24 de jul. de 2010

Ramatis, Pietro Ubaldi, Roustaing e Edgard Armond

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RAMATIS

É um Espírito que há muito se infiltrou no movimento espírita brasileiro com a cumplicidade do médium paranaense Hercílio Maes. Juntos, Espírito e médium escreveram várias obras, que deixam muito a desejar quanto a pureza doutrinária. Eis algumas delas: “Fisiologia da Alma”, “O Evangelho à luz do Cosmo”, “Elucidações do Além”, “Magia de Redenção”, “Mediunismo”, “Mediunidade de Cura”, “Missão do Espiritismo” e outras.

Não se pode negar que Ramatis é bastante inteligente e muito sagaz e, portanto, sabe disfarçar seu desconhecimento doutrinário, ou incoerência consciente doutrinária. Logo ganhou adeptos fervorosos e seus livros invadiram o nosso meio. Suas obras não só apresentam senões doutrinários, mas também fortes pitadas de orientalismo, verdadeiros enxertos inconvenientes à Doutrina Espírita. Mas sendo sagaz como é, não deixa de expressar aqui e ali pensamentos razoáveis, com pretensão estudada de confundir o público leigo. Desde sua estréia no movimento espírita nacional a crítica o tem sob sua mira, mas a coisa ficou feia mesmo foi quando veio à lume “Vida no Planeta Marte”, em que ele foi longe demais e desvelou suas fantasias. A crítica especializada desceu-lhe o porrete, mas nessa altura esse Espírito já tinha feito escola por aqui e até hoje há espíritas (ou melhor, pretensos espíritas) que se arrepiam ante qualquer análise desfavorável à obra ramatisiana. No meu conceito Ramatis é espiritualista, mas não espírita.

PIETRO UBALDI

Nasceu na Itália e acabou, graças a alguns mecenas, radicando-se no Brasil. Desenvolveu sua mediunidade à margem dos ditames espíritas. Não sei se ele chegou a estudar as obras kardequianas, se chegou não deve tê-las aceitado integralmente. Kardec nunca lhe foi um paradigma. Ele sempre quis voar mais alto. Tinha idéias próprias e não iria submeter-se à Codificação Espírita. Mas como o brasileiro é um eterno louvador do que vem de fora, Ubaldi em pouco tempo fez aqui grandes amigos espíritas, alguns destes até muito importantes dentro do nosso meio, o que lhe facilitou o seu percurso no Brasil. Certa vez, em Pedro Leopoldo-MG, chegou mesmo a sentar-se ao lado de Chico Xavier para psicografar uma mensagem. Sua linguagem mediúnica, porém, nunca teve a simplicidade e a claridade que vemos na linguagem xaveriana. Ficou por aí apresentando seus ensaios filosóficos que nada tinham com o Espiritismo autêntico. Sua preocupação, na verdade, sempre foi a de criar um movimento próprio: o ubaldismo.

Teve ímpeto de explicar a essência de Deus. Veja só até onde pode chegar um homem incensado. Seu livro de maior alcance foi “A Grande Síntese”. O movimento espírita brasileiro se deslumbrou diante dessa obra. Mas muitos que a leram não a entenderam, apenas louvaram, pois é muito mais fácil louvar do que confessar ignorância. Depois disso, que eu saiba, não saiu mais nada de fôlego de seu lápis que ganhasse a mesma notoriedade de “A Grande Síntese”. Mas ele só caiu mesmo na malha dos críticos mais exigentes quando se revelou adepto do monismo (o que é isso? O Aurélio é quem explica: monismo é Doutrina Filosófica, segundo a qual o conjunto das coisas pode ser reduzido à unidade, quer do ponto de vista de sua substância, quer do ponto de vista das leis lógicas ou físicas, pelas quais o universo se ordena. (O monismo poderá ser materialista ou espiritualista, lógico e físico). Escorando-se nessa tendência Ubaldi criou uma teoria própria que corre paralela ao Espiritismo que nada tem a ver com este. Ao meu ver Pietro Ubaldi foi um espiritualista, mas não espírita.

J. B. ROUSTAING

Foi destacado advogado da Corte Imperial de Bordeaux, na França. A vaidade doentia estava à flor de sua pele. Após ler “O Livro dos Espíritos” e “O Livro dos Médiuns”, ambos de Allan Kardec, meteu em sua cabeça que com o auxílio dos Espíritos Superiores poderia fazer uma obra superior àquelas duas. Note-se que em matéria espírita ele era calouro. Mesmo assim, não demorara a evocar entidades espirituais para efetivar seu sonho: superar Allan Kardec. Ele procurou a médium Emilie Collignon, também uma novata na lide da mediunidade e com sua cumplicidade evocou o Espírito João Batista. Imagine! Logo o precursor de Jesus.

Claro, Roustaing não poderia deixar por menos. Se Kardec se relacionava com o Espírito da Verdade, ele pelo menos tinha que ter à disposição um João Batista. Mas como Espírito não carrega carteira de identidade, o vaidoso advogado foi ludibriado, conforme atesta sua obra “Os Quatro Evangelhos”. Atrás do falso João Batista vieram Moisés e os evangelistas João, Lucas, Marcos e Mateus. Supostamente foram essas figuras do cristianismo nascente que passaram no século XVIII a citada obra a Roustaing, via Collignon.

A obra, além de mistificadora, traz um subtítulo que é verdadeira afronta à Doutrina Espírita: “Revelação da Revelação”. É muita pretensão, pois essa obra não suporta uma simples análise à luz do Espiritismo e não é espírita, pois nem Roustaing, nem a médium, muito menos os espíritos que a escreveram eram espíritas, quando muito eram espiritualistas. Se a primeira condição de uma obra espírita é ter o “imprimatum” da universalidade, “Os Quatro Evangelhos” é refutado aí, pois foi recebido apenas por uma médium. Quando essa obra chegou às mãos de Allan Kardec, ele elegantemente a refutou, insinuando que era uma obra prolixa, pois disse que em vez de três volumes, o que ali está escrito poderia ter sido enfeixado em dois e até mesmo num volume e o leitor ganharia com este enxugamento. Mais tarde, Kardec ainda lembrou-se dela dizendo que houve precipitação em trazer a lume certos assuntos como o corpo fluídico de Jesus e prometeu desenvolver esse tema com maior profundidade. O que de fato o fez em “A Gênese”. E disse que o tempo se encarregaria de aprovar ou não a obra de Roustaing. Na França, ela não teve qualquer sucesso.




Vindo para o Brasil, porém, encontrou aqui os diretores da FEB, da época, receptivos e generosos. Logo a FEB, que se intitula representante mor do Espiritismo no Brasil, introduziu no movimento espírita brasileiro essa obra que representa por razões óbvias o 1º Cisma do Movimento Espírita. Não só a introduziu, como ao longo dos anos vem lhe dando guarida em detrimento à Codificação Espírita. A obra em questão é espiritualista e a FEB se diz espírita. Não é um contra-senso? E ainda para a nossa reflexão, faço aqui uma pergunta que já fiz alhures. Se essa obra foi publicada quando ainda o Espiritismo estava para ser concluído, pois Allan Kardec ainda não havia publicado “A Gênese”, com que fechou a Codificação da Doutrina Espírita, por que os espíritos que a ditaram à médium Collignon não a ditaram para o Codificador? Será que esses espíritos já haviam pulado da barca de Jesus? Isto, no mínimo, é muito suspeito! É bom que se diga que no passado muitos espíritas de renome se diziam roustainguistas. Mas assim que leram a obra de Roustaing calaram-se ou tornaram-se os seus maiores críticos. E alguns até mesmo depois de desencarnados jamais falaram um “o” a favor dela, a não ser dentro da FEB. Será que isso não diz nada?

EDGARD ARMOND

O Comandante Edgard Armond, como era chamado, foi oficial da Força Pública do Estado de São Paulo, hoje denominada Polícia Militar, chegou à Federação Espírita do Estado de São Paulo em 1939. Nessa época, a FEESP dava seus primeiros passos, já que foi fundada em 1936. Homem inteligente e de palavra fácil, o Comandante Edgar Armond foi pouco a pouco conquistando o seu espaço dentro da Instituição Federativa. Lembremos que naquele tempo a literatura espírita era escassa. Existiam os livros da Codificação e além deles um ou outro livrinho de produção independente. A promissora obra de Francisco Cândido Xavier, estava ainda nos seus primeiros degraus. Armond logo constatou isso e começou a escrever uns livrinhos mais simples, próprios para os iniciantes à Doutrina Espírita. Eu diria que a inspiração dos cursos de Espiritismo que até hoje estão em pleno vigor na FEESP nasceu das páginas desses livrinhos do Armond. Cursos esses que estão em todos os quadrantes do movimento espírita brasileiro e quiçá do exterior.

O Comandante Armond chegou, então, à Diretoria da FEESP. E como Secretário Geral organizou a “Escola de Médiuns” e a “Escola de Aprendizes do Evangelho”. Hoje estas escolas acolhem mais de cinco mil alunos. E criou também o passe padronizado que tem causado muita polêmica, porque é um ritual muito distante da prática espontânea, intuitiva que fora exemplificada por Jesus.

Sua bibliografia compõe-se de 25 obras. As que fizeram mais sucesso foram “Passes e Irradiações” e “Os Exilados de Capela”. Foi ele também que trouxe para o nosso meio a “Cromoterapia”, que nada tem a ver com a Doutrina Espírita, mas que hoje está espalhada graças um opúsculo escrito por ele e publicado pela Editora Aliança. Devemos a ele também essa enxertia.

Em maio de 1944, o Comandante Armond fundou o jornal “O Semeador”, órgão doutrinário da FEESP. Apoiado por um grupo de amigos fundou ainda a Instituição Espírita “O Lar do Amor Cristão”, em São Paulo e foi um dos signatários da Ata de Fundação da USE – União das Sociedades Espíritas do Estado de São Paulo. Além da Cromoterapia e do passe padronizado que ainda hoje causam discussões no meio espírita e certamente serão questionados pelas gerações espíritas do futuro, devo ainda mencionar que suas obras estão carregadas de conceitos orientalistas, pois ele foi um grande estudioso das principais religiões orientais. Termos como “chacras” e “carma” e outros de origem oriental foram enxertados por ele no movimento espírita brasileiro.




Há ainda em suas obras um legado místico muito forte que tomou o movimento espírita brasileiro de assalto. Não bastasse o bolor igrejeiro do roustainguismo, o misticismo e o orientalismo do Comandante Armond também trouxeram prejuízos sérios ao movimento espírita brasileiro. Alegando problemas de saúde, Edgard Armond deixou a FEESP em 1966. E o estrago armondista no movimento espírita brasileiro iria se completar com a criação, por ele próprio, da Aliança Espírita Evangélica que nasceu com vocação um tanto velada, a princípio, federacionista e tornou-se em pouco tempo, em nosso Estado de São Paulo, concorrente da USE e da FEESP.

A Aliança Espírita Evangélica é fortemente mística e orientalista e os centros “espíritas” capitaneados por ela são todos místicos e orientalistas, o que traz ao Espiritismo um dano imensurável. Tudo isso é uma pena, pois a herança do Comandante Armond poderia ter sido bem melhor. Essa minha análise, ainda que superficial, me autoriza a considerá-lo também, espiritualista, mas não espírita.

Fonte: espirito.org.br

Trajetória astral _ a palavra engenhosa...







Eu _entre perguntas ... entre astrais sensações

porque os poemas são feitos a outro tempo,

pessoa ou situação, a qual caiba algo

numa escala da mesma minha transparência

e calo entre palavras aos sentimentos declarados

ao que é lido e vivido ao prazer da transferência

engenhosamente o outro se viu no verso, no avesso das mensagens

que poderia escrever, falar, ouvir... a cada poema e na autoconfiança









tanto o bonito ou o estado da "coisa", tanto o prestígio

ou o estalido das intuições e sonhos, vividos, ouvidos, acalentados...

a cada transpasse

em distância



a quanto está interligado cada espaço, abreviação, ação, traço...

está a membrana fina da palavra em última versão, verso ao coração

declamado, atado nas notas das essências e aromas,

no gesto e argumentação que devoram os temas

ao verdadeiro poema do que se pensou e a mão não ousou



as palavras boas, nas palavras do outro regressa

a poesia em si mesma ...pensa e reflete

ao dar-se, dengo, sublime musicada ao compasso

ou a qualquer outro motivo ao ouvido destinado

acorda vertentes da vida








recaptura dos senhores segundos fechados da história

ou na ficção em vagas quando se tem sede do amanhã

o poema voa ou caminha, aos acontecidos olhares

na ilha de papel

no silêncio que pressinto, na geometria das beiradas

as palavras podem ser um pedaço em fuga

rasgando em gravuras as letras latejantes de esperanças

onde há porquês e memórias ..divinas histórias

dos humanos momentos que tiro da manhã sem análise certa

creio que a última sorte ou idéia de quem escuta poemas

entre as respirações da alta esfera singular

arrisca a estranha espiritualidade na linha reta

de onde os caminhos são espirais

e de mundo feito à mão









na assinatura vai o círculo escrita em elos infinitos

e o equilíbrio do pensamento, pensador livre do ato

no peito ainda guarda uma certeza

de que soube com toda verdade sentir o invisível

que a reflexão em rotação pelo universo

vingou sentidos e transpassou em versos

sem dizer porque o começou a construir entre os lábios

o primeiro som da primeira letra a modo de ouvir a mente falar.







A frase que agora não tenho é um poema sem estrutura

brinca de perguntar porque existem sentimentos entre os vãos

dos dedos ao escrever a energia liberada e atada ao tempo do agora

imprimiu movimento, sonhou em ser outra vez branca textura

onde o meu papel já é... não compreender e apenas envolver.








E _ tudo foi dividido sem diminuir, na autoconfiança SER o próprio todo

ele próprio in’verso

pode ir além superando o ar mágico em símbolo _ o perfil do inventor

e tem em mim exatamente aquilo que cativou.

agora brisa faz o ponto e eleva para outras texturas reais abstratas

vai surgindo a raios de sol abrindo quem sabe o melhor

no dia da escrita abstrata, abre segundos existenciais por onde passei

e atravessei tantos especiais encantos ao outro

_a palavra engenhosa e às esferas astrais.












Tempo canalizado by SOL LESSA
*a palavra engenhosa*
24/07/2010

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[aprendizados entre linguagens astrais]
[campo das artes - sintonia desenrascada]

ALDHEYA TERRA - REAJA

http://aldheyaterra.multiply.com/journal/item/58/REAJA
É sagrada a forma de compreender, a cada um de nós uma especial meta.

Notamos que em boa parte dos seres, há um argumento de intelecto e de grande capacidade terrena, porém quando se trata daquela confiança em Deus, incondicionalmente, dentro da aceitação do processo pelo qual crescemos espiritualmente diante das dificuldades, o normal é ouvirmos que não funciona.

Neste caso estaríamos questionando com a racionalidade e dando ordens ao universo que cumpra-se em tempo ágil nossa inquietação...e isso realmente não funciona.

Mas quando pedimos que seja feita a Vontade do Cosmos (Universo, Deus,Consciência Suprema, dado o nome que sustentar a fé.) entendemos que somos nós quem mais precisa de adaptação ao tempo da vida universal.
Um dia que mude nosso pensar, um segundo apenas decide uma jornada, ao atravessarmos a rua e encontrarmos um amigo ou até mudarmos de conceito sobre vida e morte. Será que estamos preparados para enfrentar a dor que trazemos como instinto ainda animal ? E transmutamos a amor pela arte, pelo viver em harmonia? E damos chances especiais a nosso SER Interior para realizarmos segundo as possibilidades o melhor que pudermos a cada etapa? Ou será que estamos sempre determinando o que é certo e errado e lamentando sobre o que desejamos ... tudo é ilusão ao tempo desta transformação pessoal?

Existem tantos que sofrem, somos seres sensíveis. Em muitos casos até em extremo... queremos ajudar por sabermos que a dor só passa quando estamos também aliviando a dor de alguém mais, seja ela um estado de alma, em finanças, saúde, emocional ou outro momento não compreendido por quem a enfrenta.
Quantas vezes pra gente é uma bobagem e para outro é um caos, assim também acontece enquanto somos aprendizes. E há sempre o que se aprender.. as dores não acabam ...elas mudam de posição tal qual um jogo de xadrez. ( Aprender a jogar sob mandala é eficiente.)

A arte de tomar um café e trocar a tv ligada por uma música relaxante . quem sabe até uma música de bom gosto, um passe magnético, um olhar pela janela observando pessoas e a natureza, um trajeto diferente de volta ao lar ou ao trabalho, uma mudança de hábito...
Nada disso tira a dor de uma única vez, mas dá tempo de viver enquanto ela se manifesta e torna-se menor do que somos em integridade espiritual. Vamos fortalecendo novas sinapses.

Os relatos de médicos com pacientes terminais, outros em filmes de autoconhecimentos e reais histórias como o Óleo de Lorenzo, Decisões Extremas, entre outros bons relatos ... fazem com que vejamos o perfil de pessoas que reagem e enfrentam sob nenhum outro aspecto terreno. Estão com uma força espiritual descomunal que é tão maior!!! Porque não estão conectados com a falsa realidade do poder e das conquistas menores e sim desejam preservar a alma para se libertem de todo mal que possa gerar mais sofrimentos; uma vez que estão no limite de uma trajetória de autoconfiança.
Eles inventam a saída. Nós geralmente nos lamentamos... pois ficamos acionando botões pra o mundo parar e a gente descer... saltar... mas...... o universo não dá saltos.


Agradeço o link e aos poucos informo os motivos de respostas longas e profundas... exemplificando com a minha forma de viver o que é reagir...mesmo quando a vida parece estar na contramão...
Creio que as vezes é preciso saber ler placas, aprender a dirigir e pilotar, fazer manobras especiais e preservar o que temos de melhor, na intuição e na forma latente de canalizar vias astrais.

Agradeço também a mentores ( ou egrégoras ou ainda simplesmente em tua Fé) pela luz que se manifesta a cada texto doado ... em sua potencialidade e registros de trabalhos em LUZ.

Paz profunda!

Reflexões 1




Reflexão espiritualista




23 de jul. de 2010

A Impermanência e os ciclos da vida

DR MASARU EMOTO e a água


O Dr. Masaru Emoto, bacharel em Relações Internacionais e Medicina Alternativa, começou a interessar-se pelas propriedades curativas da água há 15 anos. Fez contato com um pesquisador californiano que estudava as vibrações mais sutis das moléculas da água utilizando a técnica da ressonância magnética... Trabalhando com este cientista, o professor Emoto formulou a seguinte pergunta: seria possível refletir as qualidades curativas de diferentes tipos de água de maneira visível e palpável?




A "feliz idéia" de empreender este estudo levou-o a tentar fotografar os cristais hexagonais que as diferentes amostras de água formavam ao se congelar. E, das imagens que obteve, veio a confirmação de sua surpreendente hipótese: Certas amostras de água corrente de grandes urbes apresentavam uma estrutura de cristalização muito tosca, enquanto amostras de água de mananciais ofereciam cristais de grande beleza. Ampliou sua área de estudo para fotografar cristalizações de água de diversos lugares do mundo (glaciares, lagos, água de chuva, fontes), obtendo cristais de formas mais belas e surpreendentes quanto mais afastados estivessem da atividade humana.





Informações : www.unindocoracoes.com.br


cientista japonês e pesquisador dos CRISTAIS DA ÁGUA



Nota de iorio: Muito mais do que um resumo deste livro, esta súmula pretende incentivá-la(o) a LER ESTE LIVRO;
Galeria de Imagens em: http://lacquaproject.blogspot.com/

PRÓLOGO
Acha que é feliz? A sua definição de felicidade depende de quem você é, mas se pudermos chamar felicidade a ter uma sensação de paz no coração, um sentimento de segurança acerca do futuro e sentir-se entusiasmado quando acorda, então diria que é feliz? A maioria não pode dizer que a sua vida é o que sonhava, então o que causa tanta dor? Talvez porque estejamos a viver uma era de caos, que significa condição de confusão, indicativa de matéria não organizada. Estamos mergulhados no caos até ao pescoço e os problemas da Humanidade aparecem cada vez mais profundos.

Poderá haver uma única solução, simples e de fácil compreensão, que possa ser aplicada a toda a gente do globo? Masaru Emoto crê tê-la descoberto: o corpo humano típico é 70 por cento água – na fase adulta e 90% quando nascemos. Ao longo da nossa vida existimos sobretudo como água e assim, de uma perspectiva física, os humanos são água.

Nesta óptica, para ter uma vida feliz e saudável deveríamos purificar a água que constitui 70 por cento do nosso corpo.

A água tem que estar em constante circulação, pois bloqueada, morre. Nas situações de doença, é como se o sangue estagnasse e podemos ver essa situação como a estagnação das emoções. Os investigadores modernos mostram que a condição da mente tem um impacto directo com a condição do corpo.

A água é uma força de vida, que, transportada por sangue e fluidos do corpo, leva a energia a todo o nosso corpo. A comunidade médica está a usá-la cada vez mais, principalmente através da Homeopatia, no tratamento de doenças.

A Homeopatia teve a sua origem no século XIX baseando-se em “tratar igual com igual, lutar contra o veneno com veneno”. Por exemplo, se alguém sofrer de intoxicação pelo chumbo, os sintomas podem ser aliviados bebendo água com uma quantidade mínima de chumbo, variando entre 1 parte em 10¹² (um trilião) e 1 parte em 10³ºº. Neste nível a substância já não se encontra na água para fins práticos, mas as suas características sim.

A Homeopatia sugere que quanto maior for a diluição, maior a eficácia, ou seja, em vez do efeito da substância ser usado para alívio dos sintomas, a informação copiada para a água é usada para neutralizar a informação dos sintomas derivados do veneno.

Assim, a água tem a capacidade de copiar e memorizar informação. Mas, ainda há poucos anos, os médicos nem sequer queriam considerar a possibilidade de que a água, por si só, tem capacidades curativas.

Em 1988, o cientista francês Jacques Benveniste levou a cabo uma experiência para testar os princípios básicos da Homeopatia. Diluiu um medicamento em água até ao ponto em que o medicamento já não era detectável por meios clínicos e depois descobriu que esta diluição tinha o mesmo efeito nos pacientes que o medicamento não diluído. Um ano depois submeteu os resultados à revista científica inglesa ‘Nature’, tendo sido publicados com a observação de que os resultados da experiência eram duvidosos e careciam de prova física. Sempre que alguém aparece com pesquisas e experiências controversas para a comunidade científica a reacção é normalmente a mesma.

As fotografias de cristais que Masaru Emoto começou a tirar demonstraram ser eloquentes a expressar o mundo. Os cristais emergem somente durante vinte a trinta segundos enquanto a temperatura sobe e o gelo começa a derreter. Esta pequena janela do tempo dá-nos um vislumbre de um mundo mágico.

Masaru Emoto usa uma metodologia rigorosa que, muito resumidamente, passa pela colocação de cinquenta tipos diferentes de água em cinquenta caixas Petri diferentes, congelando depois as caixas a -20º C durante três horas no congelador. O resultado, claro, nunca é a formação de cinquenta cristais semelhantes.

Apercebeu-se que águas diferentes formavam cristais diferentes, alguns deles muito semelhantes, noutros, deformados, e em alguns tipos de água nem se formavam cristais.

Primeiro olhou para os cristais de água canalizada de diferentes locais, sendo que a de alguns locais – como Tóquio, por exemplo – não formou um cristal, completo. A água canalizada inclui uma dose de cloro (para desinfectar) que destrói a estrutura encontrada na Natureza. De facto na água vinda da Natureza (independentemente da origem, nascentes, rios subterrâneos, glaciais) formavam-se cristais completos.

Um dia, um investigador seu colaborador disse algo muito excêntrico: «vejamos o que acontece quando expomos a água à música». Após decidir o melhor método – pôr uma garrafa de água (destilada da farmácia) numa mesa entre duas colunas –, os resultados surpreenderam. A Sinfonia Pastoral de Beethoven, a Sinfonia nº 40 de Mozart e um Estudo de Chopin em Mi Maior resultaram em cristais muito bonitos, bem formados, delicados e elegantes. Em contraste, a água exposta à música heavy-metal violenta resultou em cristais fragmentados e deformados.

Mas as suas experiências continuaram, agora embrulhando à volta das garrafas de água pedaços de papel com palavras ou expressões tais como «Obrigado» e «Parvo», embora não parecendo lógico a água “ler” o que lá estava escrito, compreender o significado e alterar a sua forma (dos cristais) de acordo com isso. Mas foi o que constataram. A água exposta a «Obrigado» formou bonitos cristais hexagonais, mas a água exposta a «Parvo» produziu cristais semelhantes aos da água exposta à música heavy-metal, deformados e fragmentados.

Mais experiências mostraram que a água exposta a expressões positivas como «Vamos fazer isso!» criava cristais atraentes e bem formados, mas a água exposta a expressões negativas como «Faz isso!» mal formava sequer qualquer cristal.

Destas experiências podemos tirar a lição do poder das palavras. A vibração de palavras boas tem um efeito positivo no nosso mundo, enquanto a vibração de palavras negativas tom o poder de destruir.

Este evolução nas experiências levou Masaru Emoto a entender que se estava a começar a subir as escadas da compreensão das verdades profundas do Cosmos. E recorda uma fotografia em especial que considera o cristal mais bolito e delicado que observara até então, formado pela exposição «Amor e Gratidão». Era como se a água tivesse rejubilado e celebrado, criando uma flor a desabrochar.

A água tinha-lhe mostrado a delicadeza da alma humana e o impacto que o «Amor e Gratidão» podem ter no mundo.

No Japão, diz-se que as palavras da alma residem num espírito chamado ‘kotodama’ ou o ‘espírito das palavras’ e o acto de pronunciar palavras tem o poder de mudar o mundo. Todos sabemos que as palavras têm uma influência enorme na forma como pensamos e sentimos e que as coisas geralmente correm melhor quando são usadas palavras positivas. Contudo, até agora nunca conseguimos ver fisicamente o efeito de palavras positivas.

As palavras são uma expressão da alma. E é muito provável que o estado da nossa alma tenha um enorme impacto na água que compõe 70 por cento do nosso corpo e este impacto irá afectar o nosso corpo profundamente.

A um nível global, a doença não é só um problema individual, mas o resultado da deformação da sociedade como um todo e, como esta deformação tende a aumentar, o número de pessoas a sofrer de doenças físicas tende a aumentar. E, tal como uma gota num pequeno lago cria uma ondulação que se alastra infinitamente, a deformação de uma só alma propaga-se pelo mundo, resultando em deformações globais.

Mas nem tudo está perdido, há esperança, que se chama «Amor e Gratidão».

DE QUE É FEITO O UNIVERSO
A água é o espelho da alma. O que lhe dá a capacidade de reflectir o que está na alma das pessoas? O Princípio Fundamental do Universo: EXISTÊNCIA É VIBRAÇÃO. Tudo está em constante vibração e cada coisa gera a sua própria frequência, que é única.

A ciência da Mecânica Quântica reconhece que, de modo geral, substância não é mais que vibração; tudo está a vibrar eternamente. Os nossos olhos conseguem ver objectos, não conseguem ver vibração, mas a muitos de nós já aconteceu notar que a entrada de uma pessoa numa sala consegue alterar, só com a sua presença, um ambiente caloroso para um ambiente escuro e frio...

Na cultura japonesa define-se por “Hado” a energia subtil que existe em todas as coisas – equivalente a “fluir de energia” ou “mente universal”, Prana, Chi ou Ki, consoante as diferentes culturas –, ou seja, um padrão vibratório intrínseco a toda a matéria, a nível atómico, em que a unidade de energia mais pequena tem por base a energia da consciência humana; e é constituído pelas frequências vibratórias resultantes da consciência ou pensamentos humanos. Assim, como cada ser humano também está em vibração, cada pessoa vibra numa frequência única, o hado. E cada um de nós tem capacidades sensitivas para percepcionar as vibrações dos outros. Consoante os estados, anímico e emocional, emitimos frequências de tristeza, de alegria, etc. E como tudo no Universo vibra a uma frequência própria, se você se alinhar com o hado da felicidade – ou seja, emitindo o hado da felicidade – de certeza que o Universo lhe responderá com felicidade.

A singularidade do hado também se aplica a locais (por exemplo, acidentes frequentes) e a objectos (como, por exemplo, as pedras preciosas que parece trazerem infelicidade a uma família ou grupo) não só físicos, pois os vários fenómenos do mundo também emitem frequências características.

O facto de todas as coisas estarem num estado de vibração significa que emitem som, audível ou não – que é o caso da maior parte. Pode dizer-se que esta frequência única de cada coisa pode ser interpretada como som. E como o som é criado, há um ouvinte principal: a água. A água, tão sensível às frequências únicas (o hado) que são emitidas pelo mundo, espelha essencial e eficazmente o mundo externo.

As próprias palavras, mesmo escritas, também emitem uma vibração única, um hado, que a água consegue sentir e espelhar fielmente através dos seus cristais. Podemos conjecturar que a água está alinhada com a Natureza quando forma cristais perfeitos.

As palavras ‘Gratidão’ e ‘Amor’ formam os princípios fundamentais da Natureza e do fenómeno da Vida.

Ao vermos a frequência como um som, percebemos a importância da ressonância. Na ressonância – os sons da mesma frequência ressoam – parece que as vibrações se atraem e interagem umas com as outras. Vemos isto nas relações humanas: as pessoas que geram frequências semelhantes são atraídas umas pelas outras, resultando numa amizade. Contudo, quando reagimos se alguém de quem não gostamos nos aborda, também significa que estamos a ressoar, de alguma forma com essa pessoa. Quando as frequências são fundamentalmente incompatíveis, não conseguem ressoar. Não conseguimos aceitar pessoas nessas condições.

Também há ressonância quando a frequência é dupla, quádrupla ou metade, ¼, etc. As pessoas são atraídas por Cristo e Buda, mas também por foragidos, como Bonnie & Clyde. Parece incongruência mas as pessoas ressoam a vários níveis; a dicotomia faz parte natural da vida.

A maioria dos objectos encontrados na Natureza emite frequências constantes e os humanos são as únicas criaturas que têm capacidade de ressoar com todas as criaturas e objectos da Natureza.

Podemos emitir e receber energia com, e de tudo o que existe no Universo, o que é uma espada de dois gumes. Se vibrarmos no ‘Amor’ e ‘Gratidão’, atraímos coisas que podemos amar e agradecer; mas se emitimos sinais de tristeza e ódio…
https://www.youtube.com/watch?v=wqVaTkLW3bs

http://www.masaru-emoto.net/portuguese/portindex200710.html
http://vibraraapi.wordpress.com/tag/masaru-emoto/


22/07/1943 - 17/10/2014      "Arigato". 
Ele nos ensinou
o poder de nossos pensamentos
o poder da música
o poder do medo
o poder do amor
frequências e vibrações
positivo e negativo
temos livre arbítrio para escolher cada momento 
temos o poder de criar o bem ou o mal








21 de jul. de 2010

Hot Stone Massage Routine Part 1 * pedras quentes

http://www.youtube.com/watch?v=Ov1s4uNh3zg
2 http://www.youtube.com/watch?v=hveOIW7qncw

3 http://www.youtube.com/watch?v=tOrM-nB870s

A VITAMINA D * A VITAMINA DIVINA

http://www.anjodeluz.net/arcanjo_miguel/ronna_herman/junho2010.htm


Deficit Cognitivo - Vitamina D e o sol.
http://www.youtube.com/watch?v=V57tKKCHv1I
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http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/vitaminas/vitamina-d.php


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http://www.sitemedico.com.br/sm/materias/index.php?mat=653


http://www.copacabanarunners.net/vitamina-d.html

http://super.abril.com.br/superarquivo/1997/conteudo_116053.shtml

http://www.saudenarede.com.br/?p=aev&id=Vitamina_D

http://www.erhnam.com/artigos/vitaminad-aliviar-dores.html

Sinto Muito - Nuno Lobo Antunes

http://www.youtube.com/watch?v=9Wf6v-9yQuM
Uma obra de um pediatra de grande sentido ao que toca e reflete uma vida, especialmente a que se integra com crianças com câncer, coragem e amor, agradecimentos em um trabalho muito especial.


17 de jul. de 2010

Instituto história viva!!! muda a vida de idosos e crianças. Bençãos!

http://brasileiros.globo.com/videos/v/mulher-transforma-historias-de-idosos-para-ajudar-criancas-doentes/1301374/
Mulher transforma histórias de idosos para ajudar crianças doentes


Bençãos e bençãos... que se faça luz e amor sempre! Dignamente parabéns!

INTELIGÊNCIA EMOCIONAL NA PRÁTICA SUSTENTÁVEL...

INFORMÁTICA, IDADES DIFERENTES, ATENÇÃO À VIDA E AO AMOR!

MAGNÍFICA REPORTAGEM... em continuidade...


http://brasileiros.globo.com/videos/v/idosos-se-divertem-ao-ajudar-criancas-com-doencas/1301381/#/edições/20100716/page/1


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