção científica interessado em ciências limítrofes, propôs o termo psiônicos, que junta o prefixo psi e o a palavra iônico, já com a visão de que seria algum tipo de energia mensurável por equipamentos eletrônicos ou que pudesse ser empregada como parte de um equipamento eletrônico. Sua defesa entusiasta de dessa possibilidade fora do âmbito da ficção científica acabou levando o termo para o ambiente das universidades e para os divulgadores da parapsicologia.

http://alvarodomingues.com/psionica-a-energia-que-vem-de-dentro



Em tema Campbel, energias em oitavas, psionica


Principio da Totalidade

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Psiônica – A energia que vem de dentro


Ao lado do termo quântico, o termo psiônico é largamente empregado na literatura esotérica ou de medicina complementar ou alternativa. Como o termo quântico, muitas vezes é usado fora do seu contexto original, às vezes compreendido erroneamente por quem o utiliza.


A origem do termo está nos primeiros estudos de Parapsicologia, quando esta ciência se estabeleceu. A Parapsicologia se propunha a estudar fenômenos ditos paranormais, que não podiam ser explicados pelas outras ciências, em especial a Física, a Psicologia e a Biologia.


Os fenômenos paranormais agrupam a telepatia, a clarevidência, a psicocinese, premonição, as aparições de entidades (normalmente classificada como fantasmas) ou outros fenômenos de natureza semelhante.











Muitas vezes contudo, o termo é confundido com radiônica, por terem sido cunhados na mesma época, abordando temas semelhantes. A radiônica acabou sendo incorporada pela radiestesia. Entretanto, o termo psiônica enfatiza o operador e não o equipamento, portanto sendo preferível para descrever os fenômenos psi e suas implicações.


Podemos definir energia psiônica como a energia emitida ou recebida pelo sistema nervoso, em especial o cérebro, capaz de gerar os fenômenos psi. Esta definição tenta afastá-la das outras energias vitais, que porventura existam, como o prana, o orgone ou o ki, embora guardem similaridade com elas. Para alguns pesquisadores, entretanto, as energias psiônicas seriam manifestações destas energias vitais, moduladas pelo sistema nervoso do agente.


Atualmente


As ciências físicas não reconhecem a energia psiônica, como nenhuma energia vital. Para um físico, se estas energias existirem, serão manifestações das energias físico-químicas. Mesmo que fosse desta forma, esta energia merecia ser investigada de maneira mais sistemática, o que não vem sendo feito pela física tradicional.


As energias psiônicas, até onde pude investigar, nunca foram medidas ou detetas por instrumentos de laboratório, embora seus resultados possam ser percebidos. Há vasto material publicado sobre este assunto pela antiga União Soviética, mas com pouquíssima divulgação, já que preconceituosamente se vê este material como obsoleto ou sem relevância.





As pesquisas sobre energia vital têm continuado nos institutos de parapsicologia e com amadores, radiestesistas e terapeutas holísticos, de uma forma lenta, mas constante.


Todavia, frequentemente têm sido feitas muitas aplicações da Psiônica, quer sob este nome ou não, por parte das terapias holísticas complementares.


Psiônica e magia


Os praticantes de magia de diversas naturezas também usam energias. Em geral as captam do ambiente ou de animais usados em algum ritual. Todavia, quando o mago coloca a sua intenção, ele estará usando energia psiônica.


A psiônica em si não é magia, embora alguns de seus resultados pareçam ser mágicos. Inclusive, os pesquisadores envolvidos no seu estudo querem que isso seja desvinculado destas práticas. Para um cientista, apelar para uma explicação mágica seria fugir do problema pela tangente.


Para a maioria dos magos, a psiônica aparece como um elemento estranho e não necessário à sua prática. É como um usuário de celular diante da física quântica. Não preciso saber em que se baseia para usar.


A diferença da psiônica para a magia é que se usa quase que exclusivamente as energias vindas do cérebro do operador. Eventualmente pode-se transferir esta energia para um objeto, como um cristal, papel ou anel metálico, ou transmutar alguma energia, vital ou não, em energia psiônica.


Conclusão


Os fenômenos psi existem, não há como negar. Por este motivo é preciso pensar seriamente sobre as energias psiônicas. A principal razão para isso é que podemos pensar nelas como sendo originárias do sistema nervoso do agente, que as cria, modula e envia ou as percebe quando emadas. Isso coloca seu operador apenas com os recurso de sua mente, sem necessitar de instrumentos especiais, rituais complicados ou do uso de animais.






Outros fundamentos Astrais




O Tarot Psiônico, as Mesa Radiônicas e o Arquétipos

A partir do momento que eu coloquei o Tarot Psiônico de Ação Pulsada, algumas perguntas surgiram:
  • Qual seria a relação do Tarot Psiônico de Ação Pulsada com os arquétipos junguianos?
  • E a Geometria Sagrada, que relação tem com ele?
  • Onde estão as figuras dos arcanos maiores neste Tarot?
Vi então que este artigo era necessário. Não vou responder uma a uma mas deixarei claro os conceitos que o embasam. Alguns estiverem na minha mente e na de Régia Prado de forma consciente e outros, como todo processo criativo, de forma inconsciente.
Arquétipo
O termo arquétipo tem uma gama de interpretações variadas e algumas até equivocadas. Vou tentar resgatar um pouco seu significado original.
Essa palavra é formada pela junção do prefixo arc, com o radical tipo, que significa modelo.
Arc como na palavra arcaico, representa antigo. Então numa primeira abordagem arquétipo seria um “tipo antigo” ou “forma antiga”.
Jung usou essa palavra para designar estruturas antigas na psique que estariam no inconsciente mais profundo, que ele chamou de inconsciente coletivo. Ele deu caracterização humanizada a alguns destes arquétipos. Por exemplo, Ânima e Animus, O Velho Sábio, O Herói, etc.. Ele fez isso após uma longa observação no conteúdo de manifestações culturais de vários povos e delírios de pacientes psiquiátricos, sobretudo, esquizofrênicos. Para Jung os arquétipos são estruturas psíquicas organizadas, relativamente autônomas, que compõe o ser humano em sua totalidade, desde o físico, passando pelo mental, emocional e espiritual. Se pensarmos em termos de programação de computadores, os arquétipos seriam os programas básicos, anteriores até ao próprio sistema operacional. Seriam similares às rotinas que compõe a BIOS.
A palavra também foi usada por Platão, no sentido da ideia primordial. Algo que estaria no mundo transcendente do qual o nosso seria uma projeção incompleta deste mundo perfeito. Nosso mundo seria o chamado Mundo Manifesto. O mundo das formas perfeitas seria o Mundo das Ideias. Neste Mundo da Ideias, existiam, entre outras coisas, as formas básicas, tiradas da geometria euclidiana (a geometria que aprendemos na escola), como o ponto, a reta, o círculo os polígonos regulares (o triângulo, o quadrado, o pentágono, o hexágono, etc) e os sólidos e em especial os sólidos regulares, ou seja, sólidos cujas faces eram formadas por polígonos regulares de mesmo tipo.

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Depois de longos estudos, Platão descobriu que existiam cinco e somente cinco sólidos deste tipo, que ficaram conhecidos como sólidos platônicos, que são:
  1. O cubo, sólido com seis faces quadradas, que ele associou ao elemento Terra no mundo manifesto;
  2. O icosaedro, sólido com 20 faces triangulares, que ele associou ao elemento Água no mundo manifesto;
  3. O octaedro, sólido com oito faces triangulares, que ele associou ao elemento Ar no mundo manifesto;
  4. O tetraedro, sólido com quatro faces triangulares, que ele associou ao elemento Fogo no mundo manifesto;
  5. O dodecaedro, sólido com 12 faces formadas por pentágonos, que ele associou ao Éter que corresponderia à quintessência ou ao cosmo, a alma do mundo.
Há ainda um sólido especial, formado por infinitos polígonos: a esfera, que poderia ser diminuída constantemente a até ser reduzida a um ponto, representando a Perfeição, ou aumentada indefinidamente abarcando todo o Universo.
As formas da geometria euclidiana eram usadas para compor todas as formas conhecidas, fosse um tijolo ou uma catedral e sua manipulação exigia um grande conhecimento do sagrado. Este conhecimento se transformou na Geometria Sagrada.
Os arcanos
Há uma outra palavra muito usada no meio esotérico: arcano.
O prefixo arc também o precede mas com outro significado: de oculto, um segredo, como na palavra arca, um tipo de baú com chave onde eram guardados objetos pessoais ou valiosos.
Os arcanos do Tarot seriam elementos que continham dentre de si segredos a serem desvendados apenas para os iniciados. Segundo alguns autores, estes segredos foram perdidos e o Tarot que conhecemos seria uma recriação a partir de dados pesquisados ou intuídos ao longo de séculos, que formaram a interpretação que temos hoje.
Uma pesquisa bastante extensa está no livro O Código Sagrado do Tarot, de Wilfried Houddouin, que consegue relacionar o Tarot de Marselha com a Geometria Sagrada, tal como era concebida na Idade Média.

Por outro lado e de certa forma complementado esta pesquisa, há o livro Jung e Tarot, de Sallie Nichols. Este livro relaciona os arcanos maiores e as cartas da corte com arquétipos junguianos e estabelece a Jornada do Louco, com uma descrição semelhante à Jornada do Herói, descrita por Joseph Campbell em seu livro O Herói de Mil Faces, que seria um dos caminhos da individuação proposta por Jung.
Jung e o Tarot
Sallie Nichols nos apresenta a jornada arquetípica de O Louco
O interessante a observar é que Platão não disse que só haviam formas em seu Mundo das Ideias, mas também que haviam conceitos, como O Homem Perfeito, retratado por Leonardo Da Vince como O Homem Vitruviano e Jung por sua vez nunca disse que todos os arquétipos poderiam ser apenas retratados por figuras humanizadas, mas poderiam também haver processos, como o que mantém o coração batendo. Aliás, as formas humanizadas seriam apenas um jeito de nos aproximarmos dos arquétipos para podermos saber que eles existem e lidarmos com eles.
Homem Vitruviano - Leonardo da Vince
O Homem Vitruviano de Leonardo da Vince
Os Arquétipos e o Tarot Psiônico
Quando desenvolvemos o Tarot Psiônico, verificamos que as ferramentas em si eram estruturas complexas e autônomas que poderia estar dissociadas das mesas radiônicas que lhe dava suporte. Experiencias de alguns operadores de mesa que também praticavam Rei Ki ou outros tipos de terapias energéticas, as ferramentas presentes nas mesas se incorporavam sozinhas ao repertório de símbolos, aparecendo na mente do operador quando faziam aplicação do Rei Ki.
Jung, aproximando-se da Alquimia e da Astrologia, coloca em tela o conceito de símbolo. Para ele, símbolo seria uma manifestação espontânea do inconsciente e uma forma de aproximação com os arquétipos. Entre os símbolos ele destaca a mandala.
O conceito junguiano de arquétipo tem como um de seus elementos o conceito de estruturas complexas e autônomas. Por outro lado, também se aproximavam do conceito platônico de ideia, uma forma ou modelo que transcende o mundo real e o determina. Ambos estes conceitos podem ser aplicados às ferramentas presentes nas mesas radiônicas e no Tarot Psiônico. Por exemplo, há os sólidos platônicos presentes na Mesa Cristalina e os portais, que estão relacionados tanto com as mandalas junguianas como com formas matemáticas presentes na Geometria Sagrada.
Entretanto, há uma diferença entre o pensamento de Platão e Jung. Para Platão, os arquétipos pré-existem antes de qualquer consciência humana. Jung não entra neste mérito. Para ele os Arquétipos existem no inconsciente coletivo da humanidade. Talvez hoje ele dissesse que está no DNA e evoluíram junto com a humanidade, mas é necessário que exista pelo menos um humano para que os arquétipos existam, como neste trecho do conto “Uma valsa na zona do crepúsculo”, de minha autoria, onde A Morte (um arquétipo) se posiciona exatamente sobre isso:
A Morte
Me julgava Imortal até que percebi onde realmente eu vivo. Eu vivo no Inconsciente Coletivo da Humanidade. Ele existe há séculos, tantos que eu não posso contar. E existirá por séculos ainda, tantos que também não poderei contar.
Mas um dia, o Último Homem morrerá, levando consigo para a zona além do crepúsculo o Inconsciente Coletivo Humanidade. E eu também atravessarei este último limiar. A Morte finalmente morrerá.
Nautilus
Tanto nas mesas radiônicas como no Tarot Psiônico, as ferramentas e as cartas têm uma aproximação forte com a simbologia platônica dada o uso da geometria sagrada. O uso desses símbolos como uma forma de modular energias e o fato de que todo o universo é formado por energia os aproxima. ainda mais.
Apesar de concentrado no ser humano, Jung não nega a transcendência. Mas, dada sua formação científica, ele se aproxima deste conhecimento com cautela. Na psicologia junguiana há uma função estruturante que Jung chama de função transcendente, aquela que é capaz de unir os opostos gerando um terceiro elemento que está acima e além dos outros dois. Por exemplo: o Infinito (representando o eterno devir) em relação ao Yin Yang (o movimento de energias opostas). De certa forma Jung também era platônico.
Então, as mesas radiônicas e o Tarot Psiônico estão trabalhando em ambos os níveis, o externo e cosmológico, representado pela filosofia platônica e os símbolos da Geometria Sagrada e o interno, através do conhecimento dos arcanos e dos arquétipos junguianos, tal qual o Tarot de Marselha nas visões de Sallie Nichols (Jung e o Tarot) e de Wilfried Houddouin (O Código Sagrado do Tarot).

mesas radiônicas