25 de out. de 2014

Aroma e ambiente




Como fazer desodorante de ambiente natural


Ter uma casa cheirosa nem sempre é fácil. Há muita gente que recorre a desodorantes de ambiente industrializados. Mas estes produtos têm um perfume intenso e vulgar, sem falar que fica difícil respirar ao entrar em espaços pequenos como banheiros onde foram borrifados essas fragrâncias!
Se você quer ter uma casa cheirosa ou mesmo deixar ao alcance das mãos (lá no banheiro) um recurso olfativo precioso, veja aqui como fazer desodorante de ambiente natural e com um cheiro suave e delicioso!

Como fazer desodorante de ambiente natural

Aqui sugerimos capim limão, mas pode ser alfazemalimãoeucalipto, ou seja, a escolha é sua!

Ingredientes:

  • 2 limões sicilianos partidos em 4 pedaços
  • 2 raminhos frescos de alecrim
  • 1 litro de água
  • 1 colher de chá de glicerina
  • 1 colher de chá de álcool
  • Óleo essencial da sua preferência (aqui sugerimos capim limão)

Como fazer

No litro de água ferva os limões e os ramos de alecrim em fogo baixo. Depois deixe esfriar e coe. Adicione a glicerina e o álcool. Agora para finalizar, coloque 4 gotas de óleo essencial de capim limão e passe tudo para uma embalagem spray. Pode ser usado por 2 meses, de preferência durante o dia.


http://lar-natural.com.br/como-fazer-desodorante-de-ambiente-natural/

24 de out. de 2014

Trigêmeo, ATM, DTM, Dor facial. neurologia, dor de origem dentária

http://dtscience.com/index.php/orthodontics_JBA/article/viewFile/310/288


http://www.aped-dor.com/

http://solar8.blogspot.com.br/search/label/neuropatia

Neurologia, migrana, dor de cabeça, stress e falta de sono

http://neurologia.publicacionmedica.com/noticia/estres-y-falta-de-sueno-principales-factores-para-la-aparicion-de-migrana

Energia e as mãos

http://ametistadeluz.blogspot.com.br/2014/03/dedos-da-mao-sao-chaves-de-cura.html






 Cada dedo é uma chave simples para destravar e harmonizar as atitudes e emoções.


- DEDO POLEGAR - Trabalha as emoções:PREOCUPAÇÃO – depressão, ódio, obsessão, ansiedade, auto-proteção Desequilíbrio no nosso padrão de energia “individualizada” do estômago e baço. Melhora a digestão de alimentos, idéias, pensamentos e emoções; ajuda a dormir melhor e nos torna receptivos ao toque e carinho. Preocupações e ‘ruminações mentais’ desaparecem. Ajuda estômago, baço e pâncreas.Bloqueia uma dor de cabeça que está começando.

- DEDO INDICADOR - Trabalha as emoções:MEDO – timidez, confusão mental, depressão, perfeccionismo, crítica, frustração, desejo de vida.Desequilíbrio no nosso padrão de energia “individualizada” da bexiga e rim. Traz coragem, fortalece o desejo de viver, harmoniza a circulação dos fluidos corporais e o sistema muscular. Dissolve o medo e as inseguranças. Ajuda rim e bexiga. Evita uma dor nas costas que está iniciando.

- DEDO MÉDIO - Trabalha as emoções: RAIVA – covardia, irritabilidade, indecisão, instabilidade, não alerta, emotividade Desequilíbrio no nosso padrão de energia “individualizada” da vesícula e fígado. Expande o sentimento de compaixão, a lucidez mental, a criatividade; regula a harmonia interior do corpo. Elimina a raiva, frustrações e irritabilidade. Ajuda fígado e vesícula biliar.Melhora a visão e revitaliza a fadiga geral.

- DEDO ANULAR - Trabalha as emoções:TRISTEZA (Pesar) – negatividade, formação de muco, bom senso. Desequilíbrio no nosso padrão de energia “individualizada” do pulmão e intestino grosso. Promove a alegria, a esperança, o soltar do passado e o se abrir ao novo; dá vitalidade e energia ao corpo. Afasta a tristeza, negatividade e o pesar. Ajuda os pulmões e o intestino grosso.Harmoniza a respiração e desconforto no ouvido.

- DEDO MÍNIMO -  Trabalha as emoções:PRETENSÃO (Cobrir, esconder) – “chorar por dentro e rir por fora”, insegurança, nervosismo, confusão, mortalidade. Desequilíbrio no nosso padrão de energia “individualizada” do coração e intestino delgado. Conecta com a intuição, aumenta a auto-estima, harmoniza o sistema esquelético. Termina com pretensão, julgamentos, comparações e esforço. Ajuda coração e intestino delgado. Evita uma dor de garganta que está iniciando.

- CENTRO DA PALMA DA MÃO - Traz sensação de paz profunda e de unidade com o universo. Dissolve o desânimo. Ajuda diafragma e fluxo do umbigo. Harmoniza corpo, mente e espírito mutuamente e com o universo.

18 de out. de 2014

Tomate

http://www.megacurioso.com.br/plantas-e-frutas/42953-cientistas-desenvolvem-tomates-pretos-que-podem-combater-doencas.htm




Quando você vai ao mercado — ou, se tem sorte, à feira — em busca de tomates, qual é o seu parâmetro para escolher os frutos? Você certamente seleciona os mais vermelhinhos, brilhantes e suculentos, não é mesmo? Mas e se você se deparasse com uma banca que expusesse tomates completamente pretos? Você se atreveria a experimentar essa esquisitice?
De acordo com o Daily Mail, o tal tomate preto é uma nova variedade — chamada Indigo Rose — que tem o potencial de combater condições como o diabetes, a obesidade e até o câncer. Segundo a publicação, o fruto é rico em antocianina, um poderoso antioxidante que também é o responsável pela pigmentação da pele do tomate.

Superalimento

Os novos frutos foram desenvolvidos primeiramente pela Universidade Estadual do Oregon, nos EUA, e começaram a ser produzidos na Inglaterra. O responsável pelo cultivo — Ray Brown, de Devon — recebeu um pacote misterioso contendo sementes identificadas apenas como “tomates pretos”, e a surpresa foi enorme quando as plantinhas começaram a crescer.
Conforme explicou, a coloração da pele do fruto se deve justamente pela ação do antioxidante que, por sua vez, pode ser encontrado naturalmente em vários vegetais e frutas. Durante o processo de amadurecimento, os tomates vão passando de um tom roxo azulado até se tornarem completamente pretos, e atualmente Brown possui três plantas, cada uma delas produzindo, em média, 20 tomates com as peles pretas e o interior bem vermelhinho.
O interesse nesse composto surgiu depois que estudos conduzidos por cientistas norte-americanos revelaram os poderosos benefícios que a antocianina pode oferecer para a saúde. Além disso, Brown explicou que, para produzir os tomates pretos, apenas técnicas de seleção são empregadas e não é necessário utilizar qualquer método que modifique as plantas geneticamente.

Cores * Tetracromata

Os seres humanos conseguem perceber tantas cores devido à nossa retina que possui células chamadas cones, de três tipos, cada uma excitada por um comprimento de onda diferente. Sendo assim quando abrimos os olhos, os sinais de luz atingem esses cones, que os transformam em sinais eletro químicos, que por sua vez são enviados ao cérebro.
Quando isso acontece, o cérebro combina estes sinais para produzir a sensação que nós chamamos de cor. A visão é um processo complexo, mas o cálculo dessas cores é bem simples: cada cone te da a capacidade de diferenciar cerca de 100 tons, então o número total de combinações é de ao menos 100³, ou um milhão de cores. Se eliminarmos um tipo de cone, ou seja, passar de tricromata para dicromata, o número de combinações cai para um fator de 100, ou seja apenas 10.000.
Agora que você entendeu como tudo isso funciona, quando os pesquisadores descobriram tudo isso,  eles começaram a suspeitar que entre nós existiam pessoas com quatro tipos de cones diferentes, capazes de ver uma gama de cores invisível para nós.  Na teoria um tetracromata poderia ver cem milhões de cores. E como a percepção das cores é uma experiência pessoal, eles não teriam forma de ver além do que consideramos os limites da visão.

A caça aos tetracromatas

Então por mais de 20 anos, a neurocientista da Universidade de Newcastle, Gabriele Jordan, e os seus colegas de pesquisa tem procurado pessoas com essa capacidade de super-visão. Três anos atrás, Jordan encontrou uma médica vivendo no norte da Inglaterra, conhecida somente como “cDa29″ na literatura científica, é a primeira tetracromata conhecida pela ciência. E com certeza não será a última.
E como um tetracromata vê o mundo? A mulher “cDa29″ não conseguiu comunicar sua experiência para os pesquisadores, da mesma forma que é impossível descrever a experiência do vermelho para uma pessoa dicromata. Nunca saberemos se nosso mundo tons diferentes para que o tetracromatismo seja útil.

Você é tetracromata?

Então veja a figura abaixo. No centro desses círculos existem letras com cores que somente um tetracromata consegue enxergar.Se você conseguir ver letras no centro de algum destes círculos, provavelmente você é um tetracromata. Se você ver as letras e não acreditar que é diferente, basta chamar alguma outra pessoa, ela vai te dizer que os círculos estão completamente vazios.
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onte: Discover Magazine                                                    





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Tetracromatismo ou tetracromacia é a condição de possuir quatro canais independentes para receber informações de cores, ou possuir quatro tipos diferentes de células cone no olho. Organismos com tetracromacia são chamados de tetracromatas.
Em organismos tetracromatas, o espaço sensorial de cores é quadri-dimensional, significando que para repetir o efeito sensorial de um espectro luminoso arbitrariamente escolhido dentro de seu espectro visível é necessária a mistura de pelo menos quatro diferentes cores primárias. Sobre o tricromatismo normal em humanos, a gama de cores que podem ser feitas com estas cores primárias não cobre todas as cores possíveis.
Alega-se que cerca de doze porcento (12%) das mulheres possuem essa visão e pouquíssimos homens. As pessoas que possuem essa visão enxergam cerca de noventa e nove milhões (99.000.000) de cores a mais que as que possuem a visão tricromática.

Concetta Antico é uma pintora australiana e é tetracromata. Trata-se de uma condição fisiológica em que os seus olhos possuem mais um tipo de cones receptores de luz, fazendo com que seja capaz de ver cerca de 100 vezes mais cores do que a maioria dos humanos. Segundo o Popular Science, uma folha verde para ela possuí tons adicionais de laranja, roxo e vermelho nas extremidades. Já o verde escuro é acompanhado de violeta, turquesa e azul.
Concetta Antico
Concetta Antico
O facto de ter nascido com mais um cone receptor de luz nos seus olhos faz com que seja capaz de distinguir cerca de 100 milhões de cores diferentes em vez do habitual 1 milhão. Para além das cores, Concetta consegue ainda ter outras nuances e percepção diferente de certas dimensões.

A genética

Os investigadores especularam, durante anos, se o tetracromatismo realmente existia. Caso essa condição fosse confirmada, ela poderia ocorrer apenas em mulheres, devido aos genes responsáveis pela visão das cores. Isso porque as pessoas com visão normal contam com três cones preparados para identificar comprimentos de onda das cores azul, vermelho e verde, e esses cones estão associados ao cromossoma X.
As mulheres contam com dois desses cromossomas (XX), enquanto os homens têm apenas um (XY), e mutações no cromossoma X podem afetar a capacidade de uma pessoa detectar mais ou menos cores. Isto justifica o facto de existir uma maior probabilidade de homens nascerem com daltonismo, condição que ocorre em dicromatas, ou seja, indivíduos portadores de apenas dois tipos de cones. A teoria afirma ainda que o tetracromatismo acaba por ser mais frequente em mulheres pois trata-se de uma condição em que os dois cromossomas X tem de estar mutados.
O caso de Concetta acabou por ser confirmado em 2012 e isso levou a uma artigo publicado neste mesmo ano que avançava que cerca de 1% da população sofre desta condição. Contudo o diagnóstico desta condição é difícil porque não são alterações tão significantes como o daltonismo, por exemplo.

Curiosidades

Os casos de tetracromatismo, na sua maioria, não levam a alterações na forma de perceber as cores porque as pessoas que possuem essa condição acabam por não treinar o cérebro para prestar atenção a essas condições. Este fenómeno é também o ponto de interesse de muitos dos trabalhos de investigação que têm sido feitos na área. O caso de Concetta é raro, porque foi capaz de treinar o cérebro para tirar partido do tetracromatismo. Citando Concetta: “I was different than a regular 5-year-old — I was painting at age 7, I was so fascinated with color”, em inglês para “Eu era diferente de uma criança normal de 5 anos – Eu pintava aos 7 anos e estava fascinada pela cor”.
Concetta é um artista e professora de arte por mais de 20 anos e dá aulas de arte a daltónicos. Para além disso, tem ajudado a investigação a perceber como funciona e ocorre esta condição. Criou ainda uma plataforma online para pessoas em todo o mundo descobrirem se são tetracromatas.
Faça o teste. Se vir algum símbolo (letra ou número) nos círculos coloridos acima poderá ser um raro caso de tetracromatismo.
Faça o teste. Se vir algum símbolo (letra ou número) nos círculos coloridos acima poderá ser um raro caso de tetracromatismo.
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Um ser humano normal, sem nada que o distingua, pode perceber um milhão de cores diferentes. Conseguimos perceber tantas cores devido à nossa retina possuir células chamadas cones, de três tipos, cada uma excitada por um comprimento de onda diferente. Quando abrimos os olhos, os sinais luminosos atingem estes cones, que os transformam em sinais eletroquímicos, que por sua vez são enviados ao cérebro. O cérebro combina estes sinais para produzir a sensação que chamamos de cor.
A visão pode ser um processo complexo, mas o cálculo das cores é simples: cada cone confere a capacidade de perceber cerca de uma centena de tons, então o número total de combinações é de pelo menos 100³, ou um milhão. Se eliminarmos um tipo de cone, ou seja, passar de tricromata para dicromata, o número de combinações cai por um fator de 100, para meros 10.000. Quase todos os mamíferos, incluindo os cães e macacos do Novo Mundo, são dicromatas. A riqueza de cores que vemos é rivalizada apenas pelos pássaros e alguns insetos, capazes de perceber parte da região ultravioleta do espectro.
A partir do momento que o mecanismo da percepção das cores foi desvendado, os pesquisadores passaram a suspeitar que entre nós haviam pessoas com quatro tipos de cones diferentes, capazes de ver uma gama de cores invisível para nós. Teoricamente, um tetracromata poderia ver cem milhões de cores. E como a percepção das cores é uma experiência pessoal, eles não teriam forma de ver além do que consideramos os limites da visão.

Caçando tetracromatas

Ao longo de duas décadas, a neurocientista da Universidade de Newcastle, Gabriele Jordan, e colegas de pesquisa têm procurado pessoas que tem esta capacidade de super-visão. Dois anos atrás, Jordan finalmente encontrou uma – uma médica vivendo no norte da Inglaterra, conhecida somente como “cDa29″ na literatura científica, é a primeira tetracromata conhecida da ciência. E certamente não será a última.
A primeira pista para a existência de tetracromatas surgiu em um trabalho sobre alguns homens daltônicos, feito pelo cientista holandês H. L. de Vries, em 1948. De Vries resolveu testar também as filhas de um dos daltônicos e descobriu que elas podiam detectar uma gama maior de tons de vermelho que a média das pessoas. Isto levou à descoberta de que, quando daltônicos tinham dois cones normais e um cone mutante, a mãe e as filhas tinham um cone mutante e três cones normais, ou seja, quatro cones.
O gene associado ao desenvolvimento dos cones está no cromossomo X, por isto um homem com esta alteração é dicromata – ele só tem um cromossomo X, e vai manifestar qualquer mutação nos genes passados pela sua mãe -, enquanto a mulher pode ser afetada (podendo ou não apresentar o tetracromatismo) ou apenas ser portadora do gene.
A Dra. Jordan se interessou sobre tetracromatismo e concluiu que, tanto quanto o daltonismo é comum, o tetracromatismo também deve ser, com cerca de 12% das mulheres sendo tetracromatas. A primeira tentativa para encontrar estas mulheres foi selecionar mães de daltônicos que têm um cone mutante e testá-las, mas nenhuma demonstrou perceber mais tons de vermelho que a média das pessoas, o que os levou a concluir que o cone mutante estava inativo nestas mulheres.
Em 2007, a Dra. Jordan desenvolveu métodos mais poderosos para identificar mulheres com visão tetracromática, testando 25 mulheres, todas com um quarto cone. Uma delas, identificada como “cDa29″, respondeu corretamente as perguntas que visavam identificar o fênomeno – depois de 20 anos de pesquisas, um tetracromata verdadeiro foi encontrado.

Potencial perdido

A estimativa da Dra. Jordan leva a um mistério: se tetracromatas são tão comuns quanto daltônicos, por que conhecemos daltônicos, mas não conhecemos tetracromatas? O pesquisador de visão Jay Neitz, da Universidade de Washington (EUA), acredita que todas as mulheres com quatro cones têm potencial para visão tetracromática, mas precisam desenvolver ou despertar esta capacidade. “A maior parte das coisas que vemos coloridas são feitas por pessoas que estão tentando criar cores que funcionam para tricromatas. Talvez nosso mundo inteiro esteja sintonizado com o mundo dos tricromatas”, opina.
Talvez nosso mundo não tenha tons de cores suficientes para o tetracromatismo ser de algum proveito. Neste caso, os tetracromatas poderiam desenvolver a capacidade se visitassem um laboratório periodicamente, para fazer testes e treinar a percepção.
E como um tetracromata vê o mundo? A mulher “cDa29″ não conseguiu comunicar sua experiência para os pesquisadores, da mesma forma que é impossível descrever a experiência do vermelho para uma pessoa dicromata.
E você, está curioso para saber se é tetracromata? Veja a figura abaixo. Se você conseguir ver letras no centro de algum destes círculos, provavelmente você é um tetracromata.[Digital JournalDiscover MagazineOjo CientificoColour Lovers]
Fonte: hypescience




Cores com nomes diferentes

Nós, por exemplo, separamos hoje alguns tons que, com certeza, você nunca viu por aí ou, no mínimo, não sabia que tinham um nome próprio. Veja a lista:

1. Australien

1
O primeiro registro sobre essa cor apareceu em 1897, em um guia americano de decoração. O tom, na verdade, é inspirado na cor de ferrugem das rochas e desertos do interior da Austrália. Isso, aliás, foi o que mais inspirou seu nome, que foi muito usado por costureiras e casas de moda no final da era vitoriana para descrever uma cor alaranjada profunda.

2. Âmbar-bastardo

2
Esse é o nome de um refletor utilizado nas produções de filmes para produzir um brilho de tom rosado nas cenas. Esse objeto, inclusive, é usado muitas vezes usado para recriar a luz do sol e para dar a a sensação de que está amanhecendo ou anoitecendo.

3. Pescoço de Marreco

3
Claro que não se trata exatamente de um marreco. O bicho que deu origem à cor é o pato-real, do sexo masculino, muito encontrado na América do Norte, na Europa e na Ásia. Isso porque a cabeça e o pescoço desses bichos contam com um tom verde-garrafa, que deu origem ao nome do corante verde Drake’s Neck (Pescoço de Marreco, em português), muito usado no século 18.

4. Drunk-Tank Pink

4
Esse se trata de um tom rosa claro, que supostamente tem efeitos no temperamento humano. Muitos estudos apontam a cor como “calmante”. Aliás, ela é muito usada em prisões para ajudar a manter os presos sob controle.

5. Falu

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Falun é uma pequena cidade sueca, que desde os século 16, conta com suas construções pintados de uma cor vermelho-ferrugem profunda, que recebeu o nome de falu, obtida a partir dos resíduos ricos em ferro que sobraram das minas.

6. Gingerline

6
Originada da palavra “amarelo” em italiano (giallo), desde o seculo 17 esse é o nome dado a um amarelo-alaranjado bem peculiar. A cor, aliás, faz referência a fruta nagamis – que parece pequenas laranjas – quando está madura.

7. Incarnadine

7
Embora seja mais conhecido como cor de carne, Shakespeare a utilizou para descrever o tom vermelho-sangue na peça Macbeth.

8. Labrador

labrador
Claro que a tonalidade não faz referência à famosa raça de cães. A cor, na verdade, foi baseada no mineral labradorita, que tem esse tom turquesa.

9. Nattier

9
Esse foi um tom de azul muito profundo, criado por Jean-Marc Nattier (1685-1766), um artista francês conhecido por uma série de pinturas de mulheres da corte de Luís XV da França. Embora essa cor apareça em muitas de suas pinturas, é na Dama de Azul que ela é mais abundante. O quadro, aliás, retrata a condessa de Tillières (1750).

10. Pervenche

pervenche
Essa é uma palavra francesa que se refere à planta pervinca. A cor, aliás, é inspirada em suas flores, que exibem tonalidades azuladas e lilás. Assim, o nome passou a descrever um tom intenso de púrpura azulado.

11. Puke

11
Embora essa palavra, na língua inglesa, signifique vômito, o tom não tem nada a ver com isso. A cor, na verdade, era muito comum no século 16, na Inglaterra, e era característica de um tecido de lã de alta qualidade.

12. Sang-de-boeuf

12
Um tom de vermelho intenso que era originalmente um esmalte cerâmico, que lembrava a cor de sangue. Ele era produzido pelo aquecimento de cobre e óxido de ferro a uma temperatura muito alta. A técnica para a fabricação dessa tinta foi desenvolvida na China, antes mesmo do ano de 1200.

13. Sinoper

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Esse era o pigmento que continha partículas de hematita, um mineral rico em ferro, responsável pela cor vermelha de ferrugem. Seu nome vem da cidade de Sinop, na costa do Mar Negro, na Turquia, de onde foi importado pela primeira vez para a Europa na Idade Média.

14. Watchet

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O nome faz referência a um tom pálido de azul e a cidade da Vigia, na costa de Watchet, no sudoeste da Inglaterra. Esse lugar, segundo contam, é rodeado por falésias levemente azuladas.

15. Zaffre

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Esse é um pigmento azul antigo, que era produzido pela queima de minérios de cobalto em uma fornalha. Seu nome foi inspirado na palavra latina para “safira”, pedra que apresenta quase o mesmo tom da cor.