29 de jul. de 2012
Gregg Braden - Cura energética
http://www.youtube.com/watch?v=wC65_gDzSJc
https://youtu.be/xGjJDBD5RO8
https://youtu.be/zL1ei8t7fzk
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Vampirismo energético
O QUE Ă UM "SUGADOR DE ENERGIA"?
POR SERMOS UM COMPLEXO ENERGĂTICO, ESTAMOS SUJEITOS A INTERAĂĂES COM VĂRIAS DIMENSĂES DE ENERGIAS QUE PODEM OCASIONAR ASSIMILAĂĂO OU PERDA DE ENERGIA.
SUGADOR ENERGĂTICO Ă O ATO DE SUGAR ENERGIAS DE PESSOAS, ANIMAIS, PLANTAS, ETC. SĂO MUITOS OS FATORES QUE POSSIBILITAM ESTE PROCESSO: CARĂNCIAS AFETIVAS, SEXUAIS, FINANCEIRAS, INTELECTUAIS, ETC.
TODOS NĂS TEMOS NECESSIDADE DE UMA CARGA ENERGĂTICA VITAL PARA NUTRIR NOSSOS CORPOS FĂSICO E ESPIRITUAL. Ă MEDIDA QUE GASTAMOS A CARGA ENERGĂTICA VITAL, ELA DEVE SER REPOSTA ATRAVĂS DOS MECANISMOS NATURAIS DE RECOMPOSIĂĂO (RESPIRAĂĂO, ALIMENTAĂĂO, ABSORĂĂO DO FLUIDO CĂSMICO UNIVERSAL E FLUIDOS VITAIS ATRAVĂS DOS CHACKRAS).
A REPOSIĂĂO DESTA CARGA ENERGĂTICA VITAL, NA QUANTIDADE MĂNIMA QUE NECESSITAMOS PARA MANTER A VIDA, DEPENDE DE VĂRIOS FATORES, TAIS COMO: O MODO DE VIDA, O MEIO, A QUALIDADE DOS PENSAMENTOS, DOS SENTIMENTOS, DAS SENSAĂĂES.
UMA PARTE DA ENERGIA QUE PRECISAMOS, OBTEMOS ATRAVĂS DA ALIMENTAĂĂO (CERCA DE 10%). OUTRA PARTE, ATRAVĂS DA RESPIRAĂĂO (CERCA DE 20%), MAS A MAIOR PARTE DE ENERGIA QUE PRECISAMOS VEM ATRAVĂS DO FLUIDO CĂSMICO UNIVERSAL (CERCA DE 70%).
UM SUGADOR DE ENERGIA, VAMPIRO ENERGĂTICO OU ENERGY VAMP Ă UMA PESSOA QUE TEM NECESSIDADE DE ENERGIA VITAL CĂSMICA E NĂO CONSEGUE ABSORVĂ-LA NATURALMENTE. POR UM MECANISMO VIBRACIONAL, DE FREQUĂNCIA VIBRACIONAL, O SUGADOR SE APROXIMA DE PESSOAS QUE TĂM BOA CARGA DE ENERGIA VITAL.
QUANDO NOS APROXIMAMOS DE OUTRA PESSOA SEMPRE OCORRE UMA SIMBIOSE ENERGĂTICA, POR ISTO ESTAMOS PERMANENTEMENTE TROCANDO ENERGIAS COM OUTRAS PESSOAS, COM AS QUE VIVEM EM NOSSA CASA, NO AMBIENTE DE TRABALHO E EM LOCAIS PĂBLICOS. ASSIM SE ESTABELECE OS MAIS VARIADOS TIPOS DE COMBINAĂĂES ENERGĂTICAS QUE INFLUENCIAM O CAMPO ENERGĂTICO UM DO OUTRO.
QUANDO EM CONTATO COM UM SUGADOR DE ENERGIA, ESTE PRATICAMENTE NĂO TEM ENERGIA PARA TROCAR, ASSIM ABSORVE A ENERGIA DO OUTRO E, POR ESTAR DEBILITADO, METABOLIZA E CONSOME TODA ENERGIA ABSORVIDA E NĂO SOBRA NADA PARA RETORNAR A OUTRA PESSOA. E TODA ENERGIA QUE O SUGADOR ABSORVER SERĂ METABOLIZADA E CONSUMIDA PELOS SEUS ORGANISMOS FĂSICO E ESPIRITUAL, OU SEJA, IRĂ ABSORVER MUITO MAIS DO QUE EMITIR, CAUSANDO ASSIM UM DĂFICIT ENERGĂTICO NA OUTRA PESSOA.
COMO IDENTIFICĂ-LOS?
PESSOAS FĂSICAS E PSICOLOGICAMENTE SADIAS E EQUILIBRADAS NUTREM-SE, DIRETAMENTE, NAS FONTES NATURAIS DE ENERGIA. MAS AS PESSOAS DESEQUILIBRADAS, QUE POR TEREM PERDIDO O CONTATO COM SUA PRĂPRIA NATUREZA INTERNA MAIS PROFUNDA, PERDERAM TAMBĂM A CAPACIDADE DE ABSORVER E PROCESSAR O ALIMENTO ENERGĂTICO NATURAL; PRECISAM, PARA SOBREVIVER, POR EM PRĂTICA UMA HĂBITO OU VĂCIO: SUGAR A ENERGIA VITAL DE OUTRAS PESSOAS O QUE AS TORNA UM SUGADOR DE ENERGIA.
AS CARACTERĂSTICAS DE UM SUGADOR SĂO MUITAS, MAS A PRINCIPAL E DA QUAL TODAS AS DEMAIS DERIVAM, Ă O EGOCENTRISMO. QUANTO MAIS A PESSOA ESTIVER VOLTADA PARA SI MESMA, CONCENTRADA EM SI MESMA, MAIS ELA TERĂ DIFICULDADE PARA ESTABELECER CONTATO COM FONTES NATURAIS DE NUTRIĂĂO ENERGĂTICA E MAIOR SERĂ A TENDĂNCIA PARA SUGAR ENERGIA VITAL DOS OUTROS.
O EGOCENTRISMO Ă O RESULTADO DE UM PROCESSO QUE PODE TER INĂCIO NA INFĂNCIA, PĂS-TRAUMA DE PERDAS OU ATĂ ORIUNDO DE OUTRAS VIDAS. NĂO PODEMOS DESCARTAR A POSSIBILIDADE DO MEIO EM QUE CONVIVE TAMBĂM, POIS EXISTEM CERTOS COMPORTAMENTOS CONDICIONANTES QUE "VICIAM" A PESSOA A SE TORNAR UM NECESSITADO ENERGĂTICO.
NĂO Ă UMA TAREFA FĂCIL IDENTIFICAR UM SUGADOR DE ENERGIA, ATĂ PORQUE A MAIORIA DELES TEM UM LAĂO AFETIVO COM A VĂTIMA. INCLUSIVE ESTE GRAU DE AFETIVIDADE Ă UM CAMINHO MAIS RĂPIDO DE SE CONSTITUIR UM SUGADOR DE ENERGIA, POIS POR AFETIVIDADE DOAMOS MAIS ENERGIA COM MAIOR CONSTĂNCIA PARA ALGUĂM EM DĂFICIT E ASSIM O OUTRO SE VICIA EM NOSSA ENERGIA. NA VERDADE SĂ EXISTE SUGADOR SE EXISTIR OS QUE SE DISPĂEM A SEREM SUGADOS.
PODEMOS DEFINIR ALGUMAS CARACTERĂSTICAS E TIPOS DE SUGADORES:
1- O ESPECULADOR - SĂO PESSOAS QUE FAZEM PERGUNTAS PARA SONDAR O MUNDO DA OUTRA PESSOA, COM PROPĂSITO DE DESCOBRIR ALGUMA COISA ERRADA. ASSIM QUE FAZEM ISTO, CRITICAM ESTE ASPECTO DA VIDA DO OUTRO E SE ESTA ESTRATĂGIA DER CERTO, A PESSOA CRITICADA Ă VAMPIRIZADA, PASSANDO A DAR ATENĂĂO ĂS CRĂTICAS E CRIA-SE UM VĂNCULO SIMBIĂTICO E O CRITICADO PASSA A TRANSMITIR ENERGIA PARA O SUGADOR.
2- O COITADINHO - Ă UMA PESSOA QUE CONTA MUITAS COISAS HORRĂVEIS QUE ACONTECEU COM ELE E INSINUA QUE TODOS SĂO RESPONSĂVEIS PELA SITUAĂĂO QUE SE ENCONTRA, MENOS ELE, Ă CLARO. ESTA PESSOA ESTĂ TENTANDO ENVOLVER VOCĂ POR UM SENTIMENTO DE PENA E DE FORMA PASSIVA COMEĂA A SUGAR ENERGIA DO OUTRO. GERALMENTE ENCONTRA-SE ESTE SUGADOR DENTRO DA FAMĂLIA, ELE SEMPRE QUER DEMONSTRAR QUE A OUTRA PESSOA NĂO ESTĂ FAZENDO O BASTANTE PARA AJUDĂ-LO E O OUTRO SE SENTE CULPADO SĂ DE ESTAR PERTO DELA.
3- O INTIMIDADOR - GERALMENTE SĂO PESSOAS QUE CHEGAM NA VIDA DO OUTRO COMO SE FOSSE O "SALVADOR DA PĂTRIA", AQUELE QUE SE IMPORTOU PELO OUTRO EM UM CERTO MOMENTO DE FRAGILIDADE. ESTE TIPO DE SUGADOR SE MOSTRA FORTE E COMEĂA A ORIENTAR O OUTRO COM ATITUDES DE MANIPULAĂĂO COM OBJETIVO DE MANTER O OUTRO PRESO A ELE. ESTE Ă O MAIS COMUM E PERIGOSO, POIS GERALMENTE SĂO MANIPULADORES CONSCIENTES. NA VERDADE ELE PRECISA DE ENERGIA DE SUAS PRESAS, ENTĂO AS MANIPULA PARA QUE O OUTRO TENHA RECEIO DE SE AFASTAR.
ESTE TIPO DE SUGADOR CHEGA AO EXTREMO DA AMEAĂA DE AGRESSIVIDADE OU AMEAĂA DE ABANDONO. O SUGADO PASSA A ACHAR QUE SEM O SUGADOR, ELE NĂO VIVE. A PESSOA SUGADA COMEĂA A DAR IMPORTĂNCIA A ESTE TIPO DE PADRĂO VIBRACIONAL COMO UMA SIMBIOSE E ASSIM O SUGADOR ATINGE SEU OBJETIVO, POIS O AGREDIDO PASSA A TRANSMITIR ENERGIA PARA ELE ATRAVĂS DE MĂGOAS, RANCOR, ĂDIO, POIS AO COMBATER A AMEAĂA OU AGRESSĂO COM AGRESSĂO PASSAMOS A SER VAMPIRIZADOS, BAIXANDO ASSIM NOSSO PADRĂO ENERGĂTICO SAUDĂVEL, LEVANDO A ESTĂGIOS DE DEPRESSĂO, SĂNDROME DO PĂNICO, RECLUSĂO SOCIAL; ATĂ HĂ CASOS DE MORTE ENERGĂTICA E FĂSICA.
GERALMENTE UMA FORMA DE IDENTIFICARMOS UM SUGADOR Ă ATRAVĂS DA VIOLĂNCIA, AGRESSIVIDADE, POR CRITICAR TUDO, RECLAMAR DE TUDO, SE QUEIXAR DE TUDO, POIS ESTAS ATITUDES SĂO FORMAS DE SUGAR ENERGIAS DAS OUTRAS PESSOAS. POR NĂO CONSEGUIREM SE LIGAR A ENERGIA CĂSMICA, PORQUE NĂO SE MORALIZAM, NĂO LARGAM SEUS VĂCIOS, NĂO MUDAM SEU COMPORTAMENTO EGOĂSTICO, ENCONTRAM NESTAS FORMAS DE SER, O MEIO DE SUGAR ENERGIAS DOS OUTROS.
COMO FUGIR DELES?
NINGUĂM NASCE UM SUGADOR DE ENERGIA, MAS PODE SE TORNAR UM DELES MUITO FACILMENTE. TODOS NĂS SOMOS NATURALMENTE DOTADOS DE MECANISMOS DE DEFESA CONTRA PERDA DE ENERGIA VITAL, MAS QUANDO PERDEMOS A POSSE E CONTROLE DO NOSSO CENTRO DE GRAVIDADE POR ESTRESSE, CANSAĂO, TRISTEZA, DEPRESSĂO, MANIA, FRUSTRAĂĂO E NEUROSE, ALTERAMOS E DEBILITAMOS A ESTRUTURA DO NOSSO CORPO SUTIL, TORNANDO-O PERMEĂVEL A INVASORES. Ă UMA QUESTĂO DE PADRĂO VIBRACIONAL. ASSIM NOS TORNAMOS PRESAS FĂCEIS DOS SUGADORES DE ENERGIAS, PORQUE ACEITAMOS SUAS PROVOCAĂĂES COM FACILIDADE E ISTO NOS VINCULA A ELES.
NĂO HĂ NECESSIDADE DE SE AFASTAR FISICAMENTE DO SUGADOR DE ENERGIA, ATĂ PORQUE A MAIORIA DELES SE ENCONTRA EM NOSSA FAMĂLIA, CĂRCULO DE AMIZADE E ATĂ NOS RELACIONAMENTOS AFETIVOS. MAS PODEMOS NOS PROTEGER DELES, MUDANDO NOSSO PADRĂO VIBRACIONAL PARA QUE A SINCRONICIDADE (SIMBIOSE) ENERGĂTICA SE ROMPA. AS RELAĂĂES PODEM CONTINUAR SE ASSIM CONSEGUIRMOS ROMPER O CICLO E O SUGADOR PODE CONTINUAR UM SUGADOR, MAS NĂO DE NOSSA ENERGIA.
A MELHOR FORMA DE NOS DEFENDERMOS DELES Ă IDENTIFICĂ-LOS. GERALMENTE ISTO ACONTECE UM BOM TEMPO DEPOIS QUE PERCEBERMOS QUE HĂ ALGO ERRADO. IMAGINEMOS QUE NOSSO CAMPO VIBRACIONAL DE ENERGIAS SUTIS POSSUI CENTROS DE ENTRADA E SAĂDA DE ENERGIAS, CONHECIDOS COMO CHAKRAS. Ă ATRAVĂS DOS CHAKRAS QUE REGULAMOS A NOSSA ENERGIA, Ă POR ELES QUE NOS ALIMENTAMOS DE ENERGIA VITAL CĂSMICA. NĂO EXISTE UM LIMITE PARA QUANTIDADE MĂXIMA DE CARGAS ENERGĂTICAS. QUANTO MAIS, MELHOR, TEREMOS MAIS VIDA ATIVA.
MAS A PRINCIPAL DEFESA ESTĂ EM OBSERVARMOS NOSSOS SENTIMENTOS. O FLUIDO CĂSMICO VITAL Ă ABSORVIDO POR TODOS OS CENTROS DE FORĂA, PORĂM OS CHAKRAS SĂO OS RESPONSĂVEIS PARA TRANSFORMAR O FLUIDO CĂSMICO EM FLUIDO VITAL E DIRECIONĂ-LO PARA O ORGANISMO DE ACORDO COM OS SENTIMENTOS DA PESSOA.
QUANDO TEMOS BONS SENTIMENTOS ESTAMOS SEMPRE COM NOSSO FLUIDO VITAL NO MĂXIMO, QUANDO ALTERAMOS ESTES BONS SENTIMENTOS PARA MAUS, FICAMOS NO NĂVEL INTERMEDIĂRIO. QUANDO A MAIOR PARTE DO TEMPO, CULTIVAMOS MAUS SENTIMENTOS, O NOSSO NĂVEL DE FLUIDO VITAL FICA NO NĂVEL MĂNIMO, NOS TORNANDO PRESAS FĂCEIS PARA OS SUGADORES. LOGO NĂO EXISTEM SUGADORES SEM EXISTIR OS QUE SE PROPĂEM A SEREM SUGADOS.
EXISTEM PESSOAS QUE TĂM A FACILIDADE DE TER VĂRIOS SUGADORES DE ENERGIA, PORĂM O SUGADOR DE ENERGIA ELEGE SĂ UMA VĂTIMA POR VEZ ATĂ QUE ELA SE LIBERTE OU PERCA TODA SUA ENERGIA VITAL, DAĂ O SUGADOR PROCURA A PRĂXIMA VĂTIMA. ISTO PORQUE DRENAR ENERGIA DE UMA PESSOA FRACA E DOENTE, CAUSA DANOS PARA O SUGADOR; LOGO ELE SĂ SUGA DE QUEM TEM BOA ENERGIA.
COMO NĂO SE TORNAR UM "SUGADOR DE ENERGIA"?
PARA NĂO NOS TORNARMOS UM SUGADOR DE ENERGIA, PRECISAMOS OBSERVAR ALGUNS ASPECTOS ABAIXO:
1- OBSERVE AS MUDANĂAS DE HUMOR DRĂSTICAS QUE DEPENDEM DO NĂVEL DE SUA ENERGIA PESSOAL: PODE IR RAPIDAMENTE DE UM ESTADO DE EXCESSO DE ENERGIA, FELIZ, BEM DISPOSTO, SAUDĂVEL, PARA O EXTREMO DEPRESSIVO. AS PESSOAS QUE TĂM ESTA TENDĂNCIA PRECISAM PROCURAR UMA AJUDA TERAPĂUTICA PARA SE ENTENDER MELHOR, PORQUE MUITAS VEZES ELAS NĂO PERCEBEM QUE ESTĂO COM CERTOS COMPORTAMENTOS, MAS SENTEM ESTA OSCILAĂĂO.
2- OBSERVAR SEUS ESTADOS DE FLUTUAĂĂO COMO DEPRESSĂO E BAIXA DE ENERGIA, QUE FAZ COM QUE PROCURE ALGUĂM QUE TENHA PENA OU QUE CUIDE DE VOCĂ, COLOCANDO-O "NO COLO". NA VERDADE SĂO ESTĂGIOS PĂS-TRAUMAS OU PERDAS QUE FAZEM PESSOAS DEPENDENTES EMOCIONALMENTE.
3- O SUGADOR PODE SUGAR ENERGIA DE TUDO E DE TODOS QUE ESTEJAM AO SEU REDOR, ATĂ QUE A SUA ENERGIA PESSOAL ESTEJA ESTABILIZADA. ISTO PODE SER PERCEBIDO QUANDO A PESSOA SENTE NECESSIDADE DE ESTAR SEMPRE PERTO DE ALGUĂM ESPECĂFICO, GERALMENTE O SUGADOR TEM SUA PRĂPRIA VĂTIMA EXCLUSIVA E NĂO QUER DIVIDI-LA COM NINGUĂM, ENTĂO ELE CRIA MECANISMOS SIMBIĂTICOS. CUIDA DISTO, TENTANDO ELEVAR SEU PADRĂO VIBRACIONAL ATRAVĂS DO RECONHECIMENTO DE SEUS PRĂPRIOS VALORES. PROCURE TER SATISFAĂĂO POR TUA VIDA.
4- O SUGADOR TEM PREFERĂNCIA PELA EXISTĂNCIA NOTURNA, ĂS VEZES UMA REAĂĂO OU AVERSĂO Ă LUZ. EM OUTROS CASOS, ELE PROCURA AJUDA ESPIRITUAL EM VĂRIOS SEGMENTOS DIFERENTES, DE LINHAS DIFERENTES DE TRABALHOS. A MAIORIA PASSA UM TEMPO TROCANDO DE SEGMENTOS RELIGIOSOS, ESPIRITUAIS OU FILOSĂFICOS, PELO SIMPLES FATO DE QUERER SE AFASTAR DE ALGO QUE VENHA A ESTABILIZAR SUA ENERGIA.
LOGO, SE MANTENHA EM UMA LINHA DE AJUDA, SEJA TERAPĂUTICA, ESPIRITUALISTA OU RELIGIOSA, ATĂ QUE SE SINTA FORTALECIDO, CONECTADO COM A ENERGIA CĂSMICA VITAL, POIS O CAMINHO PARA NĂO PRECISARMOS SUGAR ENERGIA DE NINGUĂM Ă NOS MANTERMOS CONSCIENTES DO DIVINO EM NĂS E BUSCARMOS FORMAS DE REFORĂAR ISTO EM NĂS. SĂ ASSIM PODEREMOS NOS SENTIR NUTRIDOS DE BOAS ENERGIAS, PENSAMENTOS E SENTIMENTOS SAUDĂVEIS E LIBERTADORES.
QUANDO COMEĂAMOS A APRECIAR A BELEZA, ADMIRAR DETALHES E PRESTAR ATENĂĂO NAS COISAS, NAS PESSOAS, PASSAMOS A CONTEMPLAR O PRINCĂPIO DA EMOĂĂO DO AMOR. E QUANDO CHEGAMOS A UM NĂVEL EM QUE SENTIMOS AS ENERGIAS DE AMOR VINDO DE OUTRAS PESSOAS, PODEMOS MANDAR A ENERGIA DE VOLTA, AGREGADA COM NOSSO AMOR, Ă SĂ DESEJAR. NINGUĂM SE SENTIRĂ MAIS FRACO POR ISTO, PORQUE ESTAREMOS RECEBENDO MAIS ENERGIA DE UMA FONTE INESGOTĂVEL QUE Ă O COSMOS.
27 de jul. de 2012
PĂąnico - Ansiedade e transtorno...psicĂłlogo Artur Scarpato
http://www.psicoterapia.psc.br/scarpato/panico.html
ILUSTRANDO: COMO Ă A SĂNDROME DO PĂNICO
VocĂȘ pode imaginar o que Ă© sentir isto ?
"De repente os olhos embaçaram, eu fiquei tonto, não conseguia respirar, me sentia fora da realidade, comecei a ficar com pavor daquele estado, eu não sabia aonde ia parar, nem o que estava acontecendo..."
" ...era uma coisa que parecia sem fim, as pernas tremiam, eu nĂŁo conseguia engolir, o coração batendo forte, eu estava ficando cada vez mais ansiosa, o corpo estava incontrolĂĄvel, eu comecei a transpirar, foi horrĂvel..."
"Depois da primeira vez eu comecei a temer que acontecesse de novo, cada coisa diferente que eu sentia e eu jĂĄ esperava... ficava com medo, nĂŁo conseguia mais me concentrar em nada... deixei de sair de casa, eu nĂŁo conseguia nem ir trabalhar."
"Quando começa eu jå espero o pior, "aquilo" é muito maior do que eu, o caos toma conta de mim, é como uma tempestade que passa e deixa vårios estragos... principalmente eu me sinto arrasada. Eu sempre fico com muito medo de que aquilo ocorra de novo... minha vida virou um inferno."
Por estes relatos, que poderiam ser de diferentes pessoas que sofrem de SĂndrome do PĂąnico, Ă© possĂvel identificar o grau de sofrimento e impotĂȘncia que estas pessoas sentem ao passar pelas crises.
A pessoa sente como se estivesse algo muito errado em seu corpo, que se comporta de modo muito "estranho", "louco". PorĂ©m os exames clĂnicos nĂŁo detectam nada de anormal com seu organismo.
Como entender?
No PĂąnico o corpo reage como se estivesse frente a um perigo, porĂ©m nĂŁo hĂĄ nada visĂvel que possa justificar esta reação.
A pessoa reage com ansiedade frente às sensaçÔes de seu próprio corpo, hå um estranhamento e um grande susto em relação ao que é sentido dentro da pele. No Pùnico o perigo vem de dentro.
Ă comum a pessoa passar a restringir a sua vida a um mĂnimo, limitando toda forma de estimulação para tentar evitar que "aquilo volte". Assim a pessoa pode evitar sair de casa, ir a lugares especĂficos, evitar algumas atividades, privando-se de muitas experiĂȘncias, o que começa a comprometer a sua vida pessoal e profissional.
Vamos compreender o que acontece com a pessoa e como ela pode sair desta armadilha.
O QUE Ă SĂNDROME DO PĂNICO OU TRANSTORNO DO PĂNICO ?
A SĂndrome do PĂąnico Ă© um transtorno psicolĂłgico caracterizada pela ocorrĂȘncia de inesperadas crises de pĂąnico e por uma expectativa ansiosa de ter novas crises.
As crises de pĂąnico - ou ataques de pĂąnico - consistem em perĂodos de intensa ansiedade, geralmente com inĂcio sĂșbito e acompanhados por uma sensação de catĂĄstrofe iminente. A freqĂŒĂȘncia das crises varia de pessoa para pessoa e sua duração Ă© variĂĄvel, geralmente durando alguns minutos.
No geral, as crises de pĂąnico apresentam pelo menos quatro dos sintomas abaixo:
Taquicardia, falta de ar, dor ou desconforto no peito, formigamento, tontura, tremores, nĂĄusea ou desconforto abdominal, embaçamento da visĂŁo, boca seca, dificuldade de engolir, sudorese, ondas de calor ou frio, sensação de irrealidade, despersonalização, sensação de iminĂȘncia da morte.
HĂĄ crises de pĂąnico mais completas e outras menores, com poucos sintomas.
Geralmente as crises de pùnico se iniciam com o disparo de uma reação inicial de ansiedade, que logo ativa um medo em relação às reaçÔes que começam a ocorrer no corpo. Durante a crise surgem na mente da pessoa uma série de interpretaçÔes negativas sobre o que estå ocorrendo, sendo muito comuns quatro tipos de pensamentos catastróficos: de que a pessoa estå perdendo o controle, que vai desmaiar, que estå enlouquecendo ou que vai morrer.
No intervalo entre as crises a pessoa costuma viver na expectativa de ter uma nova crise. Este processo, denominado ansiedade antecipatória, leva muitas pessoas a evitarem certas situaçÔes e a restringirem suas vidas.
A Classificação Diagnóstica
O Transtorno do PĂąnico Ă© reconhecido pela Organização Mundial de SaĂșde (OMS) constando da Classificação Internacional de Doenças (CID 10), na classe dos Transtornos Mentais. E aparece no DSM IV-R (Diagnostic and Statistical of Mental Disorders, 4rd Edition Revised) da Associação Americana de Psiquiatria.
O PĂąnico faz parte dos denominados transtornos de ansiedade juntamente com as fobias (fobia simples e fobia social), o estresse pĂłs-traumĂĄtico, o transtorno obsessivo-compulsivo e o transtorno de ansiedade generalizada.
Enquanto nas Fobias Simples a pessoa teme uma situação ou um objeto especĂfico fora dela, como fobia de altura, por exemplo; no PĂąnico a pessoa teme o que ocorre no seu prĂłprio corpo; Ă© para essas reaçÔes que se volta a atenção, como se estas fossem perigosas.
HĂĄ uma classificação da SĂndrome do PĂąnico com agorafobia e sem agorafobia. A agorafobia Ă© um estado de ansiedade relacionado a estar em locais ou situaçÔes onde escapar ou obter ajuda poderia ser difĂcil, caso a pessoa tivesse um ataque de pĂąnico. Pode incluir situaçÔes como estar sozinho, estar no meio de multidĂŁo, estar preso no trĂąnsito, dentro do metrĂŽ, num shopping, etc.
As pessoas que desenvolvem Pùnico com agorafobia, geralmente se sentem mais seguras com a companhia de alguém de sua confiança e acabam elegendo alguém como companhia preferencial. Este acompanhante funciona como um "regulador externo", ajudando a pessoa a se sentir menos vulneråvel a uma crise de pùnico.
QUESTĂES ESSENCIAIS
O InĂcio das Crises de PĂąnico
A ansiedade é uma reação emocional natural que ocorre quando nos sentimos vulneråveis e na expectativa de um perigo. Quando a resposta emocional de ansiedade é muito intensa e repentina temos uma crise de pùnico, que na verdade é um ataque agudo de ansiedade. Numa crise de pùnico sofremos muito, achando que algo catastrófico pode nos acontecer a qualquer momento.
Todos estamos sujeitos a ter uma eventual crise de pĂąnico quando expostos a um estresse muito alto, quando inundados por emoçÔes ou em situaçÔes que nos levam a um estado extremo de vulnerabilidade e desamparo. Esta Ă© uma reação que faz parte do espectro normal de reaçÔes emocionais, apesar de pouco freqĂŒente e muito desconfortĂĄvel.
Pesquisas mostram que eventos que ocorreram nos Ășltimos dois anos da vida da pessoa podem contribuir para uma pessoa chegar ao estado de vulnerabilidade que vai desencadear uma crise de pĂąnico. Os eventos podem ser de vĂĄrios tipos como separação, doença, morte de alguĂ©m prĂłximo, vivĂȘncias traumĂĄticas, crises existenciais, crises profissionais, mudanças importantes na vida etc.
Estes fatores aumentam significativamente o nĂvel de estresse e podem levar a pessoa a um grau de vulnerabilidade que vai disparar uma crise de pĂąnico em algum momento.
O que caracteriza a SĂndrome do PĂąnico Ă© que estas crises passam a se repetir. A partir de uma crise inicial a pessoa começa a apresentar crises repetidas, sentindo-se insegura, esperando ansiosamente por uma nova crise que pode ocorrer a qualquer momento.
HĂĄ alguns fatores que levam uma pessoa a desenvolver este padrĂŁo repetitivo de crises que caracteriza a SĂndrome do PĂąnico.
Uma das razĂ”es Ă© que geralmente as primeiras crises acabam sendo vividas como uma experiĂȘncia traumĂĄtica. Quando dizemos que uma experiĂȘncia foi traumĂĄtica, significa que ela fica registrada num circuito especĂfico de "memĂłria emocional" que passa a disparar a mesma reação emocional automaticamente, sem a participação da consciĂȘncia. Sempre que aparecem algumas reaçÔes parecidas no corpo inicia-se uma nova crise de pĂąnico.
Outros fatores anteriores podem tornar uma pessoa vulnerĂĄvel a desenvolver um Transtorno de PĂąnico, como ter um temperamento mais ansioso, ter vivido ansiedade de separação na infĂąncia, ter sido criado por pais ansiosos, etc. Um fator importante que contribui para o desenvolvimento do PĂąnico Ă© que estas pessoas geralmente tĂȘm falhas no processo de auto-regulação emocional, ficando ansiosas e nĂŁo sabendo como se acalmar. Todos estes fatores, combinados ou nĂŁo, contribuem para que uma pessoa venha a desenvolver SĂndrome do PĂąnico.
O Medo das ReaçÔes do Corpo
Na SĂndrome do PĂąnico, vĂĄrias sensaçÔes do corpo acabam se associando Ă s crises e passam a ser interpretados como um sinal de perigo iminente, do inĂcio de uma possĂvel crise. Sinais tĂŁo diversos como a tensĂŁo decorrente de uma resposta de raiva, o enjĂŽo de algo que nĂŁo caiu bem no estĂŽmago, o cansaço de uma noite mal dormida, a tristeza de alguma perda, enfim todo o espectro das sensaçÔes e sentimentos pode ser equivocadamente interpretado como indĂcio de uma crise de pĂąnico, levando a pessoa a se assustar e assim, com medo do medo, iniciar uma crise.
A pessoa faz constantes interpretaçÔes equivocadas e catastrĂłficas de suas reaçÔes e sensaçÔes corporais, achando que vai ter um ataque cardĂaco, que estĂĄ doente, que vai desmaiar, que vai morrer, etc. Ă comum a pessoa viver ansiosamente o que poderia ser vivido como sentimentos diferenciados. Numa situação que poderia despertar alegria, a pessoa se sente ansiosa; numa situação que provocaria raiva ela tambĂ©m se sente ansiosa. Qualquer reação interna ou sentimento mais intenso pode disparar reaçÔes de ansiedade.
Esta perda de discriminação da paisagem interna compromete seriamente a vida da pessoa, pois esta se sente ameaçada constantemente por suas prĂłprias sensaçÔes corporais. O corpo passa a ser a maior fonte de ameaça. Perder a confiança no prĂłprio corpo leva a uma experiĂȘncia de extrema fragilidade.
Geralmente algumas das reaçÔes corporais que estavam presentes na primeira crise ficam associadas a perigo e passam, a partir daĂ, a funcionar como disparadores de novas crises. Sempre que estas reaçÔes aparecem dispara-se uma resposta automĂĄtica de ansiedade, o que inicia uma crise de pĂąnico.
As crises de pĂąnico se iniciam geralmente a partir de um susto - consciente ou nĂŁo - em relação a algumas reaçÔes do corpo. As reaçÔes disparadoras podem ser variadas, desde uma alteração nos batimentos cardĂacos, uma sensação de tontura, falta de ar, enjĂŽo, palpitação, tremor, etc.
Numa crise de pĂąnico a pessoa reage frente aquilo que seu cĂ©rebro interpreta como um perigo. NĂŁo hĂĄ um perigo real, apenas uma hiperativação do circuito do medo que dispara um alarme na presença de algumas reaçÔes corporais. A presença destes gatilhos corporais pode disparar ansiedade mesmo quando a pessoa nĂŁo tem consciĂȘncia deles. Pesquisas apontam, por exemplo, que numa crise de pĂąnico noturna, reaçÔes corporais que ficaram associadas a perigo surgem com a pessoa ainda dormindo, e disparam uma reação de ansiedade que acorda a pessoa, muitas vezes jĂĄ tendo uma crise. Enfraquecer esta associação reaçÔes do corpo-perigo, que dispara uma crise de pĂąnico Ă© um dos focos do tratamento.
O Curto-circuito Corpo-Emoção-Pensamento
Podemos identificar a emoção de medo/ansiedade ocorrendo em trĂȘs nĂveis: como reaçÔes fisiolĂłgicas (alteraçÔes na pressĂŁo sanguĂnea, nos batimentos cardĂacos, piloereção, suor, hiperventilação etc), como reaçÔes afetivas (sentimentos de apreensĂŁo, desamparo, ansiedade, desespero etc) e como reaçÔes cognitivas (preocupação, pensamentos catastrĂłficos, ruminaçÔes etc)
A ansiedade produz reaçÔes fisiológicas que são naturais desta emoção, como taquicardia e respiração curta. A pessoa com Pùnico tende a interpretar estas reaçÔes como se fossem perigosas - sinal de doença, de catåstrofe iminente, etc. Estas interpretaçÔes, na forma de pensamentos catastróficos, acabam por produzir mais ansiedade, o que por sua vez aumenta ainda mais as reaçÔes fisiológicas .... reforçando assim os pensamentos catastróficos.
Cria-se assim um circuito infindåvel onde as reaçÔes fisiológicas naturais da emoção de medo/ansiedade são interpretadas equivocadamente como perigosas em si, o que acaba por produzir mais ansiedade, que por sua vez alimenta os pensamentos catastróficos, num processo sem fim. Enquanto a pessoa não interromper este curto-circuito ela não consegue se livrar das crises de pùnico.
Expectativa Constante de Perigo
O estado de ansiedade leva a automatismos no processo de atenção e pensamento. A atenção passa a se deslocar descontroladamente, monitorando o corpo em busca de algo que possa representar perigo. O enfraquecimento da capacidade de controle voluntårio da atenção estå relacionado à dificuldade de concentração frequentemente relatada pelas pessoas ansiosas.
Sob ansiedade a consciĂȘncia Ă© tomada por um fluxo de preocupaçÔes, pensamentos e ruminaçÔes e a pessoa sente que tem pouco domĂnio de sua mente. Surgem interpretaçÔes equivocadas das reaçÔes corporais, pensamentos automĂĄticos catastrĂłficos, onde a pessoa passa a esperar sempre pelo pior.
A ansiedade Ă© a emoção tĂpica da expectativa de perigo, ela ocorre quando a pessoa se projeta numa situação futura sentida como ameaçadora: "e se... eu vou... vai acontecer... vou passar mal...".
A pessoa vive a maior parte do tempo tomada por graus variados de ansiedade e tem dificuldade de se sentir presente e inteira no momento atual, vivendo como "prisioneira do futuro". Criar presença e fortalecer a atenção são focos importantes no tratamento.
Os Dois Processos de Regulação Emocional
O ser humano dispĂ”e de dois processos bĂĄsicos de regulação emocional: auto-regulação e regulação pelo vĂnculo.
Através do processo de auto-regulação emocional podemos regular o nosso próprio estado interno, nos acalmando, nos contendo, nos motivando etc.
AtravĂ©s do processo de regulação pelos vĂnculos, podemos influenciar reciprocamente a fisiologia e os afetos um do outro e assim podemos nos acalmar e nos regular nos relacionamentos com pessoas de nossa confiança. Os dois processos sĂŁo normais, necessĂĄrios e importantes ao longo da vida.
Nas pessoas que desenvolvem SĂndrome do PĂąnico encontramos problemas nestes dois processos, tanto uma precĂĄria capacidade de auto-regulação como um enfraquecimento nos processos de regulação pelos vĂnculos, muitas vezes decorrentes de traumas de relacionamentos e ansiedades infantis que se reatualizam.
Tomada pela ansiedade nas crises, mas tambĂ©m num grau menor no perĂodo entre as crises, a pessoa com pĂąnico nĂŁo sabe como apagar o fogo que arde dentro de si. DaĂ a importĂąncia de desenvolver bem os processos de auto-regulação e de regulação pelo vĂnculo.
Processos de Auto-Regulação
A qualidade da relação com a prĂłpria excitação interna começa a se moldar nas experiĂȘncias precoces de vida. Inicialmente a mĂŁe ajuda a regular o corpo da criança atĂ© que o corpo um pouco mais maduro possa se auto-regular. Observa-se que nas pessoas com SĂndrome do PĂąnico esta função nĂŁo estĂĄ bem desenvolvida e a pessoa sente-se facilmente ansiosa e vulnerĂĄvel frente as reaçÔes que dominam o seu corpo.
à comum, por exemplo, as pessoas que desenvolvem algum transtorno de ansiedade terem tido mães ansiosas, emocionalmente hiper-reativas, que ao invés de acalmarem a criança, a deixavam mais assustadas a cada pequeno incidente, como um tropeção ou um simples resfriado.
ExperiĂȘncias de vida desde a infĂąncia precoce podem atrapalhar o desenvolvimento da capacidade de auto-regulação, tornando uma pessoa com baixa tolerĂąncia Ă excitação interna. Isto aumenta a vulnerabilidade da pessoa aos transtornos ansiosos como a SĂndrome do PĂąnico.
Muitas pessoas com PĂąnico costumam solicitar a presença constante de alguĂ©m para que se sintam mais seguras. Buscam compensar a sua dificuldade de auto-regulação atravĂ©s de uma regulação pelo vĂnculo.
Dois NĂveis do VĂnculo: Contato e ConexĂŁo
Quando duas pessoas estĂŁo conversando, elas estĂŁo em contato, mas nĂŁo necessariamente em conexĂŁo. Contato Ă© uma interação de presença, que pode ser superficial, enquanto conexĂŁo Ă© uma ligação profunda que ocorre mesmo quando as pessoas estĂŁo distantes. Duas pessoas podem estar em contato, conversando, mas com baixĂssima conexĂŁo, como numa situação social formal. Por outro lado, duas pessoas podem estar fisicamente distantes, e portanto sem contato, mas se sentirem conectadas.
Esta distinção entre contato e conexão é muito importante para compreender o que ocorre na situação que produz as crises de pùnico.
Muitas pessoas relatam não ter crises de Pùnico enquanto estão acompanhadas de alguém confiåvel. Porém, isto é verdadeiro enquanto elas se sentem conectadas com esta pessoa. Quando a outra pessoa estå ao lado - portanto em contato - mas sem conexão emocional, a crise de Pùnico pode se instalar com mais probabilidade. Algumas pessoas chegam a relatar a sensação de perda a conexão com o outro antes de uma crise de pùnico eclodir.
A pessoa com pùnico geralmente conhece a sensação de "estar ausente", desconectada, se sentindo distante mesmo de quem estå ao seu lado.
A conexĂŁo com o outro parece prevenir crises de ansiedade por oferecer uma proteção atravĂ©s do vĂnculo, uma garantia que protege da sensação de desamparo e vulnerabilidade. Nesta situação, o corpo da pessoa confiĂĄvel funciona como um "assegurador do funcionamento normal do corpo" da pessoa com pĂąnico. Na ausĂȘncia da conexĂŁo com o outro, o corpo poderia se desregular e a sensação de pĂąnico aparecer.
Regulação pelo VĂnculo
A regulação pelo vĂnculo ocorre, por exemplo, quando a mĂŁe acalma a criança assustada, pegando-a no colo, dirigindo-lhe palavras num tom de voz sereno, ajudando deste modo a diminuir a ansiedade e a agitação da criança. Este processo envolve o estabelecimento de um vĂnculo com uma comunicação profunda de estados emocionais, com conexĂŁo e nĂŁo apenas contato.
Ă comum as pessoas que desenvolvem PĂąnico terem tido experiĂȘncias vinculares traumĂĄticas, que podem envolver perdas, rompimentos, abandono, etc. Estes traumas prejudicaram a capacidade da pessoa estabelecer e manter conexĂ”es emocionais profundas, fator essencial para a regulação emocional pelo vĂnculo.
Assim a pessoa pode algumas vezes se sentir protegida com a presença de alguém de sua confiança, mas acaba voltando ao estado de vulnerabilidade tão logo esta pessoa se afaste ou ela perca a conexão. Hå uma precariedade na conexão vincular que se torna inconstante e frågil.
O Desamparo
HĂĄ uma relação significativa entre o PĂąnico e as crises de ansiedade disparadas pelas situaçÔes de separação na infĂąncia. Uma boa parte das pessoas que desenvolvem Transtorno do PĂąnico nĂŁo conseguiu construir uma referĂȘncia interna do outro (inicialmente a mĂŁe) que lhe propiciasse segurança e estabilidade emocional. Esta falta de confiança pode trazer, em momentos crĂticos, vivĂȘncias profundas de desconexĂŁo e desamparo, disparando crises de pĂąnico.
A experiĂȘncia do PĂąnico Ă© muito prĂłxima do desespero atĂĄvico de uma criança pequena que se sente sozinha, uma experiĂȘncia limite de sofrimento intenso, de sentir-se exposta ao devir, frĂĄgil, desp rotegida, sob o risco do aniquilamento e da morte.
As pessoas com PĂąnico sofrem com uma falta de conexĂŁo bĂĄsica, falta de conexĂŁo e confiança nos vĂnculos e falta de conexĂŁo e confiança no corpo, o que leva a uma vivĂȘncia de insegurança, com sentimentos de fragilidade, vulnerabilidade e desamparo.
O TRATAMENTO
Objetivos Principais
HĂĄ algumas diretrizes importantes para o tratamento da SĂndrome do PĂąnico:
1 - Etapa Educativa: compreender o que Ă© o PĂąnico, assumindo a atitude certa para lidar com a ansiedade e as crises.
Os sintomas do pĂąnico sĂŁo intolerĂĄveis enquanto nĂŁo compreendidos. A crise de pĂąnico Ă© um estado de intensa ansiedade, na qual o corpo da pessoa reage como se estivesse sob uma forte ameaça. Compreender este processo Ă© fundamental para a sua superação. Nesta etapa vamos aprender o que Ă© a ansiedade, o que ocorre numa crise de pĂąnico, o papel do curto-circuito emoção-corpo-pensamento na manutenção do pĂąnico, os processos de auto-regulação, de regulação pelo vĂnculo, etc.
A compreensĂŁo do Transtorno PĂąnico e dos PrincĂpios do Tratamento favorece uma atitude construtiva e participativa, assim como o estabelecimento de uma aliança terapĂȘutica para se desenvolver um bom trabalho.
2 - Auto-gerenciamento: desenvolvendo a capacidade de regulação emocional.
A pessoa com pĂąnico precisa desenvolver uma melhor capacidade de regulação emocional, aprendendo a influenciar seu estado emocional, regulando o nĂvel de ansiedade, diminuindo assim o sentimento de vulnerabilidade e a incidĂȘncia de novas crises.
Este processo Ă© possĂvel pelo aprendizado de tĂ©cnicas de auto-gerenciamento. Utilizamos um amplo repertĂłrio de tĂ©cnicas de auto-gerenciamento que incluem trabalhos respiratĂłrios, tĂ©cnicas de direcionamento da atenção, fortalecimento da capacidade de concentração, tĂ©cnicas visuais variadas (convergĂȘncia binocular focal, percepção de campo etc), reorganização da forma somĂĄtica atravĂ©s do MĂ©todo dos Cinco Passos, tĂ©cnicas de relaxamento etc.
Estas técnicas de auto-gerenciamento ensinam à pessoa como influir sobre os seus estados internos, desenvolvendo a capacidade de auto-regulação.
Através do manejo voluntårio dos padrÔes somåtico-emocionais que mantém o estado de pùnico pré-organizado - a arquitetura da ansiedade - podemos reorganizar e transformar estes padrÔes que mantém o gatilho do pùnico armado, pronto para disparar novas crises.
Estas tĂ©cnicas tĂȘm uma forte eficĂĄcia ao influenciar, por ação reversa, os centros cerebrais que desencadeiam as respostas de pĂąnico, diminuindo o nĂvel de ansiedade e a intensidade das crises.
3 - Aumentar a tolerùncia à excitação interna.
A pessoa com pĂąnico tende a interpretar as reaçÔes de seu corpo, que fazem parte do estado ansioso, como se fossem sinais catastrĂłficos, indicadores de um possĂvel perigo, como um desmaio, um ataque cardĂaco iminente, sinal de perda de controle, etc. Ă necessĂĄrio enfraquecer esta associação automĂĄtica onde a presença de algumas sensaçÔes corporais disparam uma reação automĂĄtica de ansiedade, a se inicia o processo que leva ao pĂąnico.
Para ajudar no enfraquecimento desta associação corpo-perigo e aumentar a tolerùncia ao que é sentido, utilizamos dois caminhos båsicos.
(1) TĂ©cnicas de desensibilização, onde utilizamos exercĂcios de exposição gradual Ă s sensaçÔes corporais temidas, processo denominado "exposição interoceptiva".
(2) Técnicas de auto-observação, com atenção dirigida às reaçÔes da ansiedade e criação de um diålogo com as mensagens emocionais não ouvidas que o corpo estå expressando.
Estes recursos ajudam a aumentar a tolerùncia à excitação interna e na familiarização com as reaçÔes do corpo, as emoçÔes e sentimentos. à importante a pessoa ensinar ao seu cérebro como as sensaçÔes corporais não são perigosas, e como a ansiedade é apenas uma emoção que expressa uma expectativa de perigo, mas não é perigosa em si.
4 - Desenvolver um "eu observador", permitindo diferenciar-se dos pensamentos ansiosos.
Sob estado de ansiedade a pessoa é inundada de distorçÔes cognitivas, com pensamentos que se projetam no futuro esperando pelo pior e interpretando as sensaçÔes em seu corpo como sinais de perigo iminente.
à importante trabalhar no desenvolvimento da capacidade de auto-observação identificando e diferenciando-se dos pensamentos catastróficos que derivam da ansiedade e contribuem para se criar mais ansiedade.
Neste processo a pessoa aprende a observar e reconhecer seus padrĂ”es de pensamentos e suas expectativas catastrĂłficas sem ser dominada por eles. Aprende a ancorar o ego no “eu que observa” e nĂŁo no tumultuoso “eu que pensa”.
à importante também desenvolver a capacidade focalizar a atenção como estratégia para se diminuir a ansiedade. Quando a pessoa consegue criar presença e focar sua atenção, a ansiedade diminui significativamente. Para atingir estes objetivos, utilizamos vårias técnicas de auto-observação e fortalecimento da capacidade de direcionamento da atenção.
5 - Desenvolver a capacidade de regulação emocional atravĂ©s dos vĂnculos.
AlĂ©m da capacidade de auto-regulação Ă© importante fortalecer a capacidade de se regular pelos vĂnculos, o que envolve desenvolver a capacidade de estabelecer e sustentar conexĂ”es profundas e vĂnculos de confiança. Este processo vai permitir que a pessoa supere o desamparo que a mantĂ©m vulnerĂĄvel Ă s crises de PĂąnico.
Neste processo revemos a histĂłria de vida de relacionamentos, incluindo os traumas emocionais que possam ter comprometido a confiança e potĂȘncia vincular. Buscamos ajudar na reorganização dos padrĂ”es vinculares em direção a relaçÔes mais estĂĄveis que possam permitir criar uma rede de vĂnculos e conexĂ”es mais previsĂveis, essenciais para a proteção das crises de PĂąnico.
6 - Elaborar outros processos psicolĂłgicos atuantes
Ă importante mapear os fatores que estavam presentes quando a SĂndrome do PĂąnico começou e que podem ter contribuĂdo para a eclosĂŁo das crises.
Neste contexto podem estar presentes ambientes e eventos estressantes, assim como crises existenciais, crises em relacionamentos, crises profissionais e transiçÔes, como mudanças de fases da vida, por exemplo. A desestabilização emocional trazida por estes eventos poderia produzir estados internos de fragilidade e vulnerabilidade, responsåveis pela eclosão das primeiras crises de pùnico.
Num nĂvel mais profundo buscamos investigar e trabalhar as memĂłrias de experiĂȘncias de vulnerabilidade e traumas que poderiam estar se reeditando nas experiĂȘncias atuais de pĂąnico. Do mesmo modo Ă© importante rever os padrĂ”es de relacionamento com mĂŁe/pai na infĂąncia, pois padrĂ”es ansiosos e ambivalentes de vĂnculo podem ter uma forte influĂȘncia sobre o aparecimento e manutenção de transtornos de ansiedade na vida adulta.
Os melhores resultados sĂŁo obtidos por um tratamento que contemple todos estes objetivos: a compreensĂŁo do processo do pĂąnico, o desenvolvimento da capacidade de auto-regulação, o aumento da tolerĂąncia Ă excitação interna, o desenvolvimento do eu que observa, o desenvolvimento da capacidade de regulação pelo vĂnculo e a elaboração dos processos de vida que levaram ao PĂąnico.
Uma combinação destes objetivos Ă© a melhor solução para um tratamento eficaz da SĂndrome do PĂąnico.
Sobre a Medicação
Os remĂ©dios podem ser recursos auxiliares importantes para o controle das crises de pĂąnico, trabalhando conjuntamente com a psicoterapia para ajudar na superação da SĂndrome do PĂąnico.
PorĂ©m, hĂĄ algumas ponderaçÔes sobre a sua utilização . Primeiro, Ă© necessĂĄrio ter claro que os remĂ©dios nĂŁo ensinam. Eles nĂŁo ensinam Ă pessoa como ela prĂłpria pode influenciar seus estados internos e assim a superar o sentimento de impotĂȘncia que o pĂąnico traz. NĂŁo ensinam a pessoa a compreender os sentimentos e experiĂȘncias que desencadeiam as crises de pĂąnico. E nĂŁo ajudam a pessoa a perder o medo das reaçÔes de seu corpo e a ganhar uma compreensĂŁo mais profunda de seus sentimentos. Os remĂ©dios - quando utilizados - devem ser vistos como auxiliares do tratamento psicolĂłgico.
Algumas pessoas optam por um tratamento conjugado de medicação e psicoterapia enquanto outras optam por tratar o pĂąnico somente com uma psicoterapia especializada. Na psicoterapia especializada utilizamos tĂ©cnicas de auto-gerenciamento – para manejar os nĂveis de ansiedade e controlar as crises – e ao mesmo tempo trabalhamos as questĂ”es psicolĂłgicas envolvidas. A opção mais precĂĄria seria tratar o pĂąnico somente com medicação, visto que o Ăndice de recaĂdas Ă© maior quando hĂĄ somente tratamento medicamentoso do que quando hĂĄ tambĂ©m um tratamento psicolĂłgico. Os remĂ©dios mal administrados podem acabar mascarando por anos o sofrimento ao invĂ©s de ajudar a pessoa a superĂĄ-lo.
Atualmente Ă© possĂvel tratar a pessoa com SĂndrome de PĂąnico sem a utilização de medicação e temos obtido bons resultados tanto com pessoas que estĂŁo paralelamente tomando medicação como com aquelas que preferem nĂŁo tomar remĂ©dios.
Melhora: Um Horizonte PossĂvel
Para uma pessoa ficar boa do Pùnico não basta controlar as crises, é necessårio integrar as sensaçÔes e sentimentos que estavam disparando as crises e assim superar o estado interno de fragilidade e desamparo.
A melhora advém quando a pessoa torna-se capaz de sentir-se identificada com seu corpo, capaz de influenciar seus estados internos, sentindo-se conectada com os outros à sua volta, podendo lidar com os sentimentos internos, se reconectando com os fatores internos que a precipitaram no Pùnico e podendo lidar com eles de um modo mais satisfatório.
Superar a experiĂȘncia da Transtorno de PĂąnico pode ser uma grande oportunidade de crescimento pessoal, de uma retomada vital e contemporĂąnea do processo psicolĂłgico de vida de cada um.
COORDENAĂĂO
Artur Scarpato : PsicĂłlogo ClĂnico (PUC SP). Mestre em Psicologia ClĂnica pela PUC SP. Especialização em Psicologia Hospitalar pelo Hospital das ClĂnicas da U.S.P. e em Cinesiologia PsicolĂłgica pelo Instituto Sedes Sapientiae. Desenvolve desde 1995 um tratamento especializado para pessoas com Transtorno do PĂąnico.
http://www.psicoterapia.psc.br/blog/
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http://animaconsultorio.site.med.br/index.asp?PageName=Doen-E7as-20Psiqui-E1tricas
http://www.psiqweb.med.br/site/?area=NO/LerNoticia&idNoticia=148
http://www.psiqweb.med.br/site/?area=NO/ListaNoticiaBusca&palavra=afetivo&tipo=1&idCategoriaNoticia=0&pagina=
1http://www.psiqweb.med.br/site/?area=NO/LerNoticia&idNoticia=44
22 de jul. de 2012
DICAS DE SAĂDE:
http://ser-quantico.com/dicas.html
1. SUCO VERDE - DESINTOXICA, LIMPA GORDURAS, LIMPA INTESTINO E EMAGRECE: 1 folha de cada 4 verdes diferentes + 1 copa d'ågua - Bater no liquidificador e tomar. Pode bater uma fruta junto, se desejar. Preferencialmente maçã, abacaxi, limão ou laranja. Todos os dias em jejum (após beber ågua) por tempo indeterminado.
2. CELULITE: Ă© um sinal do corpo para avisar de processos inflamatĂłrios programados para repetição. Corrigimos com suplementação de cromo e dieta sem gorduras saturadas, inserindo Ăłleos graxos (nozes, castanhas, abacate) e fibras (cereais integrais, hortaliças, passas que tambĂ©m tem cromo). RemĂ©dios do tipo “anti” agravam este quadro.
3. CHĂ VERDE, CHĂ BRANCO, CHĂ VERMELHO: SĂŁo Ăłtimos para emagrecer porque, alĂ©m de serem diurĂ©ticos e auxiliares na liberação de lĂquidos retidos que incham o corpo, aceleram metabolismo. PorĂ©m, CUIDADO! Hipertensos NĂO PODEM consumir, pois o aumento de metabolismo pode elevar a pressĂŁo arterial.
4. SINUSITE, RINITE, TENINITE, BURSITE, ARTRITE, ITES: O leite de vaca Ă© feito para o bezerro que tem quatro estĂŽmagos. NĂŁo digerimos o leite de vaca e acumulamos resĂduos no intestino, provocando distĂșrbios digestivos e emocionais. Produz muco e acumula nas articulaçÔes, mĂșsculos e ossos. AlĂ©m do leite de vaca, alimentos que usam refinados (açĂșcar refinado, pĂŁo branco, farinha branca, sal branco)
5. VERMĂFUGO (Repetir a cada 6 meses): Bater no liquidificador 1 folha de hortelĂŁ para cada 10Kg do corpo + ½ copo d’ĂĄgua. Tomar 3 noites seguidas. Parar 7 dias e recomeçar mais 3 noites.
6. CHĂ DO BOM HUMOR: Uma rodela de gengibre + 1 pau de canela + ½ maçã (pode acrescentar alecrim, se quiser) – Deixa tudo fervendo um pouco.adoçar com mel. Pode tomar qualquer hora, inclusive Ă noite. Ă energizante, mas nĂŁo Ă© excitante. Se ingerido Ă noite, atĂ© 1h antes de dormir, vai auxiliar na produção de melatonina, que Ă© fundamental para que ocorram todas as reaçÔes quĂmicas do organismo, vitalidade e sensação de bem estar. O gengibre Ă© um dos poucos alimentos que contem LĂtio, poderoso antidepressivo natural, precursor de endorfina, destruĂdo em geral pelos medicamentos que ingerimos.
7. IMUNOLOGIA:
. ANTI-INFLAMATĂRIO NATURAL: Beber 2 dedinhos d'agua morna+ 1 colher (chĂĄ) de bicarbonato de sĂłdio. 3x por semana
. ChĂĄ de Anis Estrelado: Ă o princĂpio ativo do Tamiflu. ChĂĄ: 2 sementes p/ 1 xĂcara de ĂĄgua fervendo 3x por semana
. Vitamina C em doses de até 1g de 2 a 3x ao dia. a alta temperatura de nosso copo faz com que a vitamina ingerida perca as propriedades rapidamente, portando precisa ser aos pouco. Ela carreia e amplia os efeitos de todos os nutrientes.
VĂDEO RAPIDO COMO ALIVIAR O ESTRESSE E FALAR EM PĂBLICO
1. SUCO VERDE - DESINTOXICA, LIMPA GORDURAS, LIMPA INTESTINO E EMAGRECE: 1 folha de cada 4 verdes diferentes + 1 copa d'ågua - Bater no liquidificador e tomar. Pode bater uma fruta junto, se desejar. Preferencialmente maçã, abacaxi, limão ou laranja. Todos os dias em jejum (após beber ågua) por tempo indeterminado.
2. CELULITE: Ă© um sinal do corpo para avisar de processos inflamatĂłrios programados para repetição. Corrigimos com suplementação de cromo e dieta sem gorduras saturadas, inserindo Ăłleos graxos (nozes, castanhas, abacate) e fibras (cereais integrais, hortaliças, passas que tambĂ©m tem cromo). RemĂ©dios do tipo “anti” agravam este quadro.
3. CHĂ VERDE, CHĂ BRANCO, CHĂ VERMELHO: SĂŁo Ăłtimos para emagrecer porque, alĂ©m de serem diurĂ©ticos e auxiliares na liberação de lĂquidos retidos que incham o corpo, aceleram metabolismo. PorĂ©m, CUIDADO! Hipertensos NĂO PODEM consumir, pois o aumento de metabolismo pode elevar a pressĂŁo arterial.
4. SINUSITE, RINITE, TENINITE, BURSITE, ARTRITE, ITES: O leite de vaca Ă© feito para o bezerro que tem quatro estĂŽmagos. NĂŁo digerimos o leite de vaca e acumulamos resĂduos no intestino, provocando distĂșrbios digestivos e emocionais. Produz muco e acumula nas articulaçÔes, mĂșsculos e ossos. AlĂ©m do leite de vaca, alimentos que usam refinados (açĂșcar refinado, pĂŁo branco, farinha branca, sal branco)
5. VERMĂFUGO (Repetir a cada 6 meses): Bater no liquidificador 1 folha de hortelĂŁ para cada 10Kg do corpo + ½ copo d’ĂĄgua. Tomar 3 noites seguidas. Parar 7 dias e recomeçar mais 3 noites.
6. CHĂ DO BOM HUMOR: Uma rodela de gengibre + 1 pau de canela + ½ maçã (pode acrescentar alecrim, se quiser) – Deixa tudo fervendo um pouco.adoçar com mel. Pode tomar qualquer hora, inclusive Ă noite. Ă energizante, mas nĂŁo Ă© excitante. Se ingerido Ă noite, atĂ© 1h antes de dormir, vai auxiliar na produção de melatonina, que Ă© fundamental para que ocorram todas as reaçÔes quĂmicas do organismo, vitalidade e sensação de bem estar. O gengibre Ă© um dos poucos alimentos que contem LĂtio, poderoso antidepressivo natural, precursor de endorfina, destruĂdo em geral pelos medicamentos que ingerimos.
7. IMUNOLOGIA:
. ANTI-INFLAMATĂRIO NATURAL: Beber 2 dedinhos d'agua morna+ 1 colher (chĂĄ) de bicarbonato de sĂłdio. 3x por semana
. ChĂĄ de Anis Estrelado: Ă o princĂpio ativo do Tamiflu. ChĂĄ: 2 sementes p/ 1 xĂcara de ĂĄgua fervendo 3x por semana
. Vitamina C em doses de até 1g de 2 a 3x ao dia. a alta temperatura de nosso copo faz com que a vitamina ingerida perca as propriedades rapidamente, portando precisa ser aos pouco. Ela carreia e amplia os efeitos de todos os nutrientes.
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