O velho tem que cessar, para que o novo surja, mas, por favor, nĂŁo me interprete mal.Certamente o velho tem que cessar, mas o velho estĂĄ dentro de vocĂȘ, nĂŁo fora. Eu nĂŁo estou falando das velhas estruturas da sociedade, eu estou falando da velha estrutura da sua mente, a qual tem que cessar para que o novo surja.
E Ă© incrĂvel, inimaginĂĄvel, inacreditĂĄvel como uma simples pessoa abandonando a velha estrutura da mente cria um espaço tĂŁo grande para muitas transformarem as suas vidas. Uma simples pessoa transformando a si mesma, torna-se um desencadeador. E entĂŁo, muitas outras começam a mudar. A sua presença se torna um agente catalisador.
A.Pomina
No vasto teatro do universo, somos as testemunhas atravĂ©s das quais ele se torna consciente de sua infinidade. Nossa existĂȘncia, nossos sentidos, e nossa consciĂȘncia sĂŁo os portais pelos quais o cosmos observa e contempla a si mesmo.
AlĂ©m deste mundo que conhecemos, hĂĄ mundos alĂ©m do mundo... dimensĂ”es que ultrapassam nossa compreensĂŁo, realidades que vibram em frequĂȘncias diferentes das que percebemos com nossos sentidos limitados. No silĂȘncio e na quietude da mente, na prĂĄtica interna, podemos tocar essas realidades.
Amor nĂŁo Ă© apenas um sentimento, mas uma força primordial que transcende o tempo e o espaço. Vem de um lugar alĂ©m do fĂsico, mas no fĂsico tambĂ©m esta, brota do centro do ser, onde a essĂȘncia divina reside. Quando cultivamos a calma e a quietude, nos conectamos com essa fonte, com o TAO, e podemos experimentar o amor em sua forma mais pura.
Assim como o melhor altar nĂŁo tem nada, o amor verdadeiro nĂŁo possui forma ou apego. Ele simplesmente Ă©. No caminho interno, aprendemos a transformar nossas energias, a dissolver nossos apegos e a transmutar nosso ser. Ao fazer isso, nos tornamos canais puros para o amor que flui do universo.
E assim, ao nos tornarmos conscientes de nossa verdadeira natureza, percebemos que nĂŁo estamos confinados a este mundo material... Existem infinitas moradas no vasto multiverso, onde o nascimento e a morte sĂŁo apenas portais de entrada e saĂda. NĂłs somos, simultaneamente, tudo e nada, forma e sem forma, começo e fim. E na essĂȘncia dessa verdade, encontramos paz.
Ao compreender e viver essa realidade, nos libertamos das ilusÔes dos sete infernos e transcendemos as limitaçÔes do ego. Cultivar um caminho de paz e compaixão, enraizando-nos na terra e mantendo nossa cabeça no céu, nos permite harmonizar o interno e o externo, unindo-nos com o Eterno Absoluto.
Se cada um de nós fizer por onde, caminhar em paz, irradiando essa harmonia, podemos transformar o que for em um lugar melhor, mais compassivo e iluminado. Que hoje não seja apenas mais um dia de guerras e conflitos, mas um dia de despertar, onde cada um de nós, com pureza no coração, busca o caminho da verdadeira paz e unidade...Paz
Terry Fabris
Salta adiante do passado e do futuro... no Presente.
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