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26 de abr. de 2015

Energias Curativas

Temos em nossas mãos diversos trabalhos publicados por cientistas Norte Americanos, sobre a ação curativa do toque terapêutico ou imposição das mãos nos últimos 30 anos, que nos levam a entender melhor o mecanismo apropriado da cura espiritual e gostaríamos de dividir com o amigo leitor a título de conhecimento.
Dentre tantos, escolhemos o modelo oferecido pela Dra. Dolores Krieger, professora de enfermagem da Universidade de Nova York. A princípio, no trabalho da Dra. Krieger, exaustivamente foram experimentadas e testadas diversas fórmulas de avaliação da transformação bioquímica da estrutura molecular de uma folha de capim (Azevém), assim como de outras plantas, regadas com água tratada por curandeiros através do ato da imposição de mãos.
O teor de clorofila em suas folhas, resultou imensamente maior, enquanto outras plantinhas da mesma família, tratadas no mesmo lugar, com os mesmos recursos, porém sem a água fluidificada, não registraram alterações. As diferenças e mudanças foram tão significativas que a Dra. Krieger não resistiu e continuou os seus estudos até chegar ao organismo humano porque percebeu que a clorofila é uma molécula pigmentar bioquimicamente semelhante à hemoglobina humana.

O estudo partiu da premissa que, se com o uso da água fluidificada pelos curandeiros, houve tantas alterações na constituição das plantas (aumento de quantidade e qualidade de clorofila), os seres humanos expostos às energias curativas talvez apresentassem o mesmo aumento semelhante na quantidade de hemoglobina existente no sangue.
A Dra. Krieger achou que os níveis sangüíneos de hemoglobina seriam um bom parâmetro bioquímico para se medir, em virtude de seu papel em muitos processos vitais. A pesquisa realizada em 1973, numa fazenda no contraforte das Montanhas Berkshire, no estado de Nova York, com diversos pacientes e as mais diversas doenças, classes sociais, sexo e condições religiosas, deixou a Dra. Krieger perplexa com os resultados.

Os pacientes além de receberem as imposições de mãos, foram também expostos a aplicação de um rolo de algodão energizado, por pessoas consideradas "Curandeiras ". Quando comparados ao grupo de controle que não havia recebido as aplicações, constatou-se que o nível de hemoglobina nos pacientes aplicados tinham quadruplicado em relação aos exames anteriores e em relação aos demais comparados.
Nesta mesma pesquisa foi percebido que os pacientes com câncer, mesmo submetidos a tratamentos quimioterápicos (que causam sérios riscos à medula óssea e que, previsivelmente, produzem anemias), obtiveram altíssimos níveis de hemoglobina no sangue, o que lhes rendeu maior qualidade de vida em vista do alívio proporcionado nas dores intermitentes.

Medindo as alterações nos níveis de hemoglobina, ela foi capaz de obter confirmações bioquímicas para a sua hipótese de que os fluídos aplicados em um ser, produzem modificações bioenergéticas significativas para a cura das doenças e dos desequilíbrios energéticos que as produzem. Apesar de fascinada pelos resultados positivos de sua pesquisa, para a Dra. Krieger restava uma dúvida muito pessoal: seriam aqueles "curadores" seres especiais ? Alguém mais poderia fazer a mesma coisa ? Estas perguntas foram respondidas aos poucos nas 395 páginas da publicação do seu estudo, acabando por constatar que isso acontecia com qualquer pessoa: bastava ter o objetivo afinado com o receptor dos fluidos. Mais tarde acabou vinculando este fato ao envolvimento da fé, porém nunca o ligou a qualquer religião específica. Sua formação religiosa era luterana, o que não a impediu de implantar na Universidade de Nova York, cursos básicos de imposições de mãos e energização de algodão como forma de tratar doenças.
Em 1979 a Dra. Krieger escreveu um livro intitulado The Therapeutic Touch: How to Use Your Hands to Help or to Heal (O Toque Terapêutico: Como usar suas mãos para ajudar ou curar). O livro baseou-se nas experiências práticas de imposição de mãos de muitas enfermeiras que ela houvera ensinado na universidade. Nesta época mais de 350 enfermeiras profissionais já haviam feito o curso "Fronteiras da Enfermagem" em programas de mestrado ou doutorado. Além disso, foram seus alunos na técnica de bem curar, mais de 4.000 profissionais médicos , através de matéria curricular básica na Universidade de Medicina em Nova York.
Muitos outros estudiosos do assunto seguiram os caminhos da enfermeira luterana que curava com os toques das mãos. Recentemente em matérias publicadas nos jornais especializados e revistas médicas na França e na Alemanha, voltou-se a falar no assunto de forma muito contundente e científica, desde que um médico Norte Americano graduado pela Escola de Medicina da Wayne State University, em Detroit, lançou livros e publicou diversos artigos nessas revistas médicas, sobre a cura espiritual, baseado em 12 anos de estudos e aperfeiçoamento na arte de diagnosticar e curar o câncer.
Estas publicações chegaram até nós através de pacientes de nossa cidade que estiveram nos hospitais Norte Americanos, tratando-se de problemas de saúde (considerados graves), e que obtiveram resultados fantásticos com as técnicas empregadas.
É lamentável que em nosso país um assunto de tamanha importância seja tratado como se fosse uma questão de crença religiosa e não uma questão científica.
Para entendermos como se processa a cura espiritual a qual nos referimos, é imprescindível que compreendamos o ser humano com suas características multidimensionais. A Multidimensionalidade do espírito encarnado, é tratada em diversas oportunidades nos livros espíritas, bem como em estudos científicos sérios e isentos de opiniões religiosas, de teologias direcionadas ou dogmas criados para fins exclusivos.
Não há consenso na denominação destes corpos extras, porém as dúvidas causadas por simples questões de semântica não refletem a importância de sua existência. Para que possamos nos fazer melhor entender, adotaremos a nomenclatura que mais se aproxima da simplicidade até mesmo em pronunciar, escrever e entender. Poderia se afirmar que nosso corpo total é dividido em sete partes: em primeiro e mais importante plano, teríamos a energia espiritual superior, em segundo plano o corpo causal, em terceiro plano o corpo mental, em quarto plano o corpo astral, em quinto plano o corpo etérico, em sexto plano os meridianos energéticos ativos, em sétimo e ultimo plano, o corpo físico.

Relacionamos partindo do espirito por julgarmos o ponto mais importante do SER. Quando o médico elabora em seu paciente uma cura biológica, baseada somente em medicamentos, sem considerar as outras dimensões do ser, este processo acontece somente no sétimo corpo ( o corpo físico), podendo reaparecer o mal posteriormente até em outro órgão, porém com a mesma malignidade do primeiro, pois este em sua causa não foi curado.
Existem também as curas magnéticas, impostas por massagens, aplicações de terapias e/ou métodos alternativos de curar, que também tem suas eficácias relativas, pois atingem somente até o sexto corpo, o corpo onde estão os meridianos ativos, não passando deste ponto. O que relacionamos e comprovamos através de severos estudos e constatações, é que a cura plena, chamada cura espiritual, vai do corpo físico até o corpo causal, nosso segundo plano. Para atingir estes níveis necessário se faz observar, com rigor, as leis naturais que regem o universo, desde sua determinação até a sua plena expansão nos mais diversos corpos existentes no plano visível e invisível (leia sobre As Leis Naturais, nesta mesma home page). Desta forma, buscamos nos tratamentos de qualquer doença - e convidamos nossos pacientes a buscarem também - a Multidimensionalidade da saúde, ou seja, observando o que se passa também em sua mente, em seu coração, em seu caráter, em suas emoções, em seus semelhantes, até em suas próprias existências, passadas e presente, como também em sua fé e especialmente na sua maneira de conceber Deus



http://nenossolar.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=20:formarmultidmensionais&catid=2:artigos&Itemid=3




17 de out. de 2011

Meditação para autocura






"A meditação é importante para a memória porque regula o sistema endócrino e, principalmente, a produção do hormônio “cortisol”.
O cortisol é um hormônio produzido pelo corpo, em resposta a situações de estresse. Quando liberado em doses excessivas no sangue (o que acontece na maioria das pessoas maiores de idade no mundo moderno) diminui a memória de três maneiras: primeiro inibe a utilização de glicose pelo principal centro processador da memória, o hipocampo. Sem glicose suficiente no hipocampo, o cérebro não tem como, quimicamente, guardar uma memória.

Em segundo lugar, o cortisol é uma substância corrosiva que, quando em grande concentração, consome e sacrifica neurônios. Ele rompe o metabolismo normal dessas células e faz com que quantidades demasiadas de cálcio as penetrem e produzam moléculas de radicais livres, que, com o tempo, chegam a matar bilhões de neurônios.
Por último, o cortisol excessivo desorganiza a atividade de neurotransmissores. Assim, mesmo lembranças antigas e bem guardadas no neocórtex cerebral, não são mais resgatadas com facilidade pela mente consciente porque as células cerebrais não conseguem se comunicar umas com as outras a contento. A meditação, ao reorganizar o sistema endócrino, re-equilibra quimicamente o funcionamento do cérebro e promove a melhora da memória e de todas as funções cognitivas."